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:: ‘Espaço do Leitor’

Alfredo Amorim da Silveira

contra foto  090 5 2013

Rolando no face …

deputado assalto


Enviado por Marcelo Ribeiro.

QUEM DERA FOSSE O FIM

Ou, num otimismo extremo: TOMARA QUE SEJA O FIM!
Que essa limpeza da “Zâmbia” não seja mais uma ação paliativa , onde basta o trator ir embora para que o acúmulo de lixo, as doenças, os ratos, as moscas e os urubus voltem a reinar absolutos.
Foto do dia 08/05/13, às 11:00h.

trator zambia

Nilson Pessoa

Revolução Através da Educação – 1

por Juventino Ribeiro, contador, Ilhéus-BA

Hoje, ao desentralhar meus alfarrábios, deparei-me com amarelados recortes de jornais, artigos que publiquei nos idos de 90, no Diário da Tarde, de Ilhéus, e em A Tarde, de Salvador. Abordava temas de contabilidade e crônicas sobre assuntos variados.

Em um deles, de outubro de 1993, na semana do professor, discorri sobre os termos “professor e educador”. Dias antes visitara um amigo em Uruçuca e, enquanto aguardávamos para almoçar um frango de quintal com talharim, bebemos algumas cervejas ouvindo seu velho pai a nos contar causos de sua profissão de tropeiro, na época áurea do cacau.

Na viagem de volta a Ilhéus, remoendo o termo tropeiro lembrara-me de umas crônicas de Rubem Alves que havia lido. Uma delas me marcou e me inspirara a escrever algo sobre o assunto. Sempre releio “Sobre Jequitibás e Eucaliptos – Amar”, na qual Rubem faz abordagem sobre profissões “que foram sumindo devagarzinho, como o médico que ia até os doentes mesmo a cavalo, o caixeiro viajante, o boticário, os tropeiros que se sucumbiram com a chegada do automóvel e do asfalto”.

Na sequência, Rubem argui: “Educadores, onde estarão? Em que covas terão se escondido? Professores há aos milhares. Mas professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão; é vocação. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança”. Mais adiante questiona: “E o educador? O que teria acontecido com ele? Existirá ainda o nicho ecológico que torna possível a sua existência?”

Rubem relembra um trecho do livro de Jorge Amado, Gabriela, Cravo e Canela, “quando a filha de um coronel diz à sua mãe que pretendia casar-se com um professor. Ao que a mãe retruca, numa clássica lição de realismo político: E o que é um professor na ordem das coisas? Que tem o ensino a ver com o poder? Como podem as palavras se comparar com as armas? Por acaso a linguagem já destruiu e já construiu mundos?”.

Sempre fui apaixonado pelo tema educação. Em 1986, o saudoso Darcy Ribeiro abonou minha filiação ao PDT – Partido Democrático Trabalhista (meu ex-partido). Aceitei seu convite pelo que preceitua o artigo 1º. do estatuto: “Educação, causa de salvação nacional, prioridade das prioridades: alimentar, acolher e assistir a todas as crianças do País, desde o ventre materno; educá-las e escolarizá-las em tempo integral, sem qualquer tipo de discriminação”.

Este era o sonho de Darcy Ribeiro, de Anísio Teixeira, Paulo Freire e de tantos outros que morreram sem ver realizado o sonho da revolução através da educação. Acredito ser possível comprometer pais, alunos e educadores nesse processo, para que o Brasil não perca o bonde da história e se distancie ainda mais dos seus parceiros do BRICS e dos demais países que assim estão revolucionando seu desenvolvimento.

Revolução Pela Educação – 2

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ESTRADA DE FERRO DE ILHÉUS – E SUAS ESTAÇÕES (1950-1964)

TEXTO PARA QUEM GOSTA DE HISTÓRIA E ANEXO ALGUMAS FOTOS ANTIGAS DAS ESTAÇÕES E TRENS.

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HISTÓRICO DA LINHA: A linha-tronco Ilhéus-Itabuna foi aberta em 1910 em seu primeiro trecho, por investidores ingleses da The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, com a idéia de alcançar Conquista (Vitória da Conquista). O primeiro ramal, o de Água Preta (Uruçuca), que partia da estação de Rio do Braço, foi aberto ao tráfego em 1914 e estendido até Poiri em 1931. Em 1918 um outro ramal tem iniciada a sua construção, estendendo-se até Itajuípe, aonde chegou em 1934. Foram as máximas extensões da ferrovia, que jamais se comunicou com outras do estado da Bahia ou com a Bahia-Minas, apesar de diversos projetos nesse sentido que jamais saíram do papel. Em 1950, os ingleses repassaram a estrada ao Governo, que mudou o nome para E. F. de Ilhéus. A estrada jamais chegou a Conquista, pelo que se diz, pelo fato de os ingleses já estarem satisfeitos com o que arrecadavam somente com a linha já existente. Em 1963, já estava decadentíssima a ferrovia, que em 1965 já não mais funcionava.

A ESTAÇÃO: Na história dos transportes da região cacaueira de Ilhéus, temos de tomar dois marcos principais para traçar sua evolução: o lançamento da ferrovia e a fundação do Instituto de Cacau da Bahia. Até 1910, quando se inaugurou o primeiro trecho da linha de Ilhéus a Itabuna, apenas se usavam canoas e animais. Os rios por demais acidentados e o excesso de chuvas dificultavam o transporte, mas mesmo assim a exportação de cacau era compensadora. 

Com o início do tráfego pela via férrea da Estrada de Ferro de Ilhéus a Conquista, a estação de Ilhéus foi inaugurada nesse ano, passando a servir como o seu ponto inicial e como porto de escoamento de cacau e outras culturas da região. O Instituto do Cacau, por sua vez, foi fundado em 1931. Uma das principais providências tomadas foi a construção de rodovias na região, que convergiam para a rodovia-tronco que, como a ferrovia, ligava Ilhéus a Itabuna. A situação da ferrovia, porém, em 1950, quando foi resgatada dos ingleses para a União, era horrorosa: a descrição dos problemas nos relatórios desse ano, com falta de peças, falta de condições de trabalho e outros era desesperadora, causada pela falta de verbas e prejuízos constantes. O edifício da estação Central (estação de Ilhéus) “está encravado no centro do pátio. 

Não possui plataforma para embarque ou desembarque de passageiros, havendo somente um passeio de cimento, com 5 cm de altura”. Mesmo com a ferrovia em frangalhos, em 1954, a antiga ainda figurava em regime de concorrência caótica ao lado das rodovias. Partindo de Ilhéus, seus ramais atingiam então as bordas da antiga zona do cacau. O trem era um meio de transporte que estava ainda longe de suprir as necessidades de escoamento da produção agrícola. Apesar disso, a região não dispunha de um rendilhado de estradas tão bom, capaz de escoar rapidamente a produção. A deficiência era compensada, em parte, ainda por processos mais primitivos de transporte: a canoa e o animal de carga. A estação foi desativada por volta de 1964, quando se fechou a deficitária ferrovia, agora parte da Rede Ferroviária Federal – RFFSA, criada sete anos antes. A última fotografia de que se tem notícia do pátio da estação, já abandonado, é do ano de 1971 e está mostrada abaixo. Todo o pátio e suas construções parecem não mais existir hoje.

A ESTAÇÃO DE ARITAGUÁ

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PSICOMUNDO – QUEM É O ATUAL SECRETÁRIO DE OBRAS DO MUNICIPIO DE ILHÉUS?

Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).

ILHÉUS URGENTE

Prefeito Jabes Ribeiro, sei de sua luta para colocar a nossa cidade no devido lugar, não vai ser facil, do jeito em que voçê encontrou a cidade um verdadeiro caos, tenho certeza com sua competência haverá alguma maneira de resolver as prioridades de Ilhéus, mas o motivo maior deste meu comentário, é para chamar sua atenção a maneira que a empresa responsavel pela obra da coelba em varias vias da cidade, principalmente a av. Itabuna, é uma verdadeira lastima, afinal de contas as criticas vão recair nas costa do Sr. Jabes, portanto Prefeito jogue duro, se possivel multe, ameaçe de parar a obra, do jeito que está é que não pode, Jabes faça uma visita no local, aliás fale com o Isac Albagli este sim poderá tentar eliviar os problemas, é um absurdo pagarmos um imposto altissimo o IPVA e etcs, e temos que passar por verdadeiras valas, montes de barros, e raramente o carro não bate o fundo sujeito a empeno no chassis , já passou da Hora Jabes de tomar as devidas providências, a coelba tem de ser responsabilizada, é de interesse dela em fazer o serviço, todos nós sabemos que temos que sofrer um pouco com os benecios futuro desta obra da COELBA mas tudo tem um limite, tenho a certeza que Jabes saberá resolver este problema que ora aflinge nossa cidade.


Arnaldo Pereira

Revolução Pela Educação – 2

Juventino Ribeiro, contador, Ilhéus-BA

A memória das gentes e a diversidade de suas línguas formam o patrimônio cultural de uma comunidade e sua preservação depende do poder público e de abnegadas pessoas que para isso até se desfazem de patrimônios pessoais.

Sem a tradição desses legados culturais às futuras gerações há o risco de se diluírem no tempo e de se sucumbirem nos túmulos daqueles que não tiveram a quem transferir tais informações. Se não fosse a frivolidade da maioria dessa geração das redes sociais, a internet até poderia bem cumprir esse papel.

No passado 7 de fevereiro, estava a prosear com o ex-superintendente da Policia Federal, Dr. Rubem Patury, no exato momento em que recebeu um telefonema noticiando o falecimento de sua progenitora, Dona Nair Patury. Era detentora de vasto conhecimento sobre a história de Ilhéus. Descrevia com detalhes os acontecimentos. Conhecia todas as tradicionais famílias e era, também, por elas conhecida. Sempre que a encontrava tinha que dedicar bastante tempo para ouvi-la, pois tínhamos afinidade. Foi grande perda.

Conheço também um senhor de 88 bem vividos anos, irrequieto, comunicativo, participativo e, também, grande conhecedor da história de Ilhéus. Quando disse que estava preparando este escrito, insistiu para que não declinasse seu nome. Sempre que nos vemos, há sempre tempo para um dedinho de prosa com ele, quando me conta os causos da terra de Gabriela.

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Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.

Sylvio Alves da Silva

Sylvio Alves da Silva

Nasceu em Ilhéus no dia 26 de maio de 1916, filho de Augusto Juvenal da Silva e Maria Alves da Silva, tinha mais onze irmãos: Mário, Alina, Rosa, Isaura, Álvaro, Uzuleika, Georgina, Urânia, Thilda, Osvaldo e Mariaugusta.

Completou o curso ginasial no Colégio Estadual Carneiro Ribeiro Filho, em Salvador.

Funcionário público do Estado da Bahia, trabalhou na Secretaria da Fazenda, era fiscal de rendas do Estado.

Foi o responsável pelas inscrições do Conjunto Habitacional da URBIS, em Ilhéus, hoje o bairro Hernani Sá. Em 1997, no governo de Jabes Ribeiro, foi dado o seu nome ao eixo principal do bairro Hernani Sá, que passou a chamar-se Sylvio Silva, pela lei 2.620, sancionada em 14 de outubro do mesmo ano.

Foi Presidente do Satélite Esporte Clube, Diretor do Tiro de Guerra 240, em Ilhéus, Presidente da Liga Ilheense de Desportos Terrestres.

Em Salvador, estudou no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), sendo graduado como Tenente da Reserva do Exército Brasileiro.

Filiado ao Partido da Aliança Renovadora Nacional (ARENA), foi eleito vereador no período de 1973 a 1976, no governo de Ariston Cardoso da Silva, também foi candidato a Prefeito nas eleições de 1976, em que foi eleito Antônio Olimpio, para o período de 1977 a 1982.

Casou-se em 30 de junho de 1951 com Diva Silva da Silva, com quem teve cinco filhos: Sylvia Maria, Tereza Maria, Diva Maria, Augusta Maria e Mário Antônio.

Faleceu em 21 de janeiro de 1982, seu corpo está sepultado no Cemitério de Nossa Senhora da Vitória.

MULTAS DE TRÂNSITO

Caro Rabat, em relação as indústrias de multas no trânsito, refresque a memória daqueles que já esqueceram ou que ainda não sabem!

MULTA DE TRANSITO :
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 – Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

Um abraço!

Juarez Nogueira

Rolando no face …

solidão


Enviado por Marcelo Ribeiro.

EMBASA / RECLAMAÇÃO

Olha o que a EMBASA fez na Rua São Miguel que fica no fundo do colégio estadual do Iguape.
fundo do iguape jane mel encaminhou MONT

Isso já faz um mês.
O carro do lixo não pode entrar na rua e as ruas aqui estÃO cheiaS de lixo.


jm





















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