PONTAL – A PONTE SEUS MISTÉRIOS, PROJETOS E…!?
É tão difícil entendermos, o que está se passando em alguns setores da imprensa local, e uma pequena parcela da população da cidade, sobre a tão esperada segunda ponte, ligando a zona sul/centro/norte ou vice versa. Por isso, tomamos a iniciativa de fazermos algumas considerações que achamos oportuno.
Na realidade, nós devíamos não argumentar palavras soltas, com protestos só pra protestar, porque não agrada a A, B ou C, pois tudo isso é natural, mas que não seja de forma radical. Não vamos mais uma vez, jogar uma oportunidade fora.
Não temos que brigar pelo local da ponte, e sim, por mais outras pontes, que interliguem a zona sul à norte, como acontece pelo mundo afora.
É por esta e outras razões, que nossa “filha” Itabuna, já dispõe de várias pontes que interligam um lado da cidade ao outro, pois lá seu povo sabe quanto mais, melhor. Com isso, eles terão mais opções de melhores escolhas de tráfegos num trânsito que não para de crescer.
Se aqui a situação fosse invertida, onde se pretendesse uma nova ponte tendo como objetivo o local no Bairro do Banco da Vitória, seria outro falatório e
agouros sem fim. Pois, alguns setores da cidade que só pensam no “eu”, estariam da mesma forma distribuindo panfletos, fazendo protestos, onde por certo diriam que por este local, esta ponte iria “quebrar” com comércio de Ilhéus, e que só resolveria o desejo de poucos, em não trafegar pelo centro da cidade. Beneficiando assim, os que viriam para nossas praias ou que o destino fosse para os locais como o balneário de Olivença e as cidades ao sul de Ilhéus.
Então, como se ver, nada nos agrada, e com isso vamos perdendo terreno para uma evolução tão necessária, que era pra ontem.
Alegarmos ou compararmos com as consequências ambientais que provocaram no município, com a construção do Porto Internacional do Cacau, são comparações sem “pé e sem cabeça”. A época era outra, se construía pela demanda, sem pensar nestes aspectos. Hoje a coisa é outra, onde inclusive se retardam projetos por longos tempos, por todas estas precauções, chegando muitas vezes, da sua aprovação final, não servir pra mais nada. E depois ficamos lamentando.
Falarmos que não houve consulta pública, inclusive por parte da imprensa local, é outra mentira de quem tem a “memória curta”, ou querem que engulamos goela abaixo estas insinuações. Pois, isto foi realizado algumas vezes, e uma delas se deu na UESC, para esclarecer não só sobre a construção da ponte como também sobre a duplicação da BR-415 e o Projeto Intermodal (Ferrovia, Porto e Aeroporto).
A verdade, é que poucos comparecem a estas reuniões antecipas e necessárias, a não ser quando alguns sem muita noção, coitados, do que está acontecendo, são levados a “cabrestos”, para fazerem números e às vezes tumultuar um projeto, que não é interessante para o qual certas instituições são servidoras.
Vamos apenas citar o que foi publicado recentemente no Blog do Agravo – “Quem esperava um plenário cheiro para debater e ouvir explicações do DERBA, sobre a construção da nova ponte do Pontal, saiu desanimado na tarde de ontem (segunda, 20)… os ilheenses que clamam por uma nova ponte, não compareceram como esperado. O diretor geral do DERBA, Saulo Pontes, não veio e enviou engenheiros, que explicaram apenas o básico e já conhecido…”.
Tai explícito, que poucos estiveram presentes na Câmara de Vereadores. Agora reclamar de quê?
Lamentam, que o diretor geral do DERBA, não veio e que foram enviados engenheiros. Ora, se acontece o contrário, diriam: Quem deveria ter vindo eram os engenheiros, pois estes são os que têm conhecimentos profundos sobre o assunto, ou seja, é querermos achar desculpas para tudo e protestar por protestar.
Já o Sr. Ariel Figueroa, conforme nota no Blog do Agravo, teria dito que a nova ponte estaria tirando o problema do trânsito do Pontal e jogando no Centro. Ora, por acaso a ponte atual está fazendo o quê? Então, entendemos que esta nova ponte é mais uma opção e que venham várias outras pontes se deixarem.
Volto a repetir, temos que lutar é por outras novas opções, como o trevo no Banco da Vitória, para ai sim, resolvermos de vez no presente esta situação, pois no futuro, sempre iremos ter necessidade de novas pontes, trevos, viadutos, como acontece nas grandes cidades.
Chega de falatório, que isso não agrada aos moradores da Avenida Soares Lopes e da Rua Samambaia no Pontal, pois é o preço que pagamos pelo progresso, pois não só existem benefícios para todos numa obra deste porte. Alguém tem que perder um pouco no primeiro momento. As indenizações são que tem que serem justas, para que todos os atingidos possam adquirir outro imóvel.
Todas as pontes desta arquitetura mais moderna em todos os aspectos, são orgulhos de seus habitantes, como mais um cartão postal. Aqui não, seria uma parede de concreto tirando uma das vistas mais bonita da Bahia, dito por alguns.
Se não bastasse, o vereador Luiz Carlos Escuta, logo após as explicações dos engenheiros, solicitou que se convidassem novamente todas as instituições envolvidas no projeto, juntamente com o Vice-Governador e o Secretário Estadual de infraestrutura. Ora, do jeito que as coisas andam vão solicitar daqui a pouco a presidente Dilma.
Imaginem vocês, que a ponte já está atrasada há anos, e postergada por várias vezes, exatamente no momento e depois de tudo cumprido, querem empurrar com a barriga pra mais adiante, quando já se tem prazo até para começar, pelo menos é o que anunciaram a imprensa local. (Dia 28 de junho)
É por isso, que sempre afirmamos que o Porto do Cacau na época só foi construído em Ilhéus, porque o Rio Cachoeira não era navegável, porque se assim o fosse, ele seria construído em Itabuna, só isso, ou alguém duvida da força daquele povo grapiúna, que até certos grupos querem o que não lhes pertencem!
E se dormirmos no ponto será assim, ou já se esqueceram do que aconteceu com o Atacadão e o Makro, e que se não fosse parte da imprensa, alguns ilheenses com seus artigos, e os incansáveis amigos José Nazal e Carlinhos Freitas, que este último, mesmo no seu jeito afoito, fez de tudo para reverter uma situação muito bem articulada. Envolvendo até deputado sem o menor conhecimento de LEI, e propôs a inclusão do Bairro do Salobrinho ao município de Itabuna.
NOTA: Em anexo no texto mapas (croquis) do projeto de acesso a ponte, de uma forma mais escolar, baseado nos mapas (Plantas baixas), fornecido pelos responsáveis ao Blog do Agravo e publicado no mesmo Blog. Como também um mapa (croqui) do trecho Ilhéus/Itabuna, onde consta já o trevo no Banco da Vitória.
Então agora é lutarmos por isso.
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
Assim pensamos
José Rezende Mendonça

























































Parabens Rezende pela explanação. Que venha logo a ponte, pois se continuar solicitando presenças de autoridades para debates e olha que eles gostam de andarem helicopteros, é capaz da ponte Itaparica/Salvador sair primeiro que a nossa. Voce como conhecedor do assunto, faltou apenas em sua apresentação acrecentar uma futura ponte ligando Praia do Marciano/São Miguel (Rio Almada). Abraços
Eduardo – Siri
Vejo que o projeto é necessário para o desenvolvimento economico da cidade….agora o que deixa a população preocupada é aonde irá acontecer a remoção de construção….. Atualmente existem uma falta de informação sobre o valor das idenizações para as construções do local….Isso é grave caberia o Derba e a prefeitura ter essas informações para as populações.
A respeito do desafogo do trânsito Itabuna/Ilhéus, tenho um sugestão: Asfaltamento da Rodovia BR251 (Buerarema/Ilhéus). No meu ponto de vista, esse techo facilitaria a chegada a Ilhéus dos turistas, gente de negócio e cargas vindos do sul, economizando assim tempo e dinheiro – acredito que o percusso seja menor e abriria novas pespectivas de crescimento da cidade.
Prezado Jose Rezende
Belas palavras. Mas como sabemos na pratica a teoria é outra. Ainda mais se falando de Ilhéus, uma cidade retardataria e retrograda. Em relação a sua citação comparando Ilhéus a Itabuna, todo nós sabemos da visão social, polica e ecomonica que itabuna tem, não é a toa que alguns empresários de itabuna investem em ilheus, porem o capital é retornado todo para itabuna, pois nem para montar algum negocio Ilheus está servindo.Ilhéus não cresce nem de forma organizada e nem de forma desorganizada. TODOS NÓS CIDADÃOS ILHEENSES QUEREMOS PONTE TÃO QUANTO VOCÊ. Mas em se tratando de uma cidade turistica as coisas deveriam ser mais estudadas. Vivemos do turismo. Jabes retirou o carnaval, jabes retirou o triatlon e agora iremos perder o pouco conforto que nos resta que são as praias do Cristo e um caminhar na avenida, que será tomado pela poluição, poeira, fora os riscos de acidentes que estaremos sendo submetidos. E pelo que tenho acompanhado este processo, as coisas estão sendo feitas nos bastidores. A comunidade tem o direito de ser comunicada e até agora nada foi passado, nada foi esclarecido. Sou morado do 2 de Julho e já estou preocupado com a situação daqui. Hoje em dia já enfretamos (nós moradores do 2 de Julho) o caos dos estacionamentos e agora iremos enfrentar os riscos que esse projeto nos trará.
Falo agora da parte ambiental:
Como já mencionei, Ilheus é uma cidade turistica e essa ponte irá depredar alguns pontos turisticos de Ilheus. Cito: 1 – A Baia do Pontal – hoje já vejo banhistas atracarem seus barcos e lanchas numa coroa que já esta formada na Baia. Será que essa construção da ponte não irá agravar ainda mais esse problema? Teremos carros passando por cima e pedestres passando por baixo. 2 – Iriamos perder também a bela vista do Morro do Pernambuco – a ponte irá cobrir o mesmo. 3 – Iremos perder o laser na Praia do Cristo pois irá acontecer um intenso fluxo de carros. Isso será um risco para todos, pois até agora só se pensou em vias de carros e nada de pedestres. E como citado anteriormente perderemos tamém as aguas do mar para se banhar, pois corre-se o risco de secar tudo de vez aqui. 4 – A avenida não será mais um ponto de se fazer caminhadas, de parar na praça do teatro munipal e tirar fotos na catedral, vesuvio, deliciar um bom chocolate caseiro e conhecer o bordel de maria machadão – O Bataclan. 5 – Se a Baia do Pontal secar, possar ser que a agua avance novamente avenida adentro. e esta pista que será contruida será tomada pelo mar. O homem não é Deus. Não se pode afirmar algo que é extrinseco (como o tempo e o ambiente corrente maritima) a essa ponte.
ENTÃO QUEREMOS A PONTE SIM, MAS QUEREMOS CONHECER O PROJETO, PARTICIPAR DO PROJETO. DESSA FORMA QUE ESTA SENDO FEITO É TAMBEM ALGO DO TIPO “EU” QUE VOCÊ COLOCOU, POIS SE NÃO TEM PARTICIPAÇÃO DO SOCIEDADE É PORTANTO UMA TOMADA UNILATERAL.
ABRAÇO
Fred Araujo