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:: ‘Agricultura’

Governo poderá pagar quase R$ 1,5 milhão em sétimo pepro de borracha

O sétimo leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural de borracha deste ano, realizado nesta quarta-feira (29) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), comercializou 65,76% do total oferecido. Assim, o governo poderá pagar quase R$ 1,5 milhão pela venda e escoamento de 2,7 mil t de borracha natural. O produto é da safra 2014/2015. Para receber o prêmio, o arrematante deverá, obrigatoriamente, comprovar a venda e o escoamento do produto exclusivamente para usinas de beneficiamentos.

O cenário de aquisição do Pepro foi o seguinte: Bahia (120 toneladas); São Paulo (2,2 mil t); Mato Grosso (50 t); Minas Gerais (250 t); Tocantins (30 t). No Espírito Santo e em Goiás não houve interessados.

Até o momento já foram realizados sete leilões de Pepro em 2015. Estas operações, juntas, somam um valor de prêmio de R$ 11,45 milhões, relativos à venda e ao escoamento de 21,6 mil t de borracha.

Criadores se preparam para o início da vacinação contra aftosa na Bahia

Tudo pronto para o início da primeira etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa 2015. De 1º a 30 de maio, mais de 10 milhões de bovinos e bubalinos existentes na Bahia devem ser vacinados, de acordo com a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado (Seagri), e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Com prazo de 30 dias, o produtor poderá adquirir e realizar a aplicação das doses em todo o rebanho, independente da faixa etária. Na aplicação devem ser obedecidas as recomendações do fabricante em relação à dosagem (5 ml para qualquer idade), prazo de validade, meio de transporte e conservação, cuidados na assepsia da seringa e local correto de aplicação da vacina (tábua do pescoço).
A Bahia possui certificação de Área Livre de Febre Aftosa com Vacinação, sendo um dos estados pioneiros no combate à enfermidade. Nos últimos anos o Estado obteve conquistas importantes, tornando a agropecuária ainda mais forte. São 18 anos sem registro da doença no Estado, por isso o diretor-geral da ADAB, Oziel Oliveira, solicita maior o empenho a todos os criadores, mas principalmente ao pequeno produtor, considerando o risco para a enfermidade. “Aqueles que têm uma, duas ou três cabeças de gado, também precisam vacinar. O Pequeno faz grande diferença, já que trabalhamos para atingir o índice de 100%”, prospecta Oziel.
O não cumprimento da vacinação no período previsto acarretará em penalidades para o produtor, além de multas no valor de R$53 por animal não vacinado. De acordo com o diretor de Defesa Sanitária Animal, Rui Leal, o criador será autuado por não vacinar dentro do prazo estabelecido e a multa deve ser calculada sobre o número de animais. “Além disso, a propriedade fica impossibilitada de movimentar o rebanho, bem como de participar de eventos pecuários”, completa Leal.

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Senado promove ciclo de palestras sobre cacauicultura no Sul da Bahia nesta sexta (17)

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado promove nesta sexta-feira (17​/4), às 13 horas, no auditório do Centro de Pesquisa do Cacau da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacueira (Ceplac), localizado na Rodovia Ilhéus/Itabuna, o primeiro encontro do Ciclo de Palestras sobre a Cacauicultura. O evento contará com a presença das senadoras Ana Amélia Lemos (PP-RS), presidente da Comissão; e Lídice da Mata (PSB-BA), autora do projeto de lei que estabelece ​percentual mínimo de 35% de cacau no chocolate produzido e comercializado no Brasil; do deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA), autor de projeto semelhante na Câmara, além de autoridades governamentais, pesquisadores e cacauicultores. Além da audiência, ​na qual serão discutidos os principais aspectos, desafios e dificuldades enfrentados na cultura cacaueira, também haverá visita técnica ao Instituto Biofábrica do ​Cacau. “Além de discutir a dívida dos produtores, vamos analisar as propostas e alternativas para a retomada do setor​, que foi bastante prejudicado nas últimas décadas”, analisa Lídice da Mata.

Cacauicultura

Cacauicultura

Mais cacau no chocolate – Amplamente discutida no Senado, a iniciativa que prevê a obrigatoriedade do ​teor mínimo de 35% de cacau em todo chocolate produzido e comercializado em território brasileiro visa assegurar um direito básico do consumidor: saber exatamente o que está comprando, conscientizado de que está consumindo um alimento funcional. “Isso responde a uma demanda histórica da Câmara Setorial do Cacau, pois, de acordo com especialistas, o Brasil estaria na contramão da regulamentação da produção de chocolate, ​já que no passado, o brasileiro consumia um chocolate com maiores teores de cacau, mas a legislação foi alterada”, afirmou a parlamentar baiana​.

Lídice destac​a ainda o potencial do Brasil como um dos líderes do mercado de cacau e chocolate e ressalta a participação do País em feiras temáticas no exterior. “Na Bahia, por exemplo, em 2009, tínhamos apenas uma marca de origem. Agora, já chegamos a 20 marcas em 2014, o que demonstra o espírito empreendedor do povo baiano e a boa aceitação de um produto de qualidade superior. Podemos produzir um chocolate original, fino, gourmet e premium com alto teor de cacau e elevado valor agregado”, conta.

No Brasil, 70 mil famílias vivem da cultura do cacau ou dos serviços ambientais que este cultivo propicia aos recursos naturais na conservação da biodiversidade da flora, da fauna ou da qualidade das águas e de seus solos e, ainda, fomentar o incremento de cacau nos alimentos. “Ao elevar o patamar mínimo de cacau dos chocolates aqui produzidos ou importados para 35%, acompanhando o teor praticado na Europa e nos Estados Unidos, estaremos contribuindo para com a saúde da nossa população, incentivando o consumo do chocolate saudável. Essa é nossa ideia”, completa Lídice.

Agricultores têm até 06 de maio para regularizar situação ambiental da propriedade

Agricultores familiares de todo o Brasil têm até o dia 06 de maio para preencher o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e continuar acessando políticas públicas e créditos do Governo Federal. O Cadastro é obrigatório e gratuito e tem como finalidade reunir informações ambientais dos imóveis rurais para compor uma base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e de combate ao desmatamento.

A estimativa é de que 5,6 milhões de propriedades rurais façam o Cadastro. Segundo o assessor da Secretaria Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Marco Pavarino, o agricultor pode ser punido caso não preencha o registro. “Se ele não tiver preenchido o CAR até a data limite, ele estará descumprindo uma determinação da lei. O fato de ele não estar no Cadastro significa que ele será, inclusive, multado por alguma infração ambiental que ele já tenha. Entrar no CAR significa que ele está regularizando a situação ambiental da propriedade dele”, diz.

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Drone é capaz de plantar até 1 bilhão de árvores por ano

Uma startup britânica resolveu apostar na tecnologia dos drones para plantar um bilhão de árvores por ano, uma solução que estaria à altura da devastação “industrial” das florestas, pois pode frear o desmatamento e recuperar tudo o que foi destruído – um dos grandes desafios dos nossos tempos.

De acordo com a BioCarbon Engine, o uso de drones seria mais eficiente e preciso que os métodos tradicionais adotados no mercado, como o plantio manual de árvores (“lento e caro”) e a distribuição de sementes secas por via aérea (“de baixas taxas de fixação”).

“Nossa solução equilibra esses dois métodos. Em primeiro lugar, por meio do plantio de sementes germinadas, utilizando técnicas de agricultura de precisão. Em segundo lugar, por ser escalável e automatizada, a nossa tecnologia reduz significativamente os requisitos de mão de obra e custos”, destaca a empresa em seu site.

Como funciona – Em um primeiro momento, com ajuda de um drone, a BioCarbon reúne dados detalhados do terreno, a fim de produzir mapas 3D de alta qualidade sobre as terras agrícolas, plantações e áreas a serem restauradas.

Ao utilizarem os dados de mapeamento, os drones realizam as atividades de plantio de precisão. A esperança vem do alto na forma de pequenas cápsulas que se rompem ao atingir o solo, liberando, assim, as sementes germinadas.

Monitoramento – Outra importante parte do projeto é o monitoramento do plantio. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.

O projeto de reflorestamento em escala industrial a partir de drones ainda não está completamente pronto para uso comercial, mas o seu protótipo, que ganhou R $ 20 mil em fundos do Centro de Empreendedorismo Skoll em 2014, deve entrar em pleno funcionamento até o final do ano. (Fonte: Terra)

No AMBIENTEBRASIL:

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2015/04/11/114528-drone-e-capaz-de-plantar-ate-1-bilhao-de-arvores-por-ano.html

Kátia Abreu assina termo de cooperação com o Sebrae

Brasília (30/03/2015) –  A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, e o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, vão assinar, nesta segunda-feira (30) um Termo de Cooperação Técnica. O convênio tem por objetivo a gestão eficiente e a inovação voltadas para pequenos negócios, capacitando produtores rurais, empresas, associações e cooperativas e promovendo competitividade e desenvolvimento sustentável. A assinatura será às 16h30, no Salão Nobre do Sebrae Nacional.

Serviço:
Assinatura de Termo de Cooperação Técnica com o Sebrae
Data: 30 de março (segunda-feira)
Hora: 16h30
Local: Salão Nobre do Sebrae Nacional, SGAS 605, conjunto A

Defesa Agropecuária é prioridade do Ministério da Agricultura

Ao participar, na terça-feira (3), da reunião do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), a diretoria da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) ouviu a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, afirmar que a defesa agropecuária será “prioridade máxima” da pasta nesta gestão. O encontro aconteceu no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a eleição da nova diretoria do Fonesa, que passará a ser presidido pelo diretor da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, Inácio Afonso Kroetz.

A Ministra espera que a Fazenda reserve mais recursos federais para a área, demanda que foi levada ao ministro Joaquim Levy durante reunião na semana passada. “Os recursos para defesa agropecuária serão distribuídos aos estados de acordo com regras técnicas e rigorosas”, afirmou Kátia Abreu, ressaltando alguns dos critérios a exemplo da localização em região de fronteira, participação em programas de erradicação de doenças e pragas, além de fundos emergenciais.

A ministra apresentou os principais pontos do Planejamento Nacional de Defesa Agropecuária, que também tentará diminuir entraves burocráticos e deverá ser lançado nacionalmente durante cerimônia no Palácio do Planalto, com presença de organismos internacionais.

O novo diretor-geral da Adab, Oziel Oliveira, participou pela primeira vez da reunião do Fonesa acompanhado dos seus diretores técnicos Rui Leal, Armando Sá e Adriano Bouzas, bem como do ex-diretor Paulo Emílio Torres. “A reunião foi muito importante e nos deu o respaldo para continuar prosperando nas ações de Defesa Agropecuária, sempre em prol da sanidade como base para o desenvolvimento do agronegócio baiano. O Mapa dará todo o apoio para agirmos veemente no manejo e controle da Mosca-das-frutas, que vem atingindo a fruticultura no Vale do São Francisco, região norte do Estado”, completou Oziel Oliveira.

O Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) e o Programa de Sanidade dos Equídeos, com referência para o Mormo, também foram temas discutidos na reunião. O Fonesa é formado por entidades de defesa agropecuária de todo o país e tem como principal finalidade fortalecer a atividade e promover a permanente articulação entre os órgãos, objetivando o desenvolvimento harmônico e integrado das ações de sanidade animal, vegetal, inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos de origem e educação sanitária.
Ascom Adab, 05/03/2015

Com informações da Assessoria de Comunicação do Mapa

Assessora de Comunicação: Amanda Almeida

Conab participa do VII Festival Regional do Umbu da Bahia

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participa, por meio da sua superintendência regional na Bahia, do VII Festival Regional do Umbu, que será realizado nesta sexta-feira (6) e amanhã, em Uauá, no nordeste do estado. Técnicos da Companhia farão uma apresentação sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que utiliza o mecanismo Compra com Doação Simultânea (CPR – Doação) para apoiar o agricultor familiar a escoar a produção regional.

No período de 2010 a 2014, foram adquiridas pela regional, com atuação na Bahia e Sergipe, cerca de 100 toneladas de Umbu, cuja comercialização exigiu mais de R$ 94 mil de recursos do governo federal.

O Festival, organizado pela Cooperativa Agropecuária Familiar dos municípios de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc) e órgãos que atuam em outros segmentos de atuação social, procura destacar a importância da agricultura familiar no meio rural, com a utilização de práticas sociais, ambientais, culturais e econômicas desenvolvidas nas comunidades. Com isso, valoriza-se a troca de saberes, associadas ao desenvolvimento de tecnologias sustentáveis na região do semiárido, além de facilitar trabalhos de pesquisa científica e inovações tecnológicas.

Seagri e SDR discutem ações para fortalecer agropecuária

“Alguns programas e projetos da agricultura familiar, em andamento, passaram para a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), mas a nossa preocupação é no sentido de que eles não sofram interrupção. Eles terão sequência, para não prejudicar esse importante setor da economia baiana”. Foi o que afirmou o secretário da Agricultura, Paulo Câmera, durante sua primeira reunião de trabalho, com o secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues. “Vamos trabalhar em parceria, planejando e executando ações que resultem no fortalecimento da agricultura familiar”, assegurou Jerônimo Rodrigues.
Nesta primeira reunião, os secretários discutiram ações e estratégias voltadas para a Seagri e a SDR, bem como agendas comuns para o desenvolvimento das cadeias produtivas consideradas estratégicas. Também participaram do encontro o diretor executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/SDR), Wilson Dias; o chefe de gabinete da SDR, Ivan Fontes, além de Ila Baraúna e Matteus Martins, diretora geral e assessor da SDR.
A recém criada SDR engloba a agricultura familiar, (antes gerida pela Suaf/Seagri), que também será alvo das ações da Bahia Pesca, empresa vinculada à Seagri, voltada para o fortalecimento e expansão da pesca e aquicultura, cadeias que envolvem milhares de agricultores familiares, bem como ações da Agência de Defesa Agropecuária (Adab), responsável pela sanidade animal e vegetal. Só para exemplificar, cerca de 50% da pecuária do Estado é desenvolvida pela agricultura familiar.

Agropecuária e pesca têm voz na Assembléia

Eleito deputado estadual com quase 80 mil votos e votado em 396 municípios, o engenheiro agrônomo e ex-secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, assumiu o mandato nesta segunda-feira (2) em cerimônia de posse realizada no plenário da Assembléia Legislativa da Bahia (Alba). Ele ocupa o gabinete número 109, que já foi batizado como o endereço da agropecuária e da pesca na Assembléia.
Eduardo Salles reafirmou seu compromisso com esse importante segmento, que envolve milhões de baianos, e destacou que “vou honrar meu mandato, não apenas sendo a voz da agropecuária, pois minha luta será também e sempre em defesa dos direitos dos cidadãos baianos, e cuidando de forma especial das questões prioritárias dos municípios responsáveis pela minha eleição”.

J. Santos

JUBILEU DE OURO DA EXTENSÃO RURAL DA CEPLAC.

1964 – 2014

FOTOS BY JOSÉ REZENDE MENDONÇA

17 de dezembro, dia de festa, alegria e muita emoção. O Departamento de Extensão da CEPLAC comemorou o seu Jubileu de Ouro. Foi um dia em que os “velhinhos” se reencontraram e aí não deu outra, muita emoção, choro e saudades.

Foram selecionados e homenageados funcionários que fizeram parte da construção desse jubileu, dentre eles, fui pego de surpresa e recebi esta honraria que me deixou muito feliz.

É muito prazeroso quando a gente é reconhecido ainda em vida, e a emoção foi grande, balançou com a estrutura emocional de todos os agraciados.

A CEPLAC me deu a régua e o compasso, o homem e o cidadão que sou hoje agradeço ao aprendizado que tive em mais de três décadas como funcionário e em especial ao Departamento de Extensão.

Quero manifestar o meu sincero agradecimento à diretoria do Departamento de Extensão, na pessoa do colega e amigo Sérgio Murilo, que fez esta homenagem a minha humilde pessoa.

O CENEX confere o “Mérito da Extensão Rural da Ceplac” à José Carlos de Oliveira Junior, pelos relevantes serviços prestados ao Desenvolvimento Rural do Sul da Bahia.

Mesmo com todas as dificuldades que vem passando nesses últimos anos, ainda continuo acreditando no seu trabalho e na competência profissional de seus funcionários, a CEPLAC ainda tem muito o que fazer pela Bahia e pelo Brasil.

A CEPLAC ainda é um bom caminho!

Obrigado. Com licença.

ZÉCARLOS JUNIOR

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VEJA FOTOS CLICANDO AQUI E DEPOIS NA SETA PARA AVANÇAR.

ATENÇÃO:

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PARA CONTROLE DO SITE:

FOTOS PUBLICADAS NO ÁLBUM 51 ANOS DA CEPLAC e LANÇAMENTO DE REVISTA E CARTILHA EM 20 12 2011

Especialistas relacionam escassez de chocolate com condições climáticas

Enquanto os pesquisadores estão trabalhando para conter doenças que atacam as árvores de cacau, que produzem os grãos usados para fazer chocolate, outro problema está aparecendo em uma potencial escassez de chocolate em todo o mundo: a seca.

Enquanto isso, a demanda por chocolate está crescendo em todo o mundo. Os agricultores estão produzindo menos cacau do que o mundo come, criando um déficit, de acordo com a Bloomberg.   O déficit de chocolate deve crescer para 1 milhão de toneladas em 2020 e para 2 milhões de toneladas por ano até 2030, informou a Bloomberg.

A seca está aumentando a preocupação em muitos dos principais produtores de cacau do mundo. As condições da seca foram intensas na África Ocidental, que inclui a maior no mundo para a produção de cacau, a Costa do Marfim e Indonésia, de acordo com o Drought Monitor de Global.

A Indonésia é hoje, o terceiro maior produtor de cacau do mundo.   O fator, ao que indica, parece que não será alterado tão cedo, nas áreas atingidas com a seca, de acordo com AccuWeather.com sênior meteorologista Jason Nicholls.   “A África Ocidental tem ido para o período sazonalmente seco, não muito de combate à seca é esperado durante o inverno”, disse Nicholls. “Vários modelos climáticos, apontam para abaixo do normal para precipitação quase normal na Costa do Marfim e Gana durante a primavera para o verão. Como resultado, qualquer alívio da seca será mínimo.”

“O El Niño fraco provavelmente significará um regime mais seco do que o normal e continuará em toda a Indonésia, pelo menos, até a primavera”, explicou Nicholls.

No que diz respeito a escassez mundial na produção de cacau, a Hershey anunciou uma extensão de um programa chamado Hershey aprender a crescer, que irá atingir cerca de 9.000 produtores de cacau que pertencem a 27 cooperativas espalhadas por seis regiões da Costa do Marfim.

Os planos incluem a reabilitação de fazendas de cacau com mais de 25 anos de idade renovando o plantio, acelerando o crescimento e o rendimento dos cacaueiros, disse a empresa. Com informações da Accuweather.com

No Mercado do Cacau

http://www.mercadodocacau.com/noticia/27038/especialistas-relacionam-escassez-de-chocolate-com-condicoes-climaticas.html





















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