:: ‘Espaço do Leitor’
PONTE ILHÉUS/PONTAL: DESMISTIFICANDO UMA PARANÓIA.
Na nossa postagem inicial sobre o TEMA, procuramos provocar a discussão sobre a sua projetada utilização viária, que potencializa um INTENSO USO VIÁRIO COM A INTERLIGAÇÃO DE CARGAS que circularam pelas nossas principais AVENIDAS LITORANEAS, inviabilizando-as como ferramentas turísticas. Embora com expressivo numero de visualizações, esperava mais com a publicação do texto. Esperava principalmente o contraditório dos “especialistas” com as suas justificativas para projeto. Enquanto ELES não se pronunciam vamos daqui continuar provocando.
A nossa querida VELHA PONTE, que um dia já foi tão QUERIDA, que no seu aniversário era simbolicamente lavada pelos AGUADEIROS e as BAIANAS o “purificavam” com agua de cheiro. Hoje é injustamente amaldiçoada e responsabilizada por todos os males da mobilização urbana da nossa desorganizada CAPITANIA. Essa responsabilidade que foi incutida na cabeça dos munícipes me lembra dum personagem sinistro da história, Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda de Adolf Hitler que se tornou o segundo homem da hierarquia nazista pelo seu talento na propaganda enganosa. O sucesso que ele obtinha vinha de uma estratégia “Uma mentira incansavelmente repetida, termina virando verdade”. E era o que acontecia lá e está acontecendo aqui.
A mentira repetida e que virou verdade foi pelo simples fato da nossa VELHA PONTE ser o único trajeto em direção ao coração do verdadeiro problema, a ROTATÓRIA DA PRAÇA CAIRU. Ali sim, que é a síntese do nosso problema de mobilidade urbana, que só tende a se agravar, e muito, com a utilização viária da NOVA PONTE, já que, com mais atores (carretas e caminhões) todos os caminhos e interesses continuaram convergindo na sua direção, que a cada dia ficará mais exprimido entre os Morros e o Mar e que, inevitavelmente, no futuro, terá que ser um AMPLO CALÇADÃO para as pessoas, e não como estão projetando, para mais automóvel e caminhões.
MUDANDO DE ASSUNTO
Há algum tempo atrás, chegou a Ilhéus uma rede de supermercados que, à época, gerou expectativa de ser a solução dos nossos problemas em relação a conforto e qualidade no atendimento, preço baixo, diversidade de produtos e eficiência na reposição de estoque.
Não está sendo bem assim. Procure leite desnatado lá. Eu mesmo nunca encontro. A tão sonhada variedade e diversidade ficou só no sonho.
Preço, longe de ser baixo na maioria dos produtos. A reposição de estoque também deixa a desejar, igualzinho aos demais. Hoje procurei um outro tipo de leite, integral, de ótima qualidade e produzido aqui mesmo na Bahia. Só vende lá e estava em falta, sabe Deus há quantos dias. Também já ouvi comentário de gente que desistiu de comprar determinado produto por não alcançar a última prateleira da respectiva gôndola (e a pessoa não é tão baixinha assim). Outro dia, presenciei uma cena no mínimo curiosa, a caixa passando as compras com um braço só, porque o outro estava apoiando o queixo; cotovelo no balcão, mão espalmada e o queixo descansado na palma da mão. Nunca tinha visto coisa igual numa caixa de supermercado.
Mas nem tudo está perdido. De bom, sem dúvida, o ar refrigerado e o estacionamento.
No geral, as mesmas deficiências dos outros supermercados de Ilhéus. Daí vem a pergunta: será que o problema está na (des) qualificação da nossa mão de obra…?
Nilson Pessoa
PONTAL – NAUFRÁGIOS QUE NÃO ENTRARAM PARA A HISTÓRIA DA MARINHA.
Apesar de serem bem mais recentes que outros naufrágios ou ocorrências marítimas transcorridas em Ilhéus, os navios AREIA BRANCA e URUBATAN, não há nenhum registro na Capitania dos Portos da cidade.
O navio “Areia Branca”, que ficou a deriva em alto mar, encalhou nas praias de Ilhéus em 1957/1958, no local até hoje chamado de Acuípe, próximo dos limites entre Ilhéus e Uma.
E por falta de registro, tudo que sabemos, faz parte da nossa memória, apesar de que naquela época tínhamos aproximadamente seis anos. Daí ainda ficarmos em dúvida quanto à denominação do navio se realmente “Areia Branca” ou outro nome de origem alemã, devido objetos nele encontrado daquele país. Só me resta de lembrança quanto a isto, que o local propriamente dito, até hoje se chama Areia Branca no Acuípe.
Lembramos perfeitamente da “procissão” de caminhões daqui do Pontal, que circularam pelas praias (único local de tráfego naquela época), nas madrugadas, até o navio, para dele “saquear” a sua carga e objetos componentes do seu dia a dia, que encalhou na praia, sem nenhum tripulante ou passageiro.
Da carga ainda nos faz lembrar: galões de tintas, tecidos, óleos combustíveis, etc.; e materiais de uso do navio como: relógios de marca alemã, armários de vestuários de excelente qualidade, que até pouco tempo ainda estavam intactos e que só foram desfeitos devidos o peso, nas mudanças. Sem se falar em objetos de mesa, cama e banho.
Também não esquecemos numa destas madrugadas de depararmos com uma tartaruga gigante, que naquele exato momento se dirigia para o mar, depois de desovar nas areias do local, e foi capturada simplesmente como um passo de mágico, pelos faróis acesos, que a fez ficar “hipnotizada”. No outro dia foi morta para consumo, numa festa à beira mar da Fazenda Cana Brava de meu pai Laudelino Rezende Mendonça. E como não lembrar a quantidade de ovos que deu para encher uma lata de querosene ESSO. Nós a criançada nos contentava em deliciar aqueles ovos cozidos e sal.
Vejam quanta coisa, que hoje jamais faríamos. No meu modo de pensar tudo tem uma razão de ser, ou falta de conhecimento dos adultos ou levados pela fartura existente nesta faixa de praia, ou até mesmo por divertimento.
Quando falamos que não entraram para a história, é porque procuramos a Capitania dos Portos em 2011, para ver se podíamos resgatar dados mais preciso sobre os navios Areia Branca e Urubatan e para nossa surpresa nada constava nos livros de registro, desta instituição.
É lamentável, pois no caso do incêndio (explosão) do navio Urubatan, deu-se no cais do porto, com tripulantes a bordo, mesmo tendo conhecimento extraoficial que não houve mortes. Mas, fomos informados depois da publicação do livro, mais precisamente em 06 de maio de 2011, via e-mail por Antonio Andrade Silva, que mora no Rio de Janeiro, afirmando que João Cândido Sobrinho, que era um dos tripulantes, nunca mais retornou a sua terra natal, e até hoje nada sabem, se morreu ou simplesmente “aproveitou” o ensejo e por aqui ficou, sem nenhuma comunicação com seus parentes.
Eis o texto do e-mail: “Procuro um primo de nome: JOÃO CÂNDIDO SOBRINHO, filho de: JOSÉ CÂNDIDO DA SILVA e MARIA MADALENA DE JESUS. Segundo seu irmão Nelson Cândido Sobrinho, ele estava em um navio de Santos a Ilhéus de nome URUBATAN. Gostaria de alguma informação sobre ele”.
Abraço, Antonio Andrade Silva andradea@hotlink.com.br
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) DOIS ILHEENSES NO INSTITUTO GEOGRÁFICO E HISTÓRICO DA BAHIA
2) HÁ 21 ANOS ATRÁS, O ABRAÇO DOS AMIGOS QUE JÁ SE FORAM (2)
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
PARABÉNS, “ZÂMBIA”. VENCEU MAIS UMA
Dia importante para a “Zâmbia”, hoje. Conseguiu praticamente retomar o índice CALAMIDADE no gráfico, só alcançado anteriormente em dezembro de 2012. Ou seja, bastaram apenas cinco meses para tudo voltar a ser como antes quando o assunto é esse lixão. Mais uma vez o gráfico evidencia que, se o vergonhoso depósito de lixo não for extinto, vai continuar num eterno sobe-desce entre as linhas do INACEITÁVEL e da CALAMIDADE. Descaso sem tamanho para com os cidadãos. Novamente, feliz da “Zâmbia” e tristes de nós.
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Nilson Pessoa
Assistência aos estudantes de Ilhéus
Gostaria de saber da prefeitura, por que muitas escolas municipais não tem merende escolar? Também gostaria de saber da Direc do estado da Bahia, por que os alunos das escolas estaduais que moram na zona rural ainda não receberam os vales transportes?
Agora minha observação…..Se nossos estudantes não tiverem o aporte e ajuda do nosso governo a evasão vai ser grande e muitos vão desisti de estudar….isso vai causar grandes prejuizos para a população do munícipio de Ilhéus e do estado da Bahia.
abraço
Paulo
GOLPE
ATENÇÃO EMPRESÁRIO
NESTE MOMENTO VOCÊ PODE ESTAR SENDO VÍTIMA DE UM GOLPE
SÉRIOS ABORRECIMENTOS PODEM ESTAR A CAMINHO DA SUA EMPRESA
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (32ª PARTE)
O mundo atravessa um grande instante de inconsequentes acontecimentos cheios de momentos em que muitas ações humanas apontam para pessoas que estão fora da sua própria realidade. Incansavelmente verificamos que são travadas grandes lutas com extrema necessidade da busca de modificações para o surgimento de melhores qualidades de vida. Nunca foi realizada farta política no passado e no presente aparentando tantas orientações para elevar o grau de sentimento, visando alcançar através de uma batalha insana um bem que atenda a todos em suas necessidades afetivas. Tudo caracterizado na conquista de como poderá nosso Universo vir a sê-lo no futuro, um modelo abrangente de sistema que traga benefício para uma exemplar qualidade vida da proteção da população brasileira!
São inúmeros os planos e sonhos que na maioria das vezes se transformam em pesadelos, criando mal-estar social de uma intensidade que causa solidão e desventura para os que atingem a idade avançada da experiência acumulada pelas lutas sociais e humanas. Foram inumeráveis caminhos percorridos com muitos exemplos desajustados e que não chegaram a ser justa a análise criada desse estado de vida. Nessa demonstração manifestada apenas pela sua forma anunciada nas propagandas políticas, apresentadas nos noticiários sobre a existência cotidiana de proteções às pessoas, observamos que existem momentos que têm oferecido lamentáveis transtornos de desigualdades, criando enormes injustiças entre seres humanos diante do vigor físicos e das experiências adquiridas!
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.
Filho de José da Costa Dórea e Ana Etelvina da Silveira Dórea, nasceu em Cristinápolis, Sergipe, em 28 de setembro de 1906, tinha vinte irmãos de dois casamentos de seu pai: do primeiro casamento eram dez: Alcino, Jakson, Luciano, Gumercindo, Nivalda, Marizete, Inah, José Filho, Adelaide, Carlos; do segundo casamento mais dez irmãos: Esmeraldo, Janira, Francisco, Abdon, João, José, Ulysses, Manoel, Dalva e Raymundo, ele era o sétimo na hierarquia.
Veio morar em Ilhéus em 1925, onde casou-se com Claire Maron em 26 de janeiro de 1944, não tiveram filhos, adotaram a sobrinha Vera, casada com Oséias Gomes da Costa, e filha de seu cunhado Walter Maron.
Cacauicultor e banqueiro, foi um dos donos do Banco de Ilhéus S. A.
Ocupou vários cargos em Ilhéus: Vice Presidente da Associação Comercial; Presidente do Instituto de Cacau da Bahia duas vezes, no governo de Regis Pacheco, Lomanto Junior e Luis Vianna Filho; Diretor do Banco de Ilhéus; Presidente da Cooperativa Central; Vice Presidente da Sociedade Anônima Diário da Tarde; Presidente do Sindicato dos Cultivadores de Cacau de Ilhéus, Itabuna, Itajuipe e Ubaitaba; Presidente e fundador da Associação Rural de Ilhéus; Presidente da Cruzada do Bem pelo Bem; Presidente do Rotary Clube de Ilhéus, duas vezes; Presidente da Associação Comercial de Itabuna; Presidente da Loja Maçônica de Itabuna; Diretor da Cooperativa Mixta de Agricultores de Itabuna; Diretor da Desportiva de Itabuna; Membro do Conselho de Administração do Banco do Estado da Bahia e do Conselho Fiscal do Banco de Desenvolvimento Econômico da Bahia; em 1962 foi Prefeito de Ilhéus, por 45 dias, por indicação da Câmara Municipal, no governo de Henrique Weyll Cardoso e Silva, de 8 de agosto a 7 de outubro do mesmo ano; Sócio fundador da firma Ananias Dórea e Irmão; Conselheiro da Faculdade de Direito de Ilhéus; Presidente da Associação Comercial de Ilhéus 1970/71.
Faleceu em Salvador em julho de 1993, onde está enterrado no Cemitério Jardim da Saudade.
Heckel Januário em: UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE (I I)
(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)
Para o arquiteto paulista Júlio Louzada, o Jequitinhonha de 500 anos atrás possuía uns dois quilômetros de boca(a outra margem, imagino, pela Barra do Peso, acidente geográfico falado como limite da Capitania dos Ilhéus e de Porto Seguro) como inserido em “Umas e Outras… ( I )” e, constatava, provando por á mais bê, que a Serra do Lapão no município de Santa Luzia existe picos de 900 metros de altura, que superam, portanto, os 400 do famoso Monte Pascoal da Serra dos Aimorés, e da oficial história do Descobrimento.
Então, se a esquadra cabralina navegava no sentido norte-sul e se o Jequitinhonha, de acordo com Louzada, era o rio de maior força na região sul da Bahia nessa época, os montes ‘lapanos’ são mais um adendo que o grito de “terra à vista” da Nau Capitânia, pode sim, antes do ancoradouro seguro, ter soado ligeiramente mais ao norte, mesmo contrariando radicais defensores da unicidade da Descoberta.

































































