GUERRA DE PODER ENTRE A CLASSE POLITICA DEIXANDO O BRASIL EM SEGUNDO PLANO – Em nosso país continua precisando da demonstração da seriedade social, política e judicial visando dar fim às preocupações dos maléficos envolvimentos de corrupções, criando tratamentos sérios em favor da soberania brasileira. A Justiça afinal somente ouve os que praticam delitos, a maioria negam os crimes por eles praticados, as prisões servem de aposentos dos meliantes, suas penas muitas vezes amenizadas e a quantidade de dinheiro subtraído jamais voltará aos cofres públicos. O Brasil ao que nos parece foi saqueado, foi destruído a ordem e o progresso, enfim transformaram os sonhos dos brasileiros em pesadelos, essa é a mais dura e patente realidade.

Não existem planejamentos e recursos governamentais sérios para as criações de escolas em seus níveis básicos e fundamentais, os habitantes vivem num desconhecimento insuportável da organização social e política do seu País.  Tudo em detrimento dos desajustes de tantos seres humanos espelhados sem recursos próprios para aprenderem a ler e escrever. A educação tem seu poder de transformar os indivíduos de fato, e essa é uma certeza que temos observado hoje em dia. A ciência impulsionada pela grandeza da sabedoria humana é importante atributo de vida em sua plenitude. Lamentavelmente, somente a classe política e seus governantes não procuram ver essa verdade.

É vasto o principio para o homem aliar-se aos conhecimentos de vida social e política. Preparar as pessoas para a vida social e profissional é um dos objetivos da civilidade. Reiteramos que essa preparação começa desde os cinco ou seis anos de idade a partir da escola infantil, socializando as crianças, sempre desenvolvendo certas habilidades das pessoas, através do diálogo e traduzindo a comunicação, evitando o prejudicial isolamento social. E o mundo e nosso país jamais foi diferente.

Muitas pessoas no Brasil demonstram as suas preocupações e imaginam que estão a três passos de movimentos imaginários de uma guerra civil. Não se podem permitir destruições de seres humanas. Pois a desunião e a guerra visam, então, ou a destruição do adversário, ou a anexação dos seus territórios, ou a sujeitação de sua política interna aos interesses do agressor. E o Brasil onde entra nessas deficitárias ações antissociais?  Porém, não podemos concluir apressadamente que toda guerra é injusta exclusivamente por fazer o uso da violência. Para evitar as guerras, o primeiro passo é respeitar as diferenças, ser solidário em favor do respeito recíproco com todos os seus habitantes. É melhor aceitar as diferenças, e conviver num ambiente pacífico, do que brigar.

Por outro lado, os políticos estão dando mostras de irresponsabilidade, salvo as exceções de praxe. Vários partidos e legendas afins partiram para uma cruzada contra o governo atual, como se não fossem em sua maioria eles os maiores responsáveis pelo desmoronamento econômico, social e institucional do País. Com o intuito de ocultar seus desastrosos feitos, muitos se defendem, agora, eleições diretas, como meio de voltarem ao poder. Todos os que deles discordam são tidos atualmente por “inimigos”. Almejam voltar à sua posição de mando para acobertarem os seus desmandos financeiros e concluírem o seu trabalho de desmonte do País. Eleições diretas, para eles, significa nada mais que pôr o Brasil na rota da bolivarização. A população clama pelas ruas do nosso País que a Venezuela hoje seria o Brasil amanhã.

Resolvida à questão do Tribunal Superior Eleitoral, à qual se deve seguiu o arquivamento dos processos de impeachment, cabe ao País retomar o seu caminho rumo à aprovação das reformas. A trabalhista e a previdenciária, dependendo do clima de pacificação a ser instaurado não sabem como ficará o Brasil no final de todas essas manobras. O presidente atual já deu sinais claros de que não renunciará.

A política ficou entendida como guerra de amigos contra inimigos deveria cessar. É tarefa urgente que o País se una no prosseguimento das reformas transparentemente honestas e que todos visualizem um caminho de paz e progresso sem modelos de ilícitos, bombardeados pelos que não se preocupam com os destinos nacionais. Há um limite para tanta irresponsabilidade reinante nos caminhos administrativos e sociais de Brasil. PENSEM NISSO!!!

Eduardo Afonso – Ilhéus-Bahia

PSICOMUNDO (II) QUE TRATAMENTO SÉRIO MERECE O BRASIL?