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:: ‘Espaço do Leitor’

Pelo SIM pelo não …

Rabat,
Fiquei sabendo agora pouco que a empresa que está reformando a Maternidade Santa Isabel pretende derrubar a Igreja construida pelas Senhoras de Caridade ali de junto.
Você sabe de alguma coisa?

Espaço aberto para a empresa ou quem souber alguma coisa nessa direção…

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE

1) CONHEÇA QUEM FORAM OS EX-PRESIDENTES DA CÂMARA MUNICIPAL DE ILHÉUS.
2) HOMENAGEM AOS ARTESÃOS.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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ALGUÉM DA PREFEITURA VIU ISSO?

Observem o comentário feito por um leitor no meu texto de hoje (clique aqui).
Não é brincadeira, não. O assunto é sério.
A propósito: “CENIPA” é a sigla do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, órgão militar (FAB).
“SBIL” é a sigla do Aeroporto de Ilhéus, no meio aeronáutico.
As informações e o link fornecidos pelo leitor são de domínio público e qualquer cidadão pode acessá-las via internet no site www.cenipa.aer.mil.br .
Mais do que nunca, meu protesto legítimo e democrático pela extinção da “Zâmbia” tem razões de sobra para continuar. E vai continuar.

Nilson Pessoa

Argemirinho

argemirinhoPARTE 4

—-
Heraldo Faskomy.

PONTE DO PONTAL – RAZÕES TÉCNICAS

01

01

Volto ao assunto por achar salutar os contraditórios na forma cada vez mais para separar o “eu” do todo.

O pontalense Edgard, muito conhecido e grande defensor das terras, que ora os índios estão invadindo e gerando outra contraditória sem fim. Suas inquietações são justas, pois neste país, a situação está tomando um rumo tão perturbador da ordem, que temos que ficar atentos mesmo.

É como nós, um vivido nas areias das ruas do Pontal e há de lembrar, que esta não é a primeira vez e nem será a última, das inquietações que iremos passar em razão do progresso, a não ser que paremos no tempo.

Em razão disto, vamos retornar aos artigos publicados, aqui mesmo no R2CPress e começar esclarecendo que não existem diferenças técnicas entre as plantas apresentadas pelo DERBA, com o que apresentamos, ou seja, quando utilizamos a expressão “adaptações”, é porque estas palavras são usadas cartograficamente, quando inserimos em desenhos originais de mapas, plantas, etc., servem para diferenciar uma da outra, com nossas nomenclaturas. E também servem, para evidenciar um original não muito legível e para melhor compreensão dos leitores. Nelas são possíveis as identificações de orientações de lugares, trajetos, posições adjacentes e muito mais, e com isso enriquecemos o material na visão da interpretação do observador. Mas, em momento algum fizemos “adaptações” que desfigurassem o projeto técnico, pois não sou especialista nesta área, e mesmo que fosse não caberia esta intromissão por questões éticas.

Também é estranho sabermos, que o crescimento de Ilhéus é centralizado. Será que o amigo esqueceu que o os bairros, Teotônio Vilela, Vila Nazaré, Nossa Senhora da Vitória, Hernani Sá, Nelson Costa, Jardim Atlântico, Loteamento Santa Felicidade, Santo Antonio de Pádua, Ilhéus II, São Domingos, Savóia, São José, e toda Orla Sul e Norte, que surgiram bem depois da nossa época seria CENTRO?

O que centraliza no Centro Histórico é a parte de um comércio arcaico, onde a minoria dos comerciantes se angustia quando se fala em descentralizar este comércio, e isto não pode ser alimentado pelo Poder Público.

O que Ilhéus precisa é PENSAR GRANDE, porque o progresso vai vir a pés, de aviões, de navios, de rodas e de trem, também se deixarem.

Não foi nossa querida Itabuna, quem enxergou a necessidade do semi anel viário. Lá como cá, também foi a maior polêmica por parte de alguns empresários, que alegavam perdas nas suas vendas, com o desvio através do semi anel.

Voltamos a repetir, para melhor compreensão, que quando falamos que não foi Itabuna e sim o DERBA, referimos a uma parcela da sociedade, como aqui, ou seja, é o “eu”.

Os que enxergam pontes como a solução entre a zona sul e a norte, talvez com o pouco de conhecimento, já perceberam que não existem opções de imediato para chegarmos ao centro da cidade, a não ser pelo complemento através do o anel viário ou rodoviário, que está planejado há décadas, para as mediações do Banco da Vitória. Ora, se já está difícil lutarmos por uma única ponte, imaginem duas naquelas imediações, porque lá teremos que atravessar o Rio Cachoeira e Rio Santana, que são dois grandes rios, para poder atingir o centro e a zona sul, tendo quase sempre em suas cabeceiras o manguezal.

Para entender melhor, elaboramos um mapa onde evidenciamos isto e tirem suas conclusões a lenga-lenga, que seria pelos os “eu” destes locais sugeridos. E disso, já falamos no artigo anterior, que é outra luta para se vencer finalmente uma batalha no presente, pois no futuro teremos mais obras viárias para acompanhar o progresso, a não ser que paremos no tempo, para vermos a banda passar.

Fica bem claro de novo “eu”, pois até o amigo Edgard, até mesmo afirma “que levou nos últimos oito anos torcendo e construindo como todo ilheense pela uma nova ponte e que não imaginava que quando ela viesse causasse tanta dor de cabeça”. Ou seja, se fosse noutro lugar não haveria tanta dor de cabeça, porque os problemas seriam de outros. Ora amigo Edgard, e dizer que nosso “eu” não fala mais forte!!!

Por outro lado, foi feito uma confusão danada, pois no nosso artigo anterior, parágrafo oitavo, fomos bem claro que a construção do Porto do Cacau, teve sim consequências ambientais, e a firmamos isto em vários outros artigos com fotos e mapas em épocas diferentes. O que afirmamos foi que não poderíamos comparar este impacto ambiental desta nova ponte pelo local ora sugerido e talvez definitivo.

Cheguei a afirmar em artigos anteriores, aqui mesmo no R2CPRESS, que se nada fosse feito, inclusive com uma boa dragagem, a tendência em médio prazo seria o fechamento total da atual “entrada da barra”, forçando as águas do Rio Cachoeira, abrir como era antes, nos idos dos anos 30/40, onde hoje está localizado o loteamento Nova Brasília, que formava um canal de acesso também ao oceano, onde inclusive não só navegava canoas, mas também embarcações de pequeno porte. Nas “marés cheias” estas embarcações preferiam entrar por este canal, cuja entrada era chamada de Barra das Caravelas, principalmente quando a “boca da barra”, na Baía do Pontal estava “braba”, ou violenta, como se dizia naquela época.

No futuro se isto vier acontecer, não será por causa da ponte e sim pela não dragagem periódica do atual canal de acesso ao mar.

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Rolando no face …

GALINHA FEBRE


Enviado por Marcelo Ribeiro.

ATÉ QUANDO?

No dia 8 de maio último surgiu um trator para juntar o lixo da “Zâmbia”, formando uma montanha.
Está lá até hoje (não o trator, a montanha), adentrando à terceira semana sem recolher.
Honestamente, não dá pra entender qual a intenção da Prefeitura para com a “Zâmbia”. É piorar de vez a situação? É ir juntando o lixo pra poder caber cada vez mais lixo no local? É tentar superar a administração anterior em descaso? É baixar a cabeça e já largar de mão o município que – não é de hoje – está depredado e falido? (ou não se sabia nem se imaginava isso antes?).
Por que sucessivos gestores de Ilhéus não conseguem fazer a contento a limpeza urbana e a manutenção das vias públicas? É o mínimo, o básico, o corriqueiro e o trivial em qualquer município que se preze. Incapazes até de coletar o lixo doméstico diariamente. Afinal, até quando a sina do povo dessa cidade vai ser respirar lixo acumulado e transitar por ruas esburacadas?
São muitas perguntas à procura de respostas.

ZAMBIA CADA VEZ MAIS LIXOZAM BIACADA VEZ MAIS URUBUS

Fotos da “Zâmbia” em 24/05/13, 07:15 h.

Nilson Pessoa

A comunidade da Rua Bela Vista pede SOCORRO!

A comunidade da Rua Bela Vista pede SOCORRO, pois a situação esta ficando cada vez mais crítica!
O mês de junho vem chegando e traz bastante chuva que pode complicar ainda mais a situação.

A Rua Bela Vista fica na Av Petrobras, subindo em frente a brasilgas!

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Fabio Bomfim

SAÚDE EM ILHÉUS

Oi Rabat, gostaria de saber através deste respeitável site , o que está havendo com a saúde em ilhéus??Hoje fiz uma peregrinação pelo centro da cidade à procura de um medico clínico , porém não encontrei nenhum disponível ,após varias tentativas fui até o Medico Center e consegui uma consulta com … (cortado/Rabat) … , e fiquei de duas horas da tarde até as quatro e dez ,e nem sinal de que já estaria a caminho , simplesmente fiquei sentado na recepção sentindo muitas dores e o MEDICO NÃO CHEGOU! FIQUEI TÃO ABORRECIDO , POIS ESTAVA COM DOR E NÃO DAVA PRA ESPERAR MAIS, Tive que voltar pra casa sem consulta! O DETALHE QUE ERA UMA CONSULTA PAGA ,EU NÃO ESTAVA PEDINDO FAVOR , NEM NA FILA DO SUS , DESEJAVA APENAS UM ATENDIMENTO MEDICO PARTICULAR DE QUALIDADE!GOSTARIA QUE VC PUBLICASSE NO SEU SITE , MINHA INDIGNAÇÃO , POIS SEI QUE ESTE SITE É DE RESPEITÁVEL ACESSO POR TODA COMUNIDADE ILHEENSE!

OBRIGADA!

O PÃO QUE O DIABO AMASSOU

por Juventino Ribeiro

             Comer fora deveria ser uma ocasião agradável, que nos proporcionasse momentos de prazer e de fuga da rotina doméstica, com parentes ou amigos em convívio naquele restaurante ou cabana de praia. Há, ainda, aqueles que não fazem fogo em casa e comem fora por necessidade ou por opção.

Uma das regras básicas do ramo de negócio do turismo é surpreender o cliente. O mote, sinta-se em casa, não faz mais sentido, na moderna concepção da arte de bem servir. Agora é ao contrário: se for para se sentir em casa, melhor seria preparar o churrasco, a feijoada, a peixada ou outra comilança de final de semana. Normalmente a todos satisfaz, sem a famosa choradeira na hora de pagar e sem os dissabores do atendimento, geralmente precário.

Tenho uma amiga que é muito exigente e taxativa no quesito comer fora. Galinha caipira, mão de vaca ou mocotó, dentre outras “especialidades da casa”, geralmente só come em casa. Até a ingênua salada crua ela teme comer, pelo risco da má higienização dos legumes e folhas. Exageros à parte. E frescura também. Se assim pensarmos, jamais sairemos de nosso reduto doméstico para comer fora.

Entretanto é uma lástima afirmar que a maioria absoluta dos estabelecimentos gastronômicos, além daqueles que fornecem os gêneros alimentícios para estes, não passaria em exames da Vigilância Sanitária, feitos com o devido rigor. As autoridades sabem e nada fazem sobre as limitações desse serviço de fiscalização, em termos de equipamentos, viaturas e de pessoal qualificado.

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PSICOMUNDO – DESCASOS DOS ADMINISTRADORES DE REPARTIÇÕES PÚBLICAS EM ILHÉUS

Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito).

CRIME NA BAÍA DO PONTAL

Mais um atentado ocorreu na sofrida Baía do Pontal.

Um morador irresponsável, que nessa hora ninguém sabe quem é, resolveu fazer uma reforma na residência e jogar todo o entulho na orla, bem perto do Bar Mirante.

O lixo jogado tem de tudo (lâmpadas fluorescentes, azulejos, madeira…).

Também perto do colégio Barão de Macaúbas vários monitores de TV e computador foram jogados, parecendo que algum dono de oficina de conserto resolveu limpar sua casa e o lugar apropriado e escolhido para jogar este lixo perigoso foi a baía.

Não sei o que está acontecendo com nosso povo, a carência de educação, bom senso, cidadania e responsabilidade está aumentando a cada dia.

O que estão fazendo com a orla da linda Baía do Pontal, praticamente em toda sua extensão,  é uma situação que chega ao ponto da irracionalidade.

Sinceramente não sei o que estão querendo fazer com este espaço que a natureza nos presenteou.

Quando as pessoas começam a agir dessa maneira é um sinal preocupante da degradação do ser humano.

Devemos cobrar alguma providência da prefeitura? Não sei.

ZÉCARLOS JUNIOR





















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