:: 2012
Segunda Palhasseata de Ilhéus vai provocar sorrisos e emocionar
Está tudo pronto para a Segunda Palhasseata. Adereços, figurinos, artistas aquecidos, só esperando o público para deixar Ilhéus ainda mais colorida e alegre. Nesta sexta-feira (07), será a abertura oficial do evento, a partir das 19 horas, com música e espetáculos teatrais. Mas, o ponto alto da celebração do dia do palhaço acontecerá a partir das 9 horas de sábado, com a marcha pelas ruas do Centro de Ilhéus. As atividades acontecerão na Casa dos Artistas.

A programação de abertura da Segunda Palhasseata será com o espetáculo Cinema Incidental, com os atores e músicos Elielton Cabeça e Pablo Lisboa executando ao vivo novas trilhas sonoras para filmes mudos de Chaplin. Haverá ainda a exposição de fotografias e charges Dias de Palhaço, na Galeria Hans Koella, números do Circo da Lua e apresentação da peça Homens ajudam homens?, do Grupo Teatral Maktub, responsável pela promoção da iniciativa.
Mas o auge do evento será a passeata de palhaços e demais personagens do universo circense pelas ruas do comércio de Ilhéus. A concentração será às 8 horas, em frente à Casa dos Artistas. A saída do cortejo festivo está marcada para as 9 horas. Após circularem pelas ruas do comércio, o grupo retorna ao espaço cultural, onde haverá apresentações de números cômicos e circenses, fechando com um festival de tortas na cara.
Os interessados em integrar as atividades precisarão trazer um brinquedo para doação. Os produtos arrecadados serão destinados ao evento natalino promovido pelo ator Wallace Reys, o palhaço Linguiça, realizado no bairro São Pedro, em Itabuna.
Diferente do ano passado, quando os grupos e artistas locais realizaram o evento por conta própria e com a colaboração de parceiros, a Segunda Palhasseata é patrocinada pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, premiada pelo edital do Calendário das Artes. “Nesta edição, queremos surpreender o público, não só trazendo atrações de alta qualidade técnica, mas criando a atmosfera lúdica e alegre do circo”, afirma o diretor do Grupo Teatral Maktub, Fábio Nascimento.
Rezende / Desejando …
Para ver em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito).
Peneira / Vasco da Gama
18° EDIÇAO DA PENEIRA DO CAPITÃO VILA PARA O VASCO DA GAMA, NOS DIAS 08 E 09 DE DEZEMBRO, NO ESTADIO MARIO PESSOA, A PARTIR DA 08 HS.
INSCRIÇÕES: UM KILO DE ALIMENTO NÃO PERECIVEL (QUE SERA doado) PARA CRIANÇAS CARENTES DA NOSSA CIDADE.
INFORMAÇÕES:
CAPITÃO VILA
073 8807 6191
NOTÍCIAS DA AVEP
SÓ DEU EMPATE NA 19ª RODADA
Cumprindo sua programação 2012 de “babas” de praia a AVEP(Associação de Veteranos de Esporte Praiano) realizou domingo(2) a sua 19ª rodada. Os jogos como de costume foram realizados na praia da Soares Lopes, nas imediações do Ed. Santa Clara. No campo denominado Grimaldo as equipe do Capitão Erisvan e do Capitão Marconi empataram em 2 a 2. Marconi e Ismar marcaram para Marconi; Renatinho e Danilo conferiram para Erisvan. No campo chamado Martial os times do Capitão Paulo Gois e do Capitão Crispiniano também empataram pelo placar de 1 a 1. Waldemir marcou para Crispiniano e Ralio empatou para Paulo Gois. Não houve comentários negativos quanto às arbitragens dos juízes da Liga Ilheense de Futebol. Houve sim protestos de inúmeros associados quanto à falta de definição do Cartão Azul, que já gerou alguns transtornos em partidas anteriores. Aconteceu novamente no campo Grimaldo. É o fato do atleta associado fica sem saber qual será o critério a ser adotado pelo árbitro. Alguns ao aplicar tal cartão, o exclui definitivamente da competição, outros permitem –após o atleta cumprir cinco minutos de suspensão fora de campo–, que ele volte a competir. Afirmam os associados que a indefinição não contribui em nada para engrandecer a Associação.
As equipes no campo Grimaldo –(Cap. Erisvan): Luciano, Lindoia, Bacelar, Torisco, Heckel, Cesinha, Vado(depois Mario Filho no intervalo do jogo), Erisvan, Danilo e Renatinho X (Cap. Marconi): Ricardo, Aelson, Adauto, Pio, Jorge Reis, Sizinio, Luis Humberto, Ismar, Marconi e Fred
As equipes no campo Martial –(Cap. Crispiniano): Rosivaldo, Haroldo, Tabosa, Japonês, Maurílio, Luis Mario, Passos, Dr. Souto, Waldemir e Crispiniano X (Cap. Paulo Gois): Pedro Chama Gol, Djalma Peludo, Galletti, Melgaço, Paulo Gois, Ralio, Sena, Zugaib, Zé Eduardo e Major
Comentários da Rodada
No campo Grimaldo os observadores acharam que o time do Cap. Erisvan foi melhor no cômputo geral, inclusive apontam que os gols sofridos por esta equipe se deram por conta de duas bobeiras dos defensores Lindoia e Heckel que entregaram o “ouro ao bandido”. Comentaram também que o volante Cesinha deste mesmo quadro, não se sabe o porquê, em vez de atuar na frente dos zagueiros combatendo os atacantes adversários, recuou e foi jogar na zaga para cobrar “tiro de meta” e ficar na sobra.
Os comentários do campo Martial apontam que os dois times (do Cap. Paulo Gois e do Cap. Crispiniano) jogaram pau a pau. Destacaram num conceito de regular para bom, os atletas Maurílio, Dr. Souto, Japonês, Waldemir e Haroldo (para Crispiniano), e Pedro Chama Gol, Galletti, Paulo Gois, Zugaib e Zé Eduardo no quadro de Paulo Gois.
Observaram também que quem saiu retado da vida foi o lateral esquerdo Luis Mario pelo fato de seu time ter cedido o empate de última hora. Saiu esbravejando: “Eu jogo pra ganhar, não é pra brincadeira não!”.
G. BARBOSA E PREFEITURA AOS “TRANCOS E BARRANCOS”

O assunto que vamos abordar, já foi alvo de inúmeras matérias aqui publicadas no R2CPRESS, não só por nós como por outros cidadãos.
Em abril, próximo passado, chamamos a atenção pela última vez, sobre o devido projeto de construção do G. Barbosa, sem que a prefeitura fizesse a sua parte, que seria a abertura para prolongamento da Rua Coronel José Félix, que faz parte do Plano Diretor da cidade.
Citamos também, que por não respeitar o recuo no seu terreno, o G. Barbosa, prejudicou de forma definitiva a abertura da rua citada acima, como constava no projeto. E com isso, restavam apenas outras duas opções, onde se teria que inutilizar a Quadra Poliesportiva do loteamento Sapetinga, e a demolição do bar/restaurante ali existente na época, hoje já fechado para atendimento ao público.
Depois de tudo isso (oito meses), nada foi feito, e não será novidade se de repente novas tragédias venham acontecer, pois como se ver na foto atual, as carretas estão se utilizando da via pública como estacionamento de desembarque de carga para o G. Barbosa.

Sabemos que atualmente esta via vem sendo muito utilizada, por parte da polução que se desloca da zona sul para o centro da cidade. Para aliviar o congestionamento e ganhar tempo na Avenida Lomanto Júnior, não só por automóveis pequenos, mas por VANS DE TRANSPORTE ESCOLAR, além de veículos de cargas pesadas, tornando-se o risco bem maior.
As partes envolvidas na questão nos parecem, que já deram o caso por encerrado. Se for assim, vamos apelar para a Força Divina, que nos proteja e que não venha acontecer um novo acidente trágico, igual aquele ocorrido no dia 12 de abril de 2012 em frente ao G. Barbosa. Se isto acontecer, por certo mais uma vez o caso ganhará destaques nos meios de comunicação e depois tudo volta ao normal.
Diante disto, é bom lembrar mais uma vez, que não foi por falta de aviso, por parte de vários cidadãos desta cidade, que nada entendem de Engenharia de Trânsito e Mobilidade Urbana, mas tem o BOM SENSO, para analisar o que deve se deve ser feito.

Mais uma vez, queremos deixar bem claro, que nunca fomos contra a construção do G. Barbosa, pois inclusive, chegamos a publicar matéria dizendo da importância deste empreendimento para nossa cidade, mas isto não quer dizer que erros não tenham que ser reavaliados.
José Rezende Mendonça – 06/12/2012
ILHÉUS E A ECONOMIA CRIATIVA
Participei da OFICINA SEBRAE DE ECONOMIA CRIATIVA E CIDADES CRIATIVAS realizada ontem, 04.12.2012, no Centro de Convenções de Ilhéus, que foi brilhantemente ministrada pela Professora Ana Carla Fonseca. Parabéns à Professora pela sua competência e pelo seu poder de transmissão de conhecimentos, e ao SEBRAE pela promoção do evento.
De acordo com folder distribuído na ocasião, a Professora Ana Carla é autoridade internacional no assunto e a maior especialista brasileira em cidades criativas. Economista, administradora pública e única doutora em Urbanismo com tese no assunto, palestrou em 24 países, é consultora da ONU, professora de universidades internacionais e tem nove livros publicados.
Durante a apresentação foi mostrado um quadro com alguns exemplos de industriais criativas, e que reproduzo a seguir:
ARTES VISUAIS
– Pintura, escultura e fotografia
EDIÇÃO E MÍDIA IMPRESSA
LUTA CONTRA O CRACK
CRACK, É POSSÍVEL VENCER
Vamos todos juntos lutar para combater e vencer o “CRACK”.
Podemos encontrar informações completas sobre esta terrível droga em:
http://www.brasil.gov.br/crackepossivelvencer/home
Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com
ESTOU ATÔNITO
CARO EDITOR:
REALMENTO ESTOU ESPANTADO! OUVI DIZER QUE A CELEUMA DA PONTE VAI TER FIM?
A QUEM DEVEMOS AGRADECER? POSSIVELMENTE AOS PROTESTOS DOS SOFRIDOS TRABALHADORES,ESTUDANTES, COMERCIANTES E OUTROS QUE HABITAM NO PONTAL E ATÉ MAIS ADIANTE.
COMO USUÁRIO DO PERCURSO, NÃO GOSTEI DO TRAÇADO DOS 400 METROS QUE VAI DAR NA RUA DOIS DE JULHO! ACHO QUE HAVERÁ OBSTRUÇÃO NO FLUXO DE VEÍCULOS, NO CENTRO DA CIDADE. ESTA PONTE QUE SERÁ FEITA E A PONTE LOMANTO JR., SERVIRÃO À RODOVIA BA-01, PORTANTO, NÃO SE TRATA DE UM TRÂNSITO ESTRITAMENTE URBANO!
EM FEVEREIRO, EU ESCRIVI UM “BILHETE” A ESSE VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO, DANDO UM EXEMPLO DE UMA PONTE EXISTENTE EM NATAL-RN, DE COMPRIMENTO BEM MAIOR. SERIA UMA IDÉIA PARA UMA PONTE QUE BEIRASSE O MORRO PERNANBUCO EM DIREÇÃO À PRAIA DO CRISTO (FICARIA UM ELEVADO SEM PREJUDICAR A ECOLOGIA). CONTINUARIA O TRAÇADO DE UMA VIA PARALELA À AVENIDA SOARES LOPES E DAÍ PRA FRENTE VALERIA A INICIATIVA E A CRIATIVIDADE DOS URBANISTA…
SALIENTO QUE NÃO SOU TÉCNICO EM RODOVIAS OU URBANISMO. MINHA FORMAÇÃO PROFISSIONAL PASSA BEM DISTANTE DESTAS ESPECIALIDADES. SOU APENAS UM OBSERVADOR INTERESSADO NO MELHOR PARA A COMUNIDADE E LEITOR DESSE DINÂMICO NOTICIOSO.
ABS
RAYMUNDO SANTOS
med.vet.
Especulação na rabeira na omissão
Fazia um bom tempo que não dava uma saidinha da toca. Ontem fui ali no Centro Médico, depois na CEPLAC e resolvi, devagarinho, voltar pela Marquês de Paranaguá para rever amigos lojistas, passantes, andantes e quem aparecesse para o velho abraço, sorrisos e atualização das novidades (na fonte).
Percebí uma psicosfera esquisita. Aquele fovoco todo, característico de uma cidade buliçosa, não vi em canto nenhum. É bem verdade que esse baixo astral vem de um bom tempo. Sabia e sei que a cidade está macambúzia, mas testemunhar nessa magnitude foi doido demais.
Além do acabrunhamento que baixou no nosso povo, vi a imundice campeando, vi cada loja com seu respectivo monte de lixo bem na porta, vi pedintes, deficientes mentais e uma rua – que outrora funcionava como uma imã – completamente apática, morta, fedendo a mijo e sem um filete de Luz.
Ninguém sabe, exatamente, o que está acontecendo na administração municipal. Várias vezes cobramos transparência porque sabíamos que o silêncio geraria especulação e agora o prefeito está péssimo na fita. Está pagando e caro pelo silêncio.
Se a especulação aponta para todas – possíveis – irregularidades … como atender pedido para mutirão? Se a coisa fosse transparente, se a comunidade soubesse para onde tem ido o dinheiro arrecado ou carimbado, se essa situação de penúria fosse mostrada mês a mês, nem precisaria chamar porque a própria população iria para as ruas (centro, bairros, distritos, vilas e povoados) e faria uma verdadeira faxina. O verdadeiro ilheense AMA a sua cidade e por ela faz tudo. Quando ela se sente preterida, jogada criminosamente de lado (contrário ao discurso) ela vira fera e não perdoa…
Nossas esperanças se esvaíram. Estamos por conta de uma meia dúzia de “colaboradores” escolhidos a dedo por sua santidade o prefeito que, num momento festivo disse que arregaçaria as mangas e faria a nossa cidade voltar aos bons tempos com geração de emprego, com um modelo de administração visando tirar Ilhéus do caos. Ele com seus “secretários” apunhalaram seus irmãos ilheenses e os secretários, ávidos, digo, dedicados não deram o “rumo” para o qual se esperou. Perderam o rumo na administração e ganharam outros rumos… se eu estiver enganado, perdão, mas o silencio me dá a possibilidade de especular também.
Na política o vento sopra para vários lados. Quando existe o vento do oportunismo muitos que se identificam com ele correm pra frente. Se o vento faz, inesperadamente, uma curva e deixa o tal de lado a revolta surge em forma de fervorosos discursos de arrependimento e ou lamentações. Se as coisas andarem certinhas para com esses aproveitadores aí o silencio deles se junta com os que preferem esconder para desse “esconder” inviabilizar certezas …
Aos jovens afoitos, aspirantes a cientista político, comentaristas, homens de grupo prestem bastante atenção ao vídeo abaixo.
Se cada diabo governa seis meses o calendário está pequeno para a cidade de Ilhéus.
Lamentável…
… e agora aprendam:
Resenha do livro Maricota e as formigas
A estória infantil de Neila Brasil Bruno
BRUNO, Neila Brasil. Maricota e as formigas. Ilustrações: Luiz Renato do Nascimento. Bauru: Canal 6, 2012
Por Alderacy Pereira da Silva Júnior
Jornalista e arte-educador
O cenário literário baiano ganhou mais uma contadora de estória, agora em papel, inclusive. Texto envolvente e muito bem ilustrado são responsáveis pela adesão facilmente dos leitores, e com uma bela apresentação da escritora, os pais e educadores são sensibilizados a valorizar esse novo título da literatura infantil.
Dedicado aos seus sobrinhos, outros leitores se identificam facilmente com a estória de Maricota e as formigas, porque Neila conta com envolvimento e sensibilidade, características de uma exímia contadora de estórias.
Com o clímax anunciado – “A menina não tinha sossego”, a personagem principal ensina-nos como nos afastar do problema, com as mais diversas soluções inventivas. Mas as formigas não se fizeram vencidas, foram cada vez mais fortes, até cantavam alegremente.
Despertando na criança o sentimento de vingança – “Hoje vocês não me escapam! Na hora de lavar a louça, vou afogá-las, uma a uma”. Nesse momento vemos como autora foi corajosa ao nos mostrar tão verdadeiramente a alma infantil. Não foi com meias palavras que ela exibiu esse sentimento, e isso torna a estória mais verdadeira.
No momento posterior, a Maricota mostra-se arrependida: “(…) sentiu no seu coração uma grande dó e resolveu salvá-la (as formigas) do afogamento”. Reside aí o despertar do sentimento de compaixão, solidariedade, fraternidade, o que nos permite uma forte identificação com essa personagem.
O final feliz aparece nessa estória como uma conquista, uma descoberta dos valores humanos: “E, assim, a menina e a formiguinha se tornaram grandes amigas, cada uma desempenhando seu importante papel na natureza”.
Ao final dessa estória, a gente espera encontrar outros títulos dessa contadora de estória, para experimentar viver novas emoções. Além disso, imaginamos que ela vai enriquecer nossa literatura infantil com suas audácias e as belas ilustrações que nos apresentou, como as assinadas por Luiz Roberto do Nascimento.
Enquanto não temos novos títulos de Neila, aguardamos o lançamento desse livro com o selo da Editus – Editora da UESC, que tem por tradição apresentar belos projetos gráficos, enriquecendo ainda mais o texto escrito, inspirando novos talentos e formando leitores. douglascouto@yahoo.com.br































































