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:: ‘Espaço do Leitor’

Policiamento nos bairros durante o carnaval…

Rabat…
Gostaria de saber da polícia da Bahia como vai ser o policiamento dos bairros de Ilhéus durante o carnaval, pois muitas localidades vão ter blocos carnavalesco e com isso precisamos do apoio da policia……..mesmo não tendo carnaval oficial a cidade está repleta de pessoas….Em anos anteriores tenho notado policiais de Ilhéus indo para a Capital e deixando Ilhéus sem segurança.

DENÚNCIA

O fechamento da via pública e as responsabilidades dos órgãos de trânsito.

É comum nos depararmos com situações de fechamento das vias públicas, tanto pelo poder público, como regra, quanto pela própria comunidade, como exceção, decorrentes de obras, eventos, comemorações etc. Importa-nos, verificar a legalidade destas situações, bem como as responsabilidades dos órgãos de trânsito.

Inicialmente, ressalta-se que o planejamento, projeto, regulamentação e operação do trânsito são atividades de competência, nas vias rurais, dos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e, nas vias urbanas, dos órgãos e entidades executivos de trânsito municipais, nos termos dos artigos 21, inciso II e 24, inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Portanto, havendo a necessidade de bloqueios e desvios do trânsito, pode o órgão responsável realizar o fechamento da via pública, levando-se em consideração, além das circunstâncias específicas de cada caso, a finalidade de preservação do interesse público.

Dispõe o artigo 95 do CTB:

Art. 95 – Nenhuma obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou colocar em risco sua segurança, será iniciada sem permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via.

§ 1º – A obrigação de sinalizar é do responsável pela execução ou manutenção da obra ou do evento.

§ 2º – Salvo em casos de emergência, a autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via avisará a comunidade, por intermédio dos meios de comunicação social, com quarenta e oito horas de antecedência, de qualquer interdição da via, indicando-se os caminhos alternativos a serem utilizados.

§ 3º – A inobservância do disposto neste artigo será punida com multa que varia entre cinqüenta e trezentas UFIR, independentemente das cominações cíveis e penais cabíveis.

§ 4º – Ao servidor público responsável pela inobservância de qualquer das normas previstas neste e nos arts. 93 e 94, a autoridade de trânsito aplicará multa diária na base de cinqüenta por cento do dia de vencimento ou remuneração devida enquanto permanecer a irregularidade.

Diante da esculhambação que se encontra há quatro meses sem que ninguém adote uma providencia , e esperando a atuação do MP, venho através da presente, DENUNCIAR públicamente ao Ministério Público Estadual, o descumprimento total das Legislações vigentes na “obra” que está sendo realizada em toda a extensão da Rua da Linha na Barra.

Desta forma, espero que a administração pública municipal disponibilize placas de identificação em local de fácil visualização para a comunidade, de modo em que constem informações objetivas do investimento previsto; a data de início e previsão de término da execução, bem como dados dos executantes e do Poder, Órgão ou Secretaria envolvidos e, principalmente, a identificação do número do projeto/atividade desenvolvida.

Augusto César

Incêndio

Bom dia!

Esta tendo desde cedo um grande incêndio no são domingos.

incêndio são domingos


Tony

Denúncia

Rabat

O objetivo deste é fazer uma denúncia a respeito das calçadas do comércio de Ilhéus. Alguns comerciantes fazem passeios na frente dos seus estabelecimentos visando apenas “embelezar” a fachada dos seus pontos comerciais, não se preocupam com o tipo de material usado para este fim. Para ser mais precisa, no dia 14 de janeiro de 2013, por volta do  meio dia a minha filha caiu na porta da loja Casa e Brinquedo situada na Rua Araújo Pinho ao lado da Arilú Calçados, sofrendo fratura no tornozelo direito chegando ao ponto de ter que fazer cirúrgia, na qual foi colocado parafuso, placa e fio. E o mais grave disso tudo é que esse caso da minha filha não é um caso isolado. Segundo testemunhas isso é comum acontecer na porta dessa loja, prova disso é que no passeio o pessoal da loja coloca pedaços de emborrachado e tapete, então é sinal que são conhecedores do problema.
Acredito que quando colocaram esse tipo de piso não foi com a intenção de derrubar as pessoas, mas acontece que isso ocorre com frequência e a dona da loja não está dando a mínima importância. A partir desta data não conseguimos mais encontrar a dona ou responsável pela loja, já fui duas vezes lá, o meu marido tambem já foi duas vezes, deixei recado com as funcionárias e o meu telefone para que entrassem em contato conosco e nada. Acredito que se eu tivesse passado um cheque sem fundos já teriam ligado para a minha casa, porque nesse caso seria do interesse deles.
Então pelo descaso e falta de respeito conosco e com as outras pessoas que também passaram por esse constragimento, iremos tomar outras providencias.
A minha filha é fisioterapeuta e está sem poder trabalhar, o gasto com medicamentos, materiais para curativos e outros , foi e está sendo alto demais.
Gostaria de pedir aos vereadores e secretários para fiscalizarem essas calçadas do nosso comércio.

CAPA R2CPRESS

Mª de Lourdes Andrade dos Santos
resido no bairro Hernani Sá
Minha filha Caroline Andrade dos Santos
Tel: 3632 39…

ESPAÇO ABERTO PARA OS CITADOS – QUERENDO – SE MANIFESTAR.

Rolando no face …

dinheiro planos compromisso face


Enviada por Marcelo Ribeiro.

Alfredo Amorim da Silveira em: A tragédia de Olivença

A tragédia de Olivença

Olivença

Olivença

Uma tragédia em Olivença nos fins de 1905, a luta entre as facções políticas do Coronel Manoel Nonato do Amaral e o Coronel Domingos Adami de Sá.

O lugarejo possuía apenas 30 casas de palha, 10 de telha e uma igreja construída no tempo dos jesuítas, mas era cobiçado pelos mesmos grupos que lideravam a política em Ilhéus.

Após as eleições de 1903 Olivença passou a ter dois intendentes, um eleito e empossado, o Capitão Paulino Ribeiro, correligionário do Coronel Domingos Adami de Sá e João Mangabeira, o outro, também considerado eleito, mas não empossado, era o Capitão Cornélio Cunha, pertencente ao grupo do Coronel Manoel Nonato do Amaral. O governo do Estado não havia reconhecido oficialmente a legitimidade de nenhuma das duas eleições.

Uma matéria do jornal “A Lucta”, de 27 de dezembro de 1905, comenta que o Capitão Ângelo Francisco Cunha, que chegou a Olivença como comissário de polícia, incentivou Cornélio Cunha a se apossar do cargo de Intendente de Olivença. O plano foi arrumado e o primeiro passo a ser cumprido foi assassinar, de tocaia, o subcomissário Gabriel André, amigo intimo de Paulino Ribeiro, que foi intimado a ir depor em Ilhéus. Na segunda parte do plano Cornélio Cunha e seus vereadores se apossaram do Governo de Olivença, protegidos pelo destacamento policial comandado pelo Capitão Ângelo Francisco da Silva.

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PERIGO / NÃO SINALIZARAM

Hoje, pela manhã, na praça JJ Seabra, em frente a Associação Comercial, segundo informações, prepostos da prefeitura procederam o corte de um galho de uma das árvores. Os equipamentos utilizado foram um facão e uma corda. O horário foi impróprio. Muito movimento.
O risco do facão escrregar da mão do servidor existiu. Além disso não aconteceu a necessária sinalização do local. É um movimento muito grande de pedestres e carros. Alguns taxis deram ré para sair de baixo. Os fios resistiram a passagem do enorme galho. Talvez se a parte mais larga do galho pegasse nos fios certamente aconteceria interrupção dos serviços de energia elétrica e telefonia no comércio e áreas vizinhas.

Fica o registro para que esse tipo de trabalho seja melhor programado e sem colocar em risco pessoas e veículos.

GACIR

GACIR

A esculhambação brasileira e a Região Cacaueira

Na China, que nos foi passada como ditadura, o governo negociou e pagou o valor acordado antes de desalojar os seus cidadãos.

Aqui, agricultores, com título de propriedade, são desalojados via Funai, sem direito a negociação ou, ao menos, um cala-boca, a fim de recomeçarem a vida. Como nem a ditadura é assim, aqui é a esculhambação que regulamenta o convívio social.

É a mesma esculhambação que vemos na saúde, na segurança, na educação e na administração pública, e que nos governa há muito. O resultado, palpável, é um mercado de trabalho onde as atuais profissões de futuro estão no narcotráfico, na prostituição e no serviço público.

A região cacaueira, consolidada sócio e economicamente, tem em uma das suas maiores características a preservação do meio ambiente; assim, encravada no bioma da Mata Atlântica, concilia a fome com a vontade de comer, gerando, através dos eternos plantios de cacau, emprego e renda a mais de 100.000 trabalhadores, fixando o homem no campo e o distanciando da miséria e da pobreza.

A criação de uma nova reserva com mais de 25.000ha de terras na bacia do rio Almada, sobreposta em área de roças de cacau em nossa região, secular em todo esse processo, denuncia um desequilíbrio ideológico de interesses escusos, que andam na contramão do desenvolvimento desta região e deste país. É a nova esculhambação na nossa região.

Ganhar o Complexo Intermodal, a nova ponte para Ilhéus e a duplicação da BA 415, e perder terras num processo fraudulento da Funai, somando mais de 70.000ha, para ONGS internacionais, desalojando 100.000 pessoas, lançando-as em um mercado que exigirá mão de obra qualificada de quem só sabe plantar e colher, são políticas antagônicas, inconcebíveis, é o genocídio do Pequeno Agricultor em nossa região. A tal esculhambação.

Um dia aprender-se á que, sem competencia, o mundo castiga sem perdoar; que governar com incapacidade leva, inexoravelmente, a esculhambação administrativa; que isso cansa e pode se desdobrar de forma perigosa para a ordem pública.

Aos que assumiram acordos políticos e vendem novos sonhos; que estejam comprometidos com a solução rápida destes movimentos escabrosos de vícios irrefutáveis.

Estas são as minhas convicções

Luiz Henrique Uaquim

Heckel Januário em: UM PAPO DE DOIS CARAS MAGNÍFICOS

Ao artigo do historiador Cláudio Zumaeta “É pela Cultura que a Educação começa” de janeiro(19/20) no Diário de Ilhéus,  não pude deixar de meter o bedelho e logo encaixar um sulbaiano, ou melhor, um cara lá da terrinha natal, puxando como se diz, ainda mais a brasa para a sardinha.

Fundado em trechos do livro “Canto de Amor e Ódio a Itabuna” de Telmo Padilha, o texto é um educativo e instigante diálogo a respeito da Educação e da Cultura entre, como muito bem qualifica o articulista, dois gigantes da literatura: o próprio autor e Adonias Filho.

Não se divergem em nenhum momento. Reconhecem a grande importância da Educação, em especial da universitária, mas são unânimes na conclusão que a Cultura a suplante, aliás, é esta supremacia da Cultura sobre a Educação a síntese da conversa.

Embora o raciocínio com clareza e precisão dos dois escritores concorde que a Educação é uma auxiliadora da Cultura, e deste modo estariam sempre interligadas, têm em conta também que às vezes esta independe da outra, citando num dos exemplos como reforço, que Shakespeare e Dostoievski não precisaram de universidade para escrever “Otelo” e “Crime e Castigo”, e sendo assim, que a Literatura, como uma criadora por excelência, sobrepõe-se à escolaridade, “transcendendo-a” e “superando-a”. Mas por outro lado são cônscios que “…radicais defensores da escolaridade oficial” não admitem de forma alguma “…O conhecimento geral, humanístico, conquistado ‘solitariamente’…” de quem não quis ou não pôde cursar uma universidade. Para esses imoderados a capacitação originada do autodidatismo e do dom não existe, a prova só pode ser única: o diploma universitário. Incongruência contraposta com a ilustração que “Em literatura e arte seriam autodidatas Luis de Camões, Dante, Dostoievski, Tolstoi, Gorki, Maiakovsky, Lorca, Picasso, Salvador Dali…”, bem como o nosso Machado de Assis que “nem precisou nem mesmo frequentar o curso primário”, e mais Van Gogh, e Pasteur na ciência.

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Procurando …

Pepita


Naiara Moreno

PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (22ª PARTE)

Quando existem comentários sobre a existência de erros de profissionais da medicina, o erro médico é uma falha do médico no exercício de sua profissão. Ele pode ser classificado em três categorias: Negligência – falhas por desleixo e falta de atenção, ou em casos nos quais o médico não oferece os devidos cuidados ao paciente; Imperícia – quando o médico realiza um procedimento para o qual não foi preparado; Imprudência – quando o médico assume riscos que colocam em perigo o paciente, sem que exista amparo científico para essa decisão.

Temos observado que existem clinicas necessitando de urgentes serviços no seu estado de conservação em suas aparelhagens, e, sobretudo, o pessoal que executa essas tarefas de atendimento ao público, os seus técnicos precisam de vasto conhecimento na elaboração desses exames, pois um diagnóstico apresentado de formar equivocada poderá trazer sérias consequências, vez que a prescrição foi feita pelo médico e não pelo técnico, ou seja, tratando-se de um mero perito na atividade do manuseio com a máquina ou aparelho de geração de diagnósticos.

Um técnico que executa serviços de radiologista, sendo o responsável por serviços de imagens de raios-X, sem desmerecer os méritos daqueles que realiza essa tão importante tarefa, por exemplo, deveria ter um curso superior e estar aliado aos profissionais da área da medicina, visando obter um melhor conhecimento, pelo menos parcial da necessidade desse procedimento para corrigir a saúde de um paciente. Nos laboratórios onde são colhidos materiais da pessoa doente para os exames, deve existir uma perfeita atenção nas coletas, evitando trocas de resultados dos exames dos pacientes. Em ambos os exemplos, tem casos em que os materiais utilizados não são de boas qualidades, obrigando os médicos criteriosos a solicitarem novo exame a fim de obter um resultado real, ou melhor, diagnóstico sem falhas.

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SANTA MARIA: JOGO-DE-EMPURRA

Sepultadas as vítimas jovens e inocentes, as famílias enlutadas e dilaceradas pela dor da perda, agora entram em evidência as investigações para indiciar os culpados.
Há como negar que os principais (ir)responsáveis são os proprietários da boate e os integrantes da banda que idealizaram e executaram a brincadeira com fogo em recinto fechado? Há. Para isso servem os advogados.
A folhetinesca TV Globo, através do melodramático Fantástico, entrevistou um dos sócios da boate, enfermo, debilitado num leito hospitalar, tentando em vão e às lágrimas eximir-se da culpa, a ponto de empurrá-la a terceiros. Estratégia de sua defesa, que ainda teve a canja de se pronunciar na mesma matéria. Tentar transferir e diluir a culpa entre bombeiros, prefeitura, engenheiro, banda e seja-lá-quem-mais pode ser estratégico, mas é feio. Na própria reportagem, o sócio da boate foi desmentido pelo engenheiro, que alegou nunca ter recomendado o material utilizado para isolamento acústico. O entrevistado, após afirmar que jamais havia sido utilizado fogo na boate antes, foi desmentido por filmagens de eventos passados. Justificou que a série de irregularidades em prevenção e segurança se deviam ao fato dele não ser “estudado no assunto”. Desculpa esfarrapada. Eu também não sou “estudado” no assunto, mas aprendi a manusear um extintor de incêndio e, há anos, mantenho um na cozinha de casa, recarregando-o religiosamente uma vez por ano. Por que não contratou uma consultoria especializada? Resposta: a velha mentalidade de que investir é sinônimo de gastar. Agora, sim, vai precisar gastar tudo que tem e o que não tem.
Negligência, imperícia, imprudência, ingenuidade, imbecilidade… não importa. Que se faça justiça e os culpados sejam punidos. No mínimo.

Nilson Pessoa





















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