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:: ‘Agricultura’

Ceplac importa clones de cacaueiro resistentes a monilíase

A Ceplac importou da Costa Rica os clones Catie R1, Catie R4 e Catie R6, três dos materiais mais resistentes a monilíase e de alta produtividade, desenvolvidos pelo Centro Agronómico Tropical de Investigación Enseñanza (Catie), para serem utilizados no programa de melhoramento genético do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec). Esta iniciativa contou com o a colaboração da Barry Callebaut, empresa que também apoia as pesquisas do Catie e financiou parte da missão da Ceplac visando à importação. Os clones se encontram em quarentena na Embrapa/Cenargen, em Brasília, a fim de assegurar que a transferência dos materiais seja livre desta e de outras enfermidades de plantas que ainda não existem no Brasil.

Cacau (noticia monilíase).

Cacau (noticia monilíase).

A monilíase do cacaueiro, causada pelo fungo Moniliophthora roreri, é uma das principais ameaças a cacauicultura brasileira. Esta enfermidade foi identificada originalmente na Colômbia, em 1817, e levou 100 anos para alcançar o Equador. Entretanto, a partir do século passado, a sua dispersão vem ocorrendo com maior intensidade, passando a Venezuela (1941), Panamá (1958), Costa Rica (1978), Nicarágua (1980), Peru (1988), Honduras (1997), Guatemala (2002), México (2005) e Bolívia (2012).  Com o aumento do trânsito de pessoas na fronteira amazônica, inclusive com a construção de rodovias ligando esta região aos países onde a doença ocorre, a exemplo do Peru, o risco de introdução dessa enfermidade aumentou bastante, colocando o Brasil em alerta.

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Bahia Pesca e UFRB impulsionam produção de sabonetes de algas

A qualidade do sabonete à base de algas produzido em Manguinhos, comunidade localizada na Ilha de Itaparica, tem significativos avanços graças à parceria entre a Bahia Pesca, vinculada à Secretaria de Agricultura do Estado, e a Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB). A melhora é decorrente das pesquisas realizadas pelos estudantes dos cursos de Engenharia de Pesca e Biologia da instituição, que estão ensinando às marisqueiras qual o melhor tipo de algas para produção do sabonete e a melhor forma de extraí-las do ambiente sem prejudicar o ecossistema.

Algas são alternativa de renda para pescadores de Itaparica. Foto de Eduardo Rodrigues

“Na região existem dois tipos de algas vermelhas que são utilizadas para a produção do gel, matéria-prima dos sabonetes. Os estudos realizados fruto da parceria a Bahia Pesca e a UFRB conseguiram constatar que as algas vermelhas cilíndricas produzem géis mais consistentes, ou seja, de melhor qualidade, enquanto as algas vermelhas achatadas resultam num sabonete menos proveitoso”, explica o biólogo e técnico da Bahia Pesca, Brunno Falcão.
Para realização dos estudos, as pesquisadoras da UFRB, Marília Costa e Stela Bispo, utilizaram a estrutura da Bahia Pesca e realizaram um intercâmbio de informações com os técnicos da empresa. “A Bahia Pesca já trabalha com a produção de sabonetes à base de algas desde 2009, por isso já temos um significativo banco de dados sobre o assunto. Com o intercâmbio de informações com as pesquisadoras, podemos além de ampliar nossos conhecimentos, formar multiplicadores desta ação”, afirma Brunno.
Palestra
Em outubro a Bahia Pesca reuniu as marisqueiras em palestra na própria comunidade, ministrada pelas pesquisadoras, para divulgação dos resultados da pesquisa, instrução de como identificar as algas cilíndricas e auxílio na melhor forma de extração.
“As marisqueiras reclamavam que os sabonetes tinham pouco tempo de durabilidade. Agora elas irão aperfeiçoar a produção, já que ensinamos como identificar as algas boas. Na palestra, as marisqueiras puderam aprender também que as algas devem ser cortadas acima das ramificações que as prendem no sedimento, proporcionando a manutenção da vida no ecossistema e permitindo que a alga volte a crescer novamente”, conclui Marília Costa.

STJ determina devolução do Plano Collor a produtores rurais

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) alerta aos agricultores que eles podem ter a devolução de valores pagos a mais ao Banco do Brasil em financiamentos rurais que estavam em vigor nos meses de março e abril de 1990, quando foi editado o Plano Collor. Em decisão recente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o Banco do Brasil a devolver e/ou recalcular os valores pagos. Segundo a decisão, o banco aplicou indevidamente o índice de 84,32% de correção monetária nos financiamentos rurais, quando o índice correto seria de 41,28%.

O presidente da FPA, deputado Marcos Montes (PSD-MG) recorda que muitos agricultores foram prejudicados, sendo obrigados a contratar novos financiamentos para saldar os débitos anteriores.  Os produtores rurais que ainda não ingressaram com ações poderão se beneficiar da decisão e pedir a devolução ou exclusão de débitos afetados com o índice de correção monetária julgado ilegal. A devolução dos valores pelo banco deve ser corrigida monetariamente desde a data do efetivo pagamento do empréstimo.

Têm direito à restituição, em regra, os produtores rurais que tinham financiamentos agrícolas junto ao Banco do Brasil, corrigidos pela caderneta de poupança, emitidos antes de março de 1990 e pagos após essa data. Nos casos em que as diferenças do Plano Collor foram renegociadas e acabaram sendo incorporadas a saldos devedores ainda não quitados, os produtores rurais têm direito ao expurgo desses valores da conta, com a recomposição do saldo devedor original.

Para que se obtenha a restituição do valor pago a mais, é necessário ajuizar uma ação judicial contra o Banco do Brasil. Segundo a consultoria jurídica da FPA, o ideal é que o produtor tenha cópia da cédula rural e dos comprovantes de liberações e pagamentos, pois com esses dados é possível a reconstituição da conta e o cálculo do valor exato a ser devolvido.

Havendo algum documento que comprove a existência de financiamento em nome do produtor rural, é possível pedir judicialmente que o banco entregue os demais que faltarem. Uma alternativa é fazer uma busca junto ao Cartório do Registro de Imóveis da Comarca onde está situada a agência bancária, pois as cédulas rurais são de registro obrigatório.

Segunda etapa de vacinação contra aftosa vai até dia 30 deste mês

A segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa 2015 começou neste domingo (1º) e vai até o dia 30 de novembro em toda a Bahia. Cerca de  4.208.456 bovinos e bubalinos com idade até 24 meses precisam ser vacinados. 
A meta da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), é ampliar cada vez mais a cobertura vacinal, mantendo a imunidade elevada do maior rebanho do nordeste, pois embora o Estado esteja livre da doença, sempre existe o risco da reintrodução da febre aftosa.
Nesta etapa, cerca de 6,5 milhões das 10.521.140 cabeças com idade superior a 24 meses ficam isentas de serem vacinadas. Isso representa uma redução direta da ordem de mais de R$ 15 milhões para os criadores nos custos de produção.
No prazo de 15 dias após a aplicação da vacina, os criadores devem comparecer nas unidades da Adab, munidos da nota fiscal de compra, para declarar todo o rebanho de bovinos e bubalinos, por sexo e faixa etária.
Os produtores que não possuem animais nesta faixa etária (isentos da vacinação), também estão obrigados a declarar e atualizar todo o seu rebanho bovídeo, incluindo as outras espécies (caprinos, ovinos, equídeos, aves, peixes, entre outras que estejam criando), evitando desta maneira sanções administrativas previstas em lei.
Para o coordenador do Programa de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa da Adab, Antônio Maia, apesar da Bahia ser certificada internacionalmente como Livre de Febre Aftosa com Vacinação, desde o ano 2001, os criadores não podem baixar a guarda. “O risco de reintrodução da doença ainda existe, embora pequeno e devidamente monitorado pela Adab e pelo Ministério da Agricultura (Mapa), vacinando seu rebanho conforme calendário oficial”.
O diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Rui Leal, afirma que esta é uma ação compartilhada entre o setor produtivo (através da aquisição e aplicação da vacina) e o setor oficial (normatizando, realizando o cadastro do produtor, efetuando a vigilância, a fiscalização e a abertura de novos mercados). Desta maneira, a Adab trabalha por meio de políticas públicas para assegurar proteção mínima ao agronegócio e à economia baiana.
O diretor geral da Agência, Oziel Oliveira, ressalta que o retorno da doença seria catastrófico para a Bahia e para o País, derrubando os preços da arroba do boi, do leite e das demais atividades agropecuárias, gerando desemprego, além de bloquear o comércio interno e externo, não apenas de animais e produtos de origem animal, mas também da produção agrícola do Estado. Oziel Oliveira afirma que “a Bahia teve o último foco de aftosa em 1997, e não podemos deixar que ocorra novamente. É imprescindível que todos os produtores vacinem seus bovinos e bubalinos nesta faixa etária e declare em uma das unidades da Adab,  sem deixar para a última hora, o que evita também alguns transtornos nos escritórios da Agência.”
Ascom/Adab, 03/11/2015

Cacau do Brasil volta a ser destaque em Paris

Produtores brasileiros participam do Salon du Chocolat até domingo, na França

Mais de 20 marcas brasileiras de chocolate e 15 produtores de cacau da Bahia e Pará, além de representantes de cooperativas e associações expõem seus produtos no estande Cacau do Brasil durante o Salon du Chocolat de Paris, que segue até domingo (1º) na capital francesa. O Salon du Chocolat é o maior evento mundial dedicado ao chocolate e seu principal objetivo é estabelecer a ligação entre as diferentes partes que compõem a cadeia produtiva do cacau ao chocolate, reunindo os principais países produtores de cacau, fabricantes de chocolates e consumidores de todo o mundo.

De acordo com o coordenador do estande, Marco Lessa, aspectos como a diversidade de marcas, a beleza da estrutura e a oferta de cacau da Amazônia têm atraído a atenção dos europeus. Com 80 metros quadrados e uma arquitetura moderna, o estande representa o projeto Cacau do Brasil, desenvolvido para promover a qualidade do cacau e chocolate brasileiros no exterior, com referência de origem e aspectos relacionados à preservação ambiental.

A expectativa é que 150 mil pessoas circulem pelo local do evento, o que deve gerar muitos negócios para os produtores do Brasil, sobretudo na exportação de produto e matéria-prima. “A aceitação do chocolate brasileiro tem sido muito boa na Europa, principalmente pela qualidade do nosso cacau e seu alto teor no chocolate. Temos de conquistar o mercado no nosso próprio país, mas a exportação deste chocolate é algo que está na pauta dos produtores”, afirma Lessa, que coordena a exposição desde 2009 e é proprietário da marca ChOr – Chocolate de Origem.

Seagri alerta para riscos de pragas na importação do cacau

Visando assegurar a proteção fitossanitária da agropecuária baiana, a Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri), através de sua Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), alerta para os riscos da importação de cacau via Porto de Ilhéus. Por se tratar da principal região produtora de cacau, o risco de introdução e estabelecimento de pragas exóticas nas lavouras baianas é eminente. As ameaças estão expressas na nota técnica apresentada durante o debate sobre a cacauicultura na Bahia, promovido pela Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa (Alba), presidida pelo deputado Vitor Bonfim. O relatório foi produzido pela comissão técnica constituída pela Adab, e formada pelos nove órgãos ligados à cultura do cacau na região, além de representantes dos produtores e do Ministério Público (MP), e será encaminhada ao Ministério da Agricultura (Mapa).
A nota técnica aponta para o risco de introdução de pragas como a Striga spp, Trogoderma granarium e uma espécie de Podridão-parda, que não existem nas plantações brasileiras. “A Striga spp., por exemplo, mais conhecida como ‘erva bruxa’, possui grande potencial de devastação em diversas culturas, com significativa importância econômica para o País, como cana-de-açucar, milho, trigo, café, entre outros. A ameaça de disseminação da Striga na região do Litoral Sul da Bahia é ainda maior, já que possui condições edafoclimáticas favoráveis à proliferação dessa praga em todo o território”, explica a coordenadora do Programa de Prevenção à Monilíase da Adab, Catarina Matos Sobrinho.
A revisão dos Atos Normativos sobre Análise de Riscos de Pragas (ARPs); a mudança do ponto de entrada no Brasil das importações para locais onde não exista o cultivo de cacaueiros, com infraestrutura quarentenária adequada; controle da entrada e trânsito de sacarias e realização de estudos para desenvolvimento de produto que substitua o brometo de metila em tratamentos quarentenários. Essas foram algumas das deliberações necessárias apontadas pelo comitê no relatório.
Ficou acordada na reunião da Alba, a formação do Grupo de Apoio ao Cacau na Comissão de Agricultura da Alba, coordenado pelos deputados Pedro Tavares, Eduardo Salles e Aderbal Caldas. A revisão do Drawback (importação de insumos para reexportação com isenção de impostos) e endividamento e disponibilização de crédito novo para os cacauicultores baianos, também são pontos cruciais, que fazem parte das necessidades reivindicadas pelos produtores de cacau.
Ascom Seagri – 26 de outubro de 2015

Ilhéus assina termo de cooperação para apoio à agricultura familiar

Através da parceria entre o município e o estado, será possível elaborar políticas públicas e estratégias de valorização e fomento ao pequeno agricultor

Fomentar a agricultura familiar por meio de apoio técnico. Esse foi o objetivo do termo de cooperação assinado nesta quinta-feira, 08, entre a Prefeitura de Ilhéus, representada pelo secretário de Agricultura e Pesca de Ilhéus, Sebastião Vivas, e a Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia (SDR). A assinatura ocorreu em Itabuna, durante a inauguração do Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (Setaf), que contou com a presença do titular da SDR, Jerônimo Rodrigues, do prefeito itabunense, Vane do Renascer, gestores e secretários de agricultura de cidades vizinhas, agricultores e outras autoridades.

O termo assinado permite que municípios e estado elaborem políticas públicas e estratégias de valorização e fomento ao pequeno agricultor. Isso será possível através do recém-inaugurado Setaf do território de identidade Litoral Sul, que compreende Ilhéus e outras cidades da região do cacau. Presente em 17 dos 27 territórios, o Setaf é unidade territorial que tem por objetivo articular políticas públicas para a agricultura familiar e promover a inclusão produtiva.

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Municípios do Território Litoral Sul recebem Serviço e Apoio à Agricultura Familiar

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), inaugura na próxima quinta-feira (8), às 9h, no município de Itabuna, o Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF), que tem como finalidade articular políticas públicas para a agricultura familiar e promover a inclusão produtiva dos agricultores familiares baianos. Esta unidade vai atender, cerca de, 14 mil famílias de agricultores do Território de Identidade Litoral Sul.

Este é o décimo sétimo dos 27 SETAFs,que estão sendo implantados em toda a Bahia. O ato de inauguração contará com a participação do secretário do Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, o diretor executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, o superintendente da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), Ivan Fontes, prefeitos de municípios do Território, parlamentares e demais autoridades regionais.

Os SETAFs são compostos por equipes técnicas da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), da Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) e demais órgãos que integram a SDR. A expectativa é que outros órgãos do governo também integrem os SETAFs.

Adesão – Os SETAFs irão atuar de forma articulada com o Serviço Municipal de Apoio a Agricultura Familiar (SEMAF), que serão implantados, pelas prefeituras que tiverem interesse, nos municípios baianos. Em Itabuna, está previsto a assinatura do termo de adesão ao Serviço pelas prefeituras que integram o Território.

ENCONTRO COM A IMPRENSA

O QUE: Encontro do secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, com os profissionais de imprensa do Território de Identidade Litoral Sul.

QUANDO: 08 de setembro de 2015 – às 7h30

ONDE: Tarik Fontes Plaza Hotel – Av. Aziz Maron, 1141 – Góes Calmon, Itabuna – BA

Bahia Pesca promove Semana do Peixe com pescado até 55% mais barato

Quem comparecer ao Terminal Pesqueiro de Salvador, na Ribeira, na quarta e quinta-feira (7 e 8), das 8h às 12h, vai poder comprar pescados com descontos de até 55%. Serão comercializados mais de dez tipos de espécies como o vermelho, arraia, cavala, mariscos, camarão e sardinha, todas abaixo do preço de mercado. Esta é mais uma ação da Semana do Peixe, evento realizado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura em parceria com a Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura. Com palestras de cursos de capacitação a promoção teve início no dia 29 de setembro, com o objetivo de aumentar o consumo e a comercialização de pescados.
SEMANA DO PEIXE

SEMANA DO PEIXE

“O evento reúne toda a cadeia produtiva da pesca para pensar formas de aumentar o consumo e a comercialização do pescado, desde produtores, fornecedores de insumos, supermercadistas, empresas processadoras até agentes governamentais. É um esforço conjunto para aumentar a renda dos pescadores e marisqueiras e, ao mesmo tempo, incentivar na população o consumo de um alimento saudável”, explica o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior.
Durante a ação, a pititinga, por exemplo, será comercializada por R$ 6,00 o quilo, representando uma economia de 55% para o bolso do consumidor. Já o xaréu, comumente vendido por R$ 16 o quilo, terá o desconto de 38%, saindo por apenas R$ 10,00, condição semelhante a da curvina, comercializada com 35% de desconto, ao preço de R$ 9,00 o quilo, durante a promoção. Outros pescados estarão sendo vendidos com descontos significativos, como a arraia (30%), cavala (27%), guaricema (25%), camarão (22%) e marisco (20%).
Além disso, uma equipe da Bahia Pesca estará cadastrando os profissionais da pesca no CadCidadão, sistema que registra a situação social e econômica dos profissionais e os encaminha para diversos serviços públicos de assistência e crédito, a exemplo do Vida Melhor. O cadastramento servirá também para que estes pescadores obtenham a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), emitida pela empresa. Os profissionais poderão ainda solicitar, no local, o Registro Geral da Pesca, que será emitido pelo Ministério da Pesca e Aquicultura.
Semana do Peixe
Iniciada no dia 29 de setembro, a 12ª Semana do Peixe é uma campanha do Ministério da Pesca e Aquicultura em parceria com a Bahia Pesca que será realizada até o dia 14 de outubro. A programação conta com palestras, cursos de capacitação, vendas de peixe com descontos, cadastro de pescadores em programas estaduais e federais de assistência, além de emissão de registro de pescador e de Declaração da Aptidão ao Pronaf.
Ascom Bahia Pesca – 5 de outubro de 2015

Agricultores familiares TÊM ATÉ ESTA SEGUNDA DIA 5  para se inscrever no Garantia-Safra   

Os agricultores familiares baianos têm até o dia 5 de outubro para realizar inscrição do Garantia-Safra 2015/2016, safra de Verão. Os interessados em aderir ao programa devem procurar um dos Serviços Territoriais de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF), já instalados pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), as secretarias de Agricultura do seu município ou Sindicato de Trabalhadores Rurais para validar sua inscrição, informando a área que pretendem plantar. Até o mês de setembro, a Bahia cadastrou mais de 203 mil agricultores, número maior que o do ano passado. Mas a meta é atingir 300 mil beneficiados.

O Garantia-Safra é um seguro social com o objetivo de garantir condições de sobrevivência a agricultores familiares que tiverem perda de, no mínimo, 50% da lavoura (feijão, milho, arroz, mandioca e algodão), nos municípios atingidos por seca ou excesso de chuva.

Para participar do programa o agricultor familiar precisa ter a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), renda familiar mensal inferior a um salário mínimo e meio, ter efetuado sua adesão antes do plantio da safra e a área mínima plantada deve ser de 0,6 hectare e a máxima de cinco hectares.

O programa é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com estados e municípios. Na Bahia, para fortalecer o programa, o Governo do Estado está subsidiando 50% das contribuições, tanto do agricultor, como do município, na Safra Verão 2015/2016.

Os equipamentos promovem segurança ocupacional e minimizam os riscos de trabalho

Marisqueiras de Ilhéus e Itacaré recebem kits de proteção para o trabalho

Entrega dos EPI´s para as marisqueiras de Ilhéus e Itacaré - 01.10

Entrega dos EPI´s para as marisqueiras de Ilhéus e Itacaré – 01.10

Na manhã desta quinta-feira, 01, o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, e o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior, participaram do ato de entrega de 135 kits de equipamentos de segurança de proteção individual para marisqueiras de Ilhéus e Itacaré, realizado no Terminal Pesqueiro Público do Município, localizado à Rua Ramiro de Castro, no centro da cidade. O objetivo é promover melhores condições de segurança, trabalho, renda e minimizar os riscos ocupacionais que atingem as trabalhadoras dessa classe.
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Seagri e Abaf lançam programa para controlar praga em plantios de eucalipto e café

 Combater e controlar a praga da Lagarta Parda que nos últimos meses tem atacado principalmente os plantios de eucalipto e café no sul e extremo sul da Bahia é o objetivo do “Programa Fitossanitário de Controle da Lagarta Parda no Estado da Bahia” que a Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri), através de sua Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (Abaf) e entidades parceiras lançam nesta sexta-feira (2), às 14 horas, em Teixeira de Freitas. O lançamento acontece durante seminário que será realizado Parque de Exposições Timóteo Brito, como parte da programação da Exposição Agropecuária de Teixeira de Freitas.
O evento é voltado para produtores rurais, dentre eles os pecuaristas, apicultores, silvicultores e cafeicultores. Especialistas estarão reunidos para dialogar com os produtores e definir um plano de manejo para o efetivo controle da lagarta parda com a participação das prefeituras, das empresas, dos produtores rurais, das entidades ambientais membros da Comissão Técnica Regional, estabelecida e liderada pela Adab.
O secretário estadual da Agricultura, Paulo Câmera, lembrou que a Lagarta Parda, cujo ataque provoca o desfolhamento das plantas, já ocorre em 14 estados brasileiros, o que torna a questão um problema nacional diante dos problemas que causa com graves reflexos na pauta de exportação. “A defesa agropecuária é uma das prioridades do governo, mas a participação do setor privado e dos produtores rurais é indispensável, sendo a informação e conscientização fatores de grande importância para viabilizar as ações de prevenção e de combate à praga”, disse.
De acordo com Oziel Oliveira, diretor geral da Adab, “as lagartas estão entre as principais pragas que atingem os plantios de eucalipto. São 110 espécies nativas do Brasil. Picos populacionais da praga geralmente estão associadas aos eventos que deflagrem algum tipo de desequilíbrio ambiental. Em nosso cenário, possivelmente, os aspectos climáticos contribuíram”.
“As empresas de base florestal estão unindo esforços a outras instituições de pesquisa, extensão e de produtores rurais para buscar soluções coletivas que possam fazer frente ao risco de aumento desta ameaça à agricultura na região”, informa Wilson Andrade, diretor executivo da Abaf. O seminário terá as presenças do superintendente de Política do Agronegócio da Seagri (SPA), Guilherme Bonfim; do diretor de Defesa Vegetal da Adab, Armando Sá: do presidente da Abaf, Sérgio Borenstain do presidente executivo da Aspex, Gleyson Rezende, e do professor do Departamento de Ciências Ambientais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Pedro José Ferreira Filho.
Ascom Seagri – Com informações da Ascom Abaf – 1º de outubro de 2015





















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