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PONTE DO PONTAL: HÁ RAZÕES E RAZÕES.

por Edgard Siqueira

Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).

7 respostas para “PONTE DO PONTAL: HÁ RAZÕES E RAZÕES.”

  • Zé Antonio says:

    Só ficamos sabendo um pouco deste projeto por causa do interesse desses dois cidadãos.
    Tenho acompanhado as postagens de ambos, assim, podendo externar a nossa opinião.
    De um lado um crente, um sonhador que acredita nos políticos a ponto de lembrar e enaltecer Carlinhos Freitas como administrador (sic). Acredita em todas as promessas rabiscadas nos projetos. Do outro lado um cidadão que não sabe o seu futuro e ninguém está preocupado com isso.
    Na nossa modéstia opinião, nenhum projeto de interesse social dará certo se não haver a participação das pessoas que de alguma maneira serão atingidas com a sua execução.
    Aceitar um projeto desta magnitude sem ponderar as suas propostas é de um imobilismo inaceitável.
    Analisando os croquis do projeto muitas situações precisam de respostas urgentes. Tenho um sobrinho que estuda no Padre Palmeira, que me disse que a Diretora está desesperada, já que o colégio será inviabilizado com a construção da ponte e não sabe o que fará com mais de 500 alunos da única escola do 2º grau acessível a todos no bairro do Pontal. E pasmen, até hoje a diretora não foi procurada por nenhuma autoridade. Isto não está certo. Estão tratando uma instituição de ensino como se entulho fosse.
    Tenho um amigo que tinha um restaurante na Litorânea Sul e da outra vez que fizeram algumas indenizações, ele recebeu a misera quantia de R$ 6.000,00 (seis mil reais), que não deu nem para indenizar os funcionários. Esta conversa que pagam bem é conversa fiada de simpatizantes. Todo mundo sabe que a realidade é outra. Os moradores tem que se unir e correr atrás dos seus direitos, procurem o Ministério Publico e joguem duro. Queria ver se as casas atingidas fossem dos que defendem o projeto se o discurso seria o mesmo. A velha máxima retrata direitinho a realidade “pimenta nos olhos dos outros é refresco”.

    • Aparecida says:

      Perfeita a sua colocação Zé Antônio.Principalmente no que se refere a percepção dos dois sujeitos que discutem aqui um projeto de relevância municipal (ou mesmo de abrangência maior)e o destaque que dá a importância da participação social para a execução do projeto.
      O que alguns não entendem, ou querem escamotear, é que a discussão que Edgard trás evoca uma gestão democrática, a partir da participação dos cidadãos num projeto que será feito com fins de beneficiá-lo. Participação esta prevista na Constituição de 1988, denominada de CONSTITUIÇÃO CIDADÃ, dado a participação da sociedade civil organizada na concepção da mesma.
      Não podemos aceitar goela adentro a forma desrespeitosa como estava acontecendo, ou como pode continuar a acontecer a (Des) informação a respeito do futuro dos moradores do Sul do Pontal, mas precisamente da Rua Marambaia, Nova Brasília e Barão do Rio Branco. Estes moradores receberam pessoas leigas em suas casas, que solicitaram a entrar nas mesmas para avaliá-las para a desapropriação com fins ao desenvolvimento de um projeto que não foi apresentado à estes moradores e nem mesmo discutido. Um projeto que não foi apresentado seus impactos sociais e ambientais.
      Me pasma, a tendência de alguns a quererem permanecer num período da ignorância onde o “coronealismo” operava calando e alienando o povo.
      É urgente discuti essa e todas as ações voltadas para a cidade.Afinal, somos todos cidadãos e temos direitos e deveres previstos em lei. Assim sendo, o Estatuto da cidade, Lei Nº 10. 257 de 10 de julho de 2001, (lei federal brasileira que regulamenta os artigos 182 e 183 da Constituição Federal de 1988) estabelece em seu artigo 2º – A política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:
      (…)
      II. gestão democrática por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade na formulação, execução e acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano;
      (…)
      XIII. audiência do Poder Público municipal e da população interessada nos processos de implantação de empreendimentos ou atividades com efeitos potencialmente negativos sobre o meio ambiente natural ou construído, o conforto ou a segurança da população.

      Resumindo, Edgard e nem os demais moradores do Pontal não estão inventando a roda, mas lutam para terem seus direitos como cidadãos efetivados.

  • Edgard says:

    Caro Zé Antonio,

    As suas colocações deu uma grande visibilidade ao que realmente estamos passando e o que ainda vamos passar.

    Na Republica da Banania, a omissão, a passividade e a conveniência, são marcas indeleves de quem só gosta de aplaudir e dizer amem sim senhor, para não correr o risco de sofrer algum desgaste, minimo que fosse, da grande turba que se alterna no Poder. Se no amago discorda o silencio é a regra

    Se não, após 06 meses de inaugurado, um Porto Pesqueiro que consumiu a bagatela de 13 milhões de reais de dinheiro publico e não funciona e nem vai, pelo assoreamento gigantesco, seria alvo de indignação e cobranças de resposta a questionamentos inevitáveis. No entanto os “especialistas” formadores de opinião ficam caladinhos, caladinhos. Felizmente, existem pouquíssimo teimosos que destoam desta turma e corajosamente mostram a cara denunciando. Só que, o que seria para provocar comoção, termina virando uma perseguição.

    Obrigado pelo justo apoio.

  • Joselito Moreira Costa says:

    Parabéns Sr. Edgard. tenho acompanhado a luta dos moradores desta localidade,quero e dizer que este é o caminho certo, e tenham a certeza de que muitas pessoas estão caindo na realidade e percebendo que progresso se faz com a participação da sociedade isso sim é DEMOCRACIA.

  • IVAN Medeiros Gonsalves says:

    Não me canso de repetir que esta ponte está no lugar errado onde já se viu interligar uma rodovia a uma ponte que desemboca no centro de uma cidade? É impensável, quem projetou ou idealizou esta ponte não tem um mínimo de senso urbanístico. Só o Ministério público terá condição de rever este estapafúrdio que além de ferir o meio ambiente desessossega100 famílias e 600 alunos de uma escola modelo…

  • IVAN Medeiros Gonsalves says:

    Revendo o passado da construtora CONSTRAN foi fácil ver o que realmente se passa com esta construtora vejam em meu FACE (IVAN Medeiros Gonsalves) o que eu consegui ler a respeito dessa construtora envolvida em mega escândalos. As reportagens falam por tudo o que eu não gostaria que acontecesse com a cidade de Ilhéus. LEIAM…

  • Alan Halley says:

    Eu gostaria de saber mais sobre o projeto. Os documentos do projeto disponível no web site?

    Obrigado.

    -Alan

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