:: ‘Espaço do Leitor’
PSICOMUNDO – COMUNICAÇÃO URGENTE AO PESSOAL DA EMBASA EM ILHÉUS
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).
Radialista ilheense desaparecido
Encontra-se desaparecido desde as 08h da manhã de ontem, 04, o Radialista JOELTON ALVES DE SOUZA. O mesmo saíra para uma pescaria num barco por volta das 05h da manhã rumo às proximidades da Pedra de Ilhéus, logo após o espigão do Porto do Malhado. Três horas depois, após um desequilíbrio no barco, o mesmo caiu no mar, não mais subindo. Joelton encontrava-se acompanhado por um colega, que nada pôde fazer, devido à profundidade e o balanço da maré. O amigo aguardou ainda uns 60 minutos, retornando em seguida para comunicar o fato aos familiares. Ainda no dia de ontem foi registrado a ocorrência na 7ª CRPN, em Ilhéus, sob o BO 13.01954.
Em seguida o fato foi comunicado a Capitania dos Portos e ao Corpo de Bombeiros, que imediatamente fizeram buscas nas proximidades, sem sucesso. As buscas continuam e a expectativa é que até amanhã encontrem o corpo, ou mesmo apareça em alguma praia do litoral ilheense.
Outra versão é que o Radialista tropeçou na linha que arremessava ao mar. Segundo a família, Joelton sabia nadar e pescar era seu hobby, inclusive conhecia aquela região onde era de costume pescar. Agora é aguardar o corpo e só após o exame cadavérico possa se obter a causa “mortis”.
Joelton era funcionário da Rádio Cultura de Ilhéus há vinte anos e exercia a função de técnico de transmissor, no parque de operação da emissora. Tinha 39 anos e era casado com a Sra. Nadja Maria Santos de Macedo.
Assim que o Sindicato dos Radialistas de Ilhéus teve conhecimento desta triste notícia, o Presidente, Elias Reis, se deslocou a residência do Radialista (Av. Esperança, 78, Malhado), se reunindo com a família e se colocando a disposição em qualquer situação, inclusive acompanhará todo o processo de busca e posteriormente apoio, conjuntamente com o empregador, quanto ao custeio de velório e sepultamento, bem como o andamento de extinção e direitos na relação do vínculo empregatício e previdenciário.
A diretoria do Sindicato dos Radialistas de Ilhéus e demais companheiros da radiodifusão, lamenta com pesar esta nota lamentável.
Ascom, STERT, 05.05.2013
Rita de Cássia, diretora de comunicação.
PSICOMUNDO – ILHÉUS CARREGA MÁCULADAS CHAGAS DE ADMINISTRADORES PÚBLICOS
A Terra de São Jorge, linda por natureza, dia após dia vem perdendo à sua real identidade de Princesa do Sul. E a quem atribuir tantas mazelas destruidoras que só trouxeram amargas recordações. Criaram um amarfanhado desencontro de transparentes falta de trabalho e honestidade, onde somente surgem péssimas qualidades de serviços maus organizados e tudo vai se esvaindo, se decompondo e nada vemos que nos anime para o nosso futuro, dos nos filhos e netos.
Perguntamos aos mais entendidos sobre o que significa a força da união? “Afinal o que podemos fazer para salvar a nossa querida cidade de Ilhéus, desses tantos desenlaces com futuro, nessa famigerada ausência de buscas que anuncie algum progresso”.
Vejam bem, acompanhem comigo a linha do espaço e do tempo, verificando quanto desmandos foram as razões de fortes e inúmeras que continuam deixando a nossa cidade nesse estado estagnado e vendo outras cidades crescendo e transformando seus alicerces sociais com uma nova estrutura. Enquanto que, a visão dos políticos ilheenses, de carteirinha e tudo apenas, perdem a grandeza e acabam que tudo alcançado ao logo do tempo.
O que fizeram com os grandes empreendimentos que existiam em Ilhéus, tais como: Barretto de Araújo, Berkau, Itaisa, Copas, Coopefertil, Cimag, Fábrica de Guaraná Netuno, Mercado Santa Helena, Rede de Supermercados Messias, Biscoitos Ritan, Padaria Luso-brasileira, Brasil gás, Petrobras, Moinho, Maternidade Santa Isabel e muitos outros empreendimentos que devam sustentabilidade no emprego e na movimentação da nossa cidade. Hoje, temos que nos deslocar para a visinha cidade de Itabuna e nos deliciarmos com “Shopping Center” em nível de capitais.
SE É PARA EXPLICAR, ESTÁ EXPLICADO
Ontem, no centro da cidade, fui interceptado por um cidadão, certamente opositor ao atual prefeito, que indagou em tom irônico: “Tá botando pra quebrar no prefeito, né?”. Não entendi e pedi ao cara pra esmiuçar o que, na verdade, ele queria dizer. “Aquelas coisas que você escreve todo dia sobre o lixão lá, a ‘Zâmbia’, eu leio sempre”. Educada e pacientemente, tive que explicar, nos mínimos detalhes que, em primeiro lugar, não sou do lado de A, B ou C, nunca fui filiado a nenhum partido político e não votei contra nem a favor do atual prefeito nem dos anteriores. Meu protesto sincero e legítimo é consequência da minha indignação com os absurdos incontestáveis e inaceitáveis que vejo à minha volta e que afetam a mim e outros, direta ou indiretamente. São os buracos que quase me impedem de chegar ou sair de casa, é um lixão permanente numa área residencial, praticamente dentro de um colégio e vizinho ao que será (ou seria) uma creche. Por falar na creche, creche essa construída com meu dinheiro de impostos, obra não inaugurada, inacabada e aparentemente interrompida. Enfim, fatos vergonhosos cuja importância se sobrepõe a quem é ou deixa de ser o gestor municipal; só quero solução – e já – como cidadão consciente dos meus deveres e direitos. Não me identifico com nenhum dos gestores do passado ou presente, mas ainda dou um voto de confiança à capacidade intelectual e administrativa do atual secretário da pasta do Desenvolvimento Urbano. Lamento, no entanto, a demora em se resolver questões tão relevantes e de tamanha urgência. Considero a mais escabrosa de todas, sem dúvida, a do lixão, pelos danos ambientais, pelo alto risco à saúde dos cidadãos e, agora, pelo risco constatado que traz também à aviação. Minhas fotos não mentem e faço questão de mencionar as datas em que foram feitas. Ainda educada, porém impacientemente, exijo e aguardo solução. E não há como contradizer que a região do Santo Antônio de Pádua e Faelba continua, sempre e cada vez mais, esquecida e abandonada pelo município.
Nilson Pessoa
DESMANDO
Mais um Gestor Público que assume a prefeitura e encontra uma bagunça generalizada. Esta ocorrência tornou-se normal em todo o nosso país varonil.
Será que a justiça não tem um meio de interferir drasticamente na gestão dos recursos públicos? Um meio de frear esta falta de respeito e irresponsabilidade com o patrimônio público?
Posso estar errado ou enganado, mas acredito que a lei possa ser aplicada e trazer resultados benéficos para os municípios.
Senão vejamos: no último ano de mandato, todo e qualquer prefeito ficaria obrigado por lei a reservar os últimos seis meses de sua administração para adotar providências visando entregar a casa limpa e arrumada a seu sucessor.
Se não fez nada durante mais de três anos, será que nos últimos seis meses vai acontecer um milagre?
Nesse período de seis meses estariam suspensas todas as despesas que não fossem inadiáveis, ou seja, seriam honrados compras, serviços e pagamentos puramente essenciais.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) EXPO ABIÓTICA 2013
2) HÁ 21 ANOS ATRÁS, O ABRAÇO DOS MEUS AMIGOS, HOJE VIVOS E COM MUITA SAÚDE (2).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
CAIC E “ZÂMBIA”: UNIÃO NADA SADIA
O colégio CAIC (Centro de Atenção Integral à Criança Darcy Ribeiro), situado na Zona Sul de Ilhéus entre a URBIS, Faelba e Santo Antônio de Pádua, é uma instituição de ensino da rede municipal e existe desde a década de 1990. Possui 25 salas de aula, além de campo de futebol e ginásio esportivo. Atende a quase 1.200 alunos na faixa etária de 4 a 14 anos , distribuídos entre Educação Infantil e Ensino Fundamental I nos turnos matutino e vespertino, e jovens e adultos no Ensino Fundamental I no turno da noite.
Apenas um precário alambrado enferrujado separa o CAIC da “Zâmbia”. Não fosse isso, poder-se-ia dizer que o CAIC está na “Zâmbia”, que a “Zâmbia” é no CAIC, enfim, que colégio e lixão são uma coisa só. E é praticamente assim. Darcy Ribeiro, grande antropólogo que deu nome ao colégio, estaria envergonhado se vivo fosse.
A “Zâmbia” é um grave erro do passado, não eliminado no presente e cheio de força pra avançar ao futuro.
Até quando vamos ter que conviver com o absurdo que é submeter crianças e jovens a respirar um lixão em plena sala de aula, esse despropósito que, além de nos trazer o risco de contrair uma infinidade de doenças, ainda põe em perigo os aviões que chegam e saem de Ilhéus por causa dos urubus que sobrevoam?
Sim, beira o ridículo, o inadmissível, a extrema pobreza e miséria dos confins da África. Mas é a pura realidade de Ilhéus.
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.
Filho de Antônio Diogo Sá Barretto e Amélia Sá Barretto, nasceu em Altamira (Entre Rios – Bahia), no dia 11 de abril de 1868.Casou-se em primeiras núpcias com Salústia, na cidade de Vitória da Conquista. E em segundas núpcias com Maria Amélia Pacheco Sá Barretto em 1914, em Ilhéus. Do primeiro casamento teve três filhos: Maria José (Zezé), casada com Nazal Salame Soub; Amália, casada com Gilberto Domingues e Maria Sophia. Do segundo casamento teve cinco filhos: João; Maria Celecina; Maria Cleofa; José e Raymundo.
Formado pela Faculdade de Direito de Recife, foi Prefeito de Vitória da Conquista, Juiz em Poções, Deputado Estadual por duas legislaturas e Juiz Preparador em Itabuna em 1912. Demitiu-se em 1914 e no ano seguinte mudou-se para Ilhéus onde faleceu no dia 2 de dezembro de 1932.
“ZÂMBIA”: PERIGO DE TODO TIPO E PRA TODO LADO
Como noticiado aqui no R2CPRESS, em 22/04/13, pela SECOM-Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura (clique aqui), esteve em Ilhéus uma equipe de técnicos e biólogos especialistas no assunto, para fazer levantamento das áreas próximas ao aeroporto onde há perigo à aviação devido a presença de urubus. Se a atual situação não fosse preocupante, eles não viriam aqui só pra isso. O aumento de colisões entre aves e aviões no aeroporto de Ilhéus foi, inclusive, alvo de uma reportagem do site Globo.com Bahia, em 26/04/2013.
Como se não bastasse o risco – cá no chão – à saúde dos moradores do Santo Antônio de Pádua, Faelba e URBIS, imagino que o nosso lixão, situado a menos de 1.500 metros do aeroporto, já está também exigindo cautela aos aviões que pousam e decolam de Ilhéus, por causa dos voos de urubus lá no alto. É muito malefício causado por uma “Zâmbia” só, no céu e na terra.
Segundo a nota da SECOM, a inspeção dos técnicos e biólogos geraria um relatório especificando quais as áreas risco. Não sei se esse relatório já está pronto ou quanto tempo leva. O fato é que qualquer cidadão comum, ao olhar para o céu nas proximidades do aeroporto, vai ver urubus sobrevoando a “Zâmbia” e a Central de Abastecimento da URBIS. Mais do que evidente, pra quem quiser ver. São dezenas de urubus sobre esses dois vergonhosos focos de lixo, todos os dias, principalmente no início da manhã.
Pergunta óbvia: está se esperando mais o quê para se implementar uma solução? Uma epidemia de dengue, cólera, leptospirose, peste bubônica? Um acidente aéreo? Por que não agir logo?
A solução existe. Agora, mais do que nunca, é imprescindível que se acabe de vez com essa maldita “Zâmbia”, verdadeira aberração e agressão socioambiental. O local tem que ser urbanizado e o descarte de lixo terminantemente proibido, com fiscalização intensa e multas pesadas aos infratores. Quanto ao lixo da Central de abastecimento da URBIS, este tem que ser acondicionado em container apropriado, e não no chão, além de recolhido diariamente, até duas vezes ao dia se for o caso. Sem isso, a má fama, os perigos e os urubus vão continuar. Tenho dito.


Nilson Pessoa
































































