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:: ‘Agricultura’

Bahia inaugura primeiro Centro Vocacional Tecnológico de pesca do Brasil

A Bahia ganha na próxima sexta-feira (15), o primeiro Centro Vocacional Tecnológico do Pescado (CVTT) do país, construído pelo governo do Estado, através da Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria da Agricultura do Estado (Seagri), em Santo Amaro da Purificação (a 90 km de Salvador), com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) e do governo estadual. O centro será voltado ao fortalecimento da pesca e aquicultura, por meio da extensão tecnológica e realização de atividades de educação profissional.

CVTT

CVTT

O secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, destaca que “a Bahia possui o maior litoral do Brasil, com 1.200 quilômetros de costa e 60 bilhões de metros cúbicos de águas continentais aptas ao uso para produção de pescado. Diante desse potencial, o governo do Estado vem empreendendo ações para estruturar a atividade pesqueira e tornar a Bahia autossuficiente na produção, e o CVTT desempenha um papel relevante neste processo”.

De acordo com o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior, foram investidos quase R$ 8 milhões no CVTT, que ocupa área de mais de três mil metros quadrados, e conta com centro experimental de desenvolvimento de produtos do pescado, incubadora de empresas, restaurante-escola e laboratórios. Ele esclarece que “estudantes de todo o Brasil e até mesmo de outros países poderão se hospedar no CVTT e imergir na cadeia produtiva da pesca, ou realizar os cursos através de teleconferência. A proposta do centro vai além de formar novos pescadores, eles serão empreendedores e técnicos multiplicadores de conhecimento”.

Estrutura

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Governador formaliza ações que beneficiam produtores rurais de Feira

Produtores rurais e moradores da zona rural de Feira de Santana serão beneficiados com várias ações promovidas pelo governo baiano, que serão formalizadas pelo governador Rui Costa nesta sexta-feira (8), às 9h, no distrito de Governador João Durval Carneiro, antigo distrito de Ipuaçu.

O governador inaugura o sistema de abastecimento de água do distrito, onde foram investidos R$ 6,8 milhões; entrega 16 retroescavadeiras a municípios do semiárido para construção de mais de 600 aguadas, e assina contratos de assistência técnica e extensão rural, no valor de R$ 147 milhões, com 32 entidades vencedoras da chamada pública para prestação de serviços aos agricultores familiares.

Também autoriza lançamento do edital para seleção de projetos, no âmbito do programa Bahia Produtiva, para incentivar a caprinovinocultura no estado. Ao final da viagem, Rui visita o Colégio Estadual Edvaldo Machado Boaventura.

Bahia pode exportar boi em pé para o Oriente Médio

Possuidora do maior rebanho bovino do Nordeste brasileiro, com cerca 10,5 milhões de cabeças, a Bahia começa o ano de 2016 dando largos passos para introduzir a carne bovina no mercado internacional, através da exportação de boi em pé, pelo porto de Ilhéus. A primeira exportação seria de cinco mil animais para o Egito, através da empresa australiana Wellard Brasil do Agronegócio, que já manifestou essa intenção, mas há interesse também do Iraque e Jordânia, dentre outros países do Oriente Médio. Para que essa possibilidade se torne realidade, o governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura (Seagri), e a Federação da Agricultura do Estado da Bahia, (Faeb), se mobiliza para organizar a estrutura recomendada pelo Ministério da Agricultura (Mapa), através de instrução normativa. O volume de exportação poderá chegar a 200 mil bois/ano.
Para o secretário da Agricultura da Bahia, Vitor Bonfim, a exportação do boi em pé será uma vitrine para demonstrar a qualidade do rebanho baiano, livre da aftosa há quase 15 anos, abrindo mercados para exportação da carne in natura. “Além disso, será mais um incentivo para o melhoramento genético e ampliação do nosso rebanho bovino”, avalia.
De acordo com a Superintendência de Desenvolvimento da Agropecuária da Seagri (SDA), já foram realizadas reuniões com a Faeb, associação de criadores, com técnicos do Mapa/Superintendência Federal de Agricultura da Bahia, e da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab/Seagri), para debater o assunto. Na primeira quinzena de janeiro a SDA/Seagri vai organizar um seminário, envolvendo todos os elos da cadeia da carne, para traçar a estratégia de exportação do boi em pé.

Secretário Vitor Bonfim discute com MP embargos de terras no oeste Estado

Visando manter o diálogo com o governo do Estado, referente às propriedades embargadas pelo Ibama no oeste da Bahia, o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, esteve reunido nesta terça-feira (22), com o superintendente do Ibama na Bahia, Célio Costa Pinto; o procurador da República, Pablo Coutinho Barreto; os promotores de Justiça federais, João Paulo Lordelo e Paulo Roberto Sampaio, e estaduais, Cristina Seixas Graça e Luciana Khoury. Eles apontam para necessidade de revisão do Decreto Estadual 15.682/2014, que resulta na não exigência de licenciamento ambiental para as atividades agropecuárias, e pedem o apoio da Secretaria da Agricultura (Seagri) para encontrar caminhos legais e oferecer segurança jurídica para o setor produtivo, evitando a possibilidade de resolução judicial. A falta do licenciamento pode gerar alguns problemas para o produtor, a exemplo da dificuldade na disponibilização de financiamentos, como avalia a promotora Luciana Khoury.
MINISTERIO PUBLICO REUNIÃO_ FOTO - HECKEL JUNIOR (71) 992896829

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“A atividade agropecuária é o responsável por impulsionar o desenvolvimento socioeconômico da região oeste. A população de Luis Eduardo Magalhães, por exemplo, cresceu de 15 mil no ano 2000, para 90 mil habitantes atualmente. Então, precisamos, da melhor maneira para todas as partes envolvidas, encontrar soluções e continuar avançando, e não inviabilizar a produção”, destacou o secretário da Agricultura.
O procurador Pablo Coutinho Barreto, esclareceu que “o Ibama tem condições de suspender os embargos, desde que o produtor se adeque  à legislação ambiental, e a recuperação ambiental de compensação proposta aconteça”. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) exige também a licença ambiental, estadual ou municipal, das propriedades rurais, para que ocorra o desembargo. Os representantes do Ministério Público (MP) e Ibama sugeriram a realização de reunião para ampliar as discussões envolvendo a Procuradoria Geral do Estado (PGE), a Casa Civil, e a Seagri, que ficou acordada para acontecer no início do mês de janeiro do ano que vem.

Governo do Estado empreende ações para fortalecer a pesca na Bahia

“Pesca, aquicultura e carcinicultura são cadeias prioritárias para o governo do Estado, que tem o papel de estimular e estruturar essas atividades, tornando a Bahia autossuficiente na produção de pescado, já que possui potencial e imensa extensão litorânea”, ressaltou o secretário Estadual da Agricultura, Vitor Bonfim, durante a solenidade de posse da nova diretoria da Federação dos Pescadores e Aquicultores do Estado da Bahia (Fepesba). José Carlos Rodrigues, mais conhecido com Zé Carlos da pesca, transmitiu a presidência para o sucessor, Raimundo Costa, antes vice-presidente da instituição, nesta segunda-feira (21), no Hotel Sol Bahia. A Bahia possui o maior litoral do Brasil, com 1.200 quilômetros de costa e 60 bilhões de metros cúbicos de águas continentais aptas ao uso para produção de pescado.
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O secretário ressaltou que “o governo vem empreendendo ações de incentivo à pesca, e uma delas será concretizada em 2016, quando o governador Rui Costa vai assinar edital destinando R$ 20 milhões para revitalização da cadeia da pesca”. Outro instrumento implementado pelo governo, através da Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), é o Centro Vocacional Tecnológico do Pescado (CVTT), construído na Fazenda Oruabo, em Santo Amaro. O objetivo do centro é formar técnicos e empreendedores em pesca e aquicultura no Estado, transformando-os em multiplicadores de conhecimento. “O CVTT possui um frigorífico com grande capacidade de armazenagem para prestar serviços aos pescadores, inibindo inclusive a ação dos atravessadores. Essas ações buscam estruturar a produção do pescado para suprir a necessidade do mercado interno, e impulsionar a exportação”, destacou o secretário.
O presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior, chama atenção para importância de unir esforços para fomentar a pesca na Bahia. “A Bahia Pesca está à disposição da Fepesba, para execução de trabalho conjunto. Este edital de revitalização da cadeia da pesca, por exemplo, é um dos resultados fruto de uma ação transversal, que envolve, além da Bahia Pesca, a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional”, disse.
O cosumo de pescado pelos baianos, de 10 a 11 quilos por pessoa ao ano, está acima da média nacional, e apesar do enorme potencial do Estado para a pesca e aquicultura, a produção não consegue suprir a demanda do mercado interno. Mais de 60 mil toneladas de pescado vêm de fora, de estados como Santa Catarina, Pará, São Paulo, e até mesmo de outros países, a exemplo de Chile e Vietnã.
“O pescador é um produtor de alimento, e deve ser respeitado como tal. Já obtivemos grandes avanços no setor e o desafio de valorizar esses profissionais continua. Flexibilizar o acesso ao crédito, negociação de dívidas, parceria com as prefeituras e órgãos das esferas estadual e federal são algumas de nossas metas para fomentar a pesca e a aquicultura no Estado”, finalizou o presidente empossado da Fepesba, Raimundo Costa.

Lideranças regionais articularam ações para o combate a seca

Durante um encontro entre lideranças regionais do Poder Público e da sociedade civil organizada, na manhã desta segunda-feira, 14, na sede da Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano – Amurc foi elaborado um documento que solicita do Governo do Estado e a União, o atendimento a algumas demandas emergenciais diante da estiagem prolongada que assola o Território Litoral Sul da Bahia e demais territórios.

Entidades representadas na reunião realizada na Amurc

Entidades representadas na reunião realizada na Amurc

As solicitações reproduzem o ofício enviado ainda no início do mês pelo presidente da Amurc, Lenildo Santana ao Governo do Estado, que relatou a escassez de água na região, tanto na zona urbana como rural. Dentre as políticas requeridas, foram destacas a necessidade de: bombardeamento das nuvens, que já está sendo executado em Ilhéus, a aquisição de carros-pipas e tanques, além de iniciativas a médio e longo prazo para a obtenção de cisternas e poços artesianos visando o armazenamento de água em maior quantidade.

Paralelo a essa iniciativa, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Itabuna, Lanns Almeida reforçou a necessidade dos municípios decretarem Estado de Emergência, conforme a Legislação da Defesa Civil do Estado e a nível Nacional para que eles possam reivindicar junto ao Estado e a União os recursos necessários para a utilização de equipamentos e a solução de alguns problemas pontuais, a exemplo da perda da lavoura cacaueira e o aumento das queimadas na região.

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Evento debate a situação do setor pesqueiro no sul da Bahia

O presidente da Bahia Pesca (empresa vinculada à Secretaria de Agricultura), Dernival Oliveira Júnior, e o presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, participam nesta terça (15), em Ilhéus, de um debate público sobre a situação da pesca no estado e as perspectivas para o setor. O bate-papo, que acontece às 10h30 no Centro de Convenções da Cidade, faz parte da programação do 2º Encontro dos Pescadores do Sul da Bahia. O debate será mediado pelo superintendente do Ministério da Pesca na Bahia, Marco Rocha, e pelo vice-presidente da Federação dos Pescadores e Aquicultores da Bahia, Raimundo Costa.

“Durante o debate analisaremos a conjuntura atual da pesca no estado, conversaremos com os pescadores sobre suas principais necessidades e deficiências, e indicaremos os programas sociais mais adequados para cada família. Muitos pescadores ainda desconhecem os benefícios que os governos estadual e federal oferecem ao setor, e o debate servirá também para esclarecer o papel de cada programa e seus pré-requisitos”, explica Dernival Oliveira Júnior. O Encontro é realizado pela Federação dos Pescadores e Aquicultores do Estado da Bahia e reunirá cerca de mil pessoas.

Produção especializada de chocolate vai valorizar cadeia do cacau na Bahia

A Escola Chocolate da Floresta, iniciativa do Instituto Cabruca, situada no município de Ilhéus, recém-lançada em Salvador pelo secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, e o presidente do instituto, Durval Libânio, vai realizar o primeiro curso entre os dias 15 e 17 de dezembro. Com o tema “Cadeia de Valor do Cacau ao Chocolate”, o curso envolverá os territórios do Litoral Sul, Baixo Sul e Rio das Contas, que englobam 53 municípios, responsáveis por 80% do cacau produzido na Bahia. “A produção especializada do chocolate vai agregar valor ao produto que já vem sendo reconhecido no cenário internacional, pela qualidade, em eventos como o Salão do Chocolate. A cadeia do cacau está começando a ganhar força, e queremos voltar a viver aquele momento de apogeu histórico da atividade no Estado”, ressaltou o secretário Vitor Bonfim.

FENAGRO 2015 - FOTO HECKEL JUNIOR SEAGRI (1)

FENAGRO 2015 – FOTO HECKEL JUNIOR SEAGRI (1)

A Bahia é o maior produtor nacional de cacau, responsável por 75% desta produção. O Estado vive momento de recuperação e retomada da produção, e investe cada vez mais em qualidade das amêndoas, matéria-prima que tem atraído chocolateiros da Europa. Para divulgar o chocolate baiano e impulsionar o desenvolvimento de toda cadeia do cacau, o secretário da Agricultura afirma que “vamos fomentar o turismo rural, revelar os caminhos da cadeia produtiva do cacau, buscando a parceria da Secretaria de Turismo, valorizando a riqueza natural do Sul da Bahia, e a qualidade do cacau baiano, como já acontece com o café”, disse.

A Escola Chocolate da Floresta foi fundada em quatro de dezembro deste ano e busca tornar o Brasil referência mundial em cacau e chocolate de origem. O objetivo é proporcionar às pessoas e empresas da região o desenvolvimento de talentos e competências em cacau e chocolate, imprimindo conceitos de sustentabilidade, qualidade, origem e inovação. “A escola marca uma evolução na atividade cacaueira da Bahia, e certamente, fará a diferença na produção de chocolate no País”, declarou Libânio. No ano em que comemora seu centenário, o Instituto Cabruca homenageia o escritor Adonias Filho, que versou sobre as riquezas da região cacaueira. A neta do escritor, herdeira de uma pequena fazenda do avô, que cultiva cacau na região, Rosita Velloso, revela que “também quero aprender a produzir chocolate de qualidade e serei uma das alunas da escola”, declarou Rosita.

O cabruca é um sistema agroflorestal que se caracteriza pelo plantio do cacau sob a sombra das árvores da Mata Atlântica, após ter sido “cabrocada”, ou seja, a mata ter sido aberta para plantação dos cacaueiros, preservando as árvores que fazem o sombreamento. O município de Camacan, no Sul da Bahia, abriga a maior Jequitibá do Brasil em área de cabruca. O Instituto do Cacau tem a missão de conciliar a produção agroflorestal de cacau, o combate à pobreza e a conservação da biodiversidade, minimizando os efeitos das mudanças climáticas globais.

Ascom Seagri – 10 de dezembro de 2015

C O N V I T E

CONVITE CEPLAC POSSE SUPERITENDENTE REGIONAL

Produtores de camarão pedem apoio do secretário Vitor Bonfim na regulamentação da atividade na Bahia

A criação de camarões está entre as atividades agropastoris que mais ocupam mão de obra na Bahia, sendo gerados aproximadamente três empregos por hectare, entre diretos e indiretos, e possui potencial de 120 mil hectares de área de exploração. Nesse cenário, o secretário da Agricultura do Estado, Vitor Bonfim, esteve reunido com carcinicultores (criadores de camarão em cativeiro) baianos e lideranças, nesta quarta-feira (9), para discutir demandas do setor, e pedir apoio da Secretaria da Agricultura (Seagri), e da Bahia Pesca, empresa vinculada à institituição, na regulamentação da atividade. No Estado, apenas 10% da área total propícia para prática da carcinicultura é explorada. “Esta cadeia tem grande importância socioeconômica para as regiões produtoras, e o papel da secretaria é funcionar como interlocutor entre setor produtivo e órgãos estaduais e federais do governo”, ressaltou o secretário da Agricultura.
FOTO - HECKEL JUNIOR (71) 992896829

FOTO – HECKEL JUNIOR (71) 992896829

Algumas das demandas relatadas pelos produtores de camarão são a criação da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Carcinicultura; ações junto ao Banco do Nordeste (BNB) para viabilização de financiamento para o setor e redução da carga tributária que incide sobre a produção do camarão. Além dos entraves legais, que impedem a regulamentação da atividade no Estado, entre os quais, a decisão da Justiça Federal de 2011 obrigando antigos e novos empreendimentos a realizar os estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), na contramão do que rege o Código Florestal, que exige esses documentos apenas de novos criatórios acima de 50 hectares.
“É preciso derrubar essa decisão federal para que seja concedida a licença aos criadores”, destacou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Aquicultura do Estado (SINTRAQ), consultor jurídico da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) Marcelo Palma. Ele explicou que a questão tramita desde 2007, quando, a pedido do Ministério Público Federal, foi concedida liminar da 6ª Vara Federal, determinando que novos projetos apresentassem EIA/RIMA na solicitação do licenciamento ambiental.
O secretário Vitor Bonfim afirmou que o primeiro passo é criar a Câmara Setorial da Carcinicultura, envolvendo todos os órgãos da cadeia, junto com o setor produtivo, para cuidar das demandas da atividade, principalmente das questões legais. “É de suma importância que aconteça a compatibilização do decreto com o código florestal e a ação judicial”, disse.
Produção de camarão
Os polos de produção de camarão no Estado são o Litoral Norte, o Recôncavo e a Região Metropolitana de Salvador (RMS), o Baixo Sul e o Litoral Sul. A área implantada de camarões migrou de 2.096 hectares e 2009, para 1.332 em 2015. A Bahia ocupa o terceiro lugar na produção deste crustáceo, com produção de 3.300 toneladas ano, ficando atrás do Ceará, com 44 mil t e Rio Grande do Norte, com 23 mil t. Esses dois estados maiores produtores do Brasil possuem 70% da área propícia explorada.

Secretário de Agricultura visita o primeiro centro vocacional da Bahia voltado à pesca

Formar técnicos e empreendedores em pesca e aquicultura no Estado, transformando-os em multiplicadores de conhecimento. Essa é a proposta do Primeiro Centro Vocacional Tecnológico do Pescado (CVTT) da Bahia, construído na fazenda experimental Oruabo, em Santo Amaro da Purificação, no recôncavo baiano, que vai capacitar pescadores e aquicultores no uso e desenvolvimento de tecnologias de baixo custo e beneficiamento do pescado, transformando a matéria-prima em produto de maior valor agregado. A Bahia possui 130 mil pescadores e marisqueiras, sendo 35 mil da região do Recôncavo.
FAZENDA ORUABO VISITA_ FOTO - HECKEL JUNIOR

FAZENDA ORUABO VISITA_ FOTO – HECKEL JUNIOR

Durante visita ao CVTT, o secretário Vítor Bonfim declarou que “o centro é um marco na história da pesca e aquicultura no Estado, que figura entre os maiores produtores nacionais de pescado, com potencial para muito mais. Este equipamento é fundamental para impulsionar o crescimento do setor, e vai aproximar pescadores artesanais de pesquisadores com conhecimento técnico. Quando trazemos as universidades e centros de ensino até estas comunidades, criamos condições para formação de profissionais, empreendedores, sujeitos de transformação, que poderão propagar o conhecimento adquirido”.
O pescado poderá ser filetado, defumado, transformado em nuggets, embutido e até mesmo virar hambúrgueres, aumentando a lucratividade com várias espécies que possuem baixo valor de mercado, e realizando melhor aproveitamento dos subprodutos. Além do Centro Experimental de Desenvolvimento de Produtos do Pescado, o CVTT conta com incubadora de empresas; restaurante-escola; laboratórios e alojamento para mais de 100 pessoas, disponível para receber estudantes e pesquisadores de todas as partes do mundo, que poderão se hospedar no CVTT e imergir na cadeia produtiva da pesca, ou realizar os cursos através de teleconferência.
“O centro é um equipamento que pertence à comunidade, foi construído para transformar a realidade dos pescadores e aquicultores, envolvendo inclusive seus filhos. Para tanto, é imprescindível a parceria com instituições de ensino estaduais e federais, para o fortalecimento e continuidade do trabalho de profissionalização e difusão de novas tecnologias desenvolvidas pelo CVTT”, explicou o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira.
Também estiveram presentes na visita o vice-prefeito de Santo Amaro, Leonardo Pacheco; o vereador, Carlos Liquito; o gerente da Fazenda Oruabo, José Jerônimo Filho, e o assessor técnico da Bahia Pesca, Jorge Figueiredo.
Fazenda Oruabo
A fazenda produz em média 22 toneladas de camarão por ano, e é onde de desenvolvem as atividades de pesquisas da Bahia Pesca, a exemplo do Programa Integrado de Manejo e Gerenciamento do Caranguejo – uçá, voltado a reprodução assistida de pequenos caraguejos, os megalopas, filhotes na segunda fase de vida, destinados ao repovoamento de manguezais, essencial na defesa do meio ambiente. Estes filhotes crescem e tornam-se reprodutores, mantendo assim o ciclo, e consequentemente, o equilíbrio ambiental.

Secretário da Agricultura discute ações do Plano de Prevenção à Monilíase

“A prevenção deve partir dos tripés da fiscalização; conscientização do produtor, para que ele tenha conhecimento dos riscos e da importância das práticas preventivas a serem adotadas, além do desenvolvimento de pesquisas de mudas mais resistentes”, explicou o secretário da Agricultura da Bahia, Vitor Bonfim, durante reunião Comitê Técnico de Prevenção à Monilíase do Cacaueiro e produtores de cacau do sul e extremo sul do Estado, nesta sexta-feira (4). A Bahia é território Livre da Monilíase, e a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Seagri, desenvolve ações para manter esse status, através do Plano Estadual de Prevenção e Controle da Monilíase do Cacaueiro. O Estado foi o primeiro do Brasil a desenvolver plano de contingência dessa praga. O encontro aconteceu no Parque de Exposição de Salvador, onde acontece a Feira Internacional da Agropecuária (Fenagro), até este domingo (6).
FENAGRO 2015 - FOTO HECKEL JUNIOR SEAGRI

FENAGRO 2015 – FOTO HECKEL JUNIOR SEAGRI

O agente causador da Monilíase é o fungo Moniliophthora, que provoca uma das mais graves doenças da cacauicultura do mundo. “A monilíase é uma ameaça em grande potencial, ainda mais grave que a vassoura de bruxa, praga que levou 200 mil empregos, baixou a renda regional para um terço, e chegou a reduzir a produção em um quarto. Hoje, conseguimos alcançar a produção de 180 mil toneladas, e o ponto positivo nisso tudo, é que a vassoura de bruxa nos deu régua e compasso para termos avançado muito em pesquisas na busca de variedades mais resistentes nos preparando para a monilíase”, destacou o pesquisador da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), engenheiro agrônomo Adonias de Castro.
As ações do comitê técnico visam prevenir a entrada e o estabelecimento da monilíase (Moniliophthora roreri) do cacaueiro no Estado da Bahia, através de ações integradas de Pesquisa, Assistência Técnica, Educação e Defesa Sanitária Vegetal. “Existe o risco dessa praga chegar ao Estado, mas estamos trabalhando para que a agropecuária baiana esteja preparada para enfrentar esta praga. Cada encontro desta comissão é muito válido para evolução das ações, porque podemos colocar nossas inquietações”, explicou a coordenadora do Programa de Prevenção à Monilíase da Adab, Catarina Matos Sobrinho.
A revisão do Drawback (importação de insumos para reexportação com isenção de impostos), as barreiras sanitárias da Adab, o trabalho de prevenção fitossanitária nos aeroportos brasileiros e o aumento do rigor na análise de riscos de pragas nas amêndoas de cacau que entrem no País, também foram alguns pontos tratados na reunião.





















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