:: jun/2013
Ilhéus no combate à dengue
Esta semana, entre os dias 04 a 07/06, Ilhéus intensificará as ações de prevenção da dengue, dando continuidade ao Projeto de Mobilização Social para a Prevenção e o Controle da Dengue no Estado da Bahia. O Projeto é um esforço conjunto da Secretaria da Saúde de Ilhéus, Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), devido à cidade ser considerada pelo Ministério da Saúde, como prioritária no Plano Nacional de Prevenção e Controle da Dengue (PNCD).
Na terça-feira (04/06), técnicos da SESAB e da FLEM estarão reunidos com os Coordenadores Municipais do Projeto para alinhamento das ações e, no turno da tarde acontecem reuniões estratégicas com o Prefeito, Secretários e Gestores da Saúde. Na sequência, na quarta-feira, (05), no bairro Alto da Conquista, acontece uma caminhada contra a dengue envolvendo a equipae técnica, Articuladores do Projeto e comunidade. Na quinta-feira, (06), acontece o Seminário de Acompanhamento e Avaliação do Projeto, com os Articuladores e Parceiros municipais do Projeto e na sexta-feira (07), uma nova caminhada, agora na Avenida Central.
Após essa semana, as ações de prevenção e controle da dengue continuam a acontecer por iniciativa do município.
Atualmente 23 municípios são beneficiados por essa iniciativa: Alagoinhas, Camaçari, Serrinha, Conceição de Coité, Itaberaba, Jacobina, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Simões Filho, Valença, Vitória da Conquista, Bom Jesus da Lapa, Eunápolis, Feira de Santana, Guanambi, Ilhéus, Irecê, Itabuna, Jequié, Porto Seguro, Salvador, Senhor do Bonfim e Teixeira de Freitas.
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Melyssa Neves
Projeto de Mobilização Social para a Prevenção e o Controle da Dengue no Estado da Bahia
PONTAL – MEMÓRIAS
FESTAS TRADICIONAIS: SANTO ANTONIO, SÃO JOÃO, SÃO PEDRO, SÃO FRANCISCO E JUDAS.
Por um longo tempo, a festa de São João do Pontal ficou resumida a queima de algumas fogueiras e a festa do padroeiro, por diversos motivos: pavimentação das ruas, morte dos moradores tradicionais desta festa, insegurança noturna, etc.
Já a partir de 2012, acendem-se luzes no fim do túnel, e o bairro do Pontal mesmo cambaleando dá sinal de vida e vem tentando se reorganizar com suas festas tradicionais.
Agora em 2013, mas precisamente no dia 15 de junho, com o novenário na Igreja Matriz, tendo a frente o nosso atuante padre Jarmil, dar-se o inicio as homenagens ao nosso Santo Festeiro, com o espírito de fé desta comunidade.
Com isso, a festança vai tomar outro rumo e parece que as tradições vão voltar, e conta com apoio de vários segmentos e pessoas do bairro, que não medem esforços neste sentido. Destacamos os conterrâneos como: Henrique Abobreira, professor Clério, Jorginho e a família Carnebó.
No salão de festas, Eventos Elegância, teremos o Forró do Seca Copos, com a participação da Banda Cartão Postal, logo após o novenário, tentando resgatar de vez os grandes bailes e festas do antigo Clube do Pontal.
E para relembrar aqueles tempos de outrora, resolvemos a pedido da comunidade, relatar o que estão na nossa memória, destes festejos do bairro do Pontal.
Como se não bastasse ,se privilegiam de ter SÃO JOÃO COMO PADROEIRO DO BAIRRO.Isso significa que a comunidade religiosa, também reza e ora ,através da fé no nosso Santo Festeiro.Como marco do início do novenário, dia 15,após as celebrações na Igreja Matriz, a comunidade pontalense ,vai curtir o FORRÓ DO SECACOPO,com a Banda Cartão Postal, noSalão de Festas ELEGÂNCIA EVENTOS ,cujo espaço ,substitui e resgata as grandes festas do antigo Clube do Pontal.
SÃO JOÃO – Na década de 50, até meados de 70, o São João no Pontal era uma verdadeira festa de “São João na Roça”. O Pontal favorecia para isso, pois aproximadamente 90% das ruas não eram pavimentadas, facilitando a queima da fogueira em quase todas as casas das ruas do bairro. Aqui se dançava o forró (arrasta pé) em várias casas que ficavam com suas portas abertas para quem quisesse dançar. Lembro-me dos forrós nas casas de Dona Anardina, Sr. Militão e Sr. Miliano. Não faltavam as comidas típicas como: o amendoim assado ou cozido, milho assado na fogueira ou cozido, pamonha, mungunzá, canjica e diversos tipos de licores. Tínhamos apresentações de “quadrilhas”, e dentre elas a da Rua 13 de Maio, organizada por “Seu Coló” e a do Sr. Militão na Rua do Bonfim, hoje David Maia. Lembro-me também do tradicional “pular a fogueira”, no dia 24, onde os moradores se tornavam compadres e comadres, num juramento a São João. E não podia faltar a festa religiosa, em homenagem ao padroeiro do bairro, que terminava com uma procissão pelas principais ruas. Recordo-me de uma das cantigas religiosas, nas procissões: Ave, ave, ave Maria. Ave, ave, ave Maria. A 13 de maio na cova da Íria, apareceu brilhando a Virgem Maria. Ave, ave, ave Maria… No céu, no céu com minha mãe estarei, na santa glória um dia, com minha mãe estarei…
SÃO PEDRO – Festa que se seguia logo após o São João, nos dias 28 e 29 de junho. Havia também queima de fogueiras, só que desta vez por parte das viúvas. A Colônia de Pescadores organizava o tradicional “bordejo”, com suas embarcações, principalmente os saveiros, na baía do Pontal, prestando suas homenagens ao santo protetor. Havia uma coisa muito interessante naquela época, enquanto o bordejo acontecia com imagem de São Pedro, outra procissão por terra, trazia São Francisco ao encontro da imagem e do mesmo modo no dia de São Francisco havia o bordejo e a imagem de São Pedro desta vez vinha por terra numa procissão ao encontro de imagens na praia. Hoje deixaram morrer esta tradição.
SANTO ANTÔNIO – Era a festa que abria o tão movimentado bairro do Pontal, nas noites de 1º a 13 de junho, com a tradicional trezena em homenagem ao santo. Lembro-me das trezenas nas residências de: Jorginho, “Vavá de Antônio Vitório”, “Dona Dulce do Posto Médico” e “Seu Militão”.
Na porta dessas residências aglomeravam-se bastante jovens e adultos, para no final das trezenas se dirigirem ao “pé do santo” e fazerem seus pedidos de namoro ou casamento, dando um nó na fita que já ficava no altar para esta finalidade. As crianças que nada entendiam ficavam na espera dos tradicionais mingaus de milho e tapioca ou mungunzá, que era servido a todos os presentes. Hoje esta tradição também não existe mais. Para recordar a reza em homenagem ao santo: “Viva Santo Antônio, nosso advogado, no céu e na terra, vós sois festejado… Alegres cantamos, hoje com fervor, viva Santo Antônio, nosso protetor… Pedindo a Jesus, e a Maria também, que nos dê a glória, para sempre amém”. E no último dia rezava-se: “Milagroso Santo Antônio, neste mês tão festejado, não há ninguém nesse mundo, que por vós não seja amado… Milagroso Santo Antônio, com pesar vai nos deixar, mas prometo oh! Santo Antônio, para o ano festejar!”…
JUDAS – Festa tradicional do bairro, a queima do Judas, que naquela época, existia um pelo menos, na maioria das ruas do Pontal, que não faltava além do foguetório, às mensagens deixadas pelos Judas aos moradores da rua. A criançada fazia a festa e hoje raríssimos são os casos de queima de Judas e sem aquele brilhantismo da nossa época. É por isso tudo que as lembranças não se apagam.
José Rezende Mendonça – Pontalense desde 1951.
Mensagem da semana
Caros amigos e amigas,
IRRITAÇÃO
Sua irritação não solucionará problema algum!
Medite na grande vantagem de não irritar-se, para não prejudicar sua saúde.
Se você não se irritar, seu interlocutor voltará aos poucos à serenidade, e todos poderão entender-se.
Seja calmo.
Pense bastante antes de falar.
E não se irrite, porque a irritação não pode solucionar nenhum problema! (C.Torres Pastorino)
Que todos tenham uma semana de PAZ e LUZ, repleta de SAÚDE e a BENÇÃO misericordiosa de DEUS, que é um Pai de infinita bondade e amor.
ZÉCARLOS JUNIOR
Reflexão 9º Domingo do Tempo Comum – 2013

Entramos novamente no tempo comum, neste tempo refletimos sobre os feitos de Jesus e também damos uma maior atenção aos santos em suas festas e devoções. Nesta liturgia encontramos a abertura da revelação a todos os povos é o caso de Salomão que roga a Deus que atenda a todos os que se aproximarem do templo para clamar ao Deus Altíssimo. Assim também vemos Jesus no evangelho admirado da fé do Oficial Romano. O povo de Israel era um povo nacionalista e com muita dificuldade de se abrir a outros povos, mas por outro lado vemos muitas iniciativas neste sentido como é o caso de Salomão. Certamente que Jesus em suas pregações mostra muito bem que a salvação é universal.
Algo muito importante é o que vemos na segunda leitura, São Paulo adverte as comunidades da Galácia pela deturpação do verdadeiro evangelho, é algo que está acontecendo nesta comunidade, pessoas que andam pregando o evangelho de forma diferente e modificando o verdadeiro anúncio trazido por Jesus para simplesmente agradar as pessoas e tê-las em sua comunidade. Uma das grandes preocupações deste tempo da igreja era manter a mesma fé transmitida pelos Apóstolos e neste sentido a Igreja nascente se empenha para que a Doutrina não fosse mutilada por nenhum pregador mal formado. Isto para nós de hoje ainda é uma preocupação. Quantas pessoas em nossas comunidades que pregam a Palavra e se alvoram a dar palestras sem ter nenhuma formação, mal fizeram alguns retiros e pensam que são mestres na Palavra. Os retiros são bons, claro! Para uma experiência com Jesus e uma abertura a vida de comunidade, mas fazer da pessoa um formador, não. Para isso deve-se formar-se. Fazer curso de Doutrina, Teologia para estar apto a dar formação seja de que tipo for. Veja bem a vida de São Paulo. Depois de sua conversão Paulo tentou pregar, mas a comunidade ficou assustada e rejeitou sua pregação, Paulo se retirou e foi se formar e na oração e estudo ficou 13 anos, somente depois Barnabé, que era seu primo, o introduziu na comunidade de Antioquia, e Paulo pregou durante 13 anos, dos quais passou boa parte preso. Não podemos nos precipitar, mas não podemos não pregar, temos que nos formar, nos preparar, afinal estamos falando da Palavra de Deus.
“CONGO”, NÃO BASTASSE UMA “ZÂMBIA”
Resolvi destacar o comentário de André Giovanni, feito no “O GRÁFICO MUDOU” (31/05/13). Me chamou a atenção um novo apelido (juro que esse não fui eu) para o lixo da Central de Abastecimento da Urbis : “CONGO”.
André se queixa, com toda razão, da ausência de contêineres acondicionadores de lixo, que poderiam melhorar o aspecto e agilizar o processo de recolhimento pelo caminhão apropriado. Sei que a Prefeitura está se esforçando para criar regularidade e assiduidade nesse recolhimento, razão ainda melhor para colocar de volta alguns contêineres no lugar, afinal, por mais que a coleta esteja sendo aperfeiçoada, melhor o lixo dentro do recipiente do que espalhado no chão. É bom não dar a chance do apelido “CONGO” pegar, pois uma “ZÂMBIA” já é demais…
One Response to “O GRÁFICO MUDOU”
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André Giovanni disse:
“Parabéns pelo excelente exemplo de cidadania, Nilson! Se somente a voz de um único morador de Ilhéus martelando repetidas vezes fez a Prefeitura sair da morosidade e agir, imaginemos como seria a cidade de Ilhéus se a grande maioria dos moradores saíssem de sua “zona de conforto” e começassem a exigir seus direitos… Com certeza Ilhéus seria uma cidade mais limpa, mais atraente para o turismo, mais gostosa de se viver.
Espero que seja o fim da Zâmbia, mas o “CONGO”, que é a área da feira da Urbis continua, a Prefeitura a tem limpado constantemente nas últimas semanas (depois que vc começou suas denúncias) mas não colocou ainda um fiscal para inibir os moradores mal-educados de continuarem jogando seu lixo residencial ali, além de ter retirado as duas caçambas de lixo utilizadas pelos feirantes anteriormente… as caçambas sumiram e nunca mais voltaram ao lugar… É necessário uma campanha séria de conscientização promovida pela Prefeitura nas escolas de Ilhéus, pois a educação social e ecológica tem que começar a ser incutida na mentalidade da nova geração de ilheenses desde pequenos (pois a geração atual só com multa para resolver)…”
NOTÍCIAS DA AVEP
HAROLDO GANHA DE 7 A 3
Local: Praia da Av. Soares Lopes (Imediações do Ed. Santa Clara)
Dia: 26/05/2013 – (Domingo pela manhã)
Evento: 7ª Rodada de “Babas de Praia” da Programação 2013
No Campo Martial o time do Capitão Haroldo abateu o do Capitão Djalma Peludo pelo escore de 7 a 3. Marcaram para Haroldo: Claudio Assis(2) Melgaço, Luiz Humberto(2) e Ralio(2). Fizeram para Djalma Peludo: Jatobá(2) e Paulo Sergio. O time do Cap. Haroldo jogou um bom futebol, com destaque para o meia-atacante Luis Humberto, autor de dois gols inclusive. Destacaram-se também o volante Haroldo, capitão que sabe a onde as cobras dormem, tendo mais uma vez escolhido um time pra ganhar, e o goleiro Marcelo da Receita que, como esta, vem fazendo partidas memoráveis.
No Campo Grimaldo os quadros dos Capitães Erisvan e Renatinho empataram em zero a zero. Alguns observadores acharam que o jogo foi duro e disputado, outros em razão do gol –a festa do futebol–, não ter saído pra nenhum dos lados, que foi “duro de ver”. Mas escolheram o beque-de-espera Paulo Gois, o “atacativo” Lucas(neófito na Associação) e o meia Vado como destaques. Também conferiram ao goleiro Zeca, defesas de bolas importantes que garantiram o empate de seu time. Os juízes das partidas foram os senhores Robson Luiz Miranda Pereira(Campo Grimaldo) e José da Silva Costa(Campo Martial), ambos da Liga Ilheense de Futebol com boas atuações.
Equipes Campo Grimaldo – (Capitão Erisvan): Zeca, Valmick, Lucas, Paulo Gois, Sesinha, Japonês, Dr. Souto, Erisvan, Marconi e Garrancho X (Capitão Renatinho): Rosivaldo, Prof. Jorge Reis, Vado, Torisco, Sizinio, Silva, Fred, Valdemir, Ismar e Renatinho
Equipes Campo Martial – (Capitão Haroldo): Marcelo da Receita, Lindoia, Melgaço, Haroldo (depois Ralio no intervalo da partida), Heckel, Silvio Reis, Assis, Adauto, Luis Humberto e Sena X (Capitão Djalma Peludo): Pedro Paulo Chama Gol, Galletti, Djalma Peludo, Zé Eduardo, Danilo, Mario Cabeça Branca, Jean, Tabosa, Paulo Sergio e Jatobá.
Fofocadas:

Após a partida os integrantes dos “babas” foram curtir uma “porcada” na base do “sucos de cevada” no bar de propriedade do atacante e promoter Zezinho da Baixa Fria. Comentários dão conta que alguns atletas depois de algumas doses do “suco” se revelaram, quer dizer, ‘soltaram a franga’. Por falar em Zezinho a “briguinha de compadres” entre este atacante e o presidente Jackson Lima está acabando. O seu retorno à AVEP está marcado para a próxima rodada.
Love – Dizem os observadores fofoqueiros que o centroavante Paulo Sergio não vem jogando bem em razão de estar curtindo o maior “love” com uma garota da cidade.
Cesta da Fraternidade – o lateral Torisco avisou aos sócios inadimplentes com esta cesta que a Mister Pão tem de tudo e fica pertinho da sede da AVEP. Incomodados, alguns associados estão querendo saber se o ala tem participação nos lucros.
O beque Paulo Gois – Recuperado da saúde retornou ao convívio avepiano, e conta-se que está no maior tititi com o presidente.
GALERA DO FLA

No domingo(26) à tarde estando no mesmo recinto com amigos a bebericar umas, e outras cervejas, registramos a feijoada da Galera do Fla (facção de torcedores do Flamengo carioca na cidade de Ilhéus presidida pelo atacante Crispiniano, um associado da Avep) no Bar Cia do Caranguejo. O encontro segundo este diretor foi uma espécie de avant première de outros que objetivam acompanhar a Seleção Brasileira na Copa das Confederações.
À parte como estávamos, de repente meio a muvuca rubro-negra, soou o nosso nome. Era um dos participantes flamenguista, o Wellington da Ferrari, a nos presentear com uma “taboa envidraçada de carne” pelo fato de gostar de nossos escritos no Diário de Ilhéus e R2cpress.
Claro, surpreendido ficamos! Logo um vascaíno! Seremos um estranho no ninho, ou melhor, no Ninho do Urubu! rsrsrs
Obrigado mais uma vez, Wellington. Valeu pelo incentivo. A aprendizagem continua. Agradece Heckel Januário.
Diocese de Ilhéus
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MAÇONARIA UM NINHO DE LIDERES

Leonardo Garcia Diniz
Os segredos Maçônicos sempre haverão onde existir um maçom em busca de seu próprio aperfeiçoamento, de seu destino, de seu renascimento, por fim do seu “EU” e de sua espiritualidade.
Enquanto eu me desconhecer andarei em trevas e a cada esquina que tenho dobrar se transformará em um imenso mistério; à medida que me descubro, que me estudo, que me observar, que me moldar, que me desbastar, saberei o que me esperará após o cruzar de quaisquer encruzilhadas (lá haverá LUZ! / vida!).
O eterno desbastar da pedra bruta e o penetrar em si mesmo, a expertise da vida, um melhor entendimento do seu próximo, nos transforma em profundos conhecedores do comportamento humano e do bem conduzir socialmente o próprio caminhar.
Dito e entendido isto, regra é, que a cada passo dado e cada degrau subido, cada nova descoberta, cada segredo revelado, se constrói um LIDER.
A construção de lideres é uma constante e esse é o papel que se espera no desvendar dos segredos que cada um de nos se permite descobrir (“EU”); uma loja tem entre seus irmãos potencialidades que lhes permitem estarem aptos a cobrir qualquer irmão que esteja ausente e a assumir a liderança ha qualquer tempo. Somos todos aprendizes!,… somos todos lideres!
Nossa aptidão é do tamanho do nosso segredo!
“Preocupe-se mais com seu caráter do que com sua reputação, porque seu caráter é o que você realmente é, enquanto a reputação é apenas o que os outros pensam que você é”. (John Wooden)
Leonardo Garcia Diniz
Aug.’. e Resp.’. Loj.’. Simb.’. Vigilância e Resistência N° 70 – Ilhéus (BA).
Agrissênior Notícias – Nº 430 – 5 de junho de 2013
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SÃO JOÃO DO PONTAL
Termina o mês de maio, considerado das noivas e da dança; se inicia junho,com bandeirolas,fogueiras e quadrilhas.Período de mais fé que a Semana Santa,época de mais folia que o Carnaval.Fantástica culinária, trajes típicos inigualáveis.Coreografia na dança de salão e nas quadrilhas.Esses festejos juninos ,são também responsáveis por verdadeiras maratonas turísticas . Aqui no nordeste, as festanças possuem dimensões diversificadas: Às vezes se transformam em mega eventos ,enquanto na maioria das cidades , se constituem em inúmeras confraternizações preservando tamanha tradição,no espírito de todas as gerações.Esse exemplo ,sempre foi venerado no Bairro do Pontal, aqui em Ilhéus.As famílias ainda fazem fogueira queimam fogos, enbandeirolam as ruas ,a permuta dos excelentes pratos da ocasião,são frequentes entre elas e assim fazem suas simpatias e adivinhações.Como se não bastasse ,se privilegiam de ter SÃO JOÃO COMO PADROEIRO DO BAIRRO.Isso significa que a comunidade religiosa, também reza e ora ,através da fé no nosso Santo Festeiro.Como marco do início do novenário, dia 15,após as celebrações na Igreja Matriz, a comunidade pontalense ,vai curtir o FORRÓ DO SECACOPO,com a Banda Cartão Postal, no Salão de Festas ELEGÂNCIA EVENTOS ,cujo espaço ,substitui e resgata as grandes festas do antigo Clube do Pontal.
Aproveitamos o ensejo para sugerir ao ilustre intelectual, pesquisador,historiador e escritor; José Rezende de Mendonça (nascido,criado e que vive no Pontal),para elaborar uma matéria sobre a história desses festejos juninos que já foram tão participados pelos moradores do lugar. Zé Carlinhos com a palavra.


































































