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Mutirão da Saúde beneficia comerciantes da Central de Abastecimento do Malhado nesta quinta

A ação, promovida pela Prefeitura de Ilhéus vai correr a partir das 08h30, oferecendo exames preventivos, odontológicos, oftalmológicos, de clínico geral, entre outros.

Central de Abastecimento do Malhado. Foto by Alfredo Filho.

Central de Abastecimento do Malhado. Foto by Alfredo Filho.


A Prefeitura de Ilhéus, através das secretarias de Saúde (Sesau) e de Indústria e Comércio (Sedic), promove nesta quinta-feira, dia 12, a partir das 8h30 um Mutirão da Saúde especial para os comerciantes que atuam na Central de Abastecimento do Bairro do Malhado, na zona norte da cidade. Serão oferecidos exames preventivos, odontológicos, oftalmológicos, de clínica geral, entre outros.

A ação foi solicitada pela administradora daquele local, Sandra Pimentel, ao titular da Sedic, Carlos Machado, que, de imediato, fechou parceria com a Saúde com a finalidade de colocar em prática o mutirão. Desse modo, a prefeitura levará os serviços aos comerciantes que, devido ao extenso trabalho têm dificuldades de procurar os centros de atendimento.

Para Sandra Pimentel, “os cidadãos que trabalham nesta central, e que tanto pediam e ansiavam por tais serviços, agora terão estes importantes serviços de saúde, em salas reformadas e padronizadas”, afirmou salientando a importância do comparecimento de todos dentro dos horários estabelecidos.

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Secretaria de Comunicação (Secom)

Convite – Projeto de Revitalização da Central de Abastecimento do Malhado

CONVITE PMI CENTRAL DE ABASTECIMENTO MALHADO

CARTA DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22 ORIENTE DE SÃO JOAQUIM / SC – FILIADA AO GOSC

Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história.
O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância.
A tirania mudou sua face.
Já não encontramos os tiranos do passado que com sua brutalidade aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço.
Os tiranos de hoje saqueiam a Pátria e degolam as cabeças de outra forma.
A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis.
Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano que na construção do Grande Coliseu disse:
“DAI PÃO E CIRCO PARA O POVO”.
Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos,
especialmente sob a influência da televisão,
que dá ao povo essa fartura de “pão” e de “circo”.

Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções.
Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol,
Atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena.
Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados, caindo aos pedaços.
Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais;
já outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes diante de um Estado inoperante, ineficiente e absolutamente corrompido.
Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos.
Porém, a construção dos “circos” continua !
Mas o pão e o circo também vêm dos “Big Brothers” das “Fazendas”,
das novelas que de tudo mostram, menos verdadeiros valores e virtudes pessoais.
Quanto mais circo, mais pão ao povo.

E o mais triste é que o povo, mantido na ignorância, é disso que mais gosta.
Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de “lazer”.
O Coliseu está entre nós.
O circo está entre nós.
Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema,
subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes.

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69ª CIPM

VEICULO RECUPERADO

Que no dia 09-12-2013 por volta das 22:30h a guarnição da VTR 6911 sob o comando do SD PM MAIA, foi recuperada uma moto furtada, esta moto encontrava-se no caminho 13 do Hernane Sá, sendo encaminhada para a DP e confeccionada o auto de entrega n13-04042. Moto Honda FAN preta placa NTO-5632.

PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO

Que no dia 10-12-2013 por volta das 00:08h a guarnição da VTR 6912 sob o SD PM FÁBIO, conduziu do Couto para a DP ALOISIO DE OLIVEIRA SANTOS 36 anos, residente na Rua da felicidade Nossa Senhora da Vitória, JILMAR FERREIRA DE SOUZA, 37 anos residente na Rua Maracanã, 347 Nossa Senhora da Vitória e JOSE MARCOS ALVES DOS SANTOS, 27, residente na Rua da Matriz, 560 Nossa senhora da Vitória, pelo fato dos mesmos serem suspeitos de terem efetuado arrombamentos a imóveis no distrito de Santo Antônio e no momento da prisão estarem de posse de uma arma longa .44 de n 61685 com o cartucho intacto. Sendo registrado a ocorrência n 1DT-13-04065.

Heckel Januário em: UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE (VIII)

(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)

Ao iniciarmos esta série do Umas e Outras… procuramos a bordo de uma embarcação virtual relatar a sincrônica relação  –mantendo a ideia do título–  do rio Jequitinhonha com a cidade belmontense.

Como estamos ancorados no porto do Jequitinhonha há algum tempo, a ordem recente recebida do comando da missão é que a estadia e os improvisados rolés pela city não sofram soluções de continuidade e, desse modo, a tripulação, ajudada por um –mencionado anteriormente– calejado marinheiro e conhecedor dos meandros locais, continue se interando dos seus aspectos.

E escolhemos para este capítulo, motivado pela proximidade da Copa, o do futebol, ou melhor, causos a ele vinculados em que, não só Bebel, mas toda a Região Cacaueira é pródiga. Então, após a visita ao Estádio Orlandão 70 –praça municipal atualmente com gramado dotado até de irrigação computadorizada– vieram as aclarações do velho marujo, que começara dizendo das origens do esporte bretão na localidade. Concluído o prólogo, interrogou: E aí, vocês já ouviram falar do Zé Hugo? Foi um craque belmontense, rapaziada, na expressão da palavra. Jogou no Belmonte E.C com o irmão Miro, depois o levaram para o futebol de Ilhéus onde fez um sucesso danado. Janúncio, um avante que jogara a seu lado nesta cidade, costumava compará-lo ao rei Pelé quando não o considerava melhor. “Subia e cabeceava como ninguém; era serelepe, um raio”, concluía sempre.

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PSICOMUNDO – CRIMES E GUERRAS ORIGINADAS POR INSANIDADES MENTAIS NO BRASIL

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).

Atenção, gente!

Movidos por sentimentos de alegria, carinho e aquela sensação mais do que especial, nos empolgamos e corremos para dividir esses deliciosos momentos.
O mundo, hoje, nos obriga a darmos atenção especial aos episódios, repetidamente, mostrados nos noticiários.
Assim, antes de colocar fotos das crianças, tiradas em dias especiais, no conjunto da família em, por exemplo, praia com sunguinhas, biquínis (trajes naturais para um banho) é bom lembrar que existem “DOENTES” atentos a tudo isso.
Relutei bastante em colocar esse apelo aqui [Facebook].
Todos, evidentemente, sabem do que estou falando/alertando.
É que tanta alegria, dividida publicamente, pode causar dissabores, sofrimento, estragar uma família inteira.
Guarda no álbum de família/ num pasta no computador e pronto.
O mundo, hoje, não permite mais essa “intimidade”. Lamentamos todos por isso ter chegado nesse ponto.
Bjão, DESCULPEM e fiquem com DEUS (Sempre!).

Rabat.

C O N V I D A N D O

pontal criativo  convite

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Abobreira.

ANOS-LUZ ENTRE AQUI E ALI

Recentemente, coisa de mês e pouco, tive que ir a Itabuna comprar um produto fácil de encontrar, mas que não encontrei em Ilhéus ( clique aqui ).
Pois bem, precisei comprar um outro tipo de produto que, salvo engano, é vendido em apenas uma loja de Ilhéus. Consultei preço e condições de pagamento por telefone e achei muito caro. Comentei com um colega, que adquiriu o mesmo produto há pouco tempo, e este me disse ter pesquisado antes em Itabuna e que, ao chegar à mesma loja para a qual liguei, em Ilhéus, ele notou a diferença de preço e deu uma “chorada”, argumentando que em Itabuna era mais barato e com parcelamento maior. A loja de Ilhéus não deu a mínima, não demonstrou nenhum interesse em conceder um desconto ou facilitar o parcelamento e o cidadão preferiu, óbvio, comprar em Itabuna.
Sem maiores delongas, resolvi também fechar negócio em Itabuna. É lógico que gostaria que o dinheiro ficasse no município onde resido mas, pela segunda vez em 40 dias, não foi viável.
O detalhe é que nem precisei ir a Itabuna. Telefonei, o vendedor me passou todas as características e especificações do produto e, constatados melhor preço e condição de pagamento, negócio fechado. A loja me trouxe o aparelho no dia e horário marcados e instalou (nenhum custo adicional). Moral da história: adquiri a mercadoria por um preço mais em conta, um prazo maior, efetuei o pagamento e concluí a transação sem sequer botar os pés fora de casa.
Os especialistas, em bom economês, dizem que “…é uma questão do mercado aquecido de Itabuna, dada a demanda do conjunto de municípios do entorno, favorecidos pelo acesso rápido e fácil àquele centro de comércio regional…”.
Sei não… a maneira de atender e negociar tem que mudar tanto assim em vinte e poucos quilômetros?

Nilson Pessoa

ILUMINADOS

MANDELA
MAHATMA GHANDI
MARTIN LUTHER KING
ENQUANTO OS TRES ILUMINADOS CONSEGUIRAM UNIR AS RAÇAS, NO BRASIL É O OPOSTO. LULA E DILMA, COM AS COTAS PARA OS NEGROS, DISTANCIA-OS DOS BRANCOS, CRIANDO UM APARTHEID, QUE FORA COMBATIDO PELO NELSON MANDELA NA ÁFRICA DO SUL. TANTO ESTE COMO KING E GHANDI OPERARAM COM A VISÃO DE UM PAÍS ÚNICO, PLENO E SOLIDÁRIO, SEM DISTINÇÃO DE COR. AQUI, É O PRÓPRIO GOVERNO QUEM DISCRIMINA.
PENSEM NISSO!!!!
SDS,

LUIZ FERREIRA

Luiz Castro em: DECOLORES

                                 CONSELHO  DO SÁBIO

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.

Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobre viver na pobreza e longe de tudo.

– O senhor vê aquela vaca? – disse o homem. Dela tiramos o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo:

– Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.

O discípulo não acreditou.

-Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

– Vá lá e empurre a vaquinha.

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Menina de Ilhéos, c.1888

MENINA DE ILHÉUS_GUILHERME ALBAGLIChamava-se Alice, filha de uma sergipana de Estancia que para aqui migrou em 1875, com seus pais e irmãs. A mãe era cega, de tanto chorar a morte do seu filho caçula, o soldado “Quincas”, um dia depois de terminada a Guerra do Paraguai. Um pequeno guarani pegou uma arma e o matou com um tiro certeiro. O Governo devolveu à família suas condecorações, armas e demais apetrechos de soldado, envoltos numa bandeira do Brasil Imperial. Passaram uns tempos no Cabula mas, logo, desceram “aos Ilhéos” comprando uma casa que ficava junto ao atual “Cine Theatro Ilhéos”, este construído no terreno baldio que era anexo a esta casa, pois as janelas laterais deste edifício se abriam a este tal terreno. Compraram, também, um sítio, o “Esperança”, que um dia fora dos Jesuítas e, depois, do primeiro Lavigne a vir aqui morar. Seu pai era um caboclo nativo, o Alfredo, filho de “Zé Pinto”, aliás, José Pinto da Silva Amorim, português do Porto, da rua de Santo Ildefonso, N.7, bem ao lado da igreja dedicada ao citado santo, logo acima da ladeira que nos leva ao rio Douro. A mãe de Alfredo, a cabocla Yazinha, era da Una Velha, hoje Pedras de Una, antes uma promissora vila um dia invadida pela água do mar… No dia 13 de Maio de 1888, saía da casa do avô, pela porta dos fundos, com sua tia Mariquinhas, sua irmã Adalgisa e a prima-irmã Maria Luíza, avó da querida M.L.Heine, quando viram uma grande muvuca acompanhada de batucadas e muita gritaria provocada pela cachaça que, então, corria solta. Duas baianas com seus braços estendidos, gritavam: “Hoje, é Dia da Pura Cerveja”… Na Ilhéos daquele tempo já passava pelo litoral brasileiro uma linha de telégrafo e navios nos traziam cerveja que era gelada em canteploras de madeira com maravalha dentro para conservar a temperatura ideal para consumo da bebida. Nesta ruela, ficavam as casas das “mariposas”, como eram chamadas aquelas santas sofredoras… Alice fez barrigas até muito depois dos quarenta; seu antepenúltimo filho foi o meu pai. Não sou nenhum Matusalém, mas sou neto de uma mulher que viu o contentamento da população Negra local com a assinatura da tão esperada Lei, que deu início ao longo processo de real libertação de um povo oprimido e humilhado que, hoje, faz sua desforra nos derramando arte e beleza nas ruas, nos fins de semana e nas muitas festas que nos ocorrem todo o ano…

—

Guilherme Albagli.





















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