:: ‘MAÇONARIA’
Grande Oriente Estadual da Bahia (GOEB)
Resultado das eleições 2015
Grão-Mestre e Grão-Mestre Adjunto.
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ORIGENS E RAÍZES DA FRANCO-MAÇONARIA – PARTE VIII
Por José Everaldo Andrade Souza

Ir.’. Everaldo
Ilustres seguidores do R2CPRESS, participantes e simpatizantes da Franco-Maçonaria. Conforme anunciado em nossa edição anterior, faremos um breve relato a respeito dos Graus pelos quais passavam os pedreiros medievais.
GRAUS
Aprendizes
Todas as guildas ensinavam seus ofícios aos aprendizes que, por sua vez, os transmitiam à geração seguinte. Na Grã-Bretanha, a regulamentação mais antiga relativa ao bem-estar dos aprendizes data de aproximadamente 1320, cerca de um século antes que a Aprendizagem começasse a ser exigida pelas guildas de ofício a fim de ser difundida…
Existem poucas referências a respeito dos aprendizes de pedreiros, provavelmente porque o que se sabe a respeito dos primórdios da construção em alvenaria diz respeito a relatos de projetos de construção em larga escala, e os aprendizes eram inferiores demais na hierarquia para merecerem qualquer menção.
O termo “aprendiz aceito” (entered apprentice) aparece, em inglês, pela primeira vez em 1723, no Book of Constitutions (Livro das Constituições), mais de 120 anos depois que se soube ser uma característica da Maçonaria Escocesa. Era prática padrão para um aprendiz, que completara seu estágio de sete anos, ser admitido na Loja como aprendiz aceito. Diferente de seus irmãos estagiários, os aprendizes aceitos tinham permissão para realizar algum trabalho por iniciativa própria, mas não tinham liberdade para empregar subordinados.
Companheiros
Itabuna ganha sua quarta Loja Maçônica e a primeira do Rito de York
Por Ir.’. Vercil Rodrigues
No sábado (11/4), nas dependências da Loja Maçônica Areópago Itabunense, de Itabuna, com grande alegria, satisfação e dignidade, aconteceu a solenidade de Instalação da Loja Construtores do Templo, nº 277, a primeira Loja Maçônica pertencente à Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia – GLEB, na região sul do Estado a trabalhar no sistema americano do Rito de York.
A nova Loja, a quarta de Itabuna, trabalhará com o Rito de York, o legítimo americano, que apesar de ser praticado por 1/3 dos Maçons do mundo, ainda é pouco conhecido dos obreiros no Brasil.
A Construtores do Templo, é a primeira Loja do Rito de York no sul da Bahia e a décima terceira da GLEB, que tem como Grão Mestre, Jair Tércio Cunha Costa, a seguir essa ritualística.
A instalação foi presidida por Luiz Carlos Barreira, Venerável Mestre da Loja Maçônica Joana Angélica, de Salvador, do Rito de York, representando o Grão-Mestre, que por conta de uma assembleia da GLEB, não pode estar presente.
Na oportunidade Luiz Carlos também deu posse à 1ª diretoria desta Oficina composta pelos Irmãos Venerável Mestre – Kleber Marcelo Braz Carvalho, 1º Vigilante Ícaro Emanoel Vieira Barros de Freitas, 2º Vigilante – Pedro Luciano Araújo Jatobá, Tesoureiro – Thiago Menezes Santos e Secretário – Hamurabe José Batista Flores.
O Rito de York chegou à Bahia por iniciativa de Mestres Maçons que, em sua maioria, foram iniciados na Ordem DeMolay durante a adolescência e agora, como homens livres e aceitos na Maçonaria resolveram resgatar a origem maçônica de seus rituais da juventude.
A sessão solene de Instalação foi prestigiada por Irmãos das Lojas coirmãs de Itabuna: Areópago Itabunense e Acácia Grapiúna, ambas jurisdicionadas a GLEB e a 28 de Julho, jurisdicionada ao GOB/GOEB; e de comitivas de Irmãos de Salvador, Feira de Santana, Ibicaraí, Coaraci, Camacan, Buerarema, Itajuípe e Ilhéus.
Ao final do evento, a diretoria da nova Loja ofereceu um coffee break aos Irmãos.
Grande Oriente Estadual da Bahia (GOEB)
Reunião da Poderosa Assembleia Estadual Legislativa (PAEL).
Neste sábado, 11, a PAEL fez reunião no Salão Nobre (Bairro Saúde/Salvador). Deputados em bom número tornaram a sessão bastante proveitosa. A dinâmica empreendida pelo Ir.’. Guimarães (Presidente) proporciona debates, celeridade, cumprimento de pauta, enfim, a PAEL cumpre maravilhosamente bem o seu papel. Alguns temas geram discussões acaloradas mas, no final tudo se encaixa e tanto isso é verdade que a confraternização após os embates é a principal prova que o objetivo é cuidar de aprovações devidamente fundamentadas e que os projetos sejam exaustivamente examinados. O experiente Orador da PAEL Alrelito Lorens acompanha tudo atentamente e cumpre com denodo, determinação e, acima de tudo, atenção todo o seu mister.
Parabéns aos valorosos Deputados. O GOEB reúne nessa PAEL Maçons verdadeiramente comprometidos com a Ordem e a sociedade como um todo.







TFA.’. e fiquem com DEUS (Sempre!).
Ir.’. Roberto Rabat Chame
Secretário Adjunto de Comunicação e Informática do Grande Oriente Estadual da Bahia (GOEB).
Grande Oriente Estadual da Bahia (GOEB)
Grão-Mestre convida Família Maçônica para palestra “Água- A Maçonaria em Defesa do Consumo Consciente”
O Grande Oriente Estadual da Bahia, através da Comissão Estadual do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e da Comissão de Civismo e Cidadania convida os Irmãos, Cunhadas e Sobrinhos para participarem da palestra “Água- A Maçonaria em Defesa do Consumo Consciente”, que será ministrada pelos Irmãos Ney Campello (Presidente da Comissão Maçônica Estadual do Meio Ambiente) e o Tenente Antônio César Ferreira Sampaio.
O evento acontecerá no dia 14 de abril, às 19 horas, no Templo Nobre do GOEB, localizado na Rua Marquês de Barbacena, nº157, bairro da Saúde, Salvador-Ba. O traje será maçônico, sem paramentos.
RAÍZES E ORIGENS DA FRANCO-MAÇONARIA – PARTE VII
Por José Everaldo Andrade Souza

Ir.’. Everaldo
Caríssimos seguidores do nosso R2CPRESS, poderosos Irmãos estudiosos da Arte Real e honrados simpatizantes e interessados na milenar história da Franco-Maçonaria.
Até o século XIV, há raras evidências de que os pedreiros britânicos fossem de alguma forma organizados ou de que mantivessem qualquer comunicação entre os de uma e outra parte do país. Contudo, cada novo estilo de construção se expandia em poucos anos depois de sua introdução. Cerca de 30 anos depois da Conquista Normanda, em 1066, foram construídas mais de 5 mil novas igrejas, sendo as do norte semelhantes em tamanho, proporção e disposição às do sul, com uma distância de 500 ou 600 quilômetros entre os dois polos. Para nós que vivemos atualmente no mundo da informação instantânea, essa não representa uma grande distância, mas há mil anos, o caso era bem diferente. A uniformidade da mudança na arquitetura das igrejas foi devida, provavelmente, aos construtores que viajavam de uma obra para outra levando consigo as novas ideias.
Os pedreiros operativos (homens que trabalhavam em igrejas e outras construções), ao contrário dos pedreiros eletivos (os que não construíam e que, mais tarde, foram aceitos nas Lojas), eram um grupo itinerante, que viajava de um lugar a outro em busca de trabalho.
De Winchester, ao sul, até Durham, ao norte da Inglaterra, gerações de artesãos trabalharam nas gloriosas construções que são, provavelmente, um dos grandes legados da Igreja Católica Romana medieval para as futuras gerações de ingleses.
Grande Oriente do Brasil (GOB).
Mensagem de Páscoa – Grão Mestre Geral
Marcos José da Silva
Morre aos 94 anos um dos fundadores da Loja Maçônica de Ipiaú
Morreu às 04h30 desta sexta-feira (03/04) o senhor Noel Vieira, de 94 anos de idade. Ele faleceu após complicações na saúde. Noel morou em Ipiaú por muitos anos, e nesta cidade formou família e se tornou um comerciante muito conhecido, além de um dos fundadores da Loja Maçônica do município. Atualmente, residia com os filhos em Belém do Pará. O corpo será sepultado em uma fazenda da família em Altamira-PA. (Giro em Ipiaú)
RAÍZES E ORIGENS DA FRANCO – MAÇONARIA – PARTE VI
Por José Everaldo Andrade Souza
Ir.’. Everaldo
Caríssimos seguidores do R2CPRESS, Irmãos maçons e demais leitores interessados na história da Franco-Maçonaria.
Conforme anunciado em nossa edição anterior iremos transcrever, na íntegra, os Deveres dos Pedreiros medievais:
O PREÂMBULO DECLARA QUE O QUE SEGUE É O DIGNO E SAGRADO JURAMENTO DOS PEDREIROS E QUE CADA HOMEM QUE É UM PEDREIRO DEVE OBSERVAR CORRETAMENTE ESSES DEVERES…
O primeiro dever é que você seja autêntico para com Deus e com a Santa Igreja e que não faça uso de qualquer heresia ou engano pela compreensão ou pelo ensinamento de homens indiscretos.
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Também que você seja um verdadeiro vassalo do Rei sem traição ou falsidade e que desconheça qualquer traição e, caso saiba de alguma, que a corrigirá se lhe for possível ou que a levará ao conhecimento do Rei ou de seu Conselho. Também será sincero com os outros, isto é, com cada membro e companheiro do Ofício da Alvenaria, que sejam pedreiros aceitos e que os tratará da mesma forma como eles o tratariam.
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E também que cada pedreiro mantenha segredo da Loja e da câmara e de todos os outros segredos que precisam ser mantidos à maneira do Ofício.
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E também que nenhum membro seja ladrão na Companhia até onde você poderá vir a saber.
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E também que você seja sincero para com o seu senhorio e seu mestre a quem serve, buscando verdadeiramente seu lucro e vantagens.
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Também não fará nenhuma vilania na casa em que o Ofício possa ser caluniado.
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Esses são os Deveres Gerais que todo pedreiro deve observar, tanto mestres quanto companheiros.
Seguem agora outros Deveres, particularmente para mestres e companheiros.
Primeiro, que nenhum mestre assuma trabalho de qualquer senhorio, tampouco outro trabalho senão aquele que sabe poder realizar, de maneira que o Ofício não sofra descrédito e que o senhorio seja verdadeiramente servido.
































































