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:: ‘Espaço do Leitor’

Direção do trânsito

Moro na RUA BARÃO DO RIO BRANCO no Pontal desde os idos anos 80.
No último governo de Jabes, sinalizaram a rua Barão do Rio Branco , com mão única no sentido OLIVENÇA – ILHÉUS , inclusive tornando esta rua, importante ajuda à RUA 13 DE MAIO , em dias de transito pesado ou em caso de acidentes ou ainda na impossibilidade de transito rua anteriormente citada.
O tempo e os prefeitos passaram , umas placas foram arrancadas outras a corrosão encarregou-se de destruir, fazendo com que HOJE não se tenha conhecimento do verdadeiro sentido nem direção do transito na nossa Barão do Rio Branco.
Pergunto aos órgãos competentes: A RUA BARÃO DO RIO BRANCO no Pontal é:
MÃO DUPLA OU MÃO ÚNICA?
Sendo mão dupla ou mão única exite no código de transito, local, sentido e direção certos para estacionar os veículos ou seja o lado do carona encostado ao meio fio na direção do fluxo – no tempo que tirei carteira de motorista era assim. Mudou? Se não mudou, vamos fazer cumprir a lei, que nesta rua não é obedecida. Cada morador ou visitante para o carro onde quer ou melhor lhe convem. Caso tenha mudado a lei, desculpem minha ignorâcia.

Mário Márcio.

Alfredo Amorim da Silveira em: DECLARAÇÃO

Hoje, como todos os dias, fui à tarde bater o ponto na praça Castro Alves – também conhecida como da Irene, – que decepção; transferiram a bagunça da praia do Cristo para lá, estava a maior bagunça, os carros de som a todo vapor, não respeitam os ouvidos de ninguém, você tem que ouvir aquelas músicas horríveis contra sua vontade, as pessoas acham que se elas gostam todo o mundo tem que gostar.
No começo deste governo achei que iriam dar um jeito na cidade, mas me enganei, as coisas vão piorar, a esculhambação continua, a Prefeitura não tem moral mesmo, se não resolvem uma besteira desta, imaginem uma coisa mais séria!
Amo Ilhéus, mas hoje tenho vergonha de ser ilheense de coração, sou soteropolitano de nascimento, acabou até com o prazer do trabalho que estou fazendo sobre a história da cidade, parei, acabou a vontade.
Sei que não vou fazer falta a ninguém, mas resolvi, na primeira oportunidade que tiver vou embora desta cidade, para qualquer outro lugar.

Eduardo Anunciação, um agitador

por Walmir Rosário

Walmir Rosario / Foto by Waldir Gomes

Do alto de sua sabedoria, o jornalista e escritor Antônio Lopes costuma nos ensinar que começamos a desconfiar que estamos ficando mais velhos quando os nossos amigos vão nos deixando. E nos deixando de vez, partindo desta para a melhor, como costumam dizer as pessoas chegadas aos elogios fáceis e gratuitos para consolar as famílias e os amigos do de cujus.

E essa constatação vai ficando mais presente nas pessoas de minha geração. Desaparecem os amigos de infância e os que conseguimos fazer durante os anos, seja m na escola, no trabalho, nas atividades de lazer, nas mesas de botecos. Não importa, chegada a hora, vencida a obrigação, o sujeito tem de adimplir o contrato firmado com o Pai Eterno. Podemos, até, resmungar que não seria chegada a hora, mas não importa, a morte é implacável.

Nesta sexta-feira (15) chegou o dia aprazado de Eduardo Anunciação. E ele teimou em não cumprir o aprazado, relutando em fazer a última viagem, ficando mais um tempo por aqui. Teimoso como ele só, buscou a ajuda médica, passou por cirurgia, relutou ao ócio durante o restabelecimento, continuou a trabalhar até não mais aguentar.

Essa atitude é própria da natureza do jornalista que preza sua profissão, na maioria das vezes remando na contracorrente, por se colocar – de forma intransigente – contra a intolerância, se indignando contra as desigualdades. Como dizia Voltaire, “Eu posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la”.

E assim Eduardo Anunciação viveu seus 67 anos na plenitude dos seus direitos. Agitador, sim, esse seria o melhor adjetivo para qualifica-lo. Sim, pois antes do jornalismo foi líder estudantil, vereador, agitador cultural, jornalista. Essa foi a sua trajetória, que está gravada na mente de seus contemporâneos e registrada nos veículos de comunicação.

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AMIGO É COISA PARA SE GUARDAR DO LADO ESQUERDO DO PEITO”. (Milton Nascimento).

Eduardo Anunciação, você é a prova de que essa frase é uma verdade, pois estará para sempre guardado no lado esquerdo do nosso peito.

Que alegria sentiamos, quando você dizia que tínhamos sido as primeiras pessoas a acolhê-lo em Ilhéus!

Não imaginávamos o privilégio que seria conviver com você, Selma e Duda.

Muito aprendi nas nossas conversas, principalmente quando divergiamos, eu, uma grande sonhadora, e você, que era mais “pé no chão”, maa também tinha seus sonhos.

Obrigada pela força que você deu à APAE de Ilhéus ao se importar com pessoas portadoras de deficiência intelectual e múltipla, quando muitos ainda são indiferentes ou até rejeitam os diferentes.

Eu não conseguia deixar de ler a sua coluna ‘Gente, Política e Poder’, pois você a escrevia de uma maneira tão própria, tão sua, fazendo a diferença, sem temor, como deveria ser  coreeta , elucidadodra, desagradando a uns, agradando a muitos,  justamente por ser um homem Inteligente, sagaz, irônico, perspicaz, com um humor incrível.

É bom lembrar dos melhores momentos que aconteceram na sua vida, das marcas que você deixa para nós!

A partida é um caminho inevitável. Todos nós, um dia ou outro, de uma forma ou de outra, temos que fazer a ‘ultima viagem’; mas dói muito a ideia do “nunca mais ver”; dói demais. E quando esta idéia se une àquela de que poderíamos ter feito algo mais, ou termos dito algo que se calou por falta de oportunidade, a dor ainda é pior.

A mim, amigo Eduardo, faltou a oportunidade de lhe dizer adeus.

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VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE ILHÉUS

A Vigilância Sanitária de Ilhéus tem que fazer uma fiscalização em hotéis e pousadas da cidade. É preciso verificar as condições de higiene desses estabelecimentos, quanto ao preparo e à armazenagem de alimentos, que, em condições inadequadas, podem causar intoxicação alimentar e outras doenças. Vejo sempre muitos turistas reclamarem que alguns estabelimentos não tem alvará sanitário e nem alvará de licença visíveis. Cadê os fiscais da prefeitura?

Grata pela atenção!

Juliana

É só cumprir a lei.

A catástrofe da boite Kiss percorreu o mundo.Chocou, machucou , feriu e matou. Depois do fato ocorrido, aparecem teses, descobrem-se adulterações em projetos  sem responsáveis técnicos, mudanças em estruturas por conta dos donos dos imóveis e uma série de coisas que poderiam ter sido evitadas se, simplesmente a lei fosse cumprida.

Vejamos:

Se os bombeiros de lá, tivessem vistoriado a boite e detectado uma só saída de emergência, não teriam dado o alvará de funcionamento, a casa não iria funcionar e as pessoas estariam vivas. A lei não foi cumprida e tudo aconteceu.

Se os bombeiros de cá tivessem vistoriado o depósito de material    reciclável e não tivessem aprovado o local, não teríamos incêndio. Não cumpriram a lei e aconteceu a tragédia. Até a Embasa não precisaria dar explicações pela falta de água pressurizada nos hidrantes, se cumprisse a lei.

Se o CREA-MG, do qual sou filiado originalmente como engenheiro, tivesse fiscalizado a obra do prédio de onde caiu a marquise, teria embargado a obra, a mulher estaria viva e a vida continuaria sem problemas. A lei novamente não foi cumprida.

Se o casal que sofreu acidente de moto na Ilhéus-Itabuna perto da fazenda Primavera,estivesse em velocidade compatível com o local,  não teria derrapado ,não teria batido e estariam vivos . Mais uma vez a lei não foi cumprida.

Se  fosse enumerar as vezes que não se cumpriu a lei e aconteceu uma catástrofe, passaria pelo menos uns 300 dias e não diria nem a metade.

Sim. E daí?

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DEMARCAÇÃO: O QUE NOS RESTA? PROCRASTINAR, PROCRASTINAR E PROCRASTINAR.

por Edgard Siqueira

No dicionário Aurélio, PROCRASTINAR significa ADIAR, RETARDAR. Usar de delongas.

Escolhemos este título para oportunamente voltarmos a comentar sobre a condução do nosso processo e das nossas possibilidades. Nos últimos textos procuramos mostrar do que a FUNAI é capaz e ao mesmo tempo alertar a todos de como seremos vitimas do modus operandi da FUNAI. É só uma questão de tempo e que pode acontecer precocemente, principalmente se não fizermos a única coisa que nos resta, PROCRASTINAR. Ou melhor, continuar procrastinando, porque este tem sido o objetivo alcançado com êxito pelo GRUPO DISSIDENTE, e que com isso já retardou o processo por mais de dois anos. Tempo mais que suficiente para termos perdido as nossas propriedades com a HOMOLOGAÇÃO DA RESERVA. Isto é fato, que por simples má vontade, muitos não admitem.

Estamos vivendo momentos de aparente calmaria. Diríamos até, em uma zona de conforto e dormindo em berço esplendido. Estes benefícios temporários não foram conquistados pelas falácias proferidas ao final da badalada ocupação do aeroporto, quando alardearam em discursos e manchetes que “O Ministério da Justiça atende as nossas reivindicações”. Estes benefícios são frutos da consciente teimosia daqueles que há muito não acreditam nas falácias e foram buscar mais uma LIMINAR que tirou o nosso processo do Ministério da Justiça (a um passo da homologação), obrigando-a a devolver a FUNAI. Desde então já se passaram oito meses e certamente mais alguns, justificando o êxito da estratégia. Caso contrario, sem duvida, já teríamos contraído uma dor de cabeça irreversível.

Neste espaço já justificamos, como sempre, com embasamento, o porquê que a muito defendemos que não podemos deixar o nosso processo avançar. E esta certeza aumenta a cada dia na medida em que tomamos conhecimentos da existência de novos fatos que corroboram para a defesa desta estratégia.

Antes de adentrar o cerne principal deste texto vou transcrever uma reflexão que sempre me ocorre quando estou tendo o trabalho de elaborar estas matérias. Fico pensando do absurdo que é ter que está postando textos para convencer um GRUPO de que estão sendo ludibriados na condução de um processo. Além de lutarmos contra um injusto processo, contra a FUNAI e contra pseudos índios, somos obrigados a ter que lutar contra a teimosia, a vaidade e o fogo amigo, que mata os de suas fileiras. Causa-me indignação saber que o esforço desprendido para elaborar textos, poderia estar sendo usado para alcançar outros objetivos. E ainda, sou obrigado a ouvir devaneios de apaixonados e simplórios “Isto é uma questão pessoal para atingir o Presidente”. O pessoal é em outro FORO. Mas nas minhas reflexões ainda não encontrei respostas. Qual o porquê deste absurdo?  Se alguém sabe, por favor!

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DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) O GRUPO RM MANTÉM A TRADIÇÃO E FAZ CARNAVAL.
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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PREFEITURA – “A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO”

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Temos notado que no afã de resolver todo imbróglio deixado pelo seu antecessor, o prefeito Jabes Ribeiro, está se deixando envolver num enxovalhado de desperdícios de dinheiro público, sem necessidade numa hora tão difícil como esta.

Não é nenhuma novidade, que nós por algumas vezes fomos claro, e tornamos público a nossa admiração pelas administrações anteriores do amigo Jabes Ribeiro, principalmente na sua capacidade de administrar uma Ilhéus em meio ao caos.

Num certo momento dizíamos que: “o bom administrador público é aquele que gerencia sem verbas grandiosas, e sim aquele que administra com poucas verbas, ou quase sem elas”. E isto foi o que aconteceu com o prefeito Jabes Ribeiro no período de: 1997 a 2000 e 2001 a 2004.

Todo cidadão de boa memória irá lembrar, que neste período a nossa região foi acometida de uma doença grave nos nossos cacauais – a Vassoura de Bruxa – e Ilhéus, que era um município meramente monocultor (cacauicultura), se viu embrenhado numa crise sem precedentes da nossa história. Não só pela falta de

Figura 2

circulação de dinheiro na nossa economia, como também na questão social, onde boa parte da população da zona rural migrou para a zona urbana, causando mais entraves de última hora, para se administrar uma cidade do porte de Ilhéus.

Então, é aí que vem explodir a capacidade de um gestor público de lidar com uma situação desta, para que não fosse o caos total.

Para sorte dos ilheenses, o Jabes com sua influência nas áreas estadual e federal, soube buscar neste período, obras e mais obras, para a cidade, além de outros recursos que pudessem minorar a situação. E como todo cidadão sabe, que obras e mais obras, geram uma cadeia de serviços e empregos e não somente a cidade numa selva de pedras.

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Rolando no face …

fila na bahia


Enviada por Marcelo Ribeiro.

CLUBE SOCIAL DO PONTAL

Eis na íntegra o inteiro teor da correspondência enviada ao Prefeito Municipal de Ilhéus pelos sócios remidos, do Clube Social do Pontal.

“Ilhéus, janeiro de 2013.
Exmo. Prefeito da Cidade de Ilhéus

A comunidade pontalense referendada pelos sócios remidos do Clube Social do Pontal e Lions Clube, vêem há alguns anos reivindicando, junto a esse Executivo e vereadores, ações no sentido de se dar ao imóvel onde funcionou aquele Clube uma funcionalidade voltada para a saúde. Tramita nesse Executivo um Processo, com solicitação nossa de análise e acompanhamento da área jurídica dessa Procuradoria, sendo de amplo conhecimento do Dr. Ricardo Machado, hoje Secretário de Administração.

Como se sabe o Posto Médico local, edificado nos anos 60, não responde hoje às demandas da nossa comunidade de maneira confortável e adequada para aquela finalidade.
A utilização do Clube viria retirar o sentimento de inércia que permeia os moradores; impressão proporcionada, até hoje, pelas gestões que não se sensibilizaram pelas reiteradas reivindicações do bairro.

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Propaganda do Cemitério Jardim da Eternidade


Enviada por Risomar Lima.





















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