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:: ‘Agricultura’

Marisqueiras de Ilhéus recebem 135 kits com EPIs

Para minimizar os riscos ocupacionais que atinge o trabalho das marisqueiras na região sul do estado, a Bahia Pesca,empresa vinculada à Secretaria de Agricultura da Bahia (Seagri),entregará 135 kits com equipamentos de proteção individual à estas profissionais. A distribuição acontecerá nesta quinta-feira, 1º de outubro, às 9h, no Terminal Pesqueiro Público de Ilhéus.
Foto Amanda Oliveira GOVBA

Foto Amanda Oliveira GOVBA

 “Cada conjunto, desenvolvido especialmente para o trabalho de mariscagem, é composto por pares de luvas e botas em neoprene, camisa em dry fit, calça e boné em tactel com bloqueio de 98% dos raios UVA e UVB”, explica a coordenadora de promoção social da Bahia Pesca, Eliana Carla Ramos.
O kit é confeccionado com fator de proteção ultra-violeta, tecido especial que protege a pele e não absorve o calor solar, minimizando a incidência de câncer, desidratação e envelhecimento precoce. Além disso, as luvas e botas evitam que as mulheres cortem mãos e pés ao tocar os mariscos ou caminhar nas pedras. Com a ação em Ilhéus, a empresa já distribuiu neste ano 200 kits de proteção.
Além da entrega dos EPIs, a Bahia Pesca também distribuirá no Terminal Pesqueiro cerca de 100 mil alevinos de tambacus, que beneficiarão 100 famílias da região.
ASCOM BAHIA PESCA

Seagri e SDR querem semiárido baiano com produção competitiva

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O desenvolvimento de políticas públicas capazes de viabilizar a convivência do produtor rural com o semiárido é uma das principais preocupações do governo do Estado, conforme afirma o secretário Estadual da Agricultura, Paulo Câmera, que nesta segunda-feira (14), juntamente com o secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), Jerônimo Rodrigues, representou o governador do Estado, Rui Costa, na abertura do Agropec Semiárido. Em sua segunda edição, que acontece até esta terça-feira (15) no Hotel Fiesta, o evento discute como a produção agropecuária na região semiárida brasileira pode sercompetitiva, sustentável e lucrativa.
Paulo Câmera explicou que a Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri) e a SDR, seguindo orientações do governador, trabalham em conjunto para apoiar os produtores do semiárido, região que ocupa mais de 60% do território baiano. As ações e projetos desenvolvidos pelo governo do Estado, direcionadas ao segmento agropecuário da Bahia, estão expostos em stand institucional das instituições Seagri/SDR no Agropec. O secretário Jerônimo Rodrigues ressalta que “ao longo dos anos, o semiárido brasileiro foi tratado por seus problemas, porém hoje, a pauta é o potencial de desenvolvimento dessa região”.

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Bahia amplia rede de monitoramento de dados agrometeorológicos

A Bahia atinge o número de 178 estações meteorológicas implantadas no Estado, das 213 unidades previstas para serem instaladas até o final do mês de setembro deste ano. A implantação desta rede de monitoramento visa obter dados pluviométricos, hidrológicos, agrometeorológicos, agronômicos, umidade e temperatura do solo, e geotécnicos, dentre outras informações. Esses dados são destinados a orientar os pequenos, médios e agricultores familiares da região semiárida na tomada de decisões com relação ao desenvolvimento das etapas da atividade agrícola, compreendida desde a preparação do solo para a semeadura, até a colheita, o armazenamento e o transporte de produtos. Essa ação é fruto da parceria firmada entre governo da Bahia, através da Secretaria da Agricultura do Estado e governo Federal, por meio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
Essa parceria entre Seagri e Cemaden, que vem se desenvolvendo desde o ano passado, vai continuar, e neste sentido foi assinado acordo de cooperação técnica entre as duas entidades, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (26). “Esse trabalho fornecerá uma ferramenta fundamental para o planejamento agrícola do Estado, aumentando a estimativa de produção e evitando as perdas por adversidades climáticas”, ressalta o secretário estadual da Agricultura, Paulo Câmera. Os dados coletados nesses equipamentos serãoenviados ao Cemaden, destinados ao monitoramento e alerta de risco de colapso de safras para agricultura familiar do semiárido.
A implantação de estações meteorológicas no Estado é fruto do trabalho conjunto entre governo do Estado, através da Seagri, Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) e Casa Civil, e governo Federal, por meio dos ministérios de Agricultura//Instituto Nacional de Meteorologia (MAPA/INMET), e de Ciência, Tecnologia e Inovação/Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (MCTI/CEMADEN).
As 213 estações automáticas também denominadas de Plataformas de Coleta de Dados (PCD’s), serão instaladas em municípios do semiárido baiano. Desse total, 34 são do tipo PCDAgros (que fazem medições de precipitação pluviométrica, temperatura e umidade do ar, temperatura e umidade do solo, velocidade e direção dos ventos, radiação solar global e saldo de radiação) e 179 do tipo PCDAqua (que fazem medições de precipitação pluviométrica e umidade do solo).
Ascom Seagri – 31 de agosto de 2015

Sul da Bahia unido em defesa de novas políticas para o cacau e chocolate

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Lavoura Cacaueira, da Ceplac e do Cacau Cabruca realiza audiência pública na Câmara de Vereadores de Itabuna, no próximo dia 31, segunda-feira, às 8 horas, para debater um tema que mobiliza toda a região: “Política de importação e exportação de cacau e seus derivados”. Em debate, como o governo vai ampliar o controle sobre o cacau importado para dar mais oportunidades de desenvolvimento ao produtor nacional e regional. E também como incrementará a produção nacional do chocolate.

“Esta nova política vai ajudar a transformar a realidade do mercado do cacau e a indústria de chocolate na região sul da Bahia”, observa o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB-Ba), integrante da Frente e idealizador da audiência pública em Itabuna. A principal mudança, informa Davidson Magalhães, está em rever a forma como vem sendo praticado o drawback, para possibilitar harmonizar o mercado interno com as necessidades da indústria nacional. E formular novos caminhos e oportunidades para o desenvolvimento do mercado do cacau e derivados.

O deputado federal afirma que “é a primeira oportunidade de reunir todos os universos interessados, depois do governo nos garantir as mudanças na política de importação e exportação do produto”. Participam do encontro na Câmara de Vereadores de Itabuna representantes dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura e Ceplac.

AQUISIÇÃO DE MÁQUINAS

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Incra/BA cria assentamentos nos municípios de Casa Nova e Una

Dois novos assentamentos são criados na Bahia, o que beneficia 36 famílias de trabalhadores rurais com 816,7 hectares de terras. Uma das áreas de reforma agrária é a Santa Rita I – localizada no território do Sertão do São Francisco, no município de Casa Nova – que permitirá assentar, no mínimo, 20 famílias, em 410,4 hectares.

Já no território de identidade do Litoral Sul, no município de Una, foi criado o assentamento Santa Tereza do Guarani I que tem capacidade mínima para assentar 16 famílias de trabalhadores rurais, em 406,3 hectares de terras.

As portarias de criação desses projetos de reforma agrária foram publicadas, na segunda-feira (29), no Diário Oficial da União (DOU).

Segundo o superintendente regional do Incra, na Bahia, Gugé Fernandes, as desapropriações no estado estão alinhadas com a meta do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em assentar todas as famílias acampadas no país. “Pretendemos promover o acesso à terra a 1,2 mil famílias, esse ano, na Bahia, por meio da reforma agrária”, ressalta.

CADÚnico

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CACAU

Ministra diz que Brasil pode voltar a ser grande exportador de cacau

Ceplac entregou lista de desafios e oportunidades do setor

Brasília (18/6/2015) – A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) defendeu o fortalecimento da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) durante reunião nessa quarta-feira (17) com parlamentares e representantes de produtores de cacau. “Podemos voltar a ser grandes exportadores de cacau”, afirmou.

Representantes da Ceplac entregaram à ministra documento no qual listam oportunidades e desafios do setor cacaueiro. Entre eles, a melhoria da competitividade, o fortalecimento da defesa sanitária e a formação de mercado interno.

A produtividade do setor saltou nos últimos dez anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), passando de 170 mil toneladas de amêndoa seca em 2003 para 279 mil toneladas em 2014.

“Temos dois produtos nacionais que estão no DNA, no coração do Brasil. Um é o cacau e o outro, o café. São cadeias que têm importância significativa e considero prioritárias”, disse a ministra durante a reunião, que teve presença dos senadores Ana Amélia (PP-RS), Lídice da Mata (PSB-BA), Valdir Raupp (PMDB-RO), Wellington Fagundes (PR-MT), José Medeiros (PPS-MT) e do deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA).

Kátia Abreu afirmou que a Ceplac, juntamente com Embrapa, Conab e Inmet, passará por um grande projeto de modernização e reestruturação, que será apresentado até o fim deste ano.

“Essas instituições precisam ser modernizadas e terem formato de gestão eficiente para atender melhor ao produtor. Vamos ter inclusive uma escala de financiamento em pesquisa, priorizando os interesses do país”, disse.

Nota de pesar

Nota de Pesar
 
Brasília (16/6/2015) – O empresário Olacyr de Moraes nos deixa a lição de empreendedorismo que caracterizou sua trajetória do homem simples que desde os 19 anos exibia a determinação de vencer.

Com essa energia construiu um império que lhe valeu o epíteto de Rei da Soja,  até mesmo além de nossas fronteiras. Foi o maior produtor mundial e não se limitou à agricultura, investindo também em outras áreas, como a construção civil.

Que sua capacidade produtiva, sua determinação e iniciativa, típicas de um Brasil realizador, volte a contagiar o país em benefício do nosso crescimento econômico.

Katia Abreu
Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

CEPLAC / SEMANA DO MEIO AMBIENTE

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11ª Semana dos Alimentos Orgânicos

Produção e consumo de orgânicos serão incentivados durante todo o ano
Eventos realizados em 21 estados e no Distrito Federal serviram para mostrar à população os benefícios desses alimentos
Brasília (1/6/2015) – A 11ª Semana dos Alimentos Orgânicos terminou nesse final de semana.  Mesmo com o encerramento, a campanha para a divulgação dos alimentos orgânicos continua durante todo o ano, com o objetivo de mostrar à população quais são as bases do sistema de produção orgânica e os benefícios desses produtos para a saúde e o meio ambiente.

Este ano, a semana foi realizada em 21 estados – Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins – e no Distrito Federal. Em todas essas unidades federativas, foram realizados cursos, palestras e feiras de alimentos orgânicos, a fim de oferecer informações aos consumidores sobre os produtos orgânicos, onde encontrá-los e como são produzidos. A proposta da Semana dos Orgânicos foi a de divulgar para a população os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses produtos.

O encerramento oficial ocorreu nesse domingo (31), no Jardim Botânico de Brasília, quando houve degustação de produtos derivados do pequi e chás com ervas do cerrado e oficina de arranjos e paisagismo com espécies da região, além de palestra sobre o potencial do pequi na gastronomia e ação de prevenção a incêndios florestais.

Ações integradas

Também foram lançados os primeiros cadernos do Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade (Probio II), desenvolvido pelo Mapa e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). O conteúdo desses cadernos tem o intuito de reduzir a possibilidade de possíveis conflitos de entendimento com relação às boas práticas adotadas para espécies de expressão econômica e ambiental para os biomas brasileiros, utilizadas no processo extrativista sustentável.

A 11ª Semana dos Orgânicos contou com diversos parceiros, como a Secretaria-Geral da Presidência da República, o Ministério da Pesca e Aquicultura, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Ministério da Educação, Ministério da Fazenda e a Biodiversidade para a Alimentação e Nutrição (BFN).

Cobertura imunitária da vacinação contra aftosa na Bahia cresce mais de 10%

O índice de cobertura imunitária da vacinação contra a Febre Aftosa na Bahia está entre 80 e 90%, bem superior ao último estudo realizado em 2010, que apontou a eficiência abaixo de 80%. Esses dados foram obtidos pelo Estudo de Avaliação da Eficiência Vacinal Contra Febre Aftosa realizado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), em todos os estados do Brasil com reconhecimento internacional de livre da enfermidade com vacinação. Esse resultado coloca a Bahia à frente de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e região de fronteira do Paraná, que apresentaram índice menor que 80%.

O estudo estima a cobertura imunitária da população bovina que recebeu a vacina contra a Aftosa, avaliando todos os estados do Brasil com reconhecimento da Organização de Saúde Animal (OIE) até maio de 2014. A população estudada foi bovinos entre 6 e 24 meses de idade, por serem mais susceptíveis para a febre aftosa.
A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri), realizou dois Inquéritos Sorológicos em 2014, um para avaliar a eficiência da vacinação e outro para avaliar a circulação viral. O resultado do estudo da circulação viral será divulgado no segundo semestre de 2015.
O coordenador do Programa de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa na Bahia, Antonio Lemos Maia Neto, informa que desde o resultado inferior em 2010, que estava na faixa de 73%, a Adab vem trabalhando durante as campanhas junto ao produtor na conscientização para realizar as vacinações com maior critério e eficiência. “Buscando sempre a melhor conservação da vacina e aplicação na dose correta (5 ml para qualquer faixa etária) e, principalmente, vacinando com efetividade os animais mais jovens”, diz o coordenador.
Para o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Rui Leal, neste estudo de 2014 os produtores responderam positivamente às campanhas de vacinação do Estado. “Todos estão de parabéns, nossos servidores, técnicos, gestores e produtores, pois vale ressaltar que esta é uma ação de responsabilidade compartilhada, que possibilita manter o status de livre de aftosa com vacinação com reconhecimento internacional”.
O diretor geral Oziel Oliveira da Adab acrescenta que ainda temos muito por fazer para que nos próximos estudos possamos figurar entre os Estados com melhor resultado na eficiência vacinal, superior a 90%. “Isso nos dará maior segurança frente a uma possível reintrodução do vírus em nosso território. Este é nosso objetivo para com a sanidade animal”, finaliza Oziel.

 

Bahia pode produzir o melhor café do Brasil

“Nossa meta não é ser o maior produtor nacional, mas queremos e podemos produzir o melhor café do Brasil”, afirma o chefe de gabinete da Secretaria da Agricultura (Seagri), José Pirajá, lembrando que é da Bahia o café servido ao papa no Vaticano. Segundo ele informou, a nova Seagri vai focar suas ações nos cafés finos, entre eles o café gourmet, com destaque para as regiões de Piatã, Barra da Estiva e Ibicoara, na Chapada Diamantina, e Vitória da Conquista e Barra do Choça. No ano passado, dos 21 cafés premiados nos concursos nacionais, nove foram da Bahia e destes cinco da região de Piatã.
AGROCAFÉ ABERTURA - Foto- Heckel Junior

AGROCAFÉ ABERTURA – Foto- Heckel Junior

A qualidade do café da Bahia foi o tema em destaque nesta segunda-feira (11) na abertura do 16º Simpósio Nacional do Agronegócio Café (Agrocafé), evento que prossegue até quarta-feira (13). Ao lado do governador Rui Costa, o chefe de gabinete da Seagri, José Pirajá, representando o secretário Paulo Câmera, participou do evento, acompanhado pelo superintendente de Política do Agronegócio da Seagri (SPA), Guilherme Bonfim, e pelo diretor de Defesa Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária (Adab), vinculada à Seagri, Armando Sá.
Apostando também que a qualidade é o caminho para o café baiano, o governador Rui Costa anunciou sua disposição em investir em pesquisa para melhoramento em todas as atividades relevantes da economia baiana, onde se destaca o café. “A produção de café é extremamente importante para a Bahia e nos trabalhamos para que ela cresça em vários municípios e regiões. Nosso objetivo é fazer parcerias com as associações de produtores para incentivar a pesquisa via Secretaria da Ciência e Tecnologia, para que as universidades baianas junto com a Embrapa,  possam aperfeiçoar e melhorar as tecnologias para a produção de café na Bahia”, afirmou.
O presidente da Assocafé, organizadora do evento, João Lopes Araújo, lembrou que após três anos consecutivos de secas, a produção baiana de café, que chegou a ser de 2,6 milhões de sacas, caiu para 1,9 milhões de sacas na última safra. “Com o arrefecimento da estiagem, e se não houver contratempo climático, espera-se colher este ano em torno de 2,5 milhões de sacas”, disse ele.
Além do governador, do chefe de gabinete da Seagri e do presidente do Assocafé, participaram da mesa de abertura, o presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo; o presidente da CNA, João Martins da Silva Jr; o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Humberto Santa Cruz, representante dos municípios de café da Bahia, dentre outros.

Bahia matém liderança na produção nacional de Pinha

Os produtores de pinha da caatinga baiana mantêm a Bahia como maior produtor de pinha do Brasil. A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado à Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), confirma esta liderança após inquéritos fitossanitários de fiscalização contínuos de propriedades realizados nos municípios de Presidente Dutra, Lapão, Central, Uibaí, Anagé e Dom Basílio. A região produtora possui 4.200 hectares plantados, gerando cerca de 4 mil toneladas de pinha por hectare/ano.
O município de Presidente Dutra, conhecido como “capital da pinha”, permanece como maior produtor da fruta, com 3.485 hectares cultivados em áreas de sequeiro e irrigada. Diante das condições climáticas da região, são permitidas duas safras ao ano e a produção é realizada de maneira escalonada, possibilitando a colheita dos frutos durante todo o ano. A pinha é a principal fonte de renda do município, tendo como foco de escoação os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
Segundo a CEAGESP, maior Centro de Abastecimento do País, o volume de entrada da pinha cresceu o equivalente a 9% em relação ao ano de 2012, totalizando o comércio de aproximadamente 3 mil toneladas. Isso mostra as alterações ocorridas, tanto na oferta da fruta, antes considerada exótica, como na demanda, até pela mudança de hábitos de consumo.

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