CATENDE roubou no centro e correu pro Pacheco, se deu mal.
Por volta das 7:30 um elemento de nome Natanael dos Reis Santana roubou um celular Nokia de uma estudante do Colégio São Jorge nas mediações da Receita Federal, momento em que passava um dupla de Policiamento Ostensivo da 68 CIPM que foi acionados pela vítima I.L.C.V (menor), os policiais empreenderam perseguição ao elemento que evadiu-se para as mediações do Estádio Mário Pessoa. Neste momento a dupla acionou a VTR 6802, PETO 68 e Moto ronda escolar que cercaram o local, devido ao elemento ter invadido uma casa e entrado no matagal que da saída para o Pacheco.

O elemento foi preso após pular vários quintais. Elemento este conhecido como Catende do Malhado.
Atenção vereadores de Ilhéus
As obras de revitalização da orla sul estão paradas há mais de meses por qual motivo não sei. Chamo a atenção dos excelentíssimos vereadores ilheenses para o seguinte fato: conforme informações obtidas no portal da transparência do governo federal, os recursos destinados a execução da tal obra já foi liberado desde 2008 no valor de R$ 3.315.000,00. Tenho plena consciência do papel dos vereadores que é de representar o povo, elaborar leis de interesse popular e fiscalizar as ações do executivo (Prefeito). Acredito que os eleitores ilheenses não elegeram vereadores para ser oposição ou base de governo, e sim para exercer suas atribuições como representantes do povo. Diante de tais fatos, espero que os digníssimos vereadores se manifestem.
Jorge Reis Brito
jorgereisbrito@yahoo.com.br
Hans Schaeppi em: TURISMO
CADÊ?
Lembro que na adolescência encontramos um livro intitulado “Livro dos “Por Que?”, onde colocavam perguntas sobre vários assuntos e as analisavam. Aqui em Ilhéus, poderíamos editar um livro que poderia ser chamado do “Livro dos “Cadê?”. E nele iríamos colocar, entre outras perguntas as seguintes; Cadê a Ponte?; Cadê a Lagoa Encantada?; Cadê a Mata da Boa Esperança?; Cadê o Rio do Engenho?; Cadê a dragagem emergencial do Porto do Malhado?; Cadê a dragagem para calado de 12 metros do citado Porto?; Cadê a Estação Marítima; Cadê o Pavilhão de Feiras do Centro de Convenções?; Cadê os melhoramentos para o Balneário de Olivença?; Cadê a Duplicação da Ilhéus-Itabuna?; Cadê a operação tapa-buracos e o asfaltamento das ruas e avenidas da cidade? Cadê a iluminação pública?; Cadê a operação cata-lixo e a limpeza de nossa cidade? Cadê nossas calçadas livres; Cadê o saneamento básico da zona Sul?; Cadê a limpeza de nossa praias? Cadê o Polo Gastronômic?; Cadê o Shopping a Céu Aberto?. E ainda há muitos outros “cadês” que os leitores devem estar se lembrando.
A PONTE E A AUDIÊNCIA
Fotos Antigas
De: JOAO OTAVIO
Assunto: Fotos Antigas
Corpo da mensagem:
Acredito que o nobre José Renato Ribeiro, não lembra ou equivocado eu, discorreu sobre sobre os Rebocadores no Porto de nossa cidade, por esquecimento deixou de mencionar o Rebocador Romeu Bastos, citando o General Ozório, acredito que ambos pertencentes ao LLOYD BRASILEIRO. Se nao procede desculpe….faz tanto tempo…
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LIBEROU GERAL
Agora é oficial ou extra oficialmente, a tradicional roubadinha sentido Pontal/Avenida Princesa Isabel está liberada.
Portanto senhores condutores de veículos mais previdentes, tenham cuidado extremado ao chegar próximo à cabeceira da ponte.
Se o que era proibido, ou seja, entrar na contra mão e descer a ladeira, agora está liberado.
Também tenham cuidado senhores condutores de veículos mais previdentes, que ao levar seus veículos para a direita ao chegar à curva da cabeceira da ponte, sentido centro/Pontal, por a pista está mais larga, observem as ultrapassagens perigosas pela esquerda, ou seja, os mais afoitos e apressados, estão cortando em plena curva da cabeceira da ponte.
Esta é a contribuição dada pelos nossos condutores de veículos ao combalido trânsito da nossa cidade.
Vejo as coisas da seguinte maneira, se não temos nenhum projeto que possa beneficiar o complicado fluxo de veículos reinante na cidade, que não se tome medidas como esta de tirar o jardinete que existia na saída da ponte sentido Pontal/centro, que mesmo com este equipamento já vinha sendo irresponsavelmente utilizado pelos maus motoristas, que se faça uma melhor fiscalização.
Os experimentos ou tentativas de trazer novidades para o trânsito infelizmente não estão surtindo os efeitos desejados, vejam a recente criação do curral na praia da Avenida Soares Lopes, que fica inundado a qualquer chuva que venha atingir a cidade.
Pergunta-se: quem vai estacionar um veículo num local que pode ser inundado de água a qualquer momento?
Com a palavra o inventor da grande idéia.
Como um cidadão comum e sem entender nada de trânsito, a não ser procurar dirigir com a máxima atenção, acredito que a assessoria de um especialista em trânsito urbano, de cidades que têm problemas maiores, quem sabe possa nos dar uma luz para que possamos atenuar a situação que estamos enfrentando e que serão mais acentuadas dentro de curtíssimo espaço de tempo.
A essa altura do campeonato, com a chegada da temporada de verão, não dá pra se fazer testes, os nossos abnegados Agentes de Trânsito são poucos para estar em tantos locais diferentes e com tantos diferentes problemas.
Que me desculpe o nosso Secretário e seus assessores, mas a situação está tomando proporções assustadoras e quando o caldo entornar aí vai ser difícil de resolver.
Sei que a tarefa é das mais difíceis, mas com um pouco de determinação e atitude, com certeza poderemos alcançar algum resultado.
Mais do que nunca os pardais têm que funcionar dentro das especificações técnicas e das normas do trânsito, pois é mais um inibidor de transgressões no trânsito, pois com pardal ou sem pardal a turma não quer nem saber chega junto, salve-se quem puder.
ZÉCARLOS JUNIOR
Ilheense faz sucesso em São Paulo como empresário e ganha prêmio internacional.
Enviado por Roberto Carlos Rodrigues
Assista aos vídeos sobre Weliton Nascimento no Programa Mais Ação no Youtube (Parte 01 e Parte 02).
Fonte: Agência Pauta.
A FEIJOADA “VUÔ”
Terminou por volta das 15h45 a III FEIJOADA DO BODE.
“Cheirô”
O rango estava sendo servido no salão da Loja Elias Ocké e o cheiro estava batendo na ladeira da Vitória. Por conta disso alguns gulosos que estavam nesse raio foram atraídos e mandaram bem.
PHD
Luiz Rehm especialista em assuntos festivos disse que o ambiente descontraído associado ao sabor da comida se constituem no ponto mais marcante para o sucesso da já famosa e disputada feijoada.
ESTILOSO
Os místicos aconselharam ao Dr Enio para que ele coloque uma figuinha de guiné presa na sua roupa para espantar olho grande. Tênis e meinha, segundo os entendidos (no assunto), funcionam como imã para “olhado”. O nosso DÔTÔ ficou de avaliar e na próxima, certamente, os olhares estarão voltados para suas meias.
VISAGEM
Estava todo mundo no maior converseiro. As latinhas iam ditando o ritmo no bate papo. Eis que, de repente, o silêncio foi tomando conta do ambiente até ficar daquele jeito que se cair uma agulha no chão a gente escuta. Os olhares foram seguidos até todos eles convergirem para o caixa. Lá estava Jamil Ocké com uma nota de 20 para pagar o dele e o da viagem que depois ficaram sabendo seria para o jantar (que tia Elvira não leia). Uns diziam: acho que essas duas latinhas que tomei me pegaram. Será verdade mesmo ou estou vendo demais? Outro entrou na mesma balada: Não é nota de 20 é o reflexo da caixa amarela na mão dele. Chamado num canto e, devidamente interrogado, Jamil garantiu que pagou. Em que pese a desconfiança de 99,99% dos presentes teve quem acreditou.
PINGA
Pelo visto a “pinga social” não emplacou. Apesar da garrafa ser muito bonita ela ficou lá enfeitando a mesa dividindo espaço com talheres, pratos, saladas, flores e guardanapos. Foi desprezada. Um investimento altíssimo mas, o povo disse NÃO. Ao que tudo indica as latinhas continuarão reinando soberanamente.
MAIS DO MESMO – e nada feito
Rabat, leitores, me respondam, qual foi a última grande (média e pequena também serve) obra realizada na cidade nos últimos 10 anos (tempo que resido na mesma)?
Alguém aqui de Ilhéus já viu um rolo-compressor desses aqui na rua para pavimentação das mesmas?

Pois eu nunca vi!
Alguém já viu uma rua assim sendo pavimentada:

10 ANOS…E EU ANDO BASTANTE POR AÍ, E O ÚNICO LUGAR QUE VEJO ALGO ASSIM É NA PROPAGANDA QUE FICA PASSANDO DENTRO DA PREFEITURA, REPETITIVAMENTE…
MAS SÉRIO, desconfio que o pessoal está gostando! Como torci praquele meteoro cair no meio da ponte…
Glauber Fonseca
TODOS OS SANTOS

Dom Mauro Montagnoli / Bispo diocesano de Ilhéus
Ao lembrarmos os santos e santas de Deus, renova-se para nós a Palavra de Jesus: “Sede santos como Deus é santo”. “Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade” (Prece Eucarística, II). Somos todos chamados à santidade.
Na Páscoa de Jesus, temos certeza de que a vida vence a morte e de que somos santificados pela ação do Espírito que habita em nós. Ao mesmo tempo em que nos alegramos celebrando a festa de todos os Santos, devemos nos perguntar: como ser santo? O que significa ser santo?
O livro do Apocalipse, capitulo 7 e versículos 2 a 4 e 9 a 14, sustenta o ânimo das comunidades que padeciam tremendas perseguições pelo Império Romano. A tônica é a esperança. Deus protege do julgamento aqueles que lhe são fiéis e os salva. O autor revela que os que lutam e resistem são muitos e formam uma totalidade perfeita (144 mil é o resultado da multiplicação de 12 x 12 x 1.000). A multidão de fiéis que ninguém pode contar — gente de todas as tribos e nações, povos e línguas — reconhece que a salvação é obra de Deus e do Cordeiro.
Em clima de celebração e discernimento somos convidados a descobrir, no meio dessa imensa multidão, os mártires e santos que resistiram até as últimas consequências para defender o nome de Deus, implantar a justiça e testemunhar a solidariedade. Sua memória nos anima a perseverar na luta pela implantação do Reino de Deus na terra.
O Apóstolo João, na 1ª. Carta, capítulo 3 e versículos 1 a 3, escreve à comunidade em crise, em razão da desistência de um grupo. É vazia e sem valor a espiritualidade sem uma prática de vida cristã, uma vez que não é possível amar a Deus sem amar o próximo e sem formar autênticas comunidades, O desafio está em integrar-se plenamente à comunidade e amar os seus membros. Se Deus é Pai, todos somos seus filhos, consequentemente todos devemos nos amar como irmãos e irmãs.







































































