:: ‘Espaço do Leitor’
A EDUCAÇÃO É A BASE DE TUDO
Chegamos ao limite, prefeitura e o povo não sabem mais o que fazer com o lixo.
A cidade está literalmente tomada pelo lixo, em todos os cantos, em todos os lugares, em todas as ruas, avenidas e praças, além dos tradicionais pontos de lixo.
Realmente a nossa prefeitura não tem um programa real e eficiente de limpeza pública e coleta de lixo doméstico.
Tem a sua grande parcela na extensão do problema.
Mais será que só a prefeitura é responsável pelos caos? E a população onde fica com sua parcela de culpa?
Revendo o problema pela ótica da educação e cidadania, vemos que o cidadão tem contribuído e muito para o que está acontecendo.
O que se vê nas ruas e avenidas não é apenas o lixo doméstico colocado nas portas durante o dia, vemos também móveis usados, geladeiras, computadores, entulho de construção, pneus, carcaças de veículos, enfim, todo tipo de lixo é jogado e exposto nas ruas e avenidas.
Quem tiver um pouco de discernimento e observar o estado das coisas, verá que a culpa não pode recair só na prefeitura, temos sim nossa falta de educação e de cidadania como contrapartida.
Mudar o que está aí no fim de mandato dessa turma é impossível, que o próximo GESTOR PÚBLICO sinta na pele o drama exposto a céu aberto e adote urgentes medidas visando iniciar um trabalho de limpeza da cidade e conclamar toda a sua população para colaborar, ou seja, provocar no cidadão a sua parcela de contribuição.
Quando a gente fala em cidadão também estão aí inclusos os bares, restaurantes, lanchonetes, barracas e o comércio em geral.
Aliado ao programa a ser implantado, torna-se imperiosa o resgate do nosso CÓDIGO DE POSTURA, para que os abusos existentes sejam sanados.
O Código de Postura é uma arma poderosa para coibir todo tipo de irregularidade, desde quando seja usado por fiscais preparados e identificados para este importantíssimo serviço.
Hoje em qualquer passeio público existe uma barraca vendendo alguma iguaria, os bares espalhando as mesas pelas ruas, as oficinas restaurando chaparia e pintura na via pública, cones espalhados nas portas de estabelecimentos reservando vagas para os veículos dos proprietários, e por aí vai…
Se uma equipe de fiscais sair às ruas vai ter trabalho para um mandato, pois o que existe de errado é qualquer coisa fora de série.
Portanto, senhor GESTOR PÚBLICO que venha a ser eleito, um dos problemas mais sérios da cidade de Ilhéus chama-se LIXO e nessa hora a EDUCAÇÃO É A BASE DE TUDO.
A primavera chegando e um novo início de temporada de verão triste para Ilhéus, os navios aportando, os turistas e visitantes circulando e o LIXO com sua presença marcante se misturando com a beleza da cidade.
Triste realidade. Triste educação do nosso povo. Propaganda negativa corre o mundo.
ZÉCARLOS JUNIOR
Filosofando
O acampamento de bactérias no meu zóio voltou a todo vapor. A velocidade se assemelha aos sem terra. O troço aqui tá dando até febre.
Tem um amigo meu que tá com a mania de filosofar e quando entrei no consultório dele encontrei-o sentado numa poltrona, mão no queixo, olhar fixo no chão. É evidente que ele sabia que era eu que tava chegando porque ele não iria arriscar tal pose para um desconhecido rsrsrsrsrsrsrsrs
Depois dos abraços e atualização das “novidades momento” ele assuntou meu zóio e disse que se o medicamento, dessa vez, não resolver até terça-feira vai ter que anestesiar e cortar. Disse que é um procedimento simples e que ele não sentiria nada. É um sacana de marca maior … rsrsrsrs
Lá pras tantas ele perguntou uma coisa e no meio da conversa surgiu o julgamento que está tendo a atenção de todo mundo voltada pra Brasília.
Ele disse que com as notícias chegadas de lá já tem até projeto de apelo popular dizendo ser necessária a troca de nome de um dos capa preta:
Leviandósque, pizzaiolo, árbitro, beijoqueiro e bosthófolis. Este último em função do seu padrinho …
A conversa seguiu nessa balada e lá pras tantas ele disse que tem dois caras que estão em alta na terra brazilis: Zulu e Joaquim Barbosa. Libertação de um povo e libertação de uma nação (corruptos e corruptores). Agora vai a dica: Black de responsa esse meu amigo tratador de zóio … (tudo isso pra não dizer o nome do filósofo).
Depois a conversa ficou séria demais porque a indignação tomou conta e vou parar por aqui porque é sexta e não devemos baixar o astral de ninguém …
Terça feira volto na subida da Vitória para novo exame… rsrsrsrsrsrsrs
DEMARCAÇÃO: UM PROBLEMA TRATADO COM OPORTUNISMO
por Edgard Siqueira
Sou um dos afetados pela criação da reserva indígena em Olivença. E, como milhares, tenho vivido diuturnamente este pesadelo. A distancia (por imposição) acompanho a luta dos Peq. Agricultores na busca da solução para este drama. A Associação criada para defendê-los, nas eleições passadas defendia o suprapartidarismo. Entendendo que não estávamos em condições de recusar a ajuda de quem quer que fosse. A orientação dada era a do livre arbítrio eleitoral. Resumindo, não tomar partido nem de A, nem de B e nem de C. Certíssimo.
Mas, infelizmente, nesta campanha municipal esta acertada postura mudou. A Associação partidarizou, saiu de cima do muro de onde não deveria nunca ter saído sem uma justificativa plausível. Nessa aventura no escuro ninguém sabe o que acontecerá se a opção escolhida não for à vitoriosa? Quem sairá perdendo com esta mudança de estratégia? Ao contrario, inteligentemente, os nossos adversários abrem as portas para todos os postulantes, criando um verdadeiro arco íris de apoio politico.
A opção pela coligação escolhida é incondicional, a ponto de liberar o movimento para apoiar um representante quilombola. Representante este que, com coerência, apoia e defende a luta de sua raça. Quilombola é um segmento dos movimentos sociais, que em algum lugar estão fazendo com os agricultores a mesma coisa que os Tupinambás. Juntos e misturados, não pode dá liga. Os interesses são antagônicos.
Devemos reconhecer que este acordo politico revelou o lado paz e amor do movimento. Fez-me lembrar de Gandhi. Por que além de um quilombola, existe na coligação que resolveram apoiar 04 índios candidatos (o que é legitimo) a vagas na Câmara Municipal e nenhum agricultor. Se forem eleitos, numa contenda sobre a demarcação, estes componentes da coligação apoiada pela Associação, ficaram de que lado? Seria uma tolice responder.
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – (1ª PARTE)
Os verdadeiros componentes da paz estão dentro das nossas aspirações pessoais e na nossa conduta em qualquer lugar que estejam reunidos milhões de seres humanos comuns, pois todos nós somos iguais perante Deus. Torna-se difícil viver no desconhecimento de que a vida continua, pois surgirão na vida de todos uns novos dias, outra ocasião dando outra oportunidade para quem não acertou no dia anterior, corrigir o que faltou para tudo ficar bem, deixando para as pessoas em nosso mundo terrestre a paz e a prosperidade de forma simples e espontânea.
A ignorância desses fatos vão nos proporcionar somente uma felicidade falsa e perigosa. A inabalável paz nasce do conhecimento que derrota e dos temores da presença da infelicidade diante de nós. E ser sabido, usar espertezas visando exibições pessoais, usar a inteligência para enganar os outros, não valoriza nenhum acontecimento humano, é apenas uma má iniciativa que deixam as pessoas que agem dessa forma em condições desprezíveis e sozinhas no nosso Universo.
É preciso que cada um descubra que não está morto para as ações em favor do bem-estar de si e das outras pessoas que estão ao seu lado, sobretudo, verificar que tem dentro de si todos os dons dos sentimentos humanos. Não importa que seja rico ou pobre, feio ou bonito, preto ou branco, diretor de empresa ou um simples operário. Todos, sem exceção, possuem qualidades dignas, são pessoas cheias de coisas boas. E a ausência destas coisas boas é que deixa lugar para o surgimento de banalidades destruindo, aniquilando e desqualificando as espécies humanas.
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.
Os Badaró
Foi no início do século XVII que três irmãos da família Badaró, procedentes da Sicília, na Itália, chegaram ao Brasil. Desembarcaram em Recife (PE). Um foi para São Paulo, outro para Goiás e o terceiro fixou-se em Lavras Diamantina, no alto sertão baiano.
Um de seus inúmeros filhos, Antônio Fernandes Badaró, partiu à procura da região cacaueira, vindo parar em Ilhéus, na zona do Jacarandá, onde começou a desbravar as matas virgens.
Casou-se com Ambrosina Teixeira Badaró, constituindo uma família muito numerosa.
Com seu espírito de bandeirante, desbravou as matas de Serra Grande, Rio do Braço e Ribeirão de José do Bicho, na zona de Sequeiro do Espinho, hoje Itajuipe, já então ajudado por seus dois filhos, Sinhô e Juca, que mais tarde dominaram a política naquela região. Foi nessa época que se travaram as mais violentas lutas pela posse das terras do cacau na região. Lutas que se prolongaram por muito tempo, contra o Coronel Basílio de Oliveira.
Antônio Fernandes Badaró foi por várias vezes Conselheiro Municipal de Ilhéus.
O casal Antônio e Ambrosina teve treze filhos: Francisco Fernandes Badaró, casado com Domitila Kruschewsky Badaró; Joaquim José (Juca), casado com Anísia Badaró; Domingos, casado com Anita Oliveira Badaró; Marcolina, casada com Constantino Faskomy; Dejanira; Aristeu, casado com Hilda Ramagem Badaró; Antônio, casado com Dejanira Santos Badaró; Arnaldo, casado com Isolina Santos Badaró; Astor, casado com Aidete Bahia Badaró; Oswaldo, casado com Ivone Badaró; Alexandrina; Edith, casada com João Nascimento Silva e Erotildes.
ZONA DE CONFORTO
Conversando com um amigo pontalense e também vascaíno, e no meio do bate papo sobre o momento político em nossa cidade, principalmente quem tem farinha no saco nesta reta final, saiu-se ele com esta frase: “o galego que habita o palácio de Ondina está numa tranqüila zona de conforto”.
E eu acrescento um reforço: está num céu de brigadeiro.
Claro que esta feliz colocação me provocou boas gargalhadas. É nessas horas que a gente vê a sabedoria do povo.
Trocando em miúdos e no que está acontecendo, o galego realmente não está nem aí para o que venha acontecer em Ilhéus.
Se der 13 é um candidato do partidão, se der 11 é coligado do seu governo, brigar pra quê? Fazer alguma coisa pra quê? Aparecer na campanha pra quê? Prometer alguma coisa pra quê?
Passando, estranhei e fotografei
Prezado amigo/irmão Rabat
Seguindo recomendações médicas fui pra casa na canela. Do comércio até em casa foi uma boa puxada. Devagar, respirando e expirando completei o meu percurso. Só não garanto se amanhã vou ter “perna” para repetir.
Quando saí da Rotary para ir em direção à litorânea estranehi essa obra. Parei fiquei imaginando o que seria e fotografei. De uma coisa eu tenho certeza: não é para proteger de uma tsunami. É sim uma obra grande ou grande obra com direito a muro de contenção, alisamento de areia e etc. Seria uma pracinha em construção? sria um puxadinho de alguém fronteiriço ao empreensimento? Fui embora sem saber do que realmente se trata. Você sabe?
Mais na frente vi uma barraquinha. Imaginei logo que seria uma banca de peixe. rapaz você acredita que já estava imaginando colocar de junto uma para vender tempero verde, dendê, pimenta e farinha? Claro! O cara compraria o peixe e o resto da moqueca na minha barraquinha. Perguntei ao frentista e o rapaz disse que é de acarajé e que so abre no finalzinho da tarde. Fiquei triste porque não estaria vendendo para melhorar um pouco o orçamento doméstico.
Não sei se o ministério público, ibama, prefeitura ou mesmo o CARvALHO sabe dizer o que vai ser alí. Se você souber de alguma coisa nesse sentido me avise.
Um abraço
João Andarilho da Barra
ILHÉUS NA IDADE DA PEDRA
E ITABUNA SAI NA FRENTE
Desde que o governador da Bahia sancionou a lei de privatização dos cartórios em toda Bahia, o que era “purgatório” virou o “inferno”. Em Ilhéus praticamente todos os cartórios continuam no Fórum Epaminondas Berbert de Castro, ou seja, tudo como era antes ou pior.
Foi muito fácil, o governador aumentar as taxas ou tarifas dos serviços, para atender os cartórios que quiseram se tornar privados, só que esse mesmo governo adotou as mesmas medidas para os cartórios públicos, ou seja, estamos pagando mais caro por um serviço “capenga”.
Vale ressaltar, que esta situação nada tem a haver com os funcionários públicos, que lá estão, pois são uns abnegados cumprindo fielmente como podem os serviços, com um corpo funcional bem aquém do necessário. Por isso, fazem de tudo para atender a população, mas às vezes o cidadão na sua maioria não entende isso, e querem culpar estes servidores, quando na verdade a culpa cabe exclusivamente ao Estado, que não realiza concurso para provimento devagas e completar o quadro funcional, ficando sempre em promessas.
Heckel Januário em: PREFERI AS PALAVRAS DA VÉSPERA
Este ano aqui na Capitania dos Ilhéus preferi as palavras da véspera a fixar-me em frente da televisão, ou mesmo optar por um acompanhamento ao vivo.
Não que eu seja indiferente porque apesar de calejado em razão de não sei quantos carnavais e outros tantos setembro, os festejos comemorativos da Independência ainda me propiciam certo júbilo, só que desta vez parei mesmo foi no pronunciamento da Presidenta da República do dia anterior.
Entre toques nos números positivos da administração a exemplo da estabilidade econômica diante da crise financeira mundial originada na Europa, o discurso enfatizou a política agressiva de investimento do governo que, já em prática, objetiva um “novo salto” de crescimento mais qualitativo do país.
Como no bojo desse projeto insere a concessão de serviços à iniciativa privada, arautos do “purismo ideológico”, não titubearam à fala presidencial, em titular tal medida de “privatismo camuflado”, inclusive de ser mais liberal que a dos tempos da política liberalizante de FHC. À redução da tarifa de energia elétrica tanto no nível de consumo como no do setor produtivo a partir de 2013, reiterada terça-feira (10) em rede nacional, também não hesitaram na contraposição que a referida ação não passa de ato compensatório aos prejuízos causados pela União aos consumidores –em mais ou menos 17 bilhões de reais no período de 2002 a 2010– devido a erros de cálculos a maior nas contas de luz.
Luiz Castro em: DECOLORES
ESPORTISTA POR AMOR
No meio esportivo ele é conhecido por DU GAVILAN CANTHEI. Contudo, seu nome verdadeiro é Antonio Marques Araujo, nascido em Ilhéus no bairro do Pontal, casado com Dona Anita a qual deu luz a oito filhos sendo 03 homens e 05 mulheres. Du trabalhou longos anos no comércio exatamente no Armazém de Waltércio Porto, aonde veio se aposentar.
O menino Du desde cedo gostou de futebol nos campos de várzea do Pontal e logo fora contratado em 1949 pelo Santa Cruz para disputar o campeonato amador da cidade.
Em 1951 foi transferido para o Flamengo das cores amarelo e preto, onde jogou até 1956. Logo após transferiu-se novamente, desta vez para o Vitória sendo campeão por várias vezes.
Por diversas vezes foi convocado para Seleção de Ilhéus, jogando inclusive contra equipes profissionais de outros estados.
Também participou ativamente no campeonato praiano da cidade atuando pelo Palmeiras no período de 1953 a 1969.
Naquela época havia o Campeonato do Pontal no campo do Pacaembu onde hoje está localizada a Maramata, atuando pelo Plebeu de Cid Ribeiro.
Além da Liga Praiana de Futebol na Praia da Avenida Soares Lopes havia também os “babas” organizados, a exemplos do “baba do esgoto” hoje Adebi e do “baba de Berá” hoje Avepi.
































































