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:: ‘Agricultura’

Capacitação e doação de peixes beneficiam piscicultores de Itapetinga

Os piscicultores de Itapetinga, no centro-sul baiano, receberão capacitação sobre piscicultura básica, e serão beneficiados com a doação de 50 mil alevinos. As ações fazem parte da 45ª Exposição Agropecuária de Itapetinga, iniciada no último dia 10, estendendo-se até o próximo domingo (15).  O curso será realizado na próxima quinta-feira (12), pela Bahia Pesca, empresa vinculada a Secretaria da Agricultura.

ItapetingaDoação Peixes1105

Itapetinga Doação Peixes 1105

“Com essas ações desenvolvidas em Itapetinga conseguimos, ao mesmo tempo, levar uma melhoria prática para cerca de 50 famílias com a doação dos alevinos, e também desenvolver o conhecimento para uma melhoria futura, com o curso de capacitação”, analisa o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior.
O curso, ministrado pelo engenheiro de pesca e técnico da Bahia Pesca, Paulo Roberto Reis, começa às 15h, no auditório do Sindicato Rural de Itapetinga. A doação dos alevinos será realizada às 17h, no Parque de Exposições Juvino Oliveira, local da exposição. “Para o melhor aproveitamento dos alevinos doados, uma equipe técnica da Bahia Pesca realiza uma série de procedimentos para garantir a adequação das espécies ao meio ambiente local”, explica o gerente de operações da Bahia Pesca, Antônio Laborda.
Serão doados alevinos de tambaqui, tilápia e tambacu. Segundo o técnico Paulo Roberto Reis, o cronograma do cursos foi montado com base no conhecimento sobre essas espécies. “Essas espécies possuem determinadas características que precisam ser compartilhadas com os produtores. Além disso, abordaremos questões sobre a qualidade da água para prática da piscicultura e sobre a comercialização do pescado”, comenta Paulo Roberto.

Luiz Ferreira da Silva em: SÉRIE CEPLAC REVIVIDA

SÉRIE CEPLAC REVIVIDA

Luiz Ferreira da Silva, 79

Pesquisador aposentado

luizferreira1937@gmail.com

 

INFORMATIVO III

 TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC, INSTITUIÇÃO AGRÍCOLA ÚNICA

 O livro deve estar saindo da gráfica (Scortecci Editora/SP) lá para o dia 13 de maio. Eis o Capítulo 1- A CEPLAC que nos formou – dentre os 15 já informados neste espaço, para dar uma isdeia ao futuro leitor.

A partir de junho, estará à venda. Estamos oraganizando o lançamento em Itabuna, provavelmente no Hotel Tarik Fontes na segunsda semana de julho.  (Maceió, 28 de abril de 2016).

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LUIZ FERREIRA

Capítulo I

 A CEPLAC que nos formou

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC, constitui-se (dentre os poucos) num dos mais exitosos programas de recuperação e implementação agrícola, sem precedentes no ecossistema dos Trópicos Úmidos, mercê de sua estruturação integrada de pesquisa, assistência técnica e educação rural, merecendo destaques internacionais, sobretudo através do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA, que publicou um livro sobre o seu modelo, além de servir de inspiração à fundação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.

Foi criada em 1957, vinculada ao Ministério da Fazenda, com recursos do Fundo dos Ágios, com dois objetivos básicos: restabelecer o equilíbrio financeiro dos cacauicultores, abalados por sucessivas crises de declínio da produção, instabilidade de preços e incapacidade do Estado da Bahia em aportar recursos, e em longo prazo, recuperar a lavoura cacaueira pela via da modernização dos métodos de produção agrícola. (5)

De imediato, verificou-se que o simples fato de compor as dívidas dos produtores ou lhes prestar assistência técnica sem o devido conhecimento tecnológico e sem dispor de pessoal especializado, não contribuiriam para solucionar os problemas do cacau e, tampouco, da região, uma vez que os problemas da lavoura eram também de natureza estrutural. Foi, em razão dessa conclusão, que a CEPLAC evoluiu para uma organização de desenvolvimento agrícola regional, contemplando diversos aspectos do sistema produtivo e da infraestrutura, possibilitando recuperar a lavoura, dar um novo ânimo ao Sul da Bahia, formar excelente grupo de profissionais, expandir o cultivo na Bahia, implantando uma nova cacauicultura assentada em fortes diretrizes econômicas, sociais e ecológicos.

Sua missão atual e futura, passou ser a de gerar, adaptar e disseminar Ciência & Tecnologia fomentadoras, reguladoras e certificadoras da sustentabilidade dos seguimentos agroflorestal, agroindustrial, e agropecuário das regiões produtoras de cacau dostrópicos úmidas Tal missão foi de alta relevância estratégica para a conservação da biodiversidade dos ecossistemas úmidos – Mata Atlântica e Amazônica – no que diz respeito a mitigação da taxa de extinção, proteção de espécies, patente genética, e princípios ativos de plantas. Além disso, tal missão também se preocupa com a inserção da dimensão humana e social como elementos relevantes a diversidade eco social. (4)

Para executar essa tarefa, a CEPLAC contava com um quadro funcional integrado por profissionais motivados através de salários dignos e um plano de careira que estimulava o aprendizado e a produtividade. Assim sendo, a política de recursos humanos da Instituição estimulava os servidores a participarem de cursos de especialização, mestrado e doutorado, o que possibilitava a formação um quadro de pessoal altamente treinado e capaz.

É importante ressaltar que muito contribuiu para o êxito das ações ceplaqueanas, a sua autonomia financeira e administrativa e a disponibilidade de recursos que, até 1990, eram oriundos de uma taxa de exportação de amêndoas e derivados de cacau, inicialmente, em 1962, fixada em 15%, e, mais tarde, em 1972, equalizada em 10%. Essa institucionalidade organizacional foi fundamental à sua eficiência e eficácia, atestando que o segredo da proficiência seja do poder público ou do poder privado, está nas condições que forem facultadas ao seu corpo funcional, tais como: treinamentos, salários condignos, recursos de apoio, bases físicas operacionais e estímulo à ascensão profissional.

Todavia, no momento em que o Governo Federal resolveu incorporar o orçamento da CEPLAC ao orçamento fiscal da União a partir de 1980 (Decreto Lei 1755 de 31/02/79), surgiram as barreiras operacionais que passaram a se constituir em entraves relevantes, dificultando a agilidade da organização, com prejuízos incalculáveis para as regiões assistidas pela CEPLAC.

Para ler SÉRIE CEPLAC REVIVIDA Nº 01 CLIQUE AQUI

Para ler SÉRIE CEPLAC REVIVIDA Nº 02 CLIQUE AQUI

Secretário garante continuidade dos trabalhos do Instituto Biofábrica do Cacau

Durante visita realizada no último Domingo (24) ao Instituto Biofábrica de Cacau, em Uruçuca, região sul do estado, o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, reafirmou que a sua gestão garantirá as condições necessárias à continuidade dos processos de pesquisa e produção de mudas, realizados pelo instituto, que é responsável pela multiplicação de clones resistentes a pragas que afetam a lavoura cacaueira. A Biofábrica ocupa uma área de 40 mil metros com capacidade de armazenar 4.8 milhões de plantas. No local está instalado um dos mais modernos laboratórios de micro propagação do Brasil.

Cacau

Cacau

“A Secretaria da Agricultura (Seagri), vai contribuir para que a multiplicação de variedades de mudas de cacau, resistentes a vassoura de bruxa, monilíase, e outras pragas, não se interrompa. Essa região é fundamental para o desenvolvimento de nosso Estado, e tem tido atenção especial por parte do governador Rui Costa. Juntos, vamos transformá-la em referência não só para o Brasil, mas para o mundo, priorizando as ações de recuperação da lavoura e a diversificação das culturas”.

Durante a visita, o secretário também garantiu o apoio da pasta na requalificação dos viveiros, que devido a ação do tempo, naturalmente passam por um processo de degradação. De acordo com Lanns Almeida, diretor presidente do instituto, que acompanhou o secretário durante a visita, a recuperação destas estruturas é fundamental para produção de mudas de alta qualidade.

Dentre as ações desenvolvidas pela SEAGRI voltadas a lavoura cacaueira, destaca-se o trabalho para manter a Bahia livre da Monilíase, através do Plano Estadual de Prevenção e Controle da Monilíase do Cacaueiro, e da propagação da lagarta-parda, praga que tem atacado a cultura do eucalipto, no sul e extremo sul do Estado, e que é voraz também no ataque ao café e cacau, realizadas em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado a secretaria.

Seagri intensifica ações de projeto para renovar seringais baianos

 Visando a renovação e ampliação dos seringais do Estado, com substituição das árvores envelhecidas por variedades mais produtivas e resistentes, a Secretaria da Agricultura do Estado da Bahia (Seagri), dará continuidade às ações do Programa de Desenvolvimento do Setor da Borracha Natural do Estado da Bahia – Prodebon. Através da parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o intuito é produzir mudas enxertadas a serem coordenadas pelas duas entidades na Estação de Una – unidade produtora de mudas, que possui 20 hectares de irrigação, 10 ha de jardim clonal de seringueiras e capacidade de produzir um milhão de mudas por ano. “O objetivo é aumentar a produção no Estado e, principalmente, contornar a crise de produção que, desde 2014, vem afetando o setor. A união entre setor produtivo e governo do Estado, no incentivo à produção de mudas com maior qualidade genética, vai beneficiar toda a cadeia da borracha com o aumento da produtividade, suprindo a demanda interna”, destaca o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim.
A Bahia é o segundo produtor de borracha natural do país, responsável por 20% de toda produção nacional. Porém, como a maioria dos seringais baianos foram implantados no período de 1950 a 1970, a queda da produtividade e a decadência dos seringais culminaram no declínio desta cadeia produtiva, com reflexos negativos para as indústrias locais, principalmente a pneumática e de artefatos. Entretanto, considerando tratar-se de uma cultura de longo prazo, cuja produção inicia a partir do sétimo ano, espera-se melhores perspectivas de mercado para o segmento, quando as plantações já estarão renovadas.
A partir da implementação do Prodebon, o plantio das mudas de seringueira será baseado em sistemas agroflorestais (SAFs), modelo de produção consorciado com espécies agrícolas e forrageiras com ou sem a presença de animal, mas obrigatoriamente associadas às espécies florestais, garantindo o desenvolvimento da muda enxertada na fase inicial e elevado rendimento na fase de exploração da produção. Além disso, essa técnica de plantio favorece o aumento da produção de outros produtos agrícolas, a exemplo de banana, abacaxi, feijão e milho, a custo menor, com melhor qualidade e em quantidade suficiente para atender a demanda regional. A principal meta do Prodebon é implantar 100 mil hectares de seringueira até 2032, impulsionando a produtividade média de 600 kg/ha/ano para 2500 kg de borracha seca/ha/ano. Com plantios mais tecnificados, resultando em mudas mais produtivas, rigorosas e resistentes às principais doenças, a Bahia poderá alcançar a autonomia na produção de borracha natural.
Todavia, com a expansão da área de seringueiras em SAFs e a utilização de mudas de qualidade, haverá o aumento da oferta de borracha natural no Estado e, sem dúvidas, a redução da dependência pelo produto importado da Ásia. Além disso, pela capacidade de geração de trabalho permanente e oferta de mão de obra que a heveicultura (cultivo de seringueiras) representa no Estado, o Prodebon irá contribuir para a geração de trabalho e renda, proporcionando o cultivo da seringueira como meio para a inclusão social e garantindo a sustentabilidade dos trabalhadores beneficiados.
Em parceria com a Continental, empresa que utiliza a borracha como matéria prima para a fabricação de pneus, nos três últimos anos a Seagri distribuiu cerca de 240.000 mudas de seringueira, aos pequenos agricultores familiares da região. A perspectiva é que outras empresas sejam atraídas para se inserir no programa, ampliando a parceria, principalmente no segmento de produção de mudas.

Bahia produz primeiros queijos finos de cabra com vinho e cachaça

Os primeiros queijos finos de cabra baianos, produzidos conforme as normas sanitárias exigidas pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), já começaram ser produzidos no município de Juazeiro. Utilizando tecnologia francesa, o primeiro curso de fabricação de queijos finos utilizando leite de cabra, ministrado pela médica veterinária, Maria Helena, consultora do Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), especialista em qualidade de leite e derivados, aconteceu nos dias 15, 16 e 17 deste mês, no laticínio Bom Sabor. “A Bahia sai na frente, com ação pioneira de fabricação de queijos finos, a partir do leite de cabra, tendo na sua composição e tecnologia, vinhos e cachaças produzidos na região do Vale de São Francisco”, declarou o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim.

SEAGRI

SEAGRI


Essa é a primeira ação do Projeto Cabra Produtiva e Rota do Leite, da Seagri, que pretende organizar e profissionalizar a caprinocultura de leite no Estado, promovendo a inclusão dos pequenos produtores e fomentando a agroindustrialização, com produção especializada de queijos de cabra. Os queijos produzidos durante o curso serão apresentados ao público e aos empresários do ramo, na EXPOVALE 2016, realizada entre os dias 17 e 22 de maio, Juazeiro. Foram produzidos os queijos tipo Reino, Coalho Maturado com Vinho e Cachaça, Boursin, Feta, Perladon, Valençay e Chabichou.

O programa foi desenvolvido para fomentar a produção de leite de cabra no Estado, agregando um valor à matéria-prima (leite) através de tecnologia de transformação alimentar, com produtos de qualidade, impulsionando a cadeia produtiva do leite de cabra, que passa pela produção, industrialização e comercialização, e assegura o valor pago ao produtor, mais justo. Além disso, o Cabra Produtiva, através da Rota do Leite, vai apoiar a realização de torneios leiteiros previstos para acontecer nas exposições agropecuárias de Salvador, Juazeiro, Uauá e Senhor do Bonfim, atraindo animais e produtores da Bahia e de outros estados, com participação de cabras de melhor produtividade e genética aprovada, como forma de fomentar a caprinocultura no Estado e reduzir o déficit de produção de leite.

Caprinocultura
A caprinocultura tem representação significativa no semiárido baiano, região que possui o maior rebanho do Brasil com aproximadamente 2.768.826 milhões de animais, o equivalente a 30,22% do rebanho nacional, de acordo com dados do IBGE. No entanto, os dados oficiais da Agência de Defesa Agropecuária (ADAB) revelam que a Bahia só beneficia 1.500 litros de leite por dia, inspecionados, e possui apenas três laticínios habilitados para processamento.

Luiz Ferreira em: CEPLAC REVIVIDA

SÉRIE CEPLAC REVIVIDA

Luiz Ferreira da Silva, 79

Pesquisador aposentado

luizferreira1937@gmail.com

 

INFORMATIVO II

 TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC, INSTITUIÇÃO AGRÍCOLA ÚNICA

LUIZ FERREIRA

Eis novas informações a respeito da obra escrita por Luiz Ferreira, Tourinho e José Alexandre, cujo resumo pode ser lido na contracapa que, aliás, ficou bastante elucidativa, pois quem nunca ouviu falar de CEPLAC vai imediatamente saber qual era o seu negócio.

Provavelmente, nesta semana estará liberado para a gráfica, após ter sido diagramado e aprovado pelo Editor.

Como informei anteriormente, o livro tem dois objetivos:

(1) um encontro de cunho sentimental para reviver as lembranças de uma vida de trabalho profícua numa organização modelo; e

  1. Divulgar o que representou a CEPLAC no contexto agrícola do país e a sua atual degradação pela insensatez dos homens que dizem nos governar.

Com o Carlinhos Macedo, estamos discutindo sobre o lançamento do livro em Itabuna, provavelmente na primeira quinzena de julho, que assumiu a coordenação do evento. Inclusive, ele escreveu um belo depoimento sobre a CEPLAC que consta na obra. Nesta oportunidade será proferida uma palestra – CEPLAC, ONTEM E HOJE. (Maceió, 18 de abril de 2016).

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SINDICATO RURAL DE ILHÉUS / NOTA OFICIAL

SINDICATO RURAL DE ILHÉUS

RUA EUSTÁQUIO BASTOS, 196 – CENTRO ILHÉUS – BAHIA

TEL: (73) 3634-8923    e-mail sindruralilheus@gmail.com

NOTA OFICIAL

Todos são iguais perante a Lei, … (CF/88 art. 5º)

Babau tem que ir a Júri Popular!

O Sindicato Rural de Ilhéus, diante da notícia da prisão de Rosivaldo Ferreira da Silva, que há alguns anos passou a se intitular cacique babau tupinambá, vem a público externar a sua esperança de que a apuração dos incontáveis ilícitos atribuídos ao mesmo,seja o ponto de partida para a restauração do Estado de Direito na Zona Rural dos municípios de Ilhéus, Una e Buerarema.

As ações violentas de Rosivaldo, de parte dos seus familiares e do grupo que o segue, dissimuladas como movimento indigenista, vêm sendo responsáveis pela destruição de um polo de produção de alimentos e frutas,implantado em terras secularmente/tradicionalmente ocupadas por pequenos agricultores familiares, portanto, seus legítimos proprietários, e que se encontrava consolidado, após maciços investimentos do Governo da Bahia e da União, desde o início da década de 70.

Relatórios do Ministério da Agricultura evidenciam que tratava-se de uma região de produção diversificada, que abrigava cerca de 3 mil famílias, mais de 22 mil pessoas, dezenas de associações, com uma geração de receita anual superior a 35 milhões de reais e que ofertava milhares de empregos. Uma agricultura familiar pujante, um verdadeiro caso de sucesso, que permitiu a emancipação econômico-social dos pequenos agricultores até 2009, quando Rosivaldo e seu grupo intensifica o processo de invasão de propriedades e de expulsão dos pequenos agricultores dos seus lares.

Decorridosmais de 6 anos de terror e barbáries, com saques, queima de propriedades, agressões físicas e psicológicas, tentativas de assassinato e assassinatos de pequenos agricultores, inclusive de um líder da Reforma Agrária, sem que nenhuma providencia efetiva por parte do Estado fosse tomada, o cenário no meio rural é de terra arrasada.

Ao tempo em que o Sindicato Rural de Ilhéus manifesta o seu apoio a todas as providencias, por parte das autoridades,para o reestabelecimento da Lei e da Ordem na zona rural,os seus representados destacam a expectativa de que Rosivaldo Ferreira da Silva seja mantido recluso e responda em juízo pelas centenas de crimes praticados, consoante denúncias registradas nos órgãos oficiais competentes,por vítimas e testemunhas de suas atrocidades e do seu grupo.

Por fim, apresentamos o nosso repúdio pelas tentativas condenáveis de setores radicais do governo e do movimento indigenista, de transformar algozes em vítimas e de desqualificar as ações da Justiça Federal Local e das polícias Federal, Militar e Civil, geralmente patrocinadas pelo CIMI e ONGs nacionais e internacionais tendenciosas.

Ilhéus, Bahia 11 de abril de 2016

Parlamentares baianos reagem a rebaixamento da Ceplac

Os parlamentares baianos estão revoltados com o tratamento dado à Ceplac pelo governo federal. O decreto do Ministério da Agricultura rebaixando o nível institucional do órgão foi motivo de diversas manifestações indignadas, especialmente porque a publicação não foi discutida com a comissão que acompanhava o problema, pegando de surpresa não apenas os parlamentares, mas a população e os servidores da instituição.

Com a nova classificação, a Ceplac deixa de ser um órgão de administração direta e se torna um departamento vinculado a uma das secretarias do ministério. “Fomos traídos. A ministra Kátia Abreu assumiu o compromisso conosco de não tomar qualquer iniciativa sobre a reforma administrativa na Ceplac sem antes dialogar com a bancada baiana no Congresso e com as regiões produtoras de cacau”, afirma o deputado federal Roberto Britto (PP).

Para ele, a Ceplac precisa ser revitalizada e não esvaziada. “É uma decisão que vai na contramão de todo o esforço que estamos fazendo para dar suporte ao governo em momento tão delicado. Isto é inaceitável”, protestou Britto.

Com o decreto a Ceplac perde a competência de execução da atividade de Assistência Técnica e Extensão Rural que passa à alçada do Departamento de Mobilidade e Integração Social e das Superintendências Federais de Agricultura, deixando de atender à agricultura familiar. A atuação do órgão ficará limitada à Cacauicultura e aos Sistemas Agroflorestais a ele associados.

Mobilização

Os parlamentares já fazem mobilização junto ao governo para tentar reverter o decreto. Além de Britto, os deputados federais Davidson Magalhães (PCdoB) e Bebeto Galvão (PSB), além do estadual Augusto Castro (PSDB) se manifestaram contra a medida.

Além dos parlamentares, o governador Rui Costa também divulgou que não aprova a forma como a mudança foi imposta, e que vai tentar junto ao governo fazer gestão visando a revogação do decreto. O mesmo pleito também é defendido pela bancada baiana no Congresso.

CEPLAC / REGIÃO CACAUEIRA DA BAHIA

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

Pesquisadores dos EUA realizam missão técnica na Bahia

Professores e especialistas em ecologia de ecossistemas aquáticos da Universidade de Auburn, no Alabama, Estados Unidos, estarão na Bahia entre os dias 5 e 8 de abril para uma missão técnica nos territórios do Sertão do São Francisco e Itaparica. Acompanhados de técnicos da Bahia Pesca e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), os docentes farão uma análise das atividades de pesca e aquicultura nas duas regiões. O intercâmbio é mediado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em auxílio à parceria entre a Codevasf e a Universidade de Auburn. A Bahia Pesca, instituição vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), dará suporte técnico aos especialistas referente ao cenário produtivo da região.
Território de Itaparica

Território de Itaparica

“As ações do homem sobre o meio ambiente no leito do Rio São Francisco vêm comprometendo a atividade de pesca. O objetivo desta parceria é avaliar o esforço pesqueiro na região, o status atual e a capacidade de suporte do rio, para daí pensar estratégias de revitalização”, explica o gerente de assistência técnica da Bahia Pesca, Eduardo Rodrigues, um dos integrantes da comitiva que irá receber os professores norte-americanos, junto com o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior.
No território do Sertão do São Francisco, dias 5 e 6 deste mês, a agenda de visitas dos pesquisadores contempla ida aos terminais pesqueiros da Bahia Pesca em Sobradinho e Remanso, aos projetos produtivos de piscicultura em tanques rede no reservatório de Sobradinho e visitação à colônia Z-42 no município de Casa Nova. Já no território de Itaparica, nos próximos dias 7 e 8, serão realizadas visitas às unidades de produção de alevinos, de beneficiamento de pescados e à fábrica de ração para animais aquáticos.
“A iniciativa de promover esta parceria é de suma importância para os pescadores e aquicultores da Bahia, uma vez que as análises realizadas pelos professores norte-americanos possuem alcance significativo para trazer melhorias no desenvolvimento das nossas atividades. O intuito é revitalizar o Rio São Francisco para assim potencializar a cadeia produtiva da pesca no Estado”, pontua o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior.

SÉRIE CEPLAC REVIVIDA

Luiz Ferreira da Silva, 79

Pesquisador aposentado

luizferreira1937@gmail.com

INFORMATIVO I

LUIZ FERREIRA

Neste espaço, iniciamos uma conversa para expor a nossa gratidão à CEPLAC, Instituição Agrícola sem igual no país, aos moldes do Land Grant College, implantado pelo Presidente Roosevelt, em 1930, para desenvolver a zona árida do Arizona.

Em razão da atual situação que ela se encontra, perdendo cada vez mais o seu status no Ministério da Agricultura e a sua proficiência técnica, os ex-ceplaqueanos, aposentados, com mais de 70 anos, que fizeram carreira e viveram a grandiosidade da CEPLAC, resolveram sair da sua chamada inatividade, acreditando na força de suas palavras, eivadas de trabalho e discernimento.

Via internet, muitos se arregimentaram e três deles (Luiz Ferreira da Silva, Manoel M. Tourinho e J. Alexandre de Souza Menezes), com a contribuição de 13 outros, resolveram escrever um livro (TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC, INSTITUIÇÃO AGRÍCOLA ÚNICA), visando resgatar a magnitude da CEPLAC em tempos idos, na expectativa de consolidar a sua memória para as novas gerações.

O livro já está em processo de diagramação na Scortecci/Editora (SP) e, provavelmente, em disponibilidade no início de junho. De posse da obra, os “velhinhos” vão promover um ENCONTRO em Salvador, bem como lançar a obra nas regiões cacaueiras em forma de palestras.

Eis, como aperitivo a capa em 3D. E, para se ter uma ideia do seu conteúdo, o Sumário.

 

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CONTEÚDO (SUMÁRIO)

POR QUE ESCREVEMOS ESTE LIVRO?

Capítulo I.     A CEPLAC QUE NOS FORMOU

Capítulo II.    UM MODELO SUI GENERIS

Capítulo III.   CRIATIVAS ESTRATÉGIAS DE AÇÃO

Capítulo IV.   O PROCACAU

Capítulo V.    A DIVERSIFICACÃO DA ECONOMIA CACAUEIRA

 Capítulo VI.   RESULTADOS ALCANÇADOS

Capítulo VII.  A VASSOURA DE BRUXA

Capítulo VIII. A OMISSÃO DA SOCIEDADE CACAUEIRA

Capítulo IX.   OS PIONEIROS QUE PLANTARAM E SE ENCANTARAM

Capítulo X. O QUE A CEPLAC FOI IMPORTANTE NA MINHA VIDA?

 Capítulo XI. CEPLAC, ANO 2016

Capítulo XII. REVITALIZAÇÃO DA CEPLAC

Capítulo XIII. O NOVO REPENSAR

Capítulo XIV. CONCLUSÕES

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

Ceplac realiza mais dois cursos do seu Programa de Capacitação Profissional  

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), por meio do Programa de Capacitação Profissional, executado na Superintendência da Bahia, disponibiliza mais dois cursos à comunidade regional – Jovem Empreendedor Rural (em três módulos, começando em 28/03) e formação em Cadastro Ambiental Rural (entre os dias 12 e 14 de abril).

Além desses, será realizado, ainda, um seminário sobre cadastro Ambiental Rural (Cefir), no dia 19 de abril. À exceção do Jovem Empreendedor Rural, que será em Ipiaú e já conta com turma formada, os outros eventos serão realizados na sede regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna.

Para se inscrever, os interessados em participar dos cursos devem procurar as unidades locais da CEPLAC em seus municípios ou Setor de desenvolvimento de Pessoas, na Sede Regional, no telefone 73-3214-3108. Confira na tabela todas as datas, locais e quantidade de vagas de cada curso:

Período Curso Quantidade de Participantes Local
28.03 a 01.04 Jovem Empreendedor Rural-

I Módulo

30 Ipiaú
11 a 15.04 Jovem Empreendedor Rural-

II Módulo

30 Ipiaú
12 a 14.04 Cadastro Ambiental Rural-CEFIR Formação 10 SEDEP-Sede Regional
19.04

Horário: 09:00 às 11:30 h

Seminário sobre Cadastro Ambiental Rural-CEFIR 60 SEDEP-Sede Regional
25 a 29.04 Jovem Empreendedor Rural-III Módulo 30 Ipiaú

 





















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