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:: ‘Nacionais’

Médicos contribuem para identificação de crianças desaparecidas      

Por ano, estima-se que 50 mil somem no país e cerca de 250 mil ainda não foram solucionados.

​​No dia 25 de maio, data em que é celebrado o Dia Internacional da Criança Desaparecida, os Conselhos Federal e Regionais de Medicina realizarão mobilizações nos estados para chamar atenção dos médicos e da sociedade para este problema. A pedido do CFM, o tema será abordado também em audiência pública no Senado Federal no dia 26. Além do presidente da autarquia, Carlos Vital, foram convidadas para o debate as presidentes da ONG Mães da Sé, Ivanise Esperidião; e do Movimento Humanos de Direitos (Mhud), a atriz Camila Pitanga.

Dezenove estados e o Distrito Federal já informaram a programação local (acompanhe abaixo lista da programação de cada estado). No dia 25, grupos de conselheiros visitarão hospitais na data a fim de estimular colegas e outros profissionais da saúde a colaborarem na identificação dessas crianças, além de orientar pacientes a evitar o problema.

Por ano, estima-se que 50 mil crianças somem no país e cerca de 250 mil ainda não foram solucionados. No mundo esse número chega a 25 milhões. “Os Conselhos enaltecem o grave situação que afeta a sociedade brasileira, notadamente a parcela mais carente. Queremos pedir aos médicos para que fiquem atentos, principalmente os da área de Pediatria, pois é cada vez maior o número de casos”, alertou o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima.

​​O assunto também será tema de audiência pública no Senado Federal nesta terça-feira, dia 26, às 9h, no Plenário nº 2, Ala Senador Nilo Coelho, Anexo II. A audiência foi solicitada pela senadora Ana Amélia (PP-RS), por sugestão do CFM.

O integrante da Comissão de Ações Sociais, Ricardo Paiva, ressalta a importância da participação de médicos e sociedade no debate. “Precisamos urgentemente de uma política pública permanente que nos permita avançar e unir toda a Nação para esse grande enfrentamento. No Senado Federal a realização de Audiências Públicas é um dos principais instrumentos de contato com a sociedade, o que faz com que as decisões dos senadores estejam mais alinhadas com a perspectiva da sociedade”.

PROGRAMAÇÃO DOS ESTADOS

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DELEGADOS NÃO DESCARTAM PARALISAÇÃO NACIONAL E ENTREGA DE CHEFIAS CONTRA CORTES NO ORÇAMENTO DA PF

A categoria reclama da postura tímida do Ministério da Justiça e da Direção-Geral da PF na defesa da instituição

Nas últimas semanas, os Delegados Federais de todo o país entregaram documentos aos Superintendentes Regionais de cada estado e à Direção-Geral da Polícia Federal cobrando a defesa pública da instituição, sobretudo, contra os cortes no orçamento 2015.

A categoria argumenta que espera do Ministério da Justiça e da Direção-Geral da Polícia Federal a mesma postura institucional verificada no Supremo Tribunal Federal e na Advocacia Geral da União, quando promovem junto ao governo federal a defesa das reivindicações de interesse de seus órgãos e servidores públicos.

Não é razoável que o peso de eventuais cortes no orçamento público recaia de forma desigual e injusta sobre algumas carreiras e órgãos do Poder Executivo. Para os Delegados Federais investir na Polícia Federal é ajudar o país no equilíbrio das contas, pois é investir no combate ao desvio de recursos públicos.

O corte orçamentário de 70 bilhões de reais prevê atrasar ou não executar, por falta de receita suficiente, parte da programação prevista na Lei Orçamentária de 2015, o que prejudicará as atividades da Polícia Federal, inclusive de investigações e operações policiais.

Os Delegados de Polícia Federal não descartam paralisação nacional para alertar sobre os riscos dos cortes no orçamento da Polícia Federal, além da possibilidade da entrega de chefias nas diversas unidades da Polícia Federal nos estados como forma de demonstrar a insatisfação da classe com a postura tímida do Ministério da Justiça, da Direção-Geral e dos Superintendentes Regionais em defesa de melhores condições de trabalho na Polícia Federal.

A ADPF consultará os associados por intermédio de assembleias nos respectivos estados e vai deliberar a respeito do calendário de mobilização da categoria no próximo dia 28 de maio.

COMUNICAÇÃO ADPF

Marinha do Brasil

MARINHA ABRE 60 VAGAS PARA ENGENHEIROS

 
Estão abertas, até o dia 12/06/2015, as  inscrições  para  o Concurso Público do Corpo  de Engenheiros da Marinha. São 60 vagas destinadas a candidatos  de ambos  os  sexos, com  menos  de 36  anos  e que já tenham concluído ou estejam no último período da faculdade.
Os interessados poderão realizar a inscrição através do site da  Diretoria  de Ensino da Marinha  www.ingressonamarinha.mar.mil.br, onde  também   poderá  ser encontrado    o edital, com todas as informações. O valor da inscrição é R$ 60,00.

As vagas são para as seguintes áreas: Arquitetura e Urbanismo (01), Engenharia Cartográfica (03), Engenharia Civil (04), Engenharia de Materiais (01), Engenharia de Produção (02), Engenharia de Sistemas de Computação (02), Engenharia de Telecomunicações (03), Engenharia Elétrica (10), Engenharia Eletrônica (08), Engenharia Mecânica (13), Engenharia Mecatrônica (02), Engenharia Naval (06), Engenharia Nuclear (03), Engenharia Química (02).

Todos os candidatos realizarão uma prova escrita de conhecimentos profissionais (objetiva e discursiva) e redação, além de prova de tradução de texto em inglês técnico. Os classificados em todo as etapas do concurso (que inclui ainda teste físico de corrida e natação e inspeção de saúde) serão matriculados no Curso de Formação de Oficiais (CFO), que tem a duração de 39 semanas, no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), localizado na cidade do Rio de Janeiro. Durante o curso, no posto de Guarda-Marinha (GM), os alunos receberão vencimentos mensais, alimentação, alojamento, auxílio-fardamento e assistência médica e odontológica.

Após a aprovação no curso de formação, no final de 2016, os militares serão nomeados Oficiais da Marinha do Brasil no posto de Primeiro-Tenente e passarão a receber remuneração de cerca de  R$ 8.800,00, além de diversos benefícios, tais como alimentação, alojamento, auxílio-fardamento e assistência médica e odontológica.  
SERVIÇO:
Concurso Público para o Corpo de Engenheiros da Marinha (CP-CEM) 2015
Total de vagas: 60
Inscrições: até 12/06/2015
Valor da inscrição:  R$ 60,00
Data das provas: a ser definida. Consultar Edital a partir de 01/07/2015
Informações: no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br

Marinha do Brasil

MARINHA ABRE CONCURSO PÚBLICO PARA NÍVEL SUPERIOR

Estarão abertas, no período de 20 de maio a 22 de junho de 2015, as inscrições para o Concurso Público destinado ao preenchimento de 48 vagas, de nível superior, dos Quadros Complementares de Oficiais Intendentes da Marinha (CP-QC-IM).

Entre outros requisitos, os candidatos, de ambos os sexos, deverão ser brasileiros natos, com menos de 29 anos de idade. As inscrições serão realizadas no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, onde também poderá ser encontrado o edital com todas as informações.  O valor da inscrição é de R$ 55,00.

As especialidades requeridas são: Administração(44), Ciências Contábeis(3), Economia(1).

Todos os candidatos realizarão prova escrita objetiva de conhecimentos profissionais (de caráter eliminatória e classificatória) e redação (eliminatória)

Após aprovação no Curso de Formação de Oficiais, realizado no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk,  no Rio de Janeiro, os militares deste Quadro serão nomeados no posto de Segundo-Tenente, com remuneração de cerca de R$ de 8.050,00 além dos benefícios tais como alimentação, alojamento, auxílio-fardamento e assistência médica-odontológica, psicológica, social e religiosa.

 

 

 

 

SERVIÇO:

Concurso Público de Nível Superior – Quadro Complementar de Intendentes (QC-IM)

Total de vagas: 48

Inscrições: 20/05/2015 a 22/06/2015

Valor da inscrição: R$ 55,00

Data da prova: a ser definida. Consultar o site a partir de 07/07/2015

Informações: www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou (21) 2104-6006

Secretaria Geral da CNBB

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Agência Câmara Notícias

Plenário pode votar pontos polêmicos do projeto da terceirização

Câmara vai debater pontos como a terceirização das atividades-fim de uma empresa; a responsabilidade da empresa contratante em relação aos direitos trabalhistas; e a sindicalização dos contratados

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos
Deputados vão analisar emendas à proposta que regulamenta o trabalho terceirizado

O Plenário da Câmara dos Deputados retoma na quarta-feira (22) a votação do projeto de lei que regulamenta a terceirização (PL 4330/04). Os deputados já aprovaram o texto-baseda proposta, mas precisam concluir a análise dos destaques e das emendas apresentados ao texto.

As duas últimas sessões em que a matéria foi debatida foram marcadas pela apresentação de várias emendas propondo mudanças mais profundas no texto do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA). Protestos conduzidos pelas centrais sindicais também ocorreram em várias capitais do País contra certos pontos do projeto, como a permissão de terceirização das atividades-fim de uma empresa. Os sindicatos temem a precarização da relação trabalhista.

Outro ponto tratado por emendas é a responsabilidade da empresa contratante em relação aos direitos trabalhistas. Há emendas que tornam essa responsabilidade solidária em todos os casos. Nesse tipo de responsabilidade, o trabalhador poderá processar a contratante e a contratada ao mesmo tempo, no caso de esta não honrar as obrigações trabalhistas e previdenciárias.

O terceiro ponto mais polêmico é a sindicalização dos contratados pela empresa de terceirização. O projeto não garante a filiação dos terceirizados ao sindicato dos empregados da empresa. A exceção já prevista no texto-base é para quando o contrato de terceirização for entre empresas da mesma categoria econômica.

Medidas socioeducativas

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MARINHA DO BRASIL

Marinha do Brasil

MARINHA 10 04 2015

NOTA À IMPRENSA – BALANÇA COMERCIAL

DESVALORIZAÇÃO DO REAL DEU FÔLEGO ÀS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS NO 1º TRIMESTRE: CAFÉ E FARELO DE SOJA LIDERAM VENDAS EXTERNAS

Brasília (01/04/2015) – As exportações brasileiras somaram US$ 42,8 bilhões no primeiro trimestre de 2015, queda de 13,7% na comparação com o mesmo período de 2014. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (1/4), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Mesmo com uma queda de 13,2% nas importações (US$ 48,3 bilhões), o saldo comercial brasileiro para os três primeiros meses do ano fechou com déficit de U$$ 5,6 bilhões. No entanto, a desvalorização do Real frente ao dólar pode ter dado fôlego às exportações, contribuindo para uma diminuição no déficit em 2015, se comparado com o 1º trimestre de 2014, que teve saldo negativo de US$ 6,1 bilhões.

A grande queda (43% pela média diária) das exportações de soja em grão, na comparação entre o 1º trimestre deste ano e o mesmo período de 2014, é explicada pelas adversidades climáticas, pelo atraso da colheita e pela greve dos caminhoneiros no mês de março. Em pleno período de colheita, estes fatores dificultaram a chegada da soja aos portos. No primeiro trimestre, o Brasil exportou US$ 2,6 bilhões do produto. Além disso, os grandes compradores de soja, como a China, temendo atraso da entrega do produto, buscaram mercados alternativos, como os estoques remanescentes dos EUA, diminuindo ainda mais as exportações brasileiras.

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EBC / R2CPRESS

Leila Diniz simboliza a liberação feminina no país nos anos 70

Sindicato Nacional dos Aposentados

NOTA DE REPÚDIO | Governo promove a retração social

No Brasil, a única obra que nunca para, é a da construção do absurdo.

O mais novo tijolo nessa construção foi assentado esta semana, quando o Governo Dilma, com a argamassa da Medida Provisória, concretou a Câmara dos Deputados, “impedindo” que se votasse a política de reajuste das aposentadorias para quem recebe acima de um salário mínimo.

Com esse ato, o governo reforçou um dos maiores erros históricos, que sempre foi o de suprimir ou estagnar as rendas dos cidadãos que contribuíram a vida toda para a construção desta “Casa Grande” chamada Brasil.

A Medida de Dilma contraria os alicerces ideológicos por uma vida digna, principalmente quando se trata dos aposentados. Também promove a retração social e a precarização da renda dos brasileiros, uma vez que a ausência de um projeto para o reajuste das aposentadorias acima do mínimo, ao longo dos anos, achata os benefícios a níveis desumanos, onde viver é quase sinônimo de sobreviver.

 Carlos Andreu Ortiz

Presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical

 João Batista Inocentini

Presidente licenciado do Sindnapi

     ACESSE:

 SINDNAPI: www.sindnapi.org.br

Webtv Sindnapi: http://tv.sindicatodosaposentados.org.br/

COOPERNAPI: www.coopernapi.org.br

EBC / R2CPRESS

Ministro Cid Gomes pede demissão após discussão no Congresso





















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