:: ‘Espaço do Leitor’
CÃO DESAPARECIDO: DONOS OFERECEM RECOMPENSA

Os donos oferecem recompensa para quem encontrar Jhow.
Os donos do cão Jhow, que está desaparecido desde o dia 06 de outubro, pedem ajuda para encontrá-lo.
O animal tem cinco anos, é marrom com orelhas grandes, tem o rabo cortado e vivia com os donos na Avenida Princesa Isabel, em Ilhéus.
Jhow usava medicamentos controlados contra a epilepsia. Quem encontrá-lo pode ligar para os números (73) 9962-3711, 3634-3145 ou 8826-1980 e falar com Tatiana.
SAUDE EM ILHEUS
De: Murillo Novais
Assunto: SAUDE EM ILHEUS
Corpo da mensagem:
Venho demonstrar a minha revolta com a saúde na cidade de Ilhéus. No dia 31/10 minha esposa estava passando mal e fomos ao hospital de ilhéus com a pretensão de ser atendida. Ao chegarmos la, a primeira pergunta que ouvimos é: qual o plano? Falamos que é Unimed.. ai após saberem qual o plano eles perguntam qual médico queremos ir. Como é um setor de emergência, vamos ao clinico, já que não conseguimos marcar um especialista ao sintoma dela nas clinicas, pois nunca possuem vagas. Após fazermos a ficha vem a noticia que o medico estava passando mal e não poderia atender e teve que cancelar o atendimento. Ai começa outra correria ate outro médico. Fomos à COCI e para nossa surpresa as portas estavam fechadas e da janela o atendente diz que não tem médico. E com isso a minha esposa continuava passando mal. Dirigi-me até o hospital São José e o médico que tinha no hospital era apenas da especialidade de Ginecologista, ou seja, não atendia a ela. Nos dirigimos até a Vida Med no pontal, do outro lado da cidade e nesse hospital, havia médico mas infelizmente não atendia o plano que ela possui e a consulta particular custa R$ 200,00 e infelizmente não está atendendo pelo SUS pois os governantes de Ilhéus não estão repassando o pagamento devido a esse hospital. No entanto nos dirigimos de forma rápida até o ultimo hospital que poderia atender, ma já tendo consciência que não atende o plano que ela possui. Ao chegarmos ao Bartolomeu Chaves, confirmei o que já sabia que é possuir medico mas não atende ao maior plano nacional. Então percebi que acabou a minha corrida pela cidade de Ilhéus e que teria que retornar para casa com minha esposa doente e tive que fazer medicamentos paliativos que nos já conhecemos para eu ela ao menos dormisse para que no dia 01/11 saíssemos em busca de algum médico onde pudesse atende-la. Ao amanhecer no dia 01, deixei-a descansar um pouco mais, ate onde ela conseguia e ao acordar fomos reiniciar a peregrinação em busca do médico disponível. Fomos direto ao hospital de Ilhéus. E claro que tive que escutar a mesma pergunta onde os recepcionistas são ensinados a perguntar antes da saber o que o paciente tem que é: QUAL O PLANO DELA? No dia 01 tinha médico, fizemos a ficha e aguardamos. De inicio ficamos aliviados ao pensar que seríamos atendidos e que minha esposa pudesse ser medicada, já que o especialista para o problema dela, só poderá atendê-la na sexta-feira. Após uma média de 15 minutos esperando a recepção começa a encher de pacientes e de representantes de medicamentos. Os pacientes se dirigem ao balcão para poder passar o cartão do planos aguardar também, enquanto os representantes, chegam vão perguntando qual médico esta atendendo e se dirigem diretamente á sala de atendimento. E na média de 20 minutos chegaram uns 6 representantes e uns 15 pacientes. E ouvíamos da recepção um barulho parecendo uma festa vindo da direção da sala de atendimento. Ai minha esposa mesmo passando mal, se dirige a recepção e pergunta: “ Os representantes são atendidos antes dos pacientes aqui nessa emergência?” A recepcionista diz que não, que os mesmos estão esperando na parte interna do hospital o medico concluir os atendimentos para se APÓS serem, atendidos. Então me levantei e me dirigi ate a sala barulhenta onde mais parecia uma festa e ao chegar la vi todos os representantes na sala da emergência onde o médico estava conversando com TODOS os representantes , vendo os produtos oferecidos e os pacientes tendo que esperar. Ai eu perguntei ao médico se o representante do setor farmacêutico tem preferências de atendimento na emergência do hospital ou do médico? Ele olhou em minha direção com um olhar de paisagem e nada me respondeu e continuou com a “festa” com os representantes. Imediatamente em voz alta, solicitei o cancelamento da ficha da minha esposa pois era um absurdo o que estava vendo. Após reclamar bastante na recepção do hospital e com a festa dando continuidade na sala do médico, peguei a guia do cancelamento e me dirigi ate ao setor da UNIMED ilhéus onde eu imaginei que poderia ter uma resposta ou escutar dos responsáveis pelo plano de saúde que iriam punir o medico, ou saber o que estava acontecendo, etc. Para minha surpresa fiquei sentado 20 minutos na UNIMED ILHEUS, fui muito bem atendimento pela linha de frente do local mas infelizmente a pessoa responsável em escutar reclamações estava ocupada ao telefone, após desligar o telefone sentou na frente do computador e deveria estar fazendo suas obrigações diárias e não podia me atender. Eu não poderia ficar esperando mais pois, afinal, minha esposa estava no carro passando mal ainda. Sai da sede da Unimed sem nem ser escutado e pensando: se eu atrasar o dia do pagamento do plano de saúde eu pago juros, multa e ainda posso ter o cancelamento temporário ate que efetue o pagamento. E no caso de não ser atendido o que acontece com os pacientes?????????????????
Somos muito cobrados mas não temos retorno algum. Para resolver a peregrinação minha esposa mesmo doente, conseguiu entrar em contato com a UNIMED ITABUNA e ela anotou alguns telefones de médicos especialistas para a área que ela necessitava. Na primeira ligação, ela soube que o medico só tinha vaga para o dia 30/11. Mas ao explicar que estava passando mal e precisava de um atendimento de urgência a atendente sem perguntar ao medico solicita que ela se dirija ao consultório dele a partir das 14h que ele com certeza iria atendê-la. Fizemos isso e fomos HIPER bem atendido em menos de 2h de espera. E se eu continuasse em Ilhéus o que será que poderia acontecer com minha esposa? Ai eu me pergunto: será que é vantagem pagar ao melhor plano nacional? Pois não tenho atendimento, nem feedback na cidade onde resido e conseqüentemente necessito de forma primordial do atendimento. Será que o médico preferiu receber os representantes do que os pacientes, pelo fato dos laboratórios efetuarem premiações que superem os valores pagos aos médicos pelos planos de saúde? Até quando é vantagem ter plano de saúde? Ate quando ficaremos omisso dos atendimentos médicos na nossa cidade?
Esse é meu desabafo em relação à vergonhosa saúde na nossa cidade e a ausência de ouvidorias para que possam resolver problemas como esses.
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Espaço aberto para os citados – querendo – se manifestar.
Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”.
Ficando viúvo de Salústia Fernandes Sá Barreto, com quem teve três filhas: Maria José (Zezé), casada com Nazal Salame Soub; Maria Sofia e Maria Amália, veio de Conquista (Vitória da Conquista) para Tabocas (Itabuna) em 1912, João Diogo Sá Barreto (Bacharel em Direito), depois, por motivos profissionais, se fixando em Ilhéus. Já em Ilhéus casou-se com Maria Amélia (Iná) do Amaral Pacheco, filha do Cel. José Gomes do Amaral Pacheco, e irmã de Raymundo do Amaral Pacheco, de tradicional família ilheense, com quem teve os seguintes filhos: Maria Celicina (Celi), Maria Cleofa, José Pacheco (Zecheco) e o caçula Raymundo Pacheco Sá Barreto, que nasceu em 21 de fevereiro de 1924, na Rua Conselheiro Saraiva nº 46, hoje Rua Antônio Lavigne de Lemos.
Quando criança Sá Barreto estudou em Ilhéus nos colégios Santa Terezinha em 1929, e depois no Ateneu Fernando Caldas, com as professoras Alina Carvalho e Guilhermina Sellmann, onde também estudaram Jorge Amado e Adonias Filho.
Ao completar oito anos de idade, em 1932, falecem seu pai e seu avô materno.
Em 1936 conclui o curso primário e muda-se para Salvador para fazer o curso ginasial, indo estudar no Colégio Nossa Senhora da Vitória, dos Irmãos Maristas. Volta para Ilhéus em 1940 para estudar no Colégio Municipal de Ilhéus (IME), inaugurado no ano anterior.
Em 1941 transfere-se novamente para Salvador, matriculando-se no curso anexo do Colégio Carneiro Ribeiro, onde conclui o curso ginasial em 1943. Em 1944 interrompe os estudos de Direito, foi reprovado em latim, e retorna a Ilhéus.
Em 1945 vai morar com seu irmão Zé Checo no Rio de Janeiro, onde foram donos do ”Bar e Café Amazonas” no Catete, e depois do “Feitiço da Vila” em Vila Isabel. Retornando para Ilhéus em 1947 fundam a Empresa “Sá Barreto & Companhia”, no começo uma representação, depois um atacadista. Com o falecimento do seu sócio e irmão em 1949, a firma não vai adiante e cerra suas portas em 1951.
Em 23 de novembro de 1948 casa-se com Itassucê Leite Sá Barreto, neta do Cel. Basílio de Oliveira, com quem namorava desde os 16 anos, tiveram os seguintes filhos: Amélia Rosa, José Tadeu, Maria Vitória (Tuca), casada com Paulo Paraíso, João Tiago, Raimundo Filho, e Emanuel (Filho adotivo).
Por vocação, em 1950 toma os rumos da política, ingressando no Partido Social Democrático (PSD), fazendo campanha para o candidato a governador do Estado Régis Pacheco.
Lei do Código Ambiental
Rabat
Segue a Lei 3510 de 13/12/2010 que é o Código Ambiental do Município. O artigo 140 trata da questão “emissão de ruídos” e o artigo 168 trata das penalidade. Para aplicar as penalidades, é necessária a regulamentação da Lei, que trará inclusive valores de multa ou outras penalidades de acordo com o fato. Dependemos única e exclusivamente do Procurador municipal do Meio Ambiente. Foi formada uma Comissão para falar com o MPE (Eu, Fernando Ribeiro e Cid Póvoas) para tratar da questão e já aconteceu uma primeira conversa com o Executivo. Na próxima reunião do CONDEMA, deveremos tratar esta questão pela enésima vez. Vou solicitar ao Presidente este ponto de pauta para a discussão.
Coloquei um comentário esclarecendo isso, no post do tenente. Eles realmente nada poderão fazer se a Lei não for regulamentada.
Socorro
ESPERAMOS QUE A BAMIN FAÇA O MESMO EM ILHÉUS
Vejam a seguir o que a Fundação ArcelorMittal Acesita faz lá no Vale do Aço, em Minas Gerais. É algo parecido que esperamos a BAMIN faça em Ilhéus. É bom que digamos que lá eles tiveram até que comprar as áreas, e aqui, como a Mata da Esperança é da Prefeitura de Ilhéus, só haverá necessidade de serem feitos os investimentos em manejo e conservação.
PRESENÇA QUE INTEGRA
A responsabilidade ambiental é um dos pilares de sustentação dos negócios da ArcelorMittal Inox Brasil. Por isso, por meio da Fundação ArcelorMittal Acesita, a Empresa tem desenvolvido um amplo programa de conservação e educação ambiental voltado para a comunidade de Timóteo e do Vale do Aço.
As atividades são desenvolvidas a partir do Centro de Educação Ambiental da ArcelorMittal Inox Brasil (Oikós). Localizado no perímetro urbano de Timóteo, com 989 hectares de reserva, o Oikós é vizinho da maior área contínua preservada de mata Atlântica do estado, o Parque Estadual do Rio Doce.
Ubuntu
A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Florianópolis (2006), presenteou a platéia com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira para as crianças, que achou ser inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse “já!”, elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse “Já!”, instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam: “Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
Ubuntu significa: “Sou quem sou, porque somos todos nós!”
Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos…
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Enviada por Maria Vitoria Leite Sá Barretto
A DESPEDIDA DO CRAQUE
O nome do nosso personagem é EVERALDO SAMPAIO ARAGÃO, grande homem, embora com apenas um pouco mais de 1,50 metros.
A história do Aragão, como ele é conhecido nos bastidores do futebol, é a de uma pessoa modesta, excelente mecânico, honesto, com uma vasta clientela e que a todos trata da melhor maneira.
Particularmente tenho um apreço enorme pelo amigo Everaldo, e acredito que a recíproca é verdadeira.
Mais o que nos leva a criar este personagem no momento, é devido ao que está acontecendo com o craque junto à AVEP – Associação de Veteranos de Esporte Praiano.
Segundo soubemos o dito jogador era aplicado na praia, joga uma bola redondinha, embora um pouco turrão, o que levava a que o presidente da entidade, vez ou outra lhe aplicasse algumas punições, afastando inclusive de rodadas do tradicional baba nas areias da Avenida Soares Lopes.
Alega o nosso Everaldo que é pura perseguição, pois o que aconteceu pode ser tratado como coisa de futebol, quando o sangue fica um pouco mais agitado, mas depois do baba tudo acaba em cerveja.
Este afastamento do craque Everaldo das areias da praia está trazendo problemas para o dito cujo, tipo depré, pois segundo o que afirma, ele gostava imensamente de participar dos babas e lá fez muitos amigos, principalmente o seu rival Heckel Januário.
Em se falando em Heckel, que é cronista de um jornal da cidade, também jogador da AVEP e comedor de água após os jogos, tem feito algumas matérias que o nosso Everaldo nunca conseguiu entender o que está escrito e por essa razão o jornalista o chama de analfa.
Everaldo quer apenas que Heckel seja mais explícito na suas escritas, pois não é analfa como diz, pois se assim fosse não seria capaz de ler complicados manuais de mecânica e que já lhe proporcionou montar vários motores em sua vida de mecânico.
Sinceramente o que estão fazendo com o meu amigo Everaldo merece uma explicação plausível e até uma retratação pública.
Conversando recentemente com o mesmo, disse-me que não volta mais aos palcos dos babas, está triste com os acontecimentos e quer preservar a sua imagem de craque, saindo na melhor fase da carreira (essa foi demais).
Faço aqui um apelo aos dirigentes da AVEP, pela realização de um baba de despedida para o Aragão, com direito a volta olímpica, troca de camisas, jogando cada tempo em um time e muita cerveja após o apito final.
Nesta homenagem seria de bom alvitre convidar a família do craque e o seu netinho pra dar o ponta pé inicial do jogo.
É o mínimo que se pode fazer pelo grande craque na hora da sua despedida.
Depois dessa vou levar um bom tempo sem ir à oficina do meu amigo Everaldo.
ZÉCARLOS JUNIOR
Falecimento
De: antonio
Assunto: falecimento grande amigo !!!
Corpo da mensagem:
Prezado Rabat, boa tarde.
Informamos com muito pezar o falecimento do nosso grande amigo Roberto Willdberg Almeida, cacauicultor, piloto, pessoa de grande estima.
Hoje pela manha em Ilhéus-Ba.
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Um pouco de vinho
De: ALI AHMAD
Assunto: um pouco de vinho
Corpo da mensagem:
Um homem de bem pode crer que “um pouco de álcool não faz mal”, na bíblia lê-se vinho. Um homem de bem pode crer nisso por absoluta ingenuidade. Quando se crê que um pouco de álcool não faz mal, a pessoa está exercitando um ato de atroz individualismo, pois você pode consumir um pouco de álcool sim e não te fazer mal e até algumas pessoas que você conhece. Esse é um lado da moeda. O outro lado da moeda é que há outras pessoas que não sabem distinguir o que é um pouco, e de pouco em pouco se viciam e passam a ser um problema de toda a sociedade. Um alcoólatra faz despesas ao SUS, muitos espaçam mulheres e filhos, brigam na rua, causam desordem e milhares de acidentes em todo o Brasil. É tão grave que é difícil alguém dizer hoje com 100% de exatidão “em minha família não existe nenhum alcoólatra”. São em torno de 50.000 mortos nas estradas todos os anos, um número de guerra civil, e há pessoas que creiam piamente que “um pouco de álcool não faz mal”. Crer assim é ser individualista ao extremo, e o pior: é apontar para o outro que é alcoólatra e dizer: ele ficou assim porque quis. Isso é uma mentira, uma grande mentira, pois as pessoas de mais erudição é que deveriam ser as primeiras a defender um banimento do álcool na sociedade, mas são elas na verdade as primeiras a defender o erro, a patologia social. A sociedade recebe aquilo que dá, e é justamente por isso que é essa massa que sofre sem parar. Se você pudesse ver os 50.000 velórios de brasileiros mortos nas estradas e ver todas as mulheres e crianças que foram espancadas, olhar a dor dos seus iguais, você seria ainda capaz de afirmar que “um pouco de álcool não faz mal”?
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CONJUNTO HABITACIONAL MARIO PESSOA
Rabat:
Temos mais um Conjunto Habitacional na nossa cidade. Trata-se do CONJUNTO HABITACIONAL MARIO PESSOA, localizada no portão principal do nosso estádio.
Começou com uma unidade residencial há mais ou menos 2 meses, já temos 2 unidades residenciais, e breve, com certeza, novas unidades serão incorporadas.
Vejam a seguir.

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Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com
73 8147-0607
FORMATURA DO 2º GRAU DO SÃO JORGE
De: COUTINHO NETO
Assunto: FORMATURA DO 2º GRAU DO SÃO JORGE
Corpo da mensagem:
Por se tratar de um comentário sobre uma Instituição de Ensino, dirijo-me ao amigo como PROFESSOR RABAT, bom dia.
Rabat, gostaria de parabenizar aos alunos do Colégio São Jorge pela brilhante festa ontem de formatura dos alunos do segundo grau que foi realizada no Boca du Mar.
Tudo muito bem organizado, os alunos se divertiram pra valer e, nós pais e muitos convidados fomos recepcionados por um excelente buffet.
Para meu filho Pedro Henrique Coutinho e para todos os seu colegas, desejo todo o sucesso do mundo e que tenham muitas felicidades na vida.
Grande abraço a todos, em especial ao meu querido professor RABAT.
OBS. NOSSO ILUSTRE ZÉ CARLOS O “FOGUETINHO” ESTÁ CADA DIA MELHOR COM SUAS MATÉRIAS.
Coutinho Neto
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Resposta
De: Eliezer
Assunto: Resposta
Corpo da mensagem:
Caro Rabat
Gostaria de mais uma vez informar que o problema do som alto em Ilhéus não é função especifica da CIPPA – Companhia Independente de Policia de Proteção Ambiental (5ºPelotão de Ilhéus), essa senhora que tem toda razão de desabafar em virtude dos incomodos dos sons altos na cidade, porem como foi divulgado pelo Jornal A Região, as ações foram desenvolvidas pelas Unidades de Policia do serviço Ordinário, o que parabenizo.
Posteriormente, passarei para voce e para toda comunidade as ações da CIPPA 5º Pel Ilhéus, e notarão que temos diversas ações em defesa do meio ambiente, junto com diversos Orgãos de fiscalização, porem a nosso principal problema é a falta de Educação Ambiental, que não podemos enquadrar como crime, que é justamente o que acontece com o som alto.
Atenciosamente,
Ten PM Eliezer
Comandante do 5º Pel/CIPPA-PS
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