Tragédia de Santa Maria
Rabat
A tragédia ocorrida ontem, em Santa Maria, nos faz refletir sobre a responsabilidade de quem contrata seguranças inabilitados ao seu trabalho.
Há alguns anos, um jovem sulista veio a Ilhéus para uma comemoração familiar e, naquele supermercado muito procurado pela elite da Cidade Nova, pegou uma garrafa de vinho para olhar o seu rótulo, levou um tiro do “segurança” e morreu ali mesmo.
Meu afilhado André e a sua então namorada Cristiane tentaram entrar numa festa, aí no Couto, por um buraco na cerca do fundo e levou um tiro no braço, a três centímetros do coração; milagrosamente, não morreu.
Há alguns anos, um dos seguranças da PMI que só andava armado, era um pobre desequilibrado mental que passava todo o tempo falando sozinho naquele estacionamento à esquerda do Palácio Paranaguá.
Aqui, em Londres ninguém entende como pode ser possível um segurança lacrar uma discoteca em chamas para os seus clientes não sairem sem pagar.
Apenas a falta da educação conveniente pode explicar tal desgraça.
Guilherme Albagli



























































