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:: ‘Agricultura’

CEPLAC / ENCONTRO / SALVADOR

CARTA DE SALVADOR

AO GOVERNO E AO POVO BRASILEIROS

POR UMA CEPLAC REVIVIDA

 

Os servidores aposentados da CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, criada em 1957, que construíram e viveram a sua História, vem manifestar a sua indignação, ante a decadência de uma instituição agrícola, outrora exemplar, de prestígio internacional, que inegável desenvolvimento e grandes benefícios econômicos e sociais proporcionaram à Nação. Esta lamentável situação de sucateamento e paralisia da CEPLAC, inviabilizando-a como instrumento insubstituível de progresso, deve-se à negligência do Governo Federal, através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA – a partir da chamada Nova República (1985), e ao descaso e descompromisso dos políticos com o setor, com as Regiões Produtoras e suas populações.

Há um total desconhecimento do que representou um modelo institucional único, razão maior do sucesso da CEPLAC, dotada de uma estrutura dinâmica, que promove ações integradas de desenvolvimento rural, capazes de recuperar a Lavoura Cacaueira do Sul da Bahia, e de implantar novos e importantes polos de produção na Amazônia, incorporando 11 mil brasileiros à atividade. Também se ignora e são desprezados o poder e a eficiência da CEPLAC, uma organização de Pesquisa, Extensão, Ensino e Desenvolvimento, comprovadamente eficaz, exitosa, que apoia e impulsiona a Cacauicultura que gera milhares de empregos, viabiliza a distribuição de riquezas, vital para a Agricultura, para a Economia Brasileira.

A organização CEPLAC, cujo modelo sistêmico é formado por unidades que se alimentam mutuamente, que agem harmonicamente, sob um comando único, transformou o Cacau em um dos mais importantes produtos da nossa economia. O trabalho de excelência, planejado e persistente da CEPLAC, unindo e articulando Pesquisa, Extensão e Ensino, fazendo ciência, criando e aperfeiçoando tecnologias no Centro de Pesquisas do Cacau–CEPEC e suas unidades experimentais, o mais importante do mundo, transferindo tecnologias através de uma ampla e eficiente rede de Extensão, especializando seus técnicos, cientistas e pesquisadores, formando e treinando técnicos e práticos agrícolas – fez com que a produção brasileira de Cacau chegasse, no ano agrícola 1984-5, a 457 mil ton., o equivalente a uma receita cambial perto de 1 bilhão de dólares. As lavouras de Cacau são florestas de árvores perenes, que requerem sombreamento de outras espécies, constituindo-se em fator de preservação e desenvolvimento ecológico, de sustentação e compatibilidade ambiental, e se caracterizam, ainda, por apresentar uma grande demanda de mão-de-obra, constituída, regularmente, por uma média nacional de 250 mil postos de trabalhos formais, e 500 mil empregos indiretos.

Com a CEPLAC, de 1960 a 1985, o Cacau mudou a paisagem socioeconômica, o Índice de Desenvolvimento Humano, das Regiões Produtoras do Sul da Bahia. Diversificou a produção agrícola com a pesquisa e assistência aos cultivos tropicais perenes; à pecuária e à piscicultura de interior; desenvolveu programas e implantou unidades de preservação ecológica como a Estação Pau-Brasil com espécies da Mata Atlântica. A CEPLAC fortaleceu a infraestrutura regional (estradas, pontes, eletrificação e escolas rurais, hospitais, poços artesianos, indústrias de calcário); expandiu e modernizou o Porto Internacional do Malhado, em Ilhéus; criou a Universidade Santa Cruz; e incentivou a organização dos produtores e o cooperativismo. A CEPLAC ensejou a criação do FUSEC, que permitiu a inserção dos pequenos produtores no PROCACAU, gerando, de 1976 a 1985, 120 mil empregos diretos; fez a cobertura aerofotogramétrica para fins de estudos pedológicos, geológicos, florestais, hidrológicos e uso da terra; implantou uma base genética do Cacau, através de excursões técnicas pelas várzeas amazônicas. A Estação de Recursos Genéticos José Haroldo (ESJOH), no Pará, possui o maior patrimônio genético do mundo, com 21.475 genótipos, fonte indispensável ao futuro da Cacauicultura mundial. Criou Escolas Médias de Agricultura de alto padrão educacional.

A CEPLAC está em agonia, sangra. Sem recursos de toda ordem, sem programas, sem metas. A sua singular estrutura vem sendo desmantelada, agredida a cada dia. A instituição, combalida, é achincalhada em sua honra e história, humilhada, vilipendiada pela insensatez, a incúria, o transvio, a degenerescência, a obtusidade do Governo Federal. A CEPLAC vem sendo diminuída, obrigada a renunciar às suas nobres atribuições que justificam a sua imprescindível existência, desfigurada pela incompetência contagiosa e os incríveis crimes de lesa-pátria contra ela perpetrados. O seu valoroso e brilhante corpo técnico e científico, os seus recursos humanos, seu maior patrimônio, se avilta. Com tratamento indigno, parte dele se omite ou se corrompe nas conveniências e submissões políticas, a fim de praticar a disputa por cargos e funções comissionadas. O outrora “espírito de corpo” da CEPLAC vem sendo atingido pelos “espíritos de porco”, que odeiam a Cacauicultura.

Na verdade, o abatimento e declínio institucional e operacional da CEPLAC iniciaram-se com a perda da sua autonomia financeira e administrativa, ocorrida, respectivamente, em 1980 quando a sua receita passou a integrar o Orçamento da União, e em 1990, quando os seus recursos deixaram de vir da taxa de exportação de amêndoas e derivados do Cacau. A dolorosa derrocada da CEPLAC não foi causada por ela, ou pelos seus servidores, ou pelos Produtores de Cacau. Mas, sim, pela cegueira política e irresponsabilidade criminosa dos governos democráticos que se sucederam a partir de 1985. Pior que a terrível doença vassoura-de-bruxa que, grassa e mata as lavouras da Bahia desde 1989, é o lento suplício que o Governo Federal submete a CEPLAC há trinta anos, tentando inviabilizá-la de todas as formas, seja privando-a de recursos financeiros, materiais e humanos, seja tentando esvaziá-la institucionalmente, como agora, quando a reduziram a um mero departamento, uma repartição pública subalterna, debilitada, indigente, sem condições de realizar. Hoje, passamos de grandes exportadores de Cacau a importadores de um produto brasileiro, de uma árvore que floresceu e frutificou, que, onde foi cultivada, gerou e multiplicou riquezas, desenvolvimento socioeconômico.

Nós, eternos ceplaqueanos, atingidos por tanta infâmia e sordidez, nos levantamos, nossas mentes e corações, com todas as energias, em defesa da CEPLAC e da Cacauicultura. Convocamos todos os agricultores, lideranças e as comunidades das Regiões Produtoras a não nos curvarmos, não nos rendermos frente à injúria, ao absurdo e aos desmandos. A não compactuar com a omissão torpe e covarde de alguns. Mas, sim, a reagir, refletindo, discutindo e assumindo as propostas que o livro, hoje lançado, oferece para vencer a inanição, a apatia, o declínio, o desânimo, a desesperança. Principalmente, a agir contra os inimigos da instituição. Vamos lutar pelas conquistas, pelo soerguimento da CEPLAC. Por uma CEPLAC única, unida, forte, atuante e produtiva, como ela mesma se construiu e se consolidou.

Salvador, 18 de agosto de 2016.

No lançamento do livro Tributo à antiga CEPLAC – Instituição agrícola única, durante o I Encontro de Ceplaqueanos Aposentados.

Mais 800 agricultores familiares vão vender a produção através da Prefeitura, em Ilhéus

A Prefeitura de Ilhéus amplia o número de famílias oriundas da agricultura familiar inseridas no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo federal. O programa foi iniciado em Ilhéus, em 2014, com 62 produtores cadastrados, e, a partir de setembro vai atingir a marca de 900 famílias beneficiadas, incluindo pescadores e indígenas, movimentando recursos da ordem de cinco milhões de reais destinados a pequenos produtores da zona rural do município. A coordenação é da secretaria de Agricultura e Pesca (Seap).

Aipim, bananas da terra e da prata, farinha de mandioca, quiabo, abóbora, laranja, jaca, mamão, abacaxi, peixes e outros produtos agrícolas são entregues quinzenalmente e vendidos pelas 35 associações rurais de agricultores e pescadores cadastradas no programa. Toda a produção adquirida é distribuída entre instituições filantrópicas e religiosas que atuam em projetos de combate à insegurança alimentar e nutricionais, atendidas pelas redes socioassistenciais e pelos equipamentos públicos de alimentação e nutrição.

Assistência ao Campo – “Todas as regiões rurais de Ilhéus estão, neste momento, beneficiadas pelo programa que gera oportunidades para o homem do campo”, destaca o secretário municipal de Agricultura e Pesca, Sebastião Vivas. Além da aquisição da maior parte da produção do pequeno agricultor, a Prefeitura também avança na prestação de assistência técnica para a melhoria da qualidade na produção. Em parceria com o governo do estado, três técnicos já acompanham as famílias beneficiadas. “Mas vamos ampliar este leque. No recente concurso público realizado pela Prefeitura foram abertas vagas para a efetivação de mais três técnicos e três agrônomos”, assegura o secretário.

O PAA integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN e tem como finalidades a promoção do acesso à alimentação e o incentivo à agricultura familiar. O apoio aos produtores opera-se por meio da aquisição de produtos, com dispensa de licitação, gerando renda e minimizando possíveis desperdícios no campo. O teto anual de venda de cada agricultor junto ao PAA é de 6 mil e 500 reais. Mas em Ilhéus, além do PAA, cerca de 40 produtores também estão integrados ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que contribui para o crescimento, desenvolvimento, aprendizagem, o rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis, através da oferta da alimentação escolar e de ações de educação alimentar e nutricional. São atendidos pelo Programa os alunos de toda a rede de escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. No caso específico dos pequenos produtores de Ilhéus, eles podem negociar com a Prefeitura até 20 mil reais por ano em venda de produtos alimentícios pelo Pnae.

CEPLAC

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Adonias de Castro na Superintendência da Ceplac 

adonias001O engenheiro agrônomo Adonias de Castro, Chefe de Pesquisa e Extensão Rural da Ceplac, está exercendo interinamente o cargo de Superintendente Regional com a recente saída de Alexandre Brandão, que esteve à frente da SUEBA até 8/08/16.

Adonias já está em pleno exercício do cargo e afirmou que manterá todos os compromissos da instituição assumidos na gestão do seu antecessor e que dará prioridade às ações da superintendência que visem à maior aproximação com as entidades representativas dos produtores e da sociedade. Segundo Adonias, “a Ceplac tem muito a oferecer às regiões produtoras de cacau, tem a capacidade de agregar suporte técnico às entidades que defendem os pleitos dos produtores, além de disponibilizar tecnologia avançada de produção sustentável de cacau e chocolate. Produtores e Ceplac devem trabalhar em estreita cooperação – completa Adonias – para maior benefício de todos e isto nós vamos buscar com determinação”.

Jornalista: Raimundo Nogueira

Foto: Jorge J. Conceição

Assessoria de Comunicação da Ceplac

NOTÍCIA IMPORTANTE PARA CACAUICULTORES

Tenho visto uma notícia muito importante para a região, que não em sido noticiada pela imprensa. Trata-se de uma medida provisória a de nº 733 de 16 de junho de 2016, que autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito Rural e altera a lei 10.177 de 12.06.2001, que regulamenta o assunto. Favor divulgarem.
Manoel Bento

CEPLAC / DIA INTERNACIONAL DO CACAU.

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LANÇAMENTO DE LIVRO

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CEPLAC / DIA INTERNACIONAL DO CACAU

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SINDICATO RURAL DE ILHÉUS

sindicato rural

Ilhéus estimula produção orgânica de amêndoas de cacau

Através de parceria com a Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), a secretaria municipal de Agricultura e Pesca (Seap) de Ilhéus vai capacitar pequenos produtores do município com o objetivo de estimular ainda mais a produção orgânica de amêndoas de cacau. Ilhéus continua na liderança da produção de cacau na Bahia. Segundo o secretário Sebastião Vivas, a proposta é que, uma vez reciclados por novas tecnologias e conhecimentos técnicos, os cacauicultores possam participar, de forma mais efetiva, de uma nova fatia do mercado: a de amêndoas orgânicas indicadas para a produção do chamado “chocolate de origem.”

“A partir de agora, nossa proposta é contribuir para que ocorra uma mudança de paradigma na cacauicultura de modo que os produtores passem a adotar um novo ritual no manejo das amêndoas de cacau. Ou seja, um cuidado todo especial para que, no futuro, seja possível dobrar os preços praticados por cada arroba, atualmente na faixa dos 300 reais. Esse novo cenário, com toda certeza, tornará a cultura do cacau altamente compensadora”, acredita Sebastião Vivas.

O secretário de Agricultura ilheense lembra que, no mercado mundial hoje, o cacau orgânico é hegemônico. “Em virtude do cultivo não ser marcado pela utilização de fertilizantes, herbicidas ou pesticidas sintéticos, ele acaba gerando produtos de alta qualidade. Outro diferencial é a utilização de sementes de cacau altamente selecionadas, o que resulta em um processo de fabricação de chocolate orgânico e ligado a uma alimentação mais saudável, realidade que, segundo os estudiosos, melhora o humor e a concentração, além de proteger o coração e neutralizar os radicais livres”, ressalta.

Região – Depois de implantar no município iniciativas de importantes para a melhoria da qualidade de vida de pequenos produtores, agricultores familiares e pescadores, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e o Cadastro Ambiental Rural (Car), a Secretaria de Agricultura e Pesca se prepara para um novo desafio, :fomentar a produção orgânica na agricultura, especialmente na tradicional cacauicultura, a fim de elevar o patamar dos preços da arroba de cacau”, enfatiza o titular da Seap.

O secretário explica que a ideia é que os agricultores de Ilhéus e da região ingressem em uma nova fase de produção: inicialmente, a de amêndoas (desde que bem capacitados) ou do próprio chocolate. Vivas destacaque já existem várias marcas no mercado, como Sagarana, Mendoá, Itacaré e Amado Cacau. “Não é à toa que, no Festival Internacional do Chocolate e Cacau, o vice-governador João Leão anunciou a implantação da Indústria de Chocolate da Bahia (ICB), numa parceria do governo baiano com os empresários do setor, além de outras trinta pequenas indústrias chocolateiras, realidade que consolidará o município na rota do chocolate fino, com a verticalização da produção, do cacau ao chocolate”, completa.

CEPLAC EM GRANDE DESTAQUE

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I ENCONTRO DE EX-CEPLAQUEANOS

SALVADOR – BAHIA

ENCONTRO CEPLAQUEANOS

ENCONTRO CEPLAQUEANOS

 O TEMPO URGE E SE APROXIMA O NOSSO ENCONTRO.

(1) Dia 17 DE AGOSTO, JANTAR NO SOL VICTORIA MARINA (Av. Sete, 2068). Para tal é preciso confirmação para o cálculo do quantitativo pelo Hotel. Isso é importante. A Maria Helena está organizando o jantar junto ao Hotel. Confirmem com ela: 71.3336-9769

(2) DIA 18 DE AGOSTO, lançamento do livro – TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC – QUE será  na FAEB (FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA). Contatar com Fernando Albiani: 71. 32420038.

ATÉ LÁ!

LUIZ FERREIRA DA SILVA

luizferreira1937@gmail.com





















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