:: ‘MAÇONARIA’
Calendário dos Altos Corpos – Itajuípe
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ILHÉUS / LOJA MAÇÔNICA ELIAS OCKÉ
Nesta terça, 03, a Loja Maçônica Elias Ocké, do Oriente de Ilhéus (GOB/GOEB), reiniciou os trabalhos para o ano de 2015. A sessão foi bastante concorrida e abrilhantada com obreiros da Loja e visitantes de Orientes da região.
O trabalho empreendido pelo Venerável Mestre Enio Felipe Daud Lima e sua diretoria têm refletido positivamente no engrandecimento da Loja e, prova disso, é a constante regularização de Irmãos do quadro que, por motivos diversos , não estavam frequentando. Esse retorno é motivo de alegria para todos como foi, por várias vezes, destacado.
A maior parte dos debates foi direcionada para os movimentos que cobram um BASTA na IMORALIDADE que assola o País. A defesa da Pátria, o bem comum, o zelo para com a sociedade brasileira rechearam os discursos, cobranças, estratégias e ações que estão sendo unificados pela ORDEM em todo o TERRITÓRIO NACIONAL.
As homenagens, os abraços e falações envolvendo a Loja e, por extensão, a ORDEM em TODOS os momentos emocionaram os presentes de uma maneira muito forte.
O clima de confraternização, a satisfação por estarmos retornando se estenderam até o Salão Nobre e, como sempre, o “balcão” foi o endereço de muitos.
A Loja Elias Ocké tem esse referencial/diferencial. Ela, naturalmente, irradia alegria, solidariedade, amizade, companheirismo, enfim, é sempre assim: quando os IRMÃOS se juntam a alegria campeia, predomina. Isso tem sido motivo para inúmeros elogios. Todos curtem o momento com o astral “lá em cima” o que é de fundamental importância para que os nossos encontros sejam sempre bastante concorridoas.
2015 promete. A Maçonaria sempre teve ideais libertários e, neste ano, as LOJAS DE TODO O PAÍS (não poderia ser diferente) vão dizer sim aos anseios, reclames e inquietações do nosso povo, da nossa gente…
TODOS, JÁ, DE PÉ E À ORDEM !!!!
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TFA.’. e fiquem com DEUS (Sempre!).
Roberto Rabat Chame .’.
Mestre Maçom
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Para controle do site:
As fotos do retorno da Loja para o ano de 2015 estão no álbum:
R2CPRESS_LOJA MAÇÔNICA ELIAS OCKÉ_RETORNO EM 11 03 2014_ILHÉUS
GRANDE ORIENTE ESTADUAL DA BAHIA (GOEB)
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Matéria originalmente publicada no site do GOEB:
http://goeb.com.br/noticias/goeb/2080/entrevista-secretaria-de-comunicacao-entrevista-o-grao-mestre-silvio-souza-cardim
ORIGENS E RAÍZES DA FRANCO-MAÇONARIA – PARTE II
Ir.’. Everaldo
Por José Everaldo Andrade Souza
Prezados seguidores do R2CPRESS, integrantes e interessados na história da Franco-Maçonaria.
Nessa segunda parte desse estudo, daremos sequência ao relato do monge Ranulf Higden, de Chester, relativo aos filhos de Lameque e as artes por eles fundadas e, concluiremos abordando o antigo filósofo e matemático grego, Pitágoras, fundador de uma academia, que muitos acreditam ser uma das fontes das quais nasceu a Maçonaria…
A HISTÓRIA DE RANULF HIGDEN
Higden continua descrevendo como o rei da Babilônia transferiu o conhecimento contido nos Pilares aos 60 pedreiros, que ele enviou à cidade de Nínive. Dali, ele foi passado para o Egito onde, século mais tarde, foi aprendido por Euclides, o matemático grego que viveu em Alexandria. Atendendo a um pedido do faraó, Euclides ofereceu-se para ensinar aos filhos da nobreza egípcia a ciência da Geometria: “na prática do trabalho de pedreiro e de todos os tipos de trabalhos dignos, que diziam respeito à construção de castelos, palácios, templos, igrejas e todos os tipos de construção”. Ele não somente ensinou a sua ciência aos egípcios, mas também ensinou-os a serem leais ao faraó e aos senhores que serviam. Ele também os instruiu a viverem junto, em harmonia, a serem leais uns aos outros. deviam chamar-se “companheiro e não servo ou criado, e nem outros nomes baixos”, e também deviam “servir verdadeiramente o senhorio a quem servissem”.
Como poderemos ver, essas palavras foram repetidas 1.500 anos depois da época de Euclides, no Manuscrito Régio (1390 d.C.), que evoca a organização dos pedreiros e dos cortadores de pedra na Inglaterra medieval, e no Estatuto de Ratisbona, que realizou o mesmo para os pedreiros alemães, 70 anos mais tarde.
O bom monge Ranulf Higden também registra a construção do Templo de Jerusalém. Ele escreve que muito tempo depois que os Filhos de Israel chegaram à terra hoje conhecida como Israel, o rei Davi ordenou que um novo templo fosse construído na cidade de Jerusalém. Quando Davi morreu, Salomão, filho de Davi, incumbiu-se de completar a obra que seu pai começara.
DeMolay
O SUPREMO CONSELHO DA ORDEM DeMolay PARA O BRASIL

DeMolay
ORIGENS E RAÍZES DA FRANCO-MAÇONARIA – PARTE I
Ir.’. Everaldo
Por José Everaldo Andrade Souza
Caríssimos seguidores do R2CPRESS, integrantes e interessados em estudos e conhecimentos da história da Franco-Maçonaria.
Gostaria de agradecer, sinceramente, as manifestações de apoio e carinho que temos recebido pelos nossos modestos estudos relativos à Franco-Maçonaria, em especial ao nosso Irmão José Carlos Junior, do qual sou grande admirador pelos relevantes serviços prestados à nossa bela e desprotegida ILHÉUS, através de suas palavras e demonstrações de amor à nossa cidade e sua comunidade.
INTRODUÇÃO
É possível dizer que a Maçonaria Moderna, também chamada de A Arte Real pelos franco-maçons modernos, foi fundada em 1717, quando os membros de quatro ou mais Lojas reuniram-se em Apple Tree Tavern (Taverna da Macieira), em Londres, e concordaram em se constituir como uma Grande Loja. Os homens decidiram reunir-se mais tarde, em 24 de junho, dia de São João Batista, em outra hospedaria, The Goose and Gridiron (O Ganso e a Grelha), no pátio da Igreja de São Paulo, para participar de uma festa e escolher um Grão-Mestre dentre eles mesmos. A história relata que um cavalheiro chamado Anthony Sayer foi eleito Grão-Mestre
Desde então, Lojas foram fundadas em quase todos os países do mundo e alguns dos mais famosos nomes da história orgulharam-se de terem sido iniciados na Confraria. A lista é tão grande quanto diversificada; acredita-se que Jonathan Swift, cronista de As Viagens de Gulliver tenha sido membro da Loja n° 16, que se reunia em The Goat ( O Bode), uma taverna localizada na Rua Haymarket, em Londres. Benjamin Franklin e George Washington, dois dos pais fundadores dos Estados Unidos, eram membros da Loja de São João, na Filadélfia, e da de Frederickburg, na Virgínia, respectivamente. Simón Bolívar, “o George Washington da América do Sul”, tornou-se membro da Maçonaria em Cádiz e, em 1824, fundou a Loja Ordem e Liberdade n° 2, no Peru. Louis Armstrong foi membro da Loja de Montgomery n° 18, em Nova York. De Edwin Aldrin, que esteve um passo atrás de Neil Armstrong, quando os Estados Unidos pousaram os primeiros dois homens na Lua, em 1969, a John Zoffany, um dos fundadores da Real Academia Britânica e membro da Loja das Nove Musas, em Londres, há milhares de homens que se orgulharam de terem sido chamados de maçons.
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL APRECIA, JULGA E DEFINE INTERVISITAÇÃO
Em sessão do Supremo Tribunal Federal Maçônico, do Grande Oriente do Brasil, presidida pelo Sapientíssimo Wanderley Salgado de Paiva, entre outros processos em pauta, foi julgado o Mandado de Segurança que teve como impetrante Pedro Renato Lúcio Marcelino e impetrado o Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, com relatório do Ministro Dorival Lourenço da Cunha, aprovado por unanimidade.

O Ministro apresentou detalhado relatório, concluindo sua decisão no voto, assim definida:


Nova Diretoria da Ordem DeMolay
O capitulo S. Jorge dos Ilhéos do Ordem DeMolay, filiado ao GCE-Ba e Subordinado ao Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil neste sábado se reuniram as 16:30 Hs na Loja Maçônica Regeneração Sul Baiana para Eleição e Posse da sua nova diretoria os Sobrinhos :
OS FRANCOS – MAÇONS – PARTE XII
Ir.’. Everaldo
Por José Everaldo Andrade Souza
A partir do momento que compreende o primeiro passo na Maçonaria, o maçom é ensinado a viver a sua vida, dentro e fora da Loja, por meio de um conjunto de Princípios, de Ideais e de Virtudes…
IDEAIS E VIRTUDES
Sempre que estiver em uma Loja, o maçom não pode deixar de estar consciente do simbolismo do qual faz parte e do qual é uma parcela do seu feitio. A Loja é um símbolo do Universo, com o Sol iluminando a sua importância, para que todos a admirem e se surpreendam. As ornamentações nos Quadros de cada Grau e o significado simbólico de cada ferramenta servem para lembrar ao maçom o propósito da Maçonaria e os princípios pelos quais todos os membros da Loja são exortados a viver.
Os mais impressionantes desses símbolos, aqueles que ninguém pode deixar de notar ao entrar em uma Loja, são as três Colunas da Sabedoria, da Força e da Beleza. Elas servem para representar a Onisciência e a Onipotência do Ser Supremo e a perfeita simetria de Sua Criação. Elas são vistas fisicamente na Loja como as Colunas Jônica, Dórica e Coríntia, cada uma diferente da outra em formato e forma e também, metaforicamente, como os obreiros superiores da Loja – o Venerável Mestre, o 1° e o 2° Vigilantes. Nenhuma Loja pode ser aberta sem a sua presença.
Nem todos os maçons podem esperar demonstrar a sabedoria de companheiros maçons, como Benjamin Franklin e George Washington, e outros visionários, que acreditavam piamente na sabedoria de lutar pela liberdade de viver livre do domínio colonial. É como escreveu nos Estados Unidos uma figura importante da Franco-Maçonaria; é possível para todos os maçons se esforçarem para encontrar a sabedoria, para enxergar a vida simples e clara, o que é um dos presentes mais importantes que a Maçonaria pode conferir aos seus membros. “Todos nós cometemos erros; a sabedoria maçônica nos encoraja não apenas a aprender com eles, mas também a julgar o nosso desempenho em todos os aspectos de nossas vidas em comparação a certos padrões, ajustar e seguir adiante, havendo aprendido a comparar o seu desempenho e as suas ações com um padrão mais alto.”
AS VIRTUDES DA MAÇONARIA
BREVIÁRIO MAÇÔNICO
AUTORIDADE
A autoridade é um princípio muito respeitado na Maçonaria, dentro dos escalões da sua organização.
A palavra de um Grão-Mestre, de um Venerável Mestre, é respeitada por um princípio de obediência hierárquica; aquele que ingressa na Ordem Maçônica presta sérios juramentos de obediência à autoridade hierárquica.
Dentro de uma Loja, os oficiais maiores, ou seja, Vigilantes, Orador, Secretário, possuem autoridade em suas decisões.
A liberdade que é cultivada com muito rigor não prescinde do princípio da autoridade, pois somente assim haverá ordem e respeito.
Além do mais, trata-se de uma disciplina construtiva, que exercita o maçom, no mundo profano, a respeitar a autoridade constituída e o carinho para com os mais gravitam doutos, os mais velhos, os patrões, enfim, todos os que gravitam na sociedade.
A Maçonaria, diz-se, também é uma escola onde o aprendizado é vasto e abarca um universo.
O respeito à autoridade é um bom hábito.
Respeita se quiseres ser respeitado. É a lição quotidiana.
RIZZARDO DA CAMINO
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Enviado por Enault Freitas.

































































