Ilhéus abre matrículas para alunos novos na rede municipal de educação
São oferecidas 11 mil vagas para as séries iniciais e finais do ensino fundamental, em escolas próprias e conveniadas ao município
A Secretaria de Educação (Seduc) de Ilhéus divulgou nesta terça-feira, dia 16, chamada pública que trata da matrícula e transferência de alunos na rede pública municipal de ensino. O prazo para ingresso de novos estudantes nas séries iniciais e finais começa nesta quarta, 17, e será encerrado no próximo dia 4 de março, de acordo com o documento assinado pela titular da Seduc, Marlúcia Rocha. São disponibilizadas mais de 11.600 vagas para o ano letivo de 2016.Segundo a secretária, a nenhum interessado no ingresso na rede municipal de educação será negada a matrícula, desde que se adeque às exigências e viabilize a entrega da documentação necessária. Os documentos são: Certidão de nascimento ou RG; Comprovante de endereço no nome do pai/mãe ou responsável legal; CPF do pai/mãe ou responsável; Comprovante de escolaridade anterior, em caso de prosseguimento de estudos; Cartão Bolsa Família, para beneficiários do Programa; Cartão de vacinação da criança atualizado; Cartão do SUS.
As matrículas serão realizadas nas escolas. Nas Unidades de Educação Infantil e Ensino Fundamental, inclusive na Educação de Jovens e Adultos – EJA, a matrícula será efetivada pelos pais ou responsáveis legais ou pelo próprio aluno, se maior de idade. A diretora pedagógica da Seduc, Ana Angélica, lembra que, para ingresso no Ensino Fundamental, as crianças deverão ter a idade mínima de seis anos completos ou a completar até 31 de março do ano em curso, conforme Resolução CNE/CEB nº 1 de 14 de janeiro de 2010.
Transferências – As renovações de matrículas já foram feitas de dezembro de 2015 a janeiro deste ano, com a perspectiva de dar continuidade aos estudos daqueles que estavam cursando séries em 2015. Alunos concluintes das séries iniciais e finais do ensino fundamental já podem solicitar a transferência. Da mesma forma, quem desejar deixar a escola por interesse próprio, tem até o dia 1 de março para fazê-lo.
Seagri e Ceplac discutem ações para o desenvolvimento rural da Bahia
O secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, reuniu-se, nesta terça-feira (16), com representantes da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), iniciando diálogo sobre ações conjuntas entre as instituições, visando promover o desenvolvimento rural da região sul e extremo sul do Estado. Entre os assuntos discutidos destacam-se a diversificação da atividade agropecuária regional e o fortalecimento do Programa de Desenvolvimento do Setor da Borracha Natural do Estado da Bahia (Prodebon).
O objetivo do Prodebon é fomentar o aumento da produtividade no Estado, a partir da produção de mudas clonadas de seringueiras a ser coordenada pelas duas entidades na Estação de Una – unidade produtora de mudas, com vinte hectares de irrigação, dez hectares de jardim clonal de seringueiras, sendo capaz de produzir um milhão de mudas por ano.“A reestruturação da biofábrica de Una vai promover o desenvolvimento e multiplicação da qualidade genética da seringueira no Estado, com mudas distribuídas a baixo custo para o produtor”, explicou o secretário, afirmando que a região possui condições favoráveis para expansão da produção de seringueira. Além disso, essa cultura pode ser desenvolvida de forma consociada a outras, sobretudo com o cacau.
Além da produção de borracha, a meta é valorizar o potencial da seringueira em sistemas agroflorestais servindo de sombreamento para plantação de cacaueiros e bananeiras, por exemplo. “Essa é uma alternativa de diversificação da produção com exploração da área plantada durante todo o ano”, relatou o chefe da Divisão do Centro de Pesquisas do Cacau – CEPEC/SUEBA, Adonias de Castro Filho.
O Estado possui mais de 300 mil hectares de cacau dentro da mata atlântica. Esse sistema agroflorestal de produção é conhecido como cabruca, pois se caracteriza pelo plantio dessa fruta sob a sombra das árvores da Mata Atlântica, após ter sido “cabrocada”, ou seja, a mata ter sido aberta para plantação dos cacaueiros, preservando as árvores que fazem o sombreamento.
A Ceplac atua no desenvolvimento de projetos voltados a diversas cadeias produtivas. “Temos a experiência de produção de cacau irrigado no extremo sul do Estado, que também pode ser uma alternativa implementada na região semiárida, com auxilio de mecanização. Mas possuímos também a produção de polpas de frutas como o cacau, açaí, graviola e cupuaçu”, ressaltou o superintendente da Ceplac, Alexandre Brandão, destacando que a região sul possui ainda forte potencial para a pecuária.
Prefeitura de Ilhéus prorroga prazo de inscrição em concurso público
A data de aplicação das provas, contudo, foi mantida para o dia 13 de março
A Prefeitura de Ilhéus publicou nesta terça-feira, 16, primeiro aditivo ao edital número 2/2016, que abre inscrições em concurso público para vagas na administração municipal. Entre outros itens, ficaram alterados os prazos para se inscrever no certame, que passa a encerrar no próximo dia 21 (antes seria até esta quarta, 17), e a data limite para pagamento da taxa, que agora será o dia 22 de fevereiro.
A alteração foi motivada após o site da organizadora do certame, a empresa Consultec, apresentar instabilidades que impediram os interessados de acessar o painel de inscrição, assim como imprimir o boleto de pagamento da taxa. Desde as primeiras horas desta terça-feira, o portal http://consultec.com.br/ já está em pleno funcionamento.
São oferecidos postos de trabalho em diferentes funções para todos os níveis de escolaridade – fundamental, médio/técnico e superior, com salários que variam de 880 a 8 mil reais. As taxas de inscrição variam de 35 a 100 reais, de acordo com o grau de escolaridade exigido para o posto pretendido.
O aditivo determinou também novo período para envio dos títulos dos candidatos aos cargos de Professor e Procurador, que se estende, agora, até o dia 23 de fevereiro de 2016. Não houve alteração quanto à data de aplicação das provas, que permanece dia 13 de março.
Material reciclável coletado no Carnaval é vendido para indústria
Mais de 90 toneladas de resíduos sólidos, entre alumínio, politereftalato de etileno (PET) e plástico, que foram coletados durante os dias de Carnaval, estão sendo encaminhadas para o reaproveitamento na indústria. Esse material foi recolhido por cerca de 1,5 mil catadores através dos programas ‘Ecofolia Solidária – O Trabalho Decente Preserva o Meio Ambiente’ e ‘Cata Bahia’, das secretarias do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (Justiça Social) e de Cultura (Secult).
Mesmo com quase uma semana depois do fim da festa, no galpão onde funciona a Cooperativa Camapet, no bairro de Massaranduba, o trabalho de separação dos materiais continua intenso nesta terça-feira (16). A unidade é uma das diversas cooperativas beneficiadas com os projetos, que também ofereceram aos catadores avulsos a chance de se cadastrar e vender os materiais a preços justos.Para a presidente da Camapet, Michele Almeida, receber apoio para trabalhar durante o Carnaval é uma forma de dar oportunidade, emprego e manter a renda de muitas pessoas, além de revelar uma valorização dos catadores. “Só temos que comemorar as melhores condições de trabalho quando recebemos os equipamentos de proteção individual, fardamento e alimentação. Além disso, é uma satisfação tirar das ruas tanto material que seria descartado como lixo se não fosse o trabalho dos catadores”, disse a presidente.
Em visita ao galpão do Camapet, na manhã desta terça (16), o secretário do Trabalho, Álvaro Gomes, destacou a importância do serviço prestado pelos catadores, principalmente em grandes eventos como o Carnaval. “São 90 toneladas de lixo retiradas do meio ambiente, material que gera renda e emprego para essas pessoas. Queremos, além de promover melhoria na qualidade de trabalho dessas pessoas, dar dignidade e valorizar esse serviço”, explicou o secretário.
Carnaval
As ações do Governo do Estado para o Carnaval resultaram num investimento de R$ 1,1 milhão na ‘Ecofolia Solidária’ e beneficiaram cerca de 1,5 mil catadores de resíduos sólidos, que receberam kits compostos por bota, meia, luva, camisa e calça, bem como alimentação, com três refeições diárias durante os sete dias de festa, e oferta de água.
Também foram montadas sete centrais – no Politeama, Ladeira da Montanha, Dois de Julho, Barra, Ondina, Pelourinho e Nordeste de Amaralina – para atendimento aos catadores, pesagem e armazenamento do material coletado durante a festa.
IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA EM ILHÉUS
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.
IPTU 2016 pode ser pago com desconto em Ilhéus
Tributo agora pode ser pago com 12% ou 10% de desconto, em cota única, até o dia 11 de março
O contribuinte de Ilhéus que ainda não pagou o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU 2016) tem uma nova chance de quitar o tributo com abatimento. Por meio do decreto municipal 2/2016, o prefeito Jabes Ribeiro ampliou o prazo para pagamento, em cota única, com desconto de 12%, até o dia 26 de fevereiro. Outra opção dada ao contribuinte é o parcelamento da dívida com o imposto em até dez vezes.
De acordo com o prefeito Jabes Ribeiro, a ampliação dos prazos é uma medida que tem a finalidade de facilitar a quitação do tributo por parte dos proprietários de imóveis, principalmente para quem deseja obter a vantagem do desconto. Até o dia 5 de fevereiro, o contribuinte obtinha desconto de 15 por cento
Cerca de 35 mil carnês vinculados ao IPTU foram distribuídos em toda a zona urbana. O secretário municipal da Fazenda, Raimundo Ferreira, lembra que os descontos somente são disponíveis para aqueles contribuintes que estão adimplentes, ou seja, em dia com o pagamento do tributo referente aos anos anteriores. Quem não recebeu os boletos em casa, deve procurar o Setor de Tributos, localizado no térreo do Palácio Paranaguá, em horário comercial, ou fazer a solicitação por meio do endereçotributos.fazenda@ilheus.ba.gov.br.
Para efetuar a retirada do DAM (Documento de Arrecadação Municipal), necessário para a realização do pagamento, é fundamental que o contribuinte informe o nome do proprietário, o endereço do imóvel e o respectivo número de inscrição municipal imobiliária. Segundo o gerente da Administração Tributária da Sefaz, Fernando Fernandes, a quitação pode ser efetuada em qualquer agência ou correspondente bancário. Quem não aproveitar o desconto de 12% até 26 de fevereiro, terá a oportunidade de quitar o IPTU com redução de 10%, em cota única, até 11 de março
Sanções – Além de juros e multas, quem não pagar o IPTU 2016 ficará sujeito a diversas sanções legais, como ter seu débito inscrito na Dívida Ativa, ser executado judicialmente, ter o título protestado em cartório e, por último, ter seu nome incluído no SPC e no Serasa, como prevê o Código Tributário Municipal.
A cobrança do IPTU obedece ao que determinam as leis municipais de números 3.723 – Código Tributário – e 3.724 – Planta Genérica – aprovadas em dezembro de 2014 e alteradas pelas leis 3.726 e 3727 de 2015. Para Fernando Fernandes, esses dispositivos trouxeram atualizações e instrumentos legais que oferecem uma maior segurança jurídica ao Município. “Isso sem falar nas isenções do imposto, que beneficiam mais de 15 mil famílias ilheenses”, destaca.
No GOTAS DE PAZ
Ser humilde
Ao contrário do que muitos pensam ser humilde não é degradante, mas sim uma característica de almas virtuosas.
Jesus, nosso Mestre foi o exemplo de humildade. Jamais fez imposições, tampouco julgou os atos praticados por aqueles que se encontravam em erro.
Jesus trouxe a todos nós ensinamentos para a eternidade. Ele nos mostrou o caminho que deveríamos seguir para que pudéssemos gozar da felicidade plena e verdadeira.
A humildade é uma das virtudes mais difícil de se praticar, porque infelizmente os homens ainda vivem de ilusões, onde o orgulho e a vaidade são características embutidas em seus corações.
Ser humilde não significa humilhar-se, mas reconhecer as nossas limitações, a nossa ignorância diante de certos fatos e acontecimentos.
Ser humilde é reconhecer que todos nós necessitamos uns dos outros, pois o homem não pode viver só. Viver e conviver com os outros é a forma de aprendermos uns com os outros. Somos parte de uma mesma família, pois nosso Pai e Criador é único, ou seja, independentemente do credo ou religião, Deus é um só.
Então meus irmãos, aprendamos a sermos humildes, pois somente assim nos tornaremos pessoas melhores e mais felizes. Pensemos nisso!
GOTAS DE PAZ:
http://www.gotasdepaz.com.br/ser-humilde-3/?utm_source=16%2F02%2F2016&utm_medium=email&utm_campaign=16%2F02%2F2016
Lei ou Conveniência??
Observo que já alguns anos, entre começo de dezembro até depois do carnaval, aqui em Ilhéus é permitido estacionar no canteiro central da Av. Soares Lopes. Acho ótimo que isso aconteça, haja visto a nossa dificuldade para encontrar uma vaga. Mas realmente fico indignada.
Hoje quando cheguei já encontrei os tais cones…..Proibindo o estacionamento.
Já sei , já sei vão dizer é a LEI. Que só vigora de meados de fevereiro até inicio de dezembro?? Por causa do aumento de números de carros devido à presença de turistas?? Se durante o fim de ano com intenso movimento não houve transtorno com essa permissão, porque esse beneficio não pode ser estendido à nos, moradores de Ilhéus durante o resto do ano?
Creio que seja CONVENIÊNCIA para facilitar aos turistas. Mas e nós? Não merecemos essa facilidade (e felicidade) também?
REESTRUTURAR, DESMONTAR OU MUTILAR A CEPLAC?
Luiz Ferreira da Silva
Pesquisador aposentado da CEPLAC, Escritor
luizferreira1937@gmail.com.

Luiz Ferreira
Publiquei este artigo, em dezembro de 1989, no JORNAL AGORA, de Itabuna, portanto há 26 anos atrás, quando só se falava em reduzir o quadro da CEPLAC, sem a preocupação de torná-la eficaz e atualizada para o momento requerido. A síndrome era que a Instituição tinha muita gente e o “mote” era demitir, por em disponibilidade e desestimular os mais velhos. Veja no que deu! Como agora, ano 2016, se fala numa outra CEPLAC, creio que o modesto documento possa ter alguma serventia para os formatadores de um novo modelo que se anuncia, apesar de tempos outros, advertindo-os que se trata de um Patrimônio Agrícola Institucional sem precedentes, cujo modelo sui generis foi reconhecido até internacionalmente (IICA-OEA).
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Quando se tenciona reestruturar uma organização, é fundamental que se defina qual será o papel. Isso porque a estrutura é conseqüência, vindo depois desta definição, já que uma simples mudança de “quadrinhos” não é panacéia. Por outro lado, há que se atentar para o estabelecimento de diretrizes, programas, metas e meios para se atingir os objetivos propostos, sem esquecer a decisão firme, o comprometimento e a obstinação do fazer.
No caso específico da CEPLAC, primeiramente tem que se saber qual será o seu “negócio”. O que a sociedade espera e quer do Órgão? Quais os anseios e as expectativas dos seus usuários? Que produtos ela pode fornecer?
A resposta a estas indagações é que vai possibilitar a necessidade de adaptar, modificar, mudar os rumos e inovar, identificando os instrumentos capazes de se atingir àquela doutrina preestabelecida
Daí, primordialmente, há que se discutir o papel da CEPLAC para os novos momentos: (a) Órgão voltado exclusivamente para o cultivo do cacau?; (b) Órgão também voltado para outros cultivos de interesse regional?; (c) Órgão de desenvolvimento rural integrado?; ou Órgão de desenvolvimento regional?
Este é o primeiro passo que vai exigir uma discussão ampla e aberta, procurando analisar o cacau no epicentro de uma região de alto potencial agrícola e posição geográfica invejável, porém com uma economia desarticulada.
É óbvio que o gol a se atingir é o desenvolvimento regional, independentemente da função que a CEPLAC venha a exercer. O que a sociedade almeja é a transformação e o crescimento simultâneo da agricultura em concomitância com a solução dos problemas econômicos, sociais, ambientais, políticos, culturais e institucionais, diferentemente da atual economia espasmódica, mercê dos altos e baixos da monocultura do cacau.
Em base a esses pressupostos, um caminho seria a CEPLAC atuar como partícipe do sistema de desenvolvimento regional, na condição de gestora das ações integrativas da produção, espécie de agente de desenvolvimento rural integrado. Isso não significaria e nem seria desejável que ela fizesse tudo, mas poderia indicar, orientar, aglutinar e coordenar ações governamentais. Tampouco, negligenciaria o seu forte – excelência no campo agrícola – mas cooptaria outros parceiros em a ações de mão dupla, possibilitando incrementos nas áreas de biotecnologia, agroindústria, engenharia da produção, estudos da conjuntura regional, “fábrica de projetos”, e captação de recursos.
Isso tudo converge a uma idéia existente de se criar um Conselho de Desenvolvimento Regional, como um fórum representativo, onde participantes de diversos órgãos públicos e entidades privadas estabelecem o consenso relativo a objetivos e estratégias para desenvolver a região. Neste contexto, a CEPLAC coordenaria as ações, concentrando esforços e captando recursos, direcionando-os àquelas atividades de maior retorno à comunidade cacaueira. Seria um conselho presidido pela Secretaria de Planejamento da Bahia, com uma secretaria exercida pela CEPLAC, comprometendo o Estado com a região, numa interdependência apoiada nas ações integrativas e interesses comuns.
Em quaisquer circunstâncias, é imprescindível que se tenha uma CEPLAC forte, moderna e atuante, envidando-se esforços para sua revitalização, ao invés de se perder tempo em atacá-la e até denegrir seu corpo funcional, como sói acontecer na atualidade. Da mesma maneira, que sejam fortalecidas as demais instituições regionais: Cooperativas, Universidade, CNPC, dentre outras.
Assim colocada a questão, qualquer outro caminho de reestruturação da CEPLAC, em que não se considerem os embasamentos doutrinários, as características “sui generis “da região e nem se facultem discussões profundas com os diversos segmentos da sociedade, não passa de um desmonte, com possíveis riscos de se depredar um patrimônio dessa magnitude, peça fundamental ao desenvolvimento do sudeste da Bahia.
Finalizando, é oportuno frisar que estas considerações, mesmo sem querer impô-las como verdade absoluta, podem pelo menos servir de alerta para muitas pessoas que, ao visualizarem um só ângulo do problema, não se apercebem da sua complexidade. Reestruturar não é simplesmente fundir unidades, remover pessoal, extinguir atividades e nem trocar “figurinhas”. É muito e muito mais; positivamente não é tarefa para poucas pessoas e, tampouco, para amadores (publicado em 10-12-1998).
Projeto Fazer Literário oferece novas oficinas em Ilhéus
Iniciado com as Oficinas de Projetos Culturais e de Livro (Edição Alternativa), o Projeto Fazer Literário dá continuidade às suas atividades com a Oficina de Cordel (15 a 17 de fevereiro) e Ilustração (18 a 20 de fevereiro), ministradas pelo cordelista e ilustrador Franklin Costa, atualmente radicado na cidade do Recife.
As oficinas acontecem na Academia de Letras de Ilhéus, a partir das 18h30min. As inscrições são gratuitas e serão realizadas presencialmente na abertura do evento. O projeto tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.
Com novo gramado, Maracanã do Sertão foi recuperado pelo Governo do Estado
Neste domingo 14, no Estádio Municipal José Rocha, o Jacobina Esporte Clube venceu o Bahia de Feira por 2 a 0, e comemorou a primeira vitória no Campeonato Baiano 2016. A partida, válida pela segunda rodada da competição também foi marcada pela entrega do novo gramado e sistema de irrigação, que foram totalmente recuperados pelo Governo da Bahia, por meio da Superintendência dos Desportos (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).
O ato de entrega foi realizado horas antes da partida e contou com a presença de Cícero Monteiro, chefe de gabinete do governador Rui Costa, do diretor geral da Sudesb, Elias Dourado, do deputado estadual Manassés, do prefeito de Jacobina, Rui Matos, e do presidente do Jacobina Esporte Clube, Rafael Damasceno. Além do novo gramado, o equipamento também passou por adequações na tribuna de honra, tribuna de imprensa, alambrado, portões de acesso, vestiário, serviços preliminares e instalação elétrica – todas entregues em 2015.Para garantir um piso de qualidade, a Sudesb investiu R$205 mil na recuperação do gramado do estádio José Rocha, e contratou a empresa especializada Grenn Leaf, que também é responsável pelo gramado do estádio de Pituaçu, considerado um dos melhores do Brasil, e da Arena Fonte Nova (contratada pela Fonte Nova Negócios e Participações). Vale lembrar que a Grenn Leaf foi a empresa responsável por sete gramados dos 12 estádios brasileiros que sediaram os jogos da Copa Mundo Fifa 2014.
“A Sudesb tem investido não só em Jacobina, mas em outros municípios que também têm recebido a nossa atenção. Em Guanambi, no estádio Dois de Julho, que também sedia jogos do Baianão, a Sudesb realizou obras de requalificação, além de outros tantos equipamentos esportivos que já foram entregues, como os estádios de Ilhéus, Riachão do Jacuípe e Jaguarari”, disse o diretor geral da Sudesb, Elias Dourado.
A equipe do Jacobina assumiu a vice-liderança do grupo com 3 pontos, e no próximo domingo jogará em Salvador, onde enfrentará o Vitória no Barradão.




































































