:: ‘Espaço do Leitor’
QUE TAL INOVAR… MODIFICAR…VARIAR?
Pensei que estava livre daquela musiquinha chata feita para o verão, duma certa rede de TV local. A tal vinheta massacrou, sem piedade, o verão inteirinho. Agora adaptaram a mesma musiquinha para a época das festas juninas. Será que vão fazer o mesmo para o período do natal, com arranjos de coral, sinos e tudo mais?
Já sei, já sei. É só mudar de canal.
Mudei.
Nilson Pessoa
Achados e perdidos
Prezados Senhores,
Gostaria de pedir a gentileza de postar um anuncio para mim , perdi hoje num ponto de ônibus na treze de maio no pontal em Ilhéus, uma sacola preta, contendo uma maquina de tosa para cães de marca Kim laube e as laminas, gostaria de pedir quem a achou para me procurar e devolver, darei uma recompensa.
Meu telefone para contato é 73 8824 0464, pode ligar a cobrar.
Ela é meu instrumento de trabalho, meu ganha pão.
Grata
Sinoelia Soares
Heckel Januário em: UMAS E OUTRAS INUSITADAS DA CIDADE ( I I I)
(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)
Em razão da interação, falar de Bebel sem o Jequitinhonha, como mencionei no (Umas e Outras II), mesmo do inusual, não teria como.
Então, levanto âncora para prosseguir nas águas que em 1816, o príncipe Maximiliano Wied-Neuwied partindo de sua foz, não hesitara aventurar-se chegando à Cachoeirinha, distrito belmontense que se transformaria em importante entreposto comercial entre o litoral baiano e interior mineiro. Em 1817 o naturalista francês Auguste De Saint-Hilare percorre suas margens e, em 1820 foi a vez do médico e botânico Johann Emanuel Pohl –um integrante da Missão Austríaca que viera ao Brasil quando do casamento do príncipe D. Pedro com a arquiduquesa Leopoldina–, subir o Jequitinhonha e chegar até o Salto da Divisa, limite de baianos e mineiros nessas bandas. Registrando os variados aspectos, a passagem desses homens por essas plagas, contribuíra de maneira significativa para a história do Brasil.
Em 1916, um século depois, o belmontense Eduardo Santos Maia ao empreender viagem e registrar em seu “Impressões de viagem de Belmonte a Arassuaí…”, deixava sua colaboração. Recentemente, ou para ser preciso, no ano de 2010, o itapebiense Milson do Carmo Nascimento –fruto de preciosa pesquisa e fortes doses de conhecimento in loco– acrescia ao patrimônio do Jequitinhonha, “Cachoeirinha”, livro historiado, e pode-se dizer, um relato da vida ribeirinha deste rio, sobretudo a do percurso de sua embocadura à cidade mineira de Salto da Divisa.
BARRAKITIKA, TEMPLO DO ABSURDO
por Juventino Ribeiro
Havia um barzinho na rua em que eu morava, no Rio de Janeiro, do qual eu era contador. Os sócios desentenderam-se e o transferiram para mim como pagamento de uma dívida. Passaram-se cinco longos meses para eu trespassar o estabelecimento e recuperar meu dinheiro.
Trabalhava para uma seguradora durante o dia, mas à noite me desfazia do paletó e da gravata, arregaçava as mangas e assumia o controle. Foi nesse período que passei a conhecer os clientes do outro lado do balcão.
Um deles, Valtinho da Ladeira, tinha cerca de 50 anos e suas atividades eram nos meandros da contravenção, no jogo do bicho. Era simpático e admirado por todos. Pertencia à ala de compositores da Escola de Samba Unidos da Tijuca.
Compenetrado, metódico e com seu inseparável cachimbo à Sherlock Holmes, chegava diariamente por volta de 19 horas. Bebia duas doses de cachaça Pitu, pagava, acendia o cachimbo e ia para casa jantar e compor.
Certa vez apresentou a composição, Botequim, Templo do Absurdo – Bar Brasil, para concorrer como samba enredo de sua escola. Descrevia as ocorrências no ambiente dos botecos, os personagens, suas filosofias, suas gozações. Todos são técnicos e escalam a seleção. E o refrão pedia: seu garçom pendura a conta que o AIDS vem aí.
Interpelei: Valtinho, não seria melhor dizer a AIDS vem aí? Não, nesse contexto, AIDS significa Alto Índice de Defasagem Salarial. Coisa do mundo do samba.
JÁ NÃO ERA SEM TEMPO
Enfim, a patrol novinha chegou ao “cantinho esquecido da Zona Sul”. Admito que, com a ação na “Zâmbia” e, agora, na buraqueira da praça do Santo Antônio de Pádua, o “cantinho” já não está tão esquecido e abandonado. Mas ainda tem muito o que melhorar.
Presente o vereador Roque do SESP, à frente do serviço de patrolagem. Em conversa com o vereador, este assumiu o compromisso de iluminar a “Zâmbia” o mais breve possível. Vou cobrar.

Nilson Pessoa
KKZÃO em: A incrível história do Galinha Tonta
Galinha Tonta – Associação Espaço Fala Menino
Gert Mueller esteve na cidade de São Francisco (Minas Gerais), à beira do Rio São Francisco e encontrou um capiau sem os dentes da frente, que se chama Evaldson Bispo dos Santos (vulgo Galinha Tonta), que fala e lê em inglês, alemão e japonês. Ele disse que apareceram, em sonho, três meninos, um inglês, um alemão e um japonês que lhe ensinaram os respectivos idiomas! Gert ficou impressionado com o alemão dele e falou bem rápido para ver se entendia, e o Evaldson entendeu tudo! Entrei em um site agora e vi que ele montou uma escola no quintal de sua casa e ensina os 3 idiomas para pessoas carentes. O Gert falou que quando aparecem estrangeiros no hotel onde estava o pessoal chama o Galinha Tonta para traduzir… Não é incrível!?
Evaldson já foi apresentado no Fantástico e já se encontrou com o Imperador Hirohito do Japão.
Vale a pena assistir aos vídeos abaixo:
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO (35ª PARTE)
O mundo passa por intensas transformações e a Igreja vive as grandes expectativas da carência de harmonia que traga a realizadora força da Universal fé cristã; afinal “o amor de Cristo nos deixa a maravilhosa mensagem de esperança da união”. Essa expectativa surge a fim de que a criatura “o ser humano”, possa ser comovido ou impressionado para seguir o rumo de boas qualidades morais, bons instintos, boa índole, criando um modo de imaginação de forma absoluta com respeitos recíprocos entre a razão e a verdade para viver na formação de sinceras atitudes. Jamais teríamos as imagináveis condições de enganar a nós mesmos, além do mais não devemos ignorar as nossas qualidades da livre e espontânea capacidade de pensar!
O Papa vem anunciando fortes mensagens e precisam ser bem entendidas e uma delas é que: “A incoerência por parte dos padres e dos fiéis entre o que dizem e o que fazem, entre a palavra como modo de vida, afeta a credibilidade da Igreja. Aqueles que nos ouvem e nos observam devem ver em nossas ações o que ouvimos de nossos lábios, e assim dar glória a Deus”, disse o pontífice em sua homilia, ladeada por monges beneditinos, a quem a basílica é confiada.
O Papa afirmou ainda que cada cristão pode ser um santo: “Existem os santos de cada dia, os santos escondidos, uma espécie de classe média da santidade, a que todos nós podemos pertencer”. Pelo que entendemos, basta entender que a mediocridade das pessoas materialistas são fontes em decomposições humanas e existe uma grande necessidade de transformar em boas ações essas nascentes que nos levam ao convívio com Deus em sua infinita bondade.
OS ESTÍMULOS ECONÔMICOS
por Israel Nunes*.
Li neste domingo uma notícia sobre panorama econômico na Folha de São Paulo com o seguinte trecho:
“Na sexta-feira, a Standard & Poor’s (S&P) rebaixou a perspectiva de rating do Brasil de “estável” para “negativa”. A notícia derrubou os mercados nacionais e colocou-os na contramão internacional com uma queda diária de 2,39%. A notícia também causou aumento da ponta longa da curva de juros.
…
No mercado de câmbio, o dólar apresentou volatilidade maior que a comum e depreciou de R$2,1412 para R$2,1379. Um dos motivos para tanto foi a retirada do IOF para aplicações de estrangeiros em renda fixa local. No entanto, com a informação da S&P, o dólar voltou a ter uma tendência de alta”.
Não sou economista, mas o mercado é volátil e bastante sujeito a boatos e às informações fornecidas pelas agências de classificações de risco. Essa conclusão é uma obviedade extraída da notícia acima.
Agora, uma pergunta: que garantia há de que o rebaixamento da classificação de risco do Brasil e de qualquer país não é tão somente uma medida para afetar deliberadamente as economias dos países, sobretudo a dos países emergentes?
Poderia haver interesses econômicos em jogo, visto que afetou negativamente o mercado de ações, reduzindo o valor de mercado de empresas nacionais importantes.
Supondo que sejam, no entanto, correspondentes a uma realidade palpável das economias, qual é a garantia de que, antes da divulgação das classificações para o público, alguns poucos investidores não tenham acesso antecipado a essas informações?
Se tiveram, bastaria ter convertido suas reservas de real em dólar (comprado dólar com real) para que, depois da divulgação do rebaixamento da classificação e da alta da moeda norte-americana ocasionada por ela, pudessem novamente trocar dólares por real, tendo ganhos milhonários da noite para o dia…
Imaginemos a situação (hipotética) a seguir.
PROFESSORES – ANTIGOS MESTRES E ATUAIS TIOS
Sou do tempo que os professores eram chamados de mestres. Esposo de professora era identificado como marido de professora tal. Seu verdadeiro nome praticamente caia no anonimato, em razão do respeito, carinho e, sobretudo reconhecimento àquelas que se dedicavam de corpo e alma para nos ensinar os caminhos adversos, que iríamos encontrar pelo mundo afora.
Não tínhamos o direito de falar mal deles, por uma simples “reguada”, um “carão” bem dado, um puxão de orelhas na hora certa, um castigo escolar, como copiar uma palavra errada 100 vezes e, também: não colocar cedilha no “c” antes de “e” e “i”; não escrever “n”, antes de “p” e “b” e por aí ia.
Eu sou do tempo que em sala de aula, antes de qualquer atividade, rezávamos o Pai Nosso, independentemente de qualquer religião e hoje é INCONSTITUCIONAL, e o vereador Alzimário Belmonte Vieira, conhecido como Gurita, que o diga, pois seu projeto foi considerado inconstitucional, e o é, pois vai de encontro ao Art.19 da Constituição, e aí deu uma pavorosa geral, parecendo que de inconstitucional neste país só existe isso. Até mesmo sobre educação é negado a uma boa parcela das crianças, o direito de ir à escola, por uma infinidade de inconstitucionalidades, e não se ver tanto afinco para se reverter isto. Portanto, naquela época a Constituição em vigor, era maldosa, infiel, com os alunos e seus pais, que mesmo que fossem seus pais ateus, não se levantaram contra o ensino, que hoje é arcaico, mas é constitucional.
Também cantávamos o Hino Nacional, da Bandeira e muitos outros hinos cívicos, hoje é “caretagem”. O Hino Nacional, poucos cantam na íntegra e outros nem sabem como começar, mas tá tudo certo num país das mil maravilhas.
Eu sou do tempo, em que os mais velhos eram respeitados, e principalmente quando adentravam uma sala de aula, onde tínhamos que ficar de pé até professor autorizar para sentarmos. E na saída o mesmo procedimento.
Da sabatina, quem esquece!!. E com isso somos capazes até hoje de realizarmos as quatro operações sem precisarmos de máquinas calculadoras.
Bom, mas podem dizer, para que tanto esforço, se a tecnologia nos ofereceu dentre outras coisas a calculadora? A razão não é esta, a razão é que não trabalhamos mais a mente, que nos tem levado a maiores números de doenças, pelo simples fato de não exercitarmos tanto ela, e o corpo como antes.
Em razão de tudo isto, e muito mais, não entendemos a desvalorização para com nossos professores, a começar pelo poder público, que é o primeiro a dar o péssimo exemplo.
São maus remunerados, não lhe dão condições de trabalho adequado, faz pouco caso, e ainda aprovam leis em que os professores ficam “marginalizados”. E os alunos, os donos da festa, há o poder para tudo. Podem xingar, “avacalhar” e até matar uns aos outros, ou seus professores, na sala de aula, e o fato é tratado como uma simples ocorrência policial.
Criam-se estatutos, que protegem por todos os lados os adolescentes, que na sua maioria não sabe distinguir o certo do errado, ou se sabe, prefere não praticar e ainda tem a proteção de ESTADO FALIDO, onde a família já foi praticamente extinta em nome da DEMOCRACIA!!!.
Foi uma pena, meus queridos mestres, pois os senhores e senhoras, hoje em sua maioria é obrigado a exercitar o faz de conta que ensinam e os alunos na sua maioria ficar reféns de seus próprios gritos, por uma educação que morreu lá bem atrás.
Para maioria de nossos políticos, tá tudo certo, quanto menos educação, eles se eternizam no poder, pois um país sem educação é um país pobre de tudo para o resto da vida.
José Rezende Mendonça
PERIGO !!!!!
Bom dia Rabat,


A falta de poda das árvores no bairro Hernani Sá pode causar um grande acidente há qualquer momento. As árvores do Eixo local G estão muito próximas da rede de alta tensão da Coelba e pode ocasionar uma descarga elétrica de mais de 10,000 volts.
Chamamos a atenção dos órgãos competentes para uma ação imediata a fim de evitar uma tragédia.
—
Jorge Tinga































































