:: ‘Espaço do Leitor’
DEMARCAÇÃO: UMA TEIMOSIA QUE PODE NOS LEVAR AO INDESEJÁVEL.
Por Edgard Siqueira
Esta semana tomamos conhecimento do encontro que acontecerá no auditório da CEPLAC, com a participação da Comissão da Frente Parlamentar da Agropecuária, tendo como tema para o debate a postulada Demarcação Tupinambá de Olivença.
Mais uma vez venho expressar a minha discordância na crença teimosa da estratégia de que “A solução do nosso problema depende de uma decisão política”. E este encontro para ainda “debater” a Demarcação, não passa de mais um palanque armado para dar visibilidade a quem se regozija. Um momento Edgard! Será que você não está sendo injusto? Não é melhor este encontro do que não está fazendo nada? Na realidade não estou sendo injusto, estou sendo realista e este encontro para nós vai representar exatamente isso, nada. Já justifico.
Fiquei pensando numa maneira fácil de me fazer entender. Vamos fazer de conta que o nosso problema é uma doença e receitaram como tratamento “Uma solução política” que será representado neste caso pelo remédio água com açúcar. Desta maneira tentaremos lembrar ao longo destes quase quatro anos de tratamento quantas vezes já tomamos o remédio água com açúcar sem apresentar a mínima melhora para a nossa doença chamada de Processo de Demarcação.
Vamos tentar refrescar a memoria com uma retrospectiva dos encontros com autoridades politicas durante este tratamento. Certamente algumas doses serão esquecidas.
Tomamos água com açúcar uma meia dúzia de vezes em Audiências Públicas na Câmara de Vereadores de Ilhéus.
Tomamos água com açúcar na Assembleia Legislativa do Estado onde lotamos o plenário.
Tomamos água com açúcar 04 vezes com o Governador Jaques Vagner. Uma vez debaixo de chuva na inauguração da reforma da ponte. 02 vezes no Centro de Convenção e uma vez em Itacaré. Em todas Ele afirmou que a água com açúcar iria resolver o nosso problema.
NATAL SEM LUZ
Enfim é Natal! Quando festejamos o nascimento do Menino Jesus, mês de festa, confraternização e muitas luzes.
Infelizmente aqui na nossa sofrida cidade, não existe sequer uma lâmpada simbolizando o Natal.
Estou com mais de sessenta anos e nunca presenciei uma situação tão esculhambada como a que estamos vivenciando, um Natal sem luzes.
O que também nos deixa preocupado é a passividade da CDL, ACI, ATIL e tantas outras instituições que estão também sofrendo com esta situação e não esboçam nenhuma reação.
O que a ACI fez foi entregar uma comenda por “relevantes serviços prestados” ao alcaide.
PQP! Nunca vi uma doideira deste tamanho. Estou ansioso que alguém responsável por esta iniciativa apareça e dê satisfação à comunidade. Aguarde sentado, quem tem c´… tem medo.
Nota de Falecimento
Senhores (as),
É com imenso pesar que comunicamos o falecimento da Sra. Jeonice de Oliveira Moura, conhecida como Ana, irmã de Dú Moura, iluminador do Teatro Municipal de Ilhéus.
O corpo está sendo velado no CAF (Rua do Café) – Centro – Ilhéus-BA.
Atenciosamente,
Flávia Maciel
Mudança de paradigma
por Marcos Pennha
O ano 2012 tá findando. Para mim, não tenho do que reclamar, mesmo morando na nossa baianíssima Ilhéus. Ressalto dessa maneira, antes que alguém venha retrucar indagando “E o lixo na rua?; “E as vias esburacadas, mal iluminadas”; “E os salários atrasados dos servidores públicos municipais?”; “E a poluição sonora nos diversos pontos da cidade?”; “E …?”, “E …?”.
Sou consciente de todos esses “E …?”, afinal eu moro em Ilhéus, de corpo e alma, pô! Quem age com um pé a frente do tempo, foge dessa linha de só apontar as falhas, que configura condição muito cômoda, como aquela de jogar toda carga de solução dos problemas nas costas do prefeito e dos vereadores, como se esses fossem semideuses, e que a gente não deva assumir nossas atribuições cidadãs.
No meu artigo “Nossa Ilhéus, nosso bem querer”, publicado na edição especial de fim de ano da revista Folha da Praia, já em circulação, abordo alguns pontos comprobatórios de que a nossa gente tem mudado de comportamento no que concerne a sua ocupação no espaço de governança – Notem que falei edição especial de fim de ano, não de fim do mundo. Não esmiuçarei aqui o enumerado na prestigiada revista, que já tem mais de 21 anos de existência, pois não vem ao caso aqui. Focalizarei outro aspecto.
A mudança de paradigma do agir cidadão, não só em Ilhéus, acontece num percentual muito aquém do desejado. A maioria das pessoas ainda não se deu conta de que os recursos públicos são nossos, da gente pagadora de impostos. Portanto, devemos fiscalizar e proporcionar o destino adequado a cada centavo arrecadado.
O comum do brasileiro é condenar o político, e às vezes execrar publicamente, por todas as mazelas existentes na sociedade. O sujeito sente-se bem “pra caraca” descrevendo os diversos atos de corrupção praticados por determinada parcela da classe política. O cara acha-se importante, ao vomitar essas informações. É o bambambam da revolta explícita. Nas minhas viagens por aí afora, ouvi um blogueiro dizer que foi boa a eleição do prefeito da cidade dele, sabedor de que o futuro gestor não conseguirá fazer nada, pelas condições financeiras precárias da prefeitura; e ele (o blogueiro) terá assunto bastante para o seu blog. A velha história do quanto pior, melhor. Essa onda de maldizer, de se queixar, de lamentar, é o ópio que essas pessoas consomem para ter prazer na vida. Nada desse blablablá é relevante. O que importa é a ação efetiva dentro da lei.
Não costumo a falar de Marcos Pennha, que por acaso sou eu. Treino para (só) falar bem das pessoas, embora nem sempre consiga. O bom é que sou seguidor do “Orai e vigiai”. Aliás, não gosto de falar de Marcos Pennha. Contudo, quando necessário, só falo bem, evidentemente, baseado no palpável.
Vai pro CÉU de roupa e tudo …
Altos causos continuaram alegrando o momento festivo e lá pras tantas cada um pegou o seu rumo.
Ele, vou aproveitar para dizer, cultua a família. Digamos que ele seja dependente, ao extremo, da família que ele tão bem constituiu …
Hoje, um motoboy chamou na porta com um envelope amarelo, com nome, endereço e com três caixas “bunitinhas” dentro. Alívio para três meses rsrsrsrsrsrs
Vê se pode: o cara nem thum e resolveu mesmo … affff !!!!!!
Querido!,
Grande bjo e tenho certeza que JC viu essa sua ação solidária e despretenciosa como, aliás, tem sido as suas incursões.
Fique com DEUS (Sempre!).
Rabat.’.
Associação do Santo Antonio-Ilhéus
Centenas de Pequenos produtores se reunirão no dia de ontem Domingo 16/12/2012 as 9:00 Hs da manhã e decidiu que no dia 3 de março de 2013 estará interditando a BR 101 em Buerarema o dia todo em protesto ordeiro e passivo,devido o descaso do governo Federal com os 41.6 Km de estrada da BR 251 que encontra-se em Calamidade publica,centenas de jovens e crianças ficam impedidas de ir a escola e Milhares de pequenos produtores não conseguem escoar a produção agrícola para as feiras livres de Ilhéus e Buerarema, a situação é de Calamidade quando cai qualquer chuvisco a região fica ilhada sem transporte devido a Lama que o DERBA colocou no rolamento da pista da BR Federal.

Movimento Salve a BR 251/BA Ilhéus-Buerarema.
PREOCUPAÇÃO
Neste domingo dei umas rodadas pela cidade.
O que vi e presenciei é estarrecedor.
Fiquei muito triste, e o que passou por minha cabeça foi algo que me deixou bastante preocupado.
SEM A PRESENÇA EFETIVA DO GOVERNO MUNICIPAL, o povo está perdendo a compostura, a educação, a decência, a cidadania, os valores, o bom senso.
Estão destruindo a nossa cidade aos poucos.
Agora vale tudo! Jogar lixo nas ruas e falta de varrição é normalíssimo, o problema se acentua, pois a ação agora é jogar ENTULHO de reforma e construção nas ruas e avenidas.
Posso estar enganado, mas contra fatos não existem argumentos, um dos inúmeros desafios que o novo gestor público vai enfrentar passa necessariamente por essa situação constrangedora: LIXO, VARRIÇÃO, ENTULHO e FALTA DE EDUCAÇÃO DO POVO.
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NATAL É SÓ UMA VEZ POR ANO
Poucos dias para o Natal. Estava eu num supermercado que serve um delicioso frango assado “pra viagem” (na minha modesta opinião, o melhor galeto da cidade). De repente, e por conta do galeto ser gostoso, me veio instantaneamente a pergunta que fiz aos funcionários da seção onde os frangos assados são oferecidos: “Vocês vão assar chester e peru pro Natal?”. Pegos de surpresa, se entreolharam como se ninguém da empresa tivesse pensado nisso e, após alguns segundos de silêncio, veio a resposta negativa.
Nesse mundo louco e corrido do século vinte e um, a palavra de ordem é “praticidade”. Imagine quantas donas de casa teriam poupado o trabalho de preparar o prato principal da ceia natalina? Já seria uma grande ajuda e sobraria um tempinho pra cuidar de outras coisas.
Entrando na seara do marketing e do negócio, seria uma maneira de cativar os atuais clientes e quem sabe até conquistar novos, com esse interessante diferencial frente à concorrência. Por outro lado, eventuais prejuízos ou encalhes de produto poderiam ser evitados através do sistema “sob encomenda”, caso o supermercado julgasse necessário; seria apenas uma questão do simples controle de nome/telefone/produto/quantidade encomendada, durante um período tal, antecedente ao 24 de dezembro.
O Natal é uma daquelas datas em que o comércio faz a festa, mas só existe uma vez no ano. É aproveitar ou aproveitar, sempre de olho nas expectativas e anseios do consumidor, peça fundamental dessa complexa engrenagem chamada Economia.
Nilson Pessoa
ILHÉUS – ONG(s), DESBUROCRATIZAÇÃO, PONTE E CARNIÇA
Era 18 de julho de 1971, quando por Decreto de número 83.740, o presidente João Figueiredo, instituía o Programa Nacional de Desburocratização.
Dentre tantas finalidades, seus princípios básicos eram:
- Acreditar até prova em contrário, que as pessoas estão dizendo a verdade.
- Que o acúmulo de prova documental seria um dos entraves para a devida solução dos assuntos que tramitam nos órgãos e entidades da Administração Federal Direta e indireta.
- Que os casos de fraudes não representam regra, mas exceção, e não são impedidos pela prévia e sistemática exigência de documentação.
- Que qualquer falsidade documental, constitui em crime de ação pública punível na forma do Código Penal.
Com isso, eram abolidas diversas exigências e apresentações de atestados, declarações, autenticidade e reconhecimento de assinaturas num total de 15 artigos.
Já, em 06 de setembro de 1979, também por Decreto de número 83.936, o presidente Figueiredo e tendo a frente do novo ministério o Sr. Hélio Beltrão, a esperança de uma administração pública mais eficaz, é que foi publicada os por menores do Decreto, no D.O.U de 10.09.1971.
Até aí, tudo uma maravilha, tudo parecia correr muito bem, pois no decorrer desta agilidade criaram-se os Juizados de Pequenas Causas e o Estatuto da Microempresa.
Mas, em 1986, o Ministério da Desburocratização era extinto e incorporado sua pasta ao Ministério da Administração.
De lá para cá, a máquina pública parou de novo, e com isso, projetos para o
desenvolvimento do país, esbarram-se numa papelada, muitas vezes necessária, mas alguns órgãos, entidades e ONG(s), se aproveitam de forma exagerada e às vezes até de forma radical, para agradar não sei a quem, e empurram o progresso a passos mais lentos.
Em razão disto, nenhum governante, tem mais como prevê o início e término de obras, pois pelo meio, nos parece que atendendo certos interesses, começam o drama de liberar, parar por ordem de liminares, e uma parafernália de ações na justiça, o que seria pra hoje, passa para o ontem sem fim.
Ora, ninguém de sã consciência irá admitir que certa ONG(s), muito das vezes patrocinadas por organismo internacionais, estejam realizando seu papel, simplesmente por amor a natureza. Claro que não. Por trás disso, deve ter outros interesses e para isso são remunerados, pois ninguém trabalha de graça e nem abriria mão de suas verdadeiras profissões, que na maioria das vezes é universitária, além de empregos garantidos, para submeterem-se a xingamentos, desrespeitos e tortura mental, em nome simplesmente das borboletas, do sapé, do sapinho, etc. E tudo isso, apenas para ajudar ao semelhante, que no pensar deles, seria a solução de todos os problemas. Minha avó já dizia: “ninguém faz nada por alguém, sem antes não visar seu próprio bem.”
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (15ª PARTE)
Tem momentos na vida que são tantas as dificuldades de resolver as coisas e assim muitos homens acham o mundo parado e vazio de sentimentos voltados para um bem-estar que dê uma direção para o alcance da felicidade de forma humanitária! Aumenta em todos os dias a existência de muitas pessoas descontroladas, insatisfeitas e paradas diante da procura das fórmulas de dirimir os entraves para achar uma saída de tantas crises. O certo é que sempre têm pessoas que procuram encontrar uma saída a fim de justificar as suas falhas, contudo, são aparentes justificativas exteriorizadas por modalidades sistemáticas das modalidades criadas para a sua vida. Dessa forma encontramos gente que nega a presença de Deus, e o homem sem Deus é um animal irracional.
Tudo isso porque passamos despercebidos pelas ruas, ignorando a nós mesmos que somos pessoas e não coisas. Incrível, mas, existem seres humanos que se deixam trocar ou se trocam por moedas virtuais, esquecendo-se da sua imagem de potencialidade que lhe confere e faculta o direito de serem dignos da sua própria existência. Humanos são animais incomuns em todos os aspectos imagináveis, aqueles que mudaram a face do mundo ao nosso redor. Todas as pessoas são diferentes com pensamentos diferentes e ninguém do mundo é igual.
Talvez pelo simples fato de que procuramos a solidariedade humana, a felicidade e encontramos apenas imagens, dê ensejo às desigualdades! Colocamos nossas tendências de boas qualidades e nunca atingimos uma paz absoluta. E a passagem dessa realidade é a morte daquilo que chamamos de vida, e do outro lado o tempo e o espaço natural das coisas.
Por exemplo, o que somos e o que deveríamos ser? Porém, se quisermos eliminar este espaço de questionamento nas mentes humanas, simplesmente podemos afirmar que seríamos o que somos!

































































