:: ‘Espaço do Leitor’
PSICOMUNDO – CONTROVÉRSIAS NO MUNDO DAS MARAVILHAS!!!
Os recentes acontecimentos em que vitimaram muitas pessoas, em Santa Maria (RS), mormente, jovens que deveria estar em nosso convívio, porém, foram transformados em vítimas dos inconsequentes descasos de uma sociedade bastante desorganizada até no lazer! Tal afirmativa se prende ao fato de que somente procuramos organizar coisas importantes, visando o bem-estar de uma cidade, Estado ou País, quando a situação fica realmente cheia dramáticas dores e amarguras tragédias com dura duras e ásperas recordações.
E nesse caso, o que se vê é uma grande concentração de ideias procurando as razões desses graves acidentes com quedas estrondosas de vidas humanas, como se fossem invasões súbitas de gente e no final apenas se procura os culpados, desconhecendo as principais causas: quem sabe, a negligência na fiscalização do poder público em deixar funcionar uma casa de espetáculo, com uma entrada e uma saída ao mesmo tempo! Se realmente só havia uma saída poderia ser usada a emergência, e por que este estabelecimento estava funcionando? Se o alvará de funcionamento estava vencido, por que foi realizada a apresentação da banda Gurizada Fandangueira, que tocou na boate Kiss em Santa Maria (RS), na madrugada de domingo dia 27/01/0013?
Muitas coisas estão rolando nesses inusitados acontecimentos, e segundo as autoridades policiais que apuram os lamentáveis acontecimentos, as imagens do circuito interno da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), desapareceram, dificultando assim as futuras investigações. Por outro lado, podemos salientar que a negligência com a permissão da superlotação, ausência de severa fiscalização, e mais ainda, com uma estrutura deficiente, foi dado a irresponsável permissão de uso de pirotecnia num recinto completamente sem nenhuma segurança!
Juarez Vicente deixa um legado e saudades
por Walmir Rosário

Walmir Rosario / Foto by Waldir Gomes
A única certeza que temos na vida é a da morte. Às vezes ela chega sem esperar e conclui sua empreitada, outras, nem tanto, encosta no indivíduo e fica ali apesar de todas as resistências, minando a saúde até concluir o seu intento. Com Juarez Vicente de Carvalho foi assim, não adiantou espernear, a morte venceu a vida.
Triste, nós, que gostamos de Juju (apesar dele ter morrido), estamos de luto, embora sua morte não vá apaga-lo de nossas memórias. Cumpriu o clico da vida. Nasceu, cresceu, viveu e foi embora. Particularmente, considero a vida (o viver) uma das características mais importante de Juarez Vicente, dada a sua vontade de exercê-la em sua plenitude.
Professor de Química, Juarez deixou um legado de conhecimento repassado aos alunos, hoje homens feitos e que sentem orgulho quando falam do seu professor. Mas a sala de aula não foi o seu principal sacerdócio, reservado ao jornalismo, um repórter dedicado, um editor que “não brigava com a notícia”.
E foi assim que foi conhecido nos veículos de comunicação por que passou, notadamente nos rádios e jornais, onde tratava a notícia com seriedade, mas sem desprezar as especulações. O “Bokadefogo”, como era conhecido pelo título da coluna que sempre levou para os veículos em que trabalhava, cuspia marimbondos. Era implacável.
Com a mesma seriedade com que tratava a comunicação social nos veículos de comunicação, exercia os cargos de assessoria de imprensa de autoridades dos poderes Executivo e Legislativo com responsabilidade. Transitava bem dos dois lados do balcão, com se diz comumente no jargão do jornalismo.
PONTAL – OLIVENÇA uma extensão do passado –II
Esta Praça em Olivença, nos remete a lembrar de nosso tempo de criança e adolescente (1957 a 1969). Naquela época, ela era mais importante do que mesmo o balneário Tororomba. Nela se realizava a sua maior tradição – A PUXADA DO MASTRO DE SÃO SEBASTIÃO – que iniciava por volta das quatro da madrugada do dia 06 de janeiro (Dia de Reis), não importando em que dia da semana caísse o dia 06.
Era um começo de uma jornada, que terminava por volta das 19:00 horas em frente à igreja matriz de Nossa Senhora da Escada, onde finalmente era celebrada uma missa, e lá no seu interior colocavam-se as cordas que serviram para puxarem os mastros.
Era um dia todo especial para os habitantes, não só de Olivença, mas para os que viviam naquela redondeza, num agitamento sem igual. Os nativos, na sua maioria cabocla, se vestiam a rigor. Usavam suas roupas mais bonitas, e ou até mesmo confeccionadas para aquela ocasião.
Como não se lembrar de Everaldo Rezende Mendonça, branco de olhos azuis, que desde sua adolescência e até onde sua saúde permitiu, se tornou o “SINEIRO” oficial da festa, que partia para mata junto com os “machadeiros”, para escolherem as duas árvores (troncos), para substituírem o mastro principal e o secundário (que servia para proteger a imagem de São Sebastião) em frente à igreja.
O tronco principal era arrastado pela praia pelos adultos, já o tronco menor, era arrastado pelas crianças, que se deliciavam, arrastando para ás águas do mar, a fim de facilitar o seu deslocamento e aproveitavam para banhar-se, jogar água para cima, pular, mergulhar e subir até a restinga para deliciar das frutas silvestres que lá não faltavam como: Araçá (Fruto parecido com a goiaba, mas de menor tamanho e gosto um pouco ácido), Cardo de Praia (Planta espinhosa, com o fruto de mesocarpo comestível de cor esbranquiçada e sementes pretas, Garu (Fruto de casca avermelhada e mesocarpo tipo uma massa adocicada), maçaranduba (fruta de cor avermelhada, seu mesocarpo comestível, adocicada com um leite viscoso), Coco de Xangó ou Xandó, fruta tipo parecido com uma espiga de milho, com fruto de cor alaranjado para o vermelho quando madura, de sabor doce).
Agradecimento
Companheiros:
Estou deixando a Assessoria de Comunicação da Bahia Pesca. Agradeço o apoio de vocês para a realização do nosso trabalho. Não tenho dúvida que foi fundamental. Continuo à disposição.
Forte abraço,
Marival Guedes
Nota de Falecimento
Amigo Rabat, com pesar, informo falecimento hoje, 30.01 do nosso amigo José Dourival Carmo dos Santos, conhecido como Zé Fubá, mecânico aposentado da Codeba. Será velado no SAF, na Av. Itabuna.
Abraços,
Gilberto.
Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”.
O funcionamento da Faculdade de Direito de Ilhéus foi autorizado pelo Decreto Federal nº 48.240 de 19 de maio de 1960. No mesmo ano o Prefeito Henrique Weyll Cardoso e Silva assinou a Lei Municipal nº 728, considerando de utilidade pública a sociedade de cultura mantenedora da faculdade. No dia 1º de abril de 1961 o Governador do Estado sancionou a lei nº 1.399 também considerando a faculdade de utilidade pública. A Faculdade de Direito começou a funcionar no prédio onde hoje se encontra a Fundação Cultural de Ilhéus.
O núcleo formado para a fundação da Faculdade foi composto por Amilton Ignácio de Castro, Francolino Neto, Henrique W. Cardoso e Silva, José Cândido de Carvalho Filho, Alves de Macedo e Soane Nazaré.
Para dar andamento ao processo foi criada a Sociedade Sul Baiana de Cultura, presidida pelo Bispo Diocesano Dom Frei Caetano Antônio Lima dos Santos.
O primeiro vestibular foi realizado no dia 2 de março de 1961, sendo instalada oficialmente a Faculdade no auditório do Edifício Bancrelar (no terceiro andar do edifício onde hoje se encontra a loja Ricardo Eletro), a reunião foi presidida pelo Governador Juraci Magalhães.
A aula inaugural foi proferida pelo Professor Soane Nazaré com a presença do Governador da Bahia, Juracy Magalhães.
A congregação da Faculdade era integrada pelos professores Soane Nazaré de Andrade (Diretor), Waldeto Santos, Wilde Lima, Francolino Neto, Wilson Rosa, D. Caetano Antônio Lima dos Santos, Rui Cajueiro, Ramagem Badaró, Joel Brandão, Altamirando Marques, Henrique Cardoso, José Cândido de Carvalho Filho, Carlos Meireles, Jorge Fialho, Sady Covolan, Lafaiete Veloso, Alberto Galvão, Isaias Fraga, Paulo Cardoso Pinto, Osvaldo Nunes Sento Sé, Amilton Ignácio de Castro, Walter Pires, Nelson de Assis, Halil Medauar e Antônio Cruz.
IGREJAS/CAPELAS DE ILHÉUS – III
A Igreja Matriz de São Jorge é uma construção do final do século XVII, segundo o IPAC. É uma Igreja de relevante interesse histórico e arquitetônico, com nave, capela-mor, corredor e lateral, sacristia e torre, do lado esquerdo.
A fachada tem dois corpos, sendo o principal, emoldurado por cunhais e cornija, e vazado por bela portada, ladeada por duas portas, no térreo, e duas janelas ao nível do coro. A torre possui terminação piramidal e coruchéus nos cantos e arco pleno.
Os cunhais, as cornijas e as cercaduras de portas, as janelas e as seteiras são em cantaria. No interior possui arco cruzeiro, nichos e bacia de púlpito também em arenito. O forro dos cantos é redondo, na nave, e em abóbada abatida, na capela-mor. O altar-mor, neoclássico, está incompleto. Entre as imagens da igreja, destacam-se as de São Jorge, um crucifixo, Nossa Senhora do Rosário e São Pedro. Na sacristia e no corredor lateral, utilizado como Museu de Arte Sacra, existem algumas peças de mobiliário; merece destaque a cabeça de santa, São Miguel, Nossa Senhora das Neves (séc. XVI), Santo Antonio, Santo Inácio e São Caetano (séc. XVII), e alfaias de prata.
Dados tipológicos: Igreja de construção apurada, originária do final do séc. XVII. São típicas deste período as cercaduras com ressaltos nos cantos e a torre piramidal, utilizada pela primeira vez no Convento de Cairu (1660). Cercaduras semelhantes são encontradas em Sta. Tereza, Casa de Oração dos Jesuítas, solares Berquó e Sete Mortes, em Salvador, e na Igreja de São Brás, em Santo Amaro. Outra disposição arcaica está nos dois nichos laterais ao arco cruzeiro, observado também, no Colégio de Olinda, e igrejas de Ajuda e Belém, em Cachoeira. Este elemento e o apuro da construção sugerem a intervenção de algum arquiteto jesuíta.
Histórico arquitetônico, segundo o IPAC (1988, p. 224): Após a chegada dos primeiros portugueses e a fundação da vila de São Jorge, Francisco Romero fixou a povoação no morro de São Sebastião. Em 1556 foi criada a Freguesia de São Jorge por Dom Pero Fernandes Sardinha e uma primeira igreja teve sua construção iniciada pelos primeiros moradores da capitania, mas só foi concluída em 1572. A matriz de São Jorge foi construída após o convento de Cairu, que data de 1660.
No início do século XX, para alargamento de uma rua, foi demolida a sacristia direita da igreja. Seu partido primitivo era, portanto, a planta em “T”, característica do mesmo século.
A Igreja Matriz de São Jorge pode ser considerada o mais importante monumento histórico localizado na sede do município. O Museu de Arte Sacra, localizado ao lado da igreja, possui peças belíssimas, antigas e raras.
TEXTO DA PROFA. Maria Luiza Heine publicado em: http://ilheuscomamor.wordpress.com/
Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com
URUÇUCA: ASSALTO À CASA LOTÉRICA
Nesta terça-feira, às 08h00min, três bandidos mascarados tomaram de assalto o proprietário da casa lotérica de Uruçuca, de Elias Neto e sua funcionária Josélia Santos. Os meliantes chegaram num veículo utilitário S10, cabine dupla, de placa não anotada, e abordaram o proprietário, quando o mesmo desembarcava do seu veículo, de marca Peugeot, cor branca, em direção ao seu estabelecimento.
Dois bandidos, com armas em punho, forçaram o proprietário e a funcionária a retornarem ao veículo, quando um deles tomou a direção do Peugeot e junto com a S10, seguiram em direção à Ilhéus. Segundo informações colhidas pela reportagem, os bandidos soltaram os reféns na estrada Uruçuca/Ilhéus e abandonaram o veículo Peugeot, nas proximidades da faz. Teolinda, município de Ilhéus. Testemunhas disseram que após abandonarem o Peugeot, os bandidos, já em número de quatro, entraram em um veículo Gol, cor preta, placa não anotada, continuando em direção a Ilhéus, ainda com o veículo S10, em poder deles. Apuramos que foram levados pelos meliantes aproximadamente 20 mil reais.
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Heraldo Santana Santos
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (21ª PARTE)
O exercício da medicina é uma luta do forte contra o fraco em que prevalece a ética da ação do homem que estudou a atividade de preservação e benefício da saúde das pessoas, mediante um estudo de manutenção da vida humana de seres carentes dessa nobre atenção. O julgamento das qualidades beneficentes recebidas são atitudes que mostram com o tempo o beneficio utilizado por esses profissionais através da sua dedicação e sua inteligência. Com abnegação e no extraordinário exercício do trabalho em favor de uma classe humana dependente de tratamentos especiais, são os anjos de guarda dos enfermos. Acreditamos que diante de tamanha qualidade que denota um sistema capacidade inigualável, existe um crédito natural que enobrece qualquer classe de indivíduos. Por isso, juram e prometem exercer com o mais puro sentimento de lealdade e bom senso.
“Prometo que, ao exercer a arte de curar, mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da ciência. Penetrando no interior dos lares, meus olhos serão cegos, minha língua calará os segredos que me forem revelados, o que terei como preceito de honra. Nunca me servirei da minha profissão para corromper os costumes ou favorecer o crime. Se eu cumprir este juramento com fidelidade, goze eu para sempre a minha vida e a minha arte com boa reputação entre os homens; se o infringir ou dele afastar-me, suceda-me o contrário”.
Na arte de falar em público no advento da eloquência da conquista do homem por mais um degrau, ao elevar-se deve ter em seu talento a humildade nesses magníficos momentos, e não esquecer tão expressiva invocação a Deus ou aos Santos em forma de súplica. Essa promessa que mais parece uma prece do que somente um lenitivo onde às pessoas procuram alcançar e sanear os males da sua riqueza maior “A SAÚDE“, podemos crer que nos instantes dessa importante declamação, “nessa oração de amor”, temos que acreditar na força incomparável do bem contra o mal! Podemos analisá-la como uma fonte inesgotável de paciência, bondade, benevolência e inspiração de amor em sintonia com Deus!
Informando / Luminárias
Olá, Siri!!!! (menos conhecido como Eduardo Carvalho)
Você, recentemente, fez um artigo intitulado “Saudade da Guarda de Juraci” … Lembre AQUI e nele você tocou no assunto das luminárias.
Hoje recebemos uma informação de que as Luminárias estão na Fundação Cultural. São de 8 a 10 que estão lá.
A prefeitura, querendo, colocará no lugar.
Grande abraço,
Rabat.

































































