:: ‘MAÇONARIA’
Grande Oriente Estadual da Bahia (GOEB)

Esse é o meu mais novo artigo que está no Boletim do Goeb: http://goeb.com.br/
Caso você tenha dificuldade em ler – porque as letras aqui estão pequenas – existe a seguinte opção:
http://goeb.com.br/boletim/fevereiro-2015 (copie e cole).
Abre com a entrevista do Grão Mestre e, na página 2 está o nosso artigo. Dê um clique na página que entra o zoom e vc guia sua leitura com a “mãozinha”.
TFA.’. e fique com DEUS (Sempre!).
Rabat.’.
Campanha pretende arrecadar fundos para ajudar sobrinho DeMolay
Sirvo-me do presente com o desiderato de relatar um grave problema que vêm acometendo a saúde de um sobrinho. Membro de tradicional família Maçônica de nossa região, Antonio Barreto Nascimento (DeMolay iniciado no Capítulo Clodoaldo Lira Rocha – nº 251 – Gandu/BA) é um garoto de apenas 15 anos de idade que passou a enfrentar, há alguns meses, a insuficiência renal crônica.
O seu estado de saúde inspira cuidados extremamente especiais. Submetido à hemodiálise quase que diariamente, Antonio aguarda melhores condições para que possa submeter-se à cirurgia de transplante renal. Ultimamente, para agravar o quadro de sua enfermidade, vem apresentando convulsões de origem ainda desconhecida pelos médicos que estão cuidando do seu caso, o que aflige e imensamente preocupa a todos.
Como se tudo isso não bastasse, a sua genitora, Sra. Elzileide Barreto, encontra-se ainda em recuperação de um câncer na laringe, cujo tratamento já perdura há aproximadamente 4 anos. Professora de ofício, recebe tão somente uma quantia a título de auxílio-doença da Previdência Social, no valor de aproximadamente um salário mínimo. O seu esposo, Sr. Hélio Nascimento, para que pudesse cuidar dos enfermos, teve que pedir dispensa do seu trabalho. Significa dizer: os parcos ganhos da mãe de Antônio estão sustentando toda a família, que ainda é composta por mais dois jovens (também DeMolays), que têm exercido verdadeiro sacerdócio para ajudar a custear as despesas da casa. Somem-se a isso as precárias condições de saúde do nosso município, cujo aparelho para diálise mais próximo, por exemplo, está há mais de 100 quilômetros de distância, não dispondo de equipamentos básicos à saúde de média complexidade, vide desfibrilador e congêneres.
As Lojas Maçônicas do Palácio Maçônico do Baixo Sul, a Loja Maçônica Virtude e Amor, o Capítulo Clodoaldo Lira Rocha, o grupo de Sêniores DeMolays de Gandu, a Loja União e Justiça (GOB Salvador) e a Loja Construtores da Esperança (Camaçari-Ba) estão há algum tempo em campanha a fim de prestar auxílio ao jovem garoto, mas todos os nossos esforços ainda têm mostrado-se insuficientes nesse sentido.
Assim, considerando a excepcionalidade, a natureza e a urgência da causa, dirigimo-nos humildemente, num verdadeiro pedido de socorro. Iniciamos por toda a região a “Campanha do Tronco”, onde todas as Lojas e Capítulos mais próximos estão empenhados em reverter ao nosso sobrinho os valores arrecadados nos troncos de solidariedade de suas sessões, total ou parcialmente, a fim de que possamos contribuir para o seu melhor atendimento e tratamento. E é neste sentido que rogamos a vossa ajuda, solicitando desse Sereníssimo a expedição de pranchas à maior quantidade de Oficinas possíveis para que também possam tomar conhecimento e contribuir com a causa, seja por intermédio da doação do tronco, seja por contribuições individuais.
Cumpre salientar que o sobrinho encontra-se internado na UTI do Hospital Irmã Dulce, na capital do nosso estado, portão 10, leito 0516, para aqueles que puderem fazer uma visita ou saberem maiores informações. A conta-poupança para depósito é 3683-1, operação 013, agência 3534, e é de titularidade do próprio sobrinho (Antonio Barreto Nascimento). Neste momento todo e qualquer apoio será extremamente oportuno.
No ensejo, rogamos ao G.:A.:D.:U.: para que irradie toda a sabedoria necessária para lidarmos com tal situação, abençoando, protegendo e resguardando a saúde de nosso sobrinho e de sua família.
Absolutamente convictos de vossa compreensão e atenção, agradecemos antecipadamente.
Fraternalmente,
Elton Gonçalves da Hora
O PRIMEIRO PASSO

Ir .’. Leonardo Garcia Diniz
O ingressar na Ordem Maçônica é o “Iniciar de um caminhar”, é partir rumo a uma viagem no tempo, excursão que se decide fazer, definitivamente, ainda na “Câmara de reflexões”; ali, ao olharmos para o animal que representa a cautela, a vigilância e resistência, numa decisão solitária, de foro intimo, damos o primeiro passo para uma caminhada sem volta e sem fim.
A decisão, “ser Maçom”, nos levará, ao sairmos daquele cubículo d’onde só o Galo nos observa, a caminhar por uma estrada onde o beneficio maior estará sempre um passo à frente, pois que, ao se cultivar o “aprendizado e saber” que a nossa ordem imprime e propicia, o retorno virá em forma de engrandecimento moral e espiritual, é um crescimento pessoal, individual, que preenche tão somente a vida daquele que decide seguir em frente e que, a cada passo dado, entende o caminhante, jamais chegará ele, pelo menos neste plano de existência, ao fim desta passagem.
Dar e receber, este é o princípio, assim se fez e faz maçonaria, e, é sob esta base, continuada, de trocar o saber, que ela (a Maçonaria) se expande e se apresenta a cada um de nós da forma que ela é; ela é nosso retrato, nossa consciência, nosso saber, tanto para mais quanto para menos, se os obreiros dão passos para frente e ou o dão para traz a loja os acompanha neste vai e vem, quando mais a estudamos e a entendemos mais ela terá o que nos ensinar. Estudar deixa a loja mais intensa e cada vez mais educadora. A Loja nos devolve, sempre, o somatório de todas as conquistas e saberes de cada um de seus obreiros; quanto mais caminhamos em direção do nosso construir mais a loja absorve e devolve a cada um de nós estes conhecimentos, mesmo que este devolver se dê no diapasão em que cada uma de nossas consciências consegue absorver.
Estudar é o único caminho!
O Aprender, o anseio, a diligência pertence a cada um de nossos obreiros e irmãos; mas, a orientação, a proteção, a cumplicidade advém do grupo, da loja, da Ordem. Sempre unidos neste aperfeiçoar, perenes, os obreiros e a Ordem, continuarão, por toda a eternidade, caminhando em busca da LUZ que vem do oriente, glorificando a verdade e a justiça, promovendo o bem-estar da Pátria e da Humanidade, levantando Templos a Virtudes e cavando masmorras aos Vícios.
A escada de Jacó possui 33 degraus, representa a involução e a evolução, sua subida é penosa e lenta, pois que, nos encontramos, todos, em níveis diferentes de evolução; só o aperfeiçoamento, o instruir-se, nos levará passo a passo, degrau a degrau, e, dependendo de nossa disciplina e compreensão, ao topo. Tudo esta amarrado a nossa própria consciência e conhecer.
Assim, partida e chegada são pontos comuns de uma mesma viagem, de uma mesma vida.
Trafegando na estrada “vida” uns vão entretidos com diálogos banais, outros dispersos em pensamentos e problemas pessoais, mas, existem aqueles que em busca de “conhecimentos” a percorrem de olhos bem abertos observando de um tudo, as flores na beira da estrada, as cachoeiras e os animais a sua margem, veem, ouvem analisam e entendem os recados da natureza e de DEUS, e, cada vez mais e melhor, procurando a tudo apreender dessa mesma natureza, assim fazendo acaba inserido como parte do todo; pois que, consegue ir ao seu interior em busca de respostas.
Ai está à regra!
“Caminhar” incessantemente em busca de conhecimento, estudar a si, para si, para seus irmãos, permitindo que a “ordem entre” em seu coração e o faça entender que seremos, nesta vida, eternamente APRENDIZES.
—
Leonardo Garcia Diniz
Aug.’. e Resp.’. Loj.’. Maç.’. Vigilância e Resistencia N° 70
Ilhéus – Bahia.
ORIGENS E RAÍZES DA FRANCO-MAÇONARIA – PARTE V
Por José Everaldo Andrade Souza
Ir.’. Everaldo
Caríssimos seguidores do R2CPRESS, amados Irmãos maçons e estimados simpatizantes e estudiosos da história da Franco-Maçonaria.
Será verdade que o rei Salomão pediu ajuda ao rei de Tiro na construção de seu grande Templo de Jerusalém? Seriam os atuais franco-maçons os herdeiros desses pedreiros bíblicos?
Talvez enterrada nas areias do deserto haja uma placa cujos sinais possam nos revelar a verdade, assim como é possível que em uma grande biblioteca haja um manuscrito antigo que apresente os fatos. Porém ainda não temos outra alternativa senão aceitar o fato de que as origens da Franco-Maçonaria pré-moderna estejam perdidas num obscuro e distante passado. Elas estão encobertas por um manto de mistério e é totalmente provável que esse manto nunca seja completamente desvelado …
LUGARES SECRETOS
Esses homens precisavam de espaço para armazenar e organizar suas ferramentas, um lugar onde mestres-de-obras pudessem distribuir ordens para ajudantes e aprendizes. Precisavam de abrigo, quando o mau tempo impedia que trabalhassem e um lugar onde, se o trabalho fosse suspenso por qualquer período de tempo, as habilidades de pedreiro pudessem ser ensinadas aos aprendizes.
Conhecidas como hutte, lutza, cassina ou loge, dependendo de sua localização, são conhecidas por nós como “Lojas” e quase todos os canteiros de obras das catedrais, na Europa medieval, tinham uma. Se não estivesse próxima à parede externa da catedral, ela se encontraria a uma pequena distância dela. Construídas em madeira ou pedra, as Lojas vieram a ser consideradas como o lugar no qual as técnicas e os segredos do ofício de pedreiro eram transmitidos. Esse treinamento não podia ser visto ou ouvido por pessoas que não fossem membros da Loja e, assim, a Loja era considerada um lugar protegido e, com o tempo, assumiu um caráter sagrado.
Com tanta construção de catedrais acontecendo em toda a Europa, inúmeras Lojas vieram a existir. Eram geralmente desmanchadas, assim que se completasse o trabalho de construção, mas como a construção poderia levar vários anos, as Lojas permaneciam por muitas gerações. Costumes e regras eram diferentes de uma Loja para outra, e foi somente em 1459 que uma tentativa foi feita para unificar os diversos códigos e estatutos das Lojas dos construtores de catedrais da Europa.
OS ESTATUTOS DE RATISBONA
ILHÉUS / LOJA MAÇÔNICA ELIAS OCKÉ
RECONHECIMENTO
MAIS DO QUE JUSTO: PERFEITO!
MOMENTOS DE RARÍSSIMA EMOÇÃO

21 03 2015
Vivenciar a Maçonaria, servir com determinação e gosto, fazer acontecer inúmeros eventos, fazer a Loja crescer, zelar, abdicar de outras ações e canalizar energia pura e cristalina para a IRMANDADE não é fácil e, exatamente por isso, é PARA POUCOS.
A nossa LOJA tem esse diferencial porque nós temos SIM um casal que mostrou/mostra durante mais de quatro décadas como é o verdadeiro espírito Maçônico. Gildo Mario Caldas e Miriam, casal modelo da Ordem, segue servindo de exemplo para os que chegam e, principalmente, funcionando como fonte de inspiração para todos os obreiros, cunhadas e sobrinhos.
Gildo Mário Caldas está no Oriente Eterno. Particularmente não vejo diferença porque fisicamente não está (?) entre nós mas, suas qualidades e o seu significado de homem LIMPO e PURO permanece; o mantém aqui/Loja através do EXEMPLO de MAÇOM, pai de família e amigo. O corpo físico, pra mim, é apenas um detalhe para se fazer presente neste nosso mundo. Assim é que mantenho, propositadamente, o verbo no presente e faço isso sem nenhuma dificuldade por ter certeza do que estou dizendo …
Se existe raríssima emoção a noite de ontem viveu essa grandeza e a nossa LOJA experimentou isso de uma maneira tão forte quanto contagiante.
Numa iniciativa do Irmão Alrelito Lorens, com aprovação de 100% dos obreiros e cunhadas, o SALÃO NOBRE/FESTA da Loja foi batizado como SALÃO NOBRE CASAL GILDO MARIO CALDAS e MIRIAM. Familiares, amigos, convidados, Obreiros, enfim, a sociedade ilheense esteve maravilhosamente bem representada nesse evento que foi corado de êxito. O Venerável Mestre Enio Felipe Daud Lima carimba mais uma realização de peso e, verdadeiramente, marcante no seu real significado.
Parabéns para todos, ‘INDISTINTAMENTE’ e que DEUS continue nos iluminando.
Beijos com um emocionado TFA.’.
Rabat.’.
* Liberadas desde que citada a fonte: R2CPRESS – Agência de Notícias
ATENÇÃO:
As fotos desse evento estão no álbum ILHÉUS_LOJA MAÇÔNICA ELIAS OCKÉ_CEIA DE NATAL 2013
Caso não abra numa montagem igual a de cima, desça a página, ache e siga clicando.
ORIGENS E RAÍZES DA FRANCO-MAÇONARIA – PARTE IV
Por José Everaldo Andrade Souza
Ir.’. Everaldo
Caríssimos leitores e seguidores do R2CPRESS, integrantes e interessados na história da Franco-Maçonaria.
Conforme anunciamos na edição anterior desse estudo, dedicado às origens e raízes da Sublime Ordem dos Cavaleiros da Arte Real, prosseguiremos destacando os seus prováveis ancestrais, ordenados de acordo com os listados anteriormente.CORPORAÇÃO OPERÁRIA
As guildas operárias apareceram da França antes de serem inicialmente notadas na Inglaterra e na Alemanha. Uma organização de pedreiros existiu na França desde 1365 e, nos arquivos da cidade de Amiens, encontra-se um código, datado de 1407, que regia as suas práticas. Há a menção de um código anterior, datando de 1260, que se refere a Carlos Martel, o avô de Carlos Magno e um dos homens para quem, alega-se, os segredos dos antigos construtores foram transmitidos.
Entretanto, há outra organização francesa que chamou a atenção dos que buscam o verdadeiro ancestral da Maçonaria: a Compagnonnage (a Corporação Operária).
Em 1841, um historiador francês, Agricol Perdiguer, publicou Le livre du Compagnonnage ( O Livro da Corporação Operária), que apresenta o relato detalhado de uma misteriosa organização de pedreiros a qual, conforme o livro, era composta dos Filhos de Salomão, dos Filhos de Soubise e os Filhos do Mestre Jacques.
Conta a lenda que Mestre Jacques era um dos mestres pedreiros que trabalhou no Templo de Salomão e foi colega de Hiram Abiff, o mestre pedreiro de Tiro enviado a Jerusalém para ajudar a construir o Templo.
Entretanto, como o livro foi publicado somente um século depois de a Grande Loja ter sido fundada em Londres, é bem possível que o autor tenha feito uso do conhecimento de seus rituais para descrever os rituais da Compagnonnage.
Além disso, na Inglaterra, os rituais dos pedreiros foram adotados pelos Franco-Maçons. Na França, a Compagnonnage permaneceu separada da Maçonaria ali estabelecida. Juntando tais fatos, é pouco provável que a Compagnonnage tenha sido a progenitora direta da Maçonaria.
OS DRUIDAS
Grande Oriente Estadual da Bahia (GOEB)

GOEB
HOJE, dia 14 de março de 2015, será realizada a eleição para os cargos de Grão-Mestre Estadual e Grão-Mestre Estadual Adjunto do GOEB.
A votação ocorrerá nas respectivas Lojas, no horário habitual das sessões.
ORIGENS E RAÍZES DA FRANCO – MAÇONARIA – PARTE III
Ir.’. Everaldo
Por José Everaldo Andrade Souza
Prezados seguidores do nosso conceituadíssimo R2CPRESS, Irmãos maçons e interessados na história da Franco-Maçonaria.
Nessa parte do nosso atual enfoque, estudaremos algumas teorias a respeito da origem da Maçonaria….
RAÍZES TRIBAIS?
Nessa teoria acredita-se que a Maçonaria tenha suas raízes em tribos, que prosperaram no Período Megalítico, ao redor de 7000 a 2500 a.C. Havendo descoberto a Ciência e a Astronomia, os homens daquela época construíram observatórios astronômicos, que incluem Stonehenge da Inglaterra, às margens da planície de Salisbury, obras impressionantes àquela época. Esses observatórios permitiram às tribos que os construíram calcular as estações e os anos pela observação do Sol e de Vênus, o planeta mais brilhante do céu noturno. De fato, isso lhes permitiu ter uma noção do tempo. Sem essas noções, as primeiras civilizações não teriam condições de planejar o futuro ou de progredir eficientemente.
Um dos Manuscritos do Mar Morto, descobertos em cavernas no Oriente Médio, perto do mar do mesmo nome, entre 1947 e 1958, e que se acredita terem sido escritos entre os anos 100 a.C. e 68 d.C., é o Livro de Enoch. Ele explica os princípios científicos pelos quais esses primeiros observatórios operavam. Esses princípios foram compartilhados com outras tribos antes do dilúvio que devastou o mundo ao redor do ano 150 a.C.
Os sobreviventes mantiveram as tradições e quando os romanos expulsaram seus sacerdotes de Jerusalém, em 70 d.C., esconderam os manuscritos, nos quais haviam escrito seus conhecimentos de construção nas ruínas do Templo de Salomão. Ali ficaram até que foram recuperados por seus descendentes, os homens que fundaram os Cavaleiros Templários. Em 1140, liderados por Hugues de Payens, um grupo de Templários recuperou os manuscritos, levando-os para a Europa. Ali, as habilidades secretas dos construtores da época do Velho Testamento foram passadas para os homens que as usaram para construir as grandes catedrais da Europa, os homens cujos rituais, organizações, símbolos e sinais são tão evidentes na Franco-Maçonaria Moderna.
SOBRE MISTÉRIOS E MESTRES
GOB / GRÃO-MESTRE GERAL FAZ PRONUNCIAMENTO E AFIRMA QUE O PAÍS PRECISA DE REFORMA POLÍTICA.
GRANDE ORIENTE DO BRASIL (GOB)
Eurípedes Barbosa Nunes entrevistou o Soberano Grão-Mestre Marcos José da Silva para a TVGOB, que reafirmou a posição do Grande Oriente do Brasil perante a situação vivida no momento pelo nosso país. Convido-o para assistir à respectiva entrevista.
Grande Oriente Estadual da Bahia (GOEB)

GOEB
No dia 14 de março de 2015 será realizada a eleição para os cargos de Grão-Mestre Estadual e Grão-Mestre Estadual Adjunto do GOEB.
A votação ocorrerá nas respectivas Lojas, no horário habitual das sessões.
Novo Capitulo DeMolay GCE-Ba
No ultimo fim de semana ,foi Instalado na Cidade de Juazeiro – Ba o mais novo capitulo DeMolay
Na oportunidade foi empoçado o Conselho Consultivo , tendo como presidente o Irmão Ednaldo Torres , o primeiro Mestre Conselheiro do Capitulo , o sobrinho Marcos Sued o Mestre Conselheiro do Capitulo
As atividades de instalação do novo Capitulo foram prestigiada . pelos Sobrinhos Valdir N. Machado ,seniores DeMolay ,Iury Mendosa MC: estadual – Ba e pelo Irmão Robson Jardinha ,past Grande Mestre do GCE-Ba e Legionário
Em uma festa cheia de muita emoção ” UM SONHO REALIZADO ”






























































