:: ‘Espaço do Leitor’
A VELHA HISTÓRIA DO MAU ATENDIMENTO
No dia 07/05/13, levei a uma assistência técnica autorizada, em Ilhéus, um aparelho eletroportátil com defeito, na garantia. Da mesma forma que não cito nomes de estabelecimentos onde sou bem atendido, também não cito onde sou mal atendido.E não começou nada bem. O rapaz que me atendeu, tão logo entreguei a documentação do aparelho, foi logo dizendo, numa arrogância típica de coronel do cacau de um século atrás: “Tem que ter xerox da nota fiscal”. Pedi, gentilmente, que verificasse os papéis que lhe entreguei, porque um deles era justamente a xerox da nota fiscal. “A peça demora 8 dias pra chegar” (prepotente, como se quisesse falar: “Vou logo avisando: a peça demora 8 dias pra chegar e não quero chiadeira, se achou ruim caia fora”). Respondi que tudo bem, era um prazo razoável. “Quando chegar a peça, eu ligo pro senhor”. Ligou? Não.
Passados 10 dias sem contato deles, resolvi ligar. O que me atendeu ao telefone, muito educado, oposto do outro, me informou que a peça ainda não tinha chegado e que me ligaria assim que chegasse. A boa educação deste não valeu de nada, pois se passaram 26 dias e nenhum contato, nenhuma justificativa, nenhuma satisfação. Resolvi ir lá, pessoalmente, no 27° dia. Um terceiro funcionário me recebeu, disse que a peça tinha chegado justo naquele dia (que coincidência!), já estava sendo colocada e naquela mesma tarde me ligaria. Perguntei a que horas a loja fechava, pois retornaria antes de fechar para retirar o aparelho. Pressionado, o sujeito, então, repetiu o que já havia me dito, mas num tom de quem estava me enxotando dali, quase me pondo pra correr: “Fecha às 18:00h, a peça está sendo colocada e eu ligo pro senhor”. Parece que eles não são nada chegados a dar um telefonema. Não recebi ligação nenhuma e acabei desistindo de voltar à loja naquele dia.
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) HÁ 21 ANOS ATRÁS O ABRAÇO DOS MEUS AMIGOS HOJE VIVOS E COM MUITA SAÚDE (5).
2) CARTÕES POSTAIS QUE ME APAIXONAM (11).
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.
DESCASO COM O PÓLO DE INFORMÁTICA
Senhores,
Venho por meio deste amplo veículo de comunicação, apresentar a insatisfação do Pólo de Informática do Município de Ilhéus, em que contamos com a colaboração e repercussão deste blog, para expor a RECLAMAÇÃO que segue:
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”.
Filho de João Leite de Souza e Josefa Bezerra Lima, nasceu em Juazeiro do Norte, Ceará, em 2 de agosto de 1943, era o mais velho dos três filhos, depois Cícero, já falecido e Vera Lúcia.
Estudou o primário no Grupo Escolar Padre Cícero e o admissão ao ginásio na Escola Técnica do Comércio em Juazeiro.
Trabalhava no Armarinho Padre Cícero, que pertencia a seu pai.
Em 1960 veio para Itabuna trabalhar com seu tio José Leite, que era vendedor ambulante de jóias na Avenida do Cinqüentenário, o tio fez uma tabuleta para ele vender jóias, como não conseguiu vender nada em Itabuna veio para Ilhéus, trabalhar no Pontal, fez o maior sucesso.
Morava em Itabuna e trabalhava em Ilhéus, para diminuir sua despesa resolveu se mudar para Ilhéus, foi morar com um amigo de seu tio, Antônio do Ouro, na Rua 7 de Setembro, dormia numa rede na ourivesaria de Antônio, sem despesa nenhuma.
Em 1963 resolveu voltar a estudar, no IME, onde concluiu o curso ginasial. Até para a escola levava a sua tabuleta, para vender suas jóias nos intervalos. Foi aluno de Antônio Olimpio, Pedro Lima, Tandick Resende, Mireta Vivas, esposa do Dr. Francolino Neto e outros.No IME repetiu a 4ª série duas vezes e teve que se transferir para o CEAMEV (Centro Educacional Álvaro Melo Vieira), para concluir a 4ª série (Naquela época se repetisse não podia concluir o curso no mesmo colégio), novamente perdeu o ano, tomou uma bronca do professor Fábio Araripe Goulart, para tomar vergonha e estudar porque se perdesse novamente teria que ir estudar em Itabuna. Tomou vergonha estudou e passou de ano, concluiu o curso de Contabilidade em 1972. Em 1979 foi diplomado como Técnico Ótico pela Escola Técnica Federal de Minas Gerais.
Aos 20 anos resolveu servir o Tiro de Guerra, para onde também levava a sua tabuleta para vender suas jóias.
Falecimento
Prezados amigos,
Faleceu hoje, 06, 18 horas, Beto, filho de Dalmiro.
O corpo será levado para o SAF na Av. Itabuna.
Dalmiro encontra-se em Salvador.
José Carlos Tavares
O GOVERNO PRECISA SE LIBERTAR DOS TRAPALHÕES QUE MANUSEIA O SUOR DO POVO
Uma onda de invasões de propriedade rural está em curso, neste momento. Não obstante as áreas de preservação ecológica, reservas indígenas e supostos antigos quilombos abarcarem, hoje, mais de 77,6% do território do Brasil, a falta de autoridade e o excesso de vaselina na forma do governo enfrentar os problemas agrários, está levando o país ao caos. Os indígenas, verdadeiros e falsos, imiscuem-se na sanha ensandecida de invadir as terras alheias, contando com a anuência de um governo que demonstra apenas o desejo do poder e suas benesses. Sabendo dessa voracidade pelo poder, que permeia as funções de governo, os invasores, impunes e ousados, empreendem as ações de intimidação e grilagem. O fisiologismo apossou-se do país e está levando sua economia para o buraco.
TALVEZ A INFLAÇÃO, E, DEMARCAÇÃO DE FALSAS TERRAS INDIGENAS SEJAM OS VILÕES DESSAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.
A despeito da injustiça que porventura se tenha cometido com os povos indígenas ou outros quaisquer, ao longo da história, há que se observar o estado democrático de direito, sob o qual a vida social se norteia.
Em dez anos, a população que se declara indígena triplicou. Em 2000, o Ceará contava com seis povos indígenas. Hoje, tem doze. Na Bahia, catorze populações reivindicam reservas. Na Amazônia, quarenta grupos de ribeirinhos de repente se descobriram índios. Em vários desses grupos, ninguém é capaz de apontar um ancestral indígena nem de citar costumes tribais.
Declarar-se índio, no entanto, além de fácil, é uma farra. No governo, hoje, basta ser reconhecido como índio para ganhar Bolsa Família e cesta básica. O governo gasta 250% mais com a saúde de um índio – verdadeiro ou falso – do que com a de um cidadão que (ainda) não decidiu virar índio. As “tribos” têm direito a escolas próprias, o que pode ser considerado um luxo no interior do Norte e do Nordeste, onde milhões de crianças têm de andar quilômetros até a sala de aula mais próxima. Isso para não falar da segurança fornecida pela Polícia Federal, que protege as terras invadidas de invasões e conflitos agrários. “Essas vantagens fizeram as pessoas assumir artificialmente uma condição étnica, a fim de obter serviços que deveriam ser universais”, constata o sociólogo Demétrio Magnoli.
Na região de Una, Ilhéus e Buerarema, as invasões acontecem em áreas de Pequenos Agricultores, uma região estabelecida sócio e economicamente por mais de 100 anos, sem nenhuma providência impeditiva por qualquer autoridade constituída, aguardam o massacre para vender caro a solução.
A distancia que separa esse modelo apodrecido de um sério e competente, é abissal. O Governo precisa se libertar dos trapalhões que manuseia o suor do povo.
Estas são as minhas convicções
Luiz Henrique Uaquim da Silva
Presidente da Associação de Pequenos Agricultores
Aonde querem chegar os motoristas de Ilhéus?
São evidentes os problemas de congestionamento em alguns pontos do município de Ilhéus, principalmente na saída para Itabuna e nas vias conectadas ao grande gargalo viário da cidade que é a Ponte Lomanto Júnior.
Naturalmente a sociedade se manifesta sugerindo mudanças e cobrando exaustivamente a construção da nova ponte (que parece que vai sair). A nova ponte Ilhéus-Pontal será fundamental para Ilhéus se reorganizar urbanisticamente e se firmar como uma das cidades mais desenvolvidas do litoral baiano. Mas não podemos esquecer que este ainda não será o xeque-mate da estruturação urbana da cidade, mas deve ser o catalisador de muitas outras estratégias pala desafogar e educar a população que congestiona a cidade em seus pequenos tanques de guerra.
Começo refazendo a pergunta que intitula meu texto: Aonde querem chegar os motoristas de Ilhéus? Carros na Soares Lopes trafegando a 60, 70, 80 km/h como se estivessem em uma rodovia, outros egocêntricos utilizando a faixa exclusiva de ônibus e taxis da Av. Lomanto Jr. para ultrapassar alguns veículos e se esconderem de novo antes de passarem pelos agentes de trânsito, alguns ainda reclamando de terem tomado multas na frente de escolas por estarem circulando somente a 45 km/h.
Isso tem que mudar. E tem que mudar dentro de cada um dos “pilotos” que trafegam nesta cidade. Temos que nos conscientizar que a ilusão da velocidade em alguns pontos nos dá apenas alguns segundos, no máximo alguns minutos de vantagem em relação aos outros, mas por outro lado nos traz riscos para toda a população.
Escutamos pessoas reclamando de multas, de radares, de bafômetro. Essas ferramentas são de fundamental importância para regulamentar o trânsito. Se não forem as multas teremos uma anarquia no sistema viário.
– MAS EU FUI MULTADO POR PASSAR EM UM RADAR A 45 km/h!
– MEU SENHOR, VC ESTAVA EM FRENTE A UMA ESCOLA E DEVERIA ESTAR PASSANDO A MENOS DE 30!
Os agentes de trânsito devem multar mesmo, multar pela falta de cinto de segurança, multar por dirigir ao telefone, e multar inclusive as pessoas que não dão seta para fazer uma conversão. Afinal de contas, partimos do pressuposto que todos que dirigem fizeram autoescola e foram orientados sobre a legislação de trânsito.
Ilhéus vai começar a discutir a mobilidade urbana de forma participativa, e todos devem fazer parte desta discussão, se manifestado da forma que for possível. Vamos diminuir a pressa e aumentar o respeito.
Germano Johansson
Denúncia
ASSOCIAÇÃO DOS SALVA-VIDAS DE ILHÉUS E SUL DA BAHIA
Fundada em 01 de Agosto de 2008
CNPJ: 10.519.562/0001-08
Utilidade Pública Municipal Lei 3.397 de 06 de maio de 2009
Ilhéus 03 de junho de 2013
Ao
Ilm.srº
Drº Ricardo Machado
M.D. Secretario de Administração do Município de Ilhéus.
Nesta
A associação do Salva Vidas de Ilhéus e do Sul da Bahia (ASVISULBA), viemos através de este relatar a situação que se encontra o quadro de salva-vidas. Como é do conhecimento de todos temos em nosso litoral 90 quilômetros de praias e nossa corporação não consegue suprir a demanda tendo em vista que temos poucos salva-vidas em nosso quadro ,para nossa surpresa no ultimo dia 31 de maio(sexta-feira)em entrevista ao BA TV JORNAL DA REDEBAHIA o senhor Adailton Almeida dos Reis ( o alemão) deu uma entrevista se identificando como salva –vidas e que é surfista há 22 anos e praticante de outro esporte chamado standup .O mais surpreendente é que esse cidadão não estar na escala de serviço.Por tanto devi estar em desvio de função o que é ilegal ele.Obs: fez concurso para ser salva –vidas e não para receber dinheiro público para surfa ,por que durante esses 22 anos que ele passou surfando aos finais de semana e feriados, nós passamos trabalhando o que injusto com nossa classe e com a população que paga pra ele ser SALVA-VIDAS E NÃO PARA SER SURFISTA.Por este motivo solicitamos que esse cidadão seja reentregado imediatamente a sua função ,pois estamos precisando urgentemente de salva-vidas para suprir a demanda.
Certo de poder contar com o sensor de justiça, que esse governo vem demonstrando ter para com o dinheiro publico, desde já agradecemos e esperamos que nossa solicitação seja atendida imediatamente.
Atenciosamente,
Joaques Silva
Presidente
C/C PARA:
Alexandre Mendonça (Gerente do Corpo de Salva-Vidas)
ESPAÇO ABERTO PARA OS CITADOS – QUERENDO – SE MANIFESTAR.
POUCO O QUE COMEMORAR, MUITO POR FAZER
Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, a Maramata realizou diversas atividades de conscientização ambiental.
Como todos sabem a Maramata foi criada pelo Professor Soane Nazaré de Andrade, incontestavelmente um nome que se destaca no cenário educacional da Bahia.
A Maramata fez a sua parte para celebrar este dia, dentro das suas limitações em cinco meses de novo governo, mas acredito que muito mais tem que fazer.
É válido ensinar e promover atividades em salas de aulas abordando temas voltados para a preservação do meio ambiente.
Bem ao lado da Maramata temos o início da bela Baía do Pontal, cartão postal da cidade e que está sendo agredida diariamente por vândalos que ali jogam lixo doméstico, entulho, eletrodomésticos, monitores de TV, computadores, colchões, garrafas pet, enfim, está se tornando mais um ponto de lixão, numa área terminantemente proibida desse tipo de ação criminosa.
CARDÁPIO DE DECEPÇÕES
por Juventino Ribeiro*
Em tempos que antecedem os grandes eventos que o Brasil sediará, como a Copa de Futebol das Confederações, a Jornada Mundial da Juventude, a Copa Mundial de Futebol da FIFA e as Olimpíadas de 2016, a mídia tem noticiado as deficiências de nossos equipamentos turísticos, a prática de preços abusivos e as aventuras dos turistas em busca de lazer, de nossas belezas naturais e de nosso patrimônio cultural.
Aventura, devido às dificuldades de comunicação com os atendentes, pois é deficiente o preparo destes. Desconhecem a geografia e a história da cidade, comunicam-se mal em língua estrangeira e até na língua vernácula.
As decepções do turista com o atendimento em bares e restaurantes é também acentuada. Começa com a chegada ao estabelecimento. Nem sempre são recebidos com aquela atenção e cortesia imprescindíveis nesse ramo de negócio. Os nativos parecem valorizar mais as atitudes coloquiais do atendente, mas o turista, por não ser íntimo, vislumbra maior profissionalismo no atendimento.
Ao ocupar a mesa, o cardápio quase sempre é entregue pelo atendente que vira as costas e sai para outra tarefa, como se dissesse ao cliente: taí o cardápio, se vire… Às vezes até se esquece de que o cliente está a lhe esperar para ordenar o pedido.
Enquanto o cliente lê o cardápio, o atendente deve permanecer a postos para ajudar, quando solicitado. Pode sugerir, se sua intuição for aguçada e perceber tal necessidade.
Geralmente impregnado de erros de grafia, inicia-se desafio para nele localizar o que se pretende. São atribuídas denominações regionais aos pratos e drinks, nem sempre detalhados. Os altos preços, às vezes são fatores preponderantes para afugentar o cliente.
































































