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:: ‘Espaço do Leitor’

A quem interessar

Estou vendendo marquise de metalon revestida de lona amarela com frisos vermelhos.
Excelente para cobertura de garagem ou pequeno ponto comercial.

Preço a combinar… (permuto com mercadorias de meu interesse, através compras parceladas com seu cartão)

Clélio 9923 2250

Rolando no face …


Enviada por Marcelo Ribeiro.

Alfredo Amorim da Silveira em: Contra foto não há argumento.


Direto do SENADINHO

Rabat,

Veja como são as coisas. Assim que foi anunciado o trivela o tal do carioca deixou de lado os laços de amizades e investiu pesado em demostinho porque estaria muntado na grana.

Acontece que os eleitores viram nisso um tremendo jogo de interesse e resolveram tomar a frente escolhendo por afinidade o nosso sergio gordo.

Tudo indica, pelos números, que Sergio será o padrinho do filho de carioca.

Havendo mudanças no rumo das coisas estaremos informando.

Atenciosamente,

Comissão Eleitoral para escolha do padrinho do filho de Carioca.

Senadinho, 10 de setembro de 2012

O PODER DAS PALAVRAS

Nessa lambança da campanha eleitoral dos candidatos a alcaide da nossa cidade, de tudo se vê um pouco, desde as tradicionais e traiçoeiras promessas, às musiquinhas horríveis que estão infernizando a audição e a paciência da população, na verdade ninguém suporta mais tanto barulho pra nada.
Amor, compromisso, responsabilidade, dedicação, ética, honestidade são palavras que têm uma força vibrante no comportamento humano, são palavras sérias e de difícil execução na prática.
Infelizmente no meio político essas fortes palavras são relegadas a segundo plano ou até mesmo ao último.
Os exemplos estão amplamente espalhados por todo o país e que nos deixa bastante pessimista com relação ao que nos espera a partir de janeiro de 2013.
Será que o candidato que alcançar ser eleito irá adotar a postura que prometeu durante a campanha?
Só o tempo e as intempéries do palácio poderão decidir que rumo o novo alcaide irá tomar.
Todo cidadão livre e de bons costumes deve exercer a sua cidadania e ficar atento e vigilante a todo e qualquer passo em falso dado pelo mandatário que vier a ocupar a principal cadeira do palácio.
Nenhum candidato pode menosprezar ou enganar os eleitores, quando o cidadão se presta a apertar a mão do candidato naquele momento espera que as promessas sejam efetivadas e que os benefícios cheguem de verdade.
Feio e indecente é prometer e não cumprir.
Estou impressionado com os discursos dos principais candidatos a prefeito, mal sabem que irão se defrontar com sérios problemas e que sequer poderão ser resolvidos com um mandato de quatro anos.
Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
A pedra – depois de atirada.
A palavra – depois de proferida.
A ocasião – depois de perdida.
O tempo – depois de passado.
Em janeiro acontece a posse e aí a gente vai acompanhar o desenrolar do jogo. Sinceramente espera-se que seja feito um trabalho digno das promessas.

VOTO não tem preço, TEM conseqüência.

ZÉCARLOS JUNIOR

Rolando no face …


Enviada por Marcelo Ribeiro.

Luiz Castro em: DECOLORES

O Causo do Burro

Um pequeno sitiante possuía um burro do qual tinha a maior estima. Antigamente, cavalos, burros, carroças e carros de bois eram os únicos meios de transporte para se locomover por estradas esburacadas e cheias de atoleiros em tempo de chuva. Valiam ouro!
Um pequeno roceiro entupia de carga o coitado do seu burrinho de estimação e ia à cidade trocar suas mercadorias. Naquele tempo, não corria dinheiro. Trocava-se mercadoria! Produtos da roça por produtos da cidade, como: sal, querosene, ferramentas e outras coisas mais.
Então, de tanto ir à cidade puxando seu burrinho, o danado do burro já fazia o trajeto sozinho depois de algum tempo e seu dono podia ficar cuidando do roçado. O dono da “venda”, sabedor do que se tratava, retirava a sacaria do lombo do burrinho e de dentro dos sacos um bilhete instruindo sobre a troca:
“Um litro de carozeni, sar, um masso di vela pra muié pagá proméça, uma lamparina, uma foisse boa de corte, salamargo, 200 grama de porva e meio quilo de chumbo pra ispingarda, um par de butina, e… se desse, uns cumprimido pra dor de cabeça da muié…”
Tudo era embalado cuidadosamente e jogado no lombo do danado do burrinho e o dono da “venda” o encaminhava de volta com uns bons tapas no traseiro.
Anos e anos o burrinho fazendo a mesma coisa…
Porém, o dono do burro começou a notar que seu burrinho de estimação não vinha mais todas as manhãs no curral e sempre o encontrava pelo pasto encostado numa árvore dormindo tranqüilamente. Praguejando, laçava o danado e o entupia de mercadoria rumo à cidade.
Quando olhou para a porteira já de tardinha, o coitado do burro estava lá parado e como sempre de olhos completamente fechados! Mal seu dono acabou de retirar toda a carga o pobre animal cai pelo chão!
Surpreso, o roceiro o apalpou tentando encontrar uma explicação para aquilo! O danado do burro estava geladinho! Mortinho da Silva!
Não acreditou no que via! Imediatamente mandou chamar na fazenda vizinha um veterinário que trabalhava para o governo fazendo vacinação contra febre aftosa nas redondezas…
O veterinário veio imediatamente!
Examinou! Examinou… e ficou olhando para o dono do burro…
— O que aconteceu com meu burrinho, seu “dotor”! Ele trabaiô diritinho inté agora memo!
— Ele está morto há mais de uma semana, meu amigo! — exclamou o veterinário perplexo.
— Chiii! Intão ele tava tão custumado a ir na cidade e vortá… qui feis isso a semana intera morto!


Colaboração de Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa

A volta do rei CAK

Crenças: respeito e elegância
Dizem. Aconteceu em Londres…
Um muçulmano devoto entra num táxi.
Uma vez sentado, pede ao taxista para desligar o rádio, porque não quer ouvir música, como decretado na sua religião, e porque no tempo do profeta não havia música, especialmente música ocidental, que é música dos infiéis.
O motorista do táxi educadamente desliga o rádio, sai do carro, dirige-se à porta do lado do cliente e abre-a.
O árabe pergunta: – “O que você está a fazer?
Resposta do taxista:
“No tempo do profeta não havia táxis, por isso saia e espere pelo próximo camelo”.

Veja a assinatura DELE.

Bom dia!.

A lição do cavalo

Para ver em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito).


Enviada pelo AMIGO/IRMÃO Enault Freitas da Rocha Filho.

O aniversário de Eduardo

Rabat,
Gostaria de registrar este maravilhoso aniverssario de Eduardo, organizado por Sr Espedito e dona Elka, com um bifet maravilhoso com vários tipos de saladadas, bacalhau e as deliciosas tortas de nossa amiga Manuela. Tudo isso regado com muito whisk.

Abraços,
Ciso Boy

PEDRAS NO CAMINHO

Na disputa pela cadeira do palácio os dois principais concorrentes terão que enfrentar dificuldades para alcançar o tão almejado objetivo.
Um dos candidatos, por sinal já calejado em disputas eleitorais, tem como pano de fundo o seu último mandato como prefeito, quando deixou o palácio com uma rejeição parecida com a do atual alcaide, sequer teve um nome a indicar para sua sucessão, a não ser apontar o nobre professor como boi de piranha e que foi trucidado de maneira inapelável pelo adversário que veio das minas gerais, de triste lembrança para os ilheenses.
Toda essa lambança ficou ainda mais acentuada quando o homem das alterosas foi destronado e assumiu um pseudo mandatário que vai estar por aqui até dezembro, tempo suficiente para estragar mais ainda a sofrida cidade da Gabriela.
Portanto, o estrago patrocinado pelo candidato representou mais oito anos de desleixo para a cidade e que vai ficar gravado na história.
Recuperar estes oito anos vai ser uma tarefa duríssima.
O outro candidato, melhor dizendo cumpanheira candidata, uma vereadora atuante e pessoa de moral ilibada, tem pela frente também grandes dificuldades, ou seja, é candidata apoiada pelo atual alcaide (100% de rejeição) e sua turma do palácio (que turma) e ainda por cima e atrapalhando tudo o famoso galego do Palácio de Ondina, que tem feito de um tudo para atrapalhar mais ainda a trajetória da professora candidata.
Quem anda na companhia dessas pessoas não precisa ter inimigos.
Mas nem por isso os candidatos perdem o compasso, estão trabalhando intensamente, desafiando os limites da saúde, subindo e descendo morros, comendo e provando de tudo, falando desbragadamente, gastando muito dimdim e prometendo propostas inimagináveis de realizar em apenas quatro aninhos de mandato.
Os eleitores com consciência política apurada devem estar avaliando tudo o que está acontecendo e no dia da votação optar por um dos candidatos ou até por nenhum, pois às vezes ficar isento deixa o eleitor com menos culpa pelo que vier a acontecer futuramente.
Com relação à isenção no dia da votação também é uma maneira de protestar por todos os desmandos que vem acontecendo, infelizmente muitos dizem que esta não é a maneira mais correta de consertar as coisas, mas gato escaldado tem medo de água fria.
Ainda temos pela frente mais de um mês de campanha, muita zuada no pé do ouvido e as intermináveis promessas.
Mas a democracia permite este exercício por parte dos candidatos, esperamos apenas que alguma coisa seja realizada, senão o caldo pode entornar e a cidade passar por mais quatro anos estagnada na sua própria escolha.
A sorte está lançada. A decisão final fica a cargo dos eleitores e que seja colocado de lado a emoção para que a razão prevaleça na sua escolha.
VOTO não tem preço, TEM conseqüência.
ZÉCARLOS JUNIOR





















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