:: ‘Espaço do Leitor’
Vovó moderna
Paulinho tem 6 anos e foi passar uns dias na casa da vovó.
Ele estava brincando na rua com alguns coleguinhas e uma hora entrou em casa perguntando:
– Vovó, como se chama aquilo quando duas pessoas dormem no mesmo quarto e ficam uma em cima da outra?
A vovó se assustou com a pergunta, pensou e achou que seria melhor dizer a verdade:
– Bem, Paulinho, isso se chama uma relação sexual…
– Vovó, o que é uma relação sexual?
– Paulinho, relação sexual é…
E a vovó não achava uma maneira mais simples de explicar e, para não prosseguir com as explicações, querendo se ver livre daquele momento constrangedor, responde:
– Foda.
Paulinho satisfeito com a resposta, voltou para a rua para brincar.
Dentro de instantes ele entra em casa novamente todo esbaforido e diz:
– Vovó, aquilo que eu perguntei, a mãe do Zezinho disse que se chama beliche, e ela quer falar com a senhora…
—
Marcus Vinícius, acompanhando a evolução dos tempos, encaminhou.
Marcus Dias em: NOMEANDO BURROS
Era uma vez um rei que queria ir pescar.
Ele chamou o seu Ministro Meteorologista e pediu-lhe a previsão do estado do tempo para as próximas horas.
Este assegurou-lhe que não iria chover.
No caminho, ele encontrou um camponês montando seu burro que, ao ver o rei, disse:
– “Majestade, é melhor regressar ao palácio porque vai chover muito.”
É claro que o rei ficou pensativo:
– “Eu tenho um Ministro Meteorologista muito bem pago que me disse o contrário. Vou seguir em frente.”
E assim fez … e, claro, choveu torrencialmente, a pescaria ficou estragada e o rei encharcado e resfriado.
Furioso, voltou para o palácio e despediu o Ministro.
Ele convocou o camponês e ofereceu-lhe o cargo, mas este, sincero (não era político), disse-lhe:
– “Senhor, eu não entendo nada disso, mas se as orelhas do meu burro estão caídas, significa que vai chover.”
O rei, então, usou a lógica e nomeou o burro.
Assim começou o costume de nomear burros que, desde então, têm as posições mais bem pagas nos governos.
A MORTE DE PEQUENOS AGRICULTORES
A MORTE DE PEQUENOS AGRICULTORES DE ILHEUS, UNA E BUERAREMA NÃO É SÓ UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA, E SIM, UMA RESPONSABILIDADE DO GOVERNO E DAS AUTORIDADES LOCAIS.
Nem com o direito a vida já não contam mais os Pequenos Agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema.
Em decorrência das sucessivas invasões de pequenas propriedades que vêm sendo deflagradas em nossa região, nós, Pequenos Agricultores e demais vítimas desse crime até agora, impune, encurralados e sem chance de reação, vimo-nos obrigados a permanecer em nossas terras montando guarda. Impedidos, por conseguinte, de exercermos nosso direito maior; escoar as nossas produções que se destinam ao nosso sustento.
Tal é a ausência do Estado diante do nosso clamor por justiça, que as invasões já acontecem como tragédias anunciadas, mesmo com os devidos Boletins de ocorrência registrados em tempo flagrante. A PF alega as mais diversas dificuldades de recursos para agir em tempo hábil, e, assim, engessada por ordens superiores não cumpre seu papel constitucional.
Danam-se o direito de propriedade, o direito de ir e vir para trabalhar em sua própria terra, e dela retirar seu sustento. Já não contamos mais nem com o direito à vida.
A omissão do Estado e da sociedade local indica que se ignoram os indesejáveis desdobramentos, que advirão dessa situação conflituosa, os quais atingem-nos a todos da região, com negativo impacto sócio-econômico.
A morte de Índios e Agricultores, decerto, é uma tragédia anunciada, uma questão de tempo, todavia, esperamos em Deus, que algo seja feito para que, enfim, a paz volte a reinar.
Luiz Henrique Uaquim da Silva
Presidente
Associação dos Pequenos Agricultores
“ZÂMBIA”: QUE VENHA A LUZ, É UM BOM COMEÇO
Vejam como são as coisas. Desde 2012 estou manifestando meu escrito e silencioso protesto sobre o lixão “Zâmbia”, concentrando meu olhar na questão do lixo acumulado. Após a limpeza do local, presenciada pelo dedicado Coordenador César Benevides, resolvi apreciar um pouco a foto abaixo. Só então me dei conta de que existe um poste de iluminação bem no meio da “Zâmbia”. Depois, voltando lá, vi que não é só um nem dois. Na verdade, totalizam QUATRO postes de iluminação em toda a extensão do local que, independente de ser lixão, é, acima de tudo, uma via pública de acesso entre a Urbis e a Faelba/Santo Antônio de Pádua. Não lembro de alguma vez ter visto o local iluminado à noite, o que me leva crer que a iluminação desses quatro postes nunca funcionou, ou há tempos não funciona, a ponto de eu pensar que lá nem poste de iluminação pública tinha. À noite é um breu só, que facilita não apenas a ação de descarte de lixo, carcaças de animais e sabe-lá-mais-o-quê, como a outras ações suspeitas e/ou criminosas, que podem, inclusive, comprometer a segurança dos cidadãos.
Dessa vez não é protesto, é uma solicitação. Urge ativar a iluminação do lugar, tarefa que acredito ser da Prefeitura conjuntamente com a COELBA.
Tenho certeza que é uma solicitação justa, plausível e a custo baixíssimo (ou zero). Trará benefício imensurável e incontestável à população, pela sua utilidade pública e alcance socioambiental, razões suficientes para ser acatada de imediato pelo Secretário da pasta, com as devidas providências junto à concessionária de energia elétrica.
Sem dúvida, será um marco, um pontapé inicial, um importante e impactante passo rumo ao fim da maldita “Zâmbia”.
Fica aqui registrado, não como sugestão, mas como um consistente apelo de um contribuinte do município que procura exercer sua cidadania.
“ZÂMBIA” ILUMINADA, JÁ!
Nilson Pessoa
Alfredo Amorim da Silveira
Estão querendo derrubar a Capela de Nossa Senhora de Fátima
Primeiro derrubaram a Capela de São Sebastião, depois deram fim a fonte da Praça Coronel Pessoa, aos leões da praça D. Eduardo, aos postes de ferro fundido da Av. Soares Lopes, ao prédio onde funcionou a primeira Prefeitura da cidade.
Agora querem derrubar esta capela que é parte da história recente da cidade, pode?
Daqui a pouco vão querer derrubar o Cristo para construir a ponte do Pontal.
Pelo que estou sabendo a Capela e o Necrotério não pertencem à Associação das Senhoras de Caridade, foi doada à Diocese de Ilhéus e também não estava incluída na parte que foi a leilão, como estão querendo tomar posse da mesma?
O povo de Ilhéus precisa reagir a esta afronta.
Por minha parte vou jogar uma praga a quem fizer isto e também a quem permitir.
TEMPOS QUE NÃO VOLTAM MAIS
Quantas coisas acontecem na nossa vida e que o tempo se encarrega de apagar da memória, como as ondas do mar que se jogam na praia e ao voltar levam o que estiver pela frente.
Na família, na vida profissional, na cidade, na política, enfim, tudo é tragado pelo tempo.
Claro que ninguém espera que uma cidade do porte de Ilhéus permaneça como era há 50, 60 anos atrás e também tivesse os mesmos homens públicos, com o mesmo jeito de governar, alguns sem malícia, outros fazendo a política típica dos coronéis, mas eram aqueles tempos que não voltam mais.
A gente neste novo tempo, agora em 2013, sempre que passa por um local da cidade e não sei por que, se lembra de algum político, algum alcaide daquela época.
Nesta semana lembrei-me dos nossos prefeitos de outrora: Mário Pessoa (1938-1942); Álvaro Melo Vieira (1946-1947); Pedro Catalão (1952-1955); Herval Soledade (1956-1959); Henrique Cardoso (1960-1963); João Alfredo (1969-1970); Edmon Darwich (1971-1972); Ariston Cardoso (1973-1976). Fonte site ilheense.com.br.
CONFRATERNIZAÇÃO
Caro amigo Roberto Rabat,repórter desta conceituada agencia de noticias, R2CPRESS.
Quero aproveitar o ensejo desde espaço para lhe fazer um pedido,se for possível.Eu sou da família Pinto que basicamente reside no bairro do Pontal e tornou-se muito mais conhecida pela suas confraternizações realizada todo ano em um lugar diferente do país. Temos parentes em outros estados que sempre também participam desde evento.Em 2011 fizemos a nossa confraternização no Rio de janeiro, em 2012, aí em Ilhéus, e este ano será em Maceio-Alagoas com previsão de mais cem pessoas para este evento.
Esta viagem será de ônibus e a saída esta prevista para quarta feira dia 29 de maio as 18 horas da praça são João Batista no bairro no Pontal,mais antes haverá orações e depois shows pirotécnicos dando partida pra mais um evento que marcará para história da família Pinto. O meu pedido pra você,se existe a possibilidade de se fazer um matéria sobre este fato.
Muito obrigado pela atenção e um forte abraço!
Cezar Pinto – Catalão Goiás
Confirmaí!!!!!
Olá,
Heraldinho deu um toque que carece de confirmação.
Observe que na fotografia existem várias faixas ao longo da Paranaguá. O ano da foto é 1963.
A dúvida é:
As faixas estão “chamando” os cacauicultores para um protesto na praça Dom Eduardo e que, naquele ano, queimaram uma quantidade enorme de sacos de cacau?
Se você, caro leitor, sabe alguma coisa sobre isso conte pra gente.
Abração!
Rabat.
O nosso amigo José Leite manteve contato informando que não são sacos de cacau em amêndoas e sim de café. Disse que foi o primeiro desembarque de café pelo porto de Ilhéus.O café foi importado pelas Indústrias de Cafés finos Ltda.
Disse para pesquisar mais porque o ano (1963) parece estar errado uma vez que o prédio do Banco do Brasil estava funcionando como se observa na foto.
O blogueiro Guy Valério mandou uma foto que, praticamente, define o assunto como sendo CAFÉ IMPORTADO.
Grato pela atenção de sempre e confirmado está que foi a primeira importação de café pelo porto de Ilhéus.
Rabat.
UM AMANHECER DIFERENTE
Hoje amanheceu uma “Zâmbia” sem lixo e sem mau cheiro. Mas o que todos queremos é uma Ilhéus sem “Zâmbia” , isso sim.
Sabemos que, em questão de horas, o lixo voltará a compor o cenário.
Mais do que nós, eles – os urubus – têm plena certeza que a comida vai chegar (delivery). São espertos e pacientes.
Nos resta apreciar a paisagem momentânea, livre do lixo, apesar da incômoda presença das aves carniceiras.
Fotos da “Zâmbia”, 25/05/13, 08:25 h
Nilson Pessoa
BAÍA DO PONTAL – Ações Educativas
Parece que nem tudo está perdido.
Ontem à tarde foi lançado mais uma edição do jornal ECO KIDS, na sua 11º edição, elaborado pela direção da Escola Municipal Barão de Macaúbas, aqui no Pontal, com a colaboração da Secretaria de Educação, Ministério Público, Conselho Municipal de Educação e Condema.
Nesta edição foram abordados assuntos de suma importância para a preservação ambiental, ações educativas e valorização da nossa belíssima Baía do Pontal.
Temos insistentemente denunciado as agressões que vem sofrendo a Baía do Pontal. Pelo andar da carruagem aquela orla vai virar um novo lixão.
Enquanto os empresários investem na mudança do perfil arquitetônico da área, alguns perversos moradores e agregados estão fazendo de tudo para jogar lixo no ventilador.
Ações criminosas de pessoas com mente doente, que apenas cuidam das suas casas e apartamentos, e acham que as ruas e avenidas estão destinadas a serem depósitos de lixo, pois além de jogar o lixo doméstico, investem em desovar na orla todo tipo de entulho, aparelhos domésticos, camas, colchões, guarda-roupa e todos os bagulhos que não querem mais em suas casas.
PONTE DO PONTAL: HÁ RAZÕES E RAZÕES.
por Edgard Siqueira
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (Lado direito).
AINDA FALTA SOLUÇÃO, MAS NEM TUDO ESTÁ PERDIDO
Enfim, aconteceu. Em 24/05/13, por volta das 15:00 h, fui à “Zâmbia” fotografar a retirada das toneladas de lixo e entulho feita por uma escavadeira e várias caçambas. Confesso que a intenção era mostrar – como venho mostrando – que o trabalho é paliativo e que, dias depois, vai estar tudo como dantes.
O fato das máquinas estarem operando no local foi um alívio, pois já temia que a cidade poderia estar, de novo, jogada à própria sorte, como no último ano da gestão anterior e por causa da dificuldade de caixa. Alívio maior foi constatar a presença do Coordenador da Limpeza Urbana em plena “Zâmbia”, o qual me abordou para um diálogo, lá mesmo, em meio ao recolhimento do lixo e entulho. Sou chegado a uma prosa, principalmente se for honesta, sincera e democrática. E foi.
O Coordenador, Sr. Cesar Benevides, explanou as dificuldades por que passa a Prefeitura e ressaltou que o objetivo maior é, realmente, extinguir a “Zâmbia”, que está faz mais de 20 anos estabelecida num local há muito inadequado, cercado de residências, um colégio e uma futura creche. Falou ainda que, se o local fosse destinado apenas a dejetos de poda de árvores e construção civil, menos mal, pois não atrairia os urubus. Reconheceu ser a “Zâmbia” uma área de risco à aviação, dada a proximidade do aeroporto, e mencionou a preocupação do Secretário do Desenvolvimento Urbano, Sr. Isaac Albagli, em providenciar um outro local, afastado de residências, para servir como ponto de transbordo de entulhos. Sim, entulhos, uma vez que, segundo o Coordenador, o descarte de lixo doméstico na “Zâmbia” não deveria existir. De fato, não deveria, mas existe. Bom momento para que a Prefeitura desencadeie uma mega campanha de conscientização para o descarte correto do lixo doméstico. Essa campanha, sugiro, envolveria algumas secretarias municipais, sobremaneira a do Meio Ambiente e a da desenvolvimento Social, mas a Prefeitura teria que fazer a sua parte bem feita, garantindo a coleta todo dia ou, na pior das hipóteses, nos dias especificados, coisa que não vem ocorrendo.
Por fim, o Coordenador assumiu o compromisso de realizar a coleta de lixo e entulho a cada dois dias e, ainda, de manter um preposto da Prefeitura em território “zambiano”, para orientar a população sobre o descarte setorizado de material de poda separadamente do entulho de construção civil, com vistas a facilitar e agilizar a retirada, além de impedir e orientar a população sobre o descarte correto do lixo doméstico. Fato lamentável, constatado pelo próprio Coordenador e membros de sua equipe, foi a localização, entre o entulho da “Zâmbia”, de um saco plástico contendo a carcaça de um cão de grande porte, da raça rottweiler, atraindo dezenas de urubus. Convenhamos, a população continua ignorante e anti-cidadã, voluntária ou involuntariamente, daí a necessidade imediata de campanhas educativas.
Encerrando, por ora, não nego ao Coordenador da Limpeza Urbana, Sr. Cesar Benevides, não nego ao Secretário do Desenvolvimento Urbano, Sr. Isaac Albagli, e não nego ao Prefeito de Ilhéus, Sr. Jabes Ribeiro, a minha insistência em retirar definitivamente, e o mais breve possível, aquele vergonhoso depósito de lixo a céu aberto duma área completamente inapropriada, em que a saúde dos habitantes da Faelba, Santo Antônio de Pádua e Urbis se mantém seriamente comprometida. Meus esforços e minha consciência de cidadão continuarão voltados para esse fim.
Nilson Pessoa



































































