:: 24/maio/2013 . 12:42
Condomínio Águas de Olivença
APELO AOS CONDÔMINOS:
Quero apelar aos Condôminos (as) para comparecerem a Assembléia do dia 26/05/2013 conforme Edital (VEJA POSTAGEM ABAIXO), lembrando-lhes que somente com as presenças físicas, conhecendo, ouvindo, opinando, decidindo, poderemos mudar os rumos do nosso Condomínio. A procuração para representação, embora legal, permitem a manipulação, e prevalência dos interesses deste ou de qualquer outro gestor. Antecipo a todos que estarei em campanha permanente para que a PRESENÇA FÍSICA, prevaleça sobre a PROCURAÇÃO. Finalizando, faço-lhes uma pergunta: Quando vamos eleger o Gestor executivo, legislativo, etc., o fazemos por procuração? ou vamos diretamente as Urnas de forma secreta para fazer valer o nosso voto. O Condomínio é nosso, o patrimônio é nosso, a responsabilidade sobre ele e de cada um de nos, este é o momento de discutirmos os seus caminhos. Não jogue fora esta oportunidade.
WASHINGTON FARIAS DE CERQUEIRA
Síndico
JOSÉ EDUARDO DANTAS DE OLIVA
Sub-Sindico Financeiro
JOAQUIM MOREIRA FILHO
Sub-Sindico Administrativo
EDUARDO OLIVEIRA CARQUEIJA
Sub-Sindico de Eventos
Condomínio Águas de Olivença
Condomínio Águas de Olivença
Situado na Rodovia Ilhéus/Una – Zona do Jahiry
Instituído pela Lei nº. 4.591, de 16/12/1964 – Criado em 16/02/1992
Public. no Diário O. do M. de Ilhéus em 31/08/1992
Reg. no CRI -1ª. Circunscrição da Comarca de Ilhéus
Sob. nº 3.602 à pág 57 do L – 3-C em 04/12/1992
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Nos termos da Convenção e de acordo com o Capº. VII, Artº 31, convoca os (as) senhores (as) Condôminos (as) para a reunião da Assembléia Geral Extraordinária, a realizar-se à Rua Canavieiras, (espaço verde de Bob nos Lotes 6 e 7 da Quadra L-8) no dia 26/05/2013, às 9:00 horas, em primeira convocação, com a presença de 2/3 – dois terços – havendo quorum, ou às 9:30 em segunda convocação, com qualquer número de condôminos presentes, para o fim de deliberarem sobre a seguinte pauta, defendida na Assembléia Geral Ordinária do dia 27 de Janeiro de 2013, conforme Ata.
Ordem do Dia
- Leitura da ATA da Assembléia Geral Ordinária do dia 27/01/2013
- Apresentação da análise das contas pelo Conselho Fiscal da Gestão: 2005 à Jan. 2011
- Apresentação da análise das contas pelo Conselho Fiscal da Gestão: Fev./2011 a Junho/2012 e de 21/12 à 31/12/2012 e Jan. 2013
- Apresentação da análise das contas pelo Conselho Fiscal do mandato da Intervenção: de Julho à 20/12/2012
- Apresentação da análise das contas do primeiro trimestre da Gestão Atual pelo Conselho Fiscal.
- Esclarecimento sobre a situação geral em que se encontra o Condomínio
- Previsão Orçamentária para o ano de 2013.
Ilhéus, 15 de Maio de 2013
Washington Farias de Cerqueira
Síndico
PONTE DO PONTAL – RAZÕES TÉCNICAS
Volto ao assunto por achar salutar os contraditórios na forma cada vez mais para separar o “eu” do todo.
O pontalense Edgard, muito conhecido e grande defensor das terras, que ora os índios estão invadindo e gerando outra contraditória sem fim. Suas inquietações são justas, pois neste país, a situação está tomando um rumo tão perturbador da ordem, que temos que ficar atentos mesmo.
É como nós, um vivido nas areias das ruas do Pontal e há de lembrar, que esta não é a primeira vez e nem será a última, das inquietações que iremos passar em razão do progresso, a não ser que paremos no tempo.
Em razão disto, vamos retornar aos artigos publicados, aqui mesmo no R2CPress e começar esclarecendo que não existem diferenças técnicas entre as plantas apresentadas pelo DERBA, com o que apresentamos, ou seja, quando utilizamos a expressão “adaptações”, é porque estas palavras são usadas cartograficamente, quando inserimos em desenhos originais de mapas, plantas, etc., servem para diferenciar uma da outra, com nossas nomenclaturas. E também servem, para evidenciar um original não muito legível e para melhor compreensão dos leitores. Nelas são possíveis as identificações de orientações de lugares, trajetos, posições adjacentes e muito mais, e com isso enriquecemos o material na visão da interpretação do observador. Mas, em momento algum fizemos “adaptações” que desfigurassem o projeto técnico, pois não sou especialista nesta área, e mesmo que fosse não caberia esta intromissão por questões éticas.
Também é estranho sabermos, que o crescimento de Ilhéus é centralizado. Será que o amigo esqueceu que o os bairros, Teotônio Vilela, Vila Nazaré, Nossa Senhora da Vitória, Hernani Sá, Nelson Costa, Jardim Atlântico, Loteamento Santa Felicidade, Santo Antonio de Pádua, Ilhéus II, São Domingos, Savóia, São José, e toda Orla Sul e Norte, que surgiram bem depois da nossa época seria CENTRO?
O que centraliza no Centro Histórico é a parte de um comércio arcaico, onde a minoria dos comerciantes se angustia quando se fala em descentralizar este comércio, e isto não pode ser alimentado pelo Poder Público.
O que Ilhéus precisa é PENSAR GRANDE, porque o progresso vai vir a pés, de aviões, de navios, de rodas e de trem, também se deixarem.
Não foi nossa querida Itabuna, quem enxergou a necessidade do semi anel viário. Lá como cá, também foi a maior polêmica por parte de alguns empresários, que alegavam perdas nas suas vendas, com o desvio através do semi anel.
Voltamos a repetir, para melhor compreensão, que quando falamos que não foi Itabuna e sim o DERBA, referimos a uma parcela da sociedade, como aqui, ou seja, é o “eu”.
Os que enxergam pontes como a solução entre a zona sul e a norte, talvez com o pouco de conhecimento, já perceberam que não existem opções de imediato para chegarmos ao centro da cidade, a não ser pelo complemento através do o anel viário ou rodoviário, que está planejado há décadas, para as mediações do Banco da Vitória. Ora, se já está difícil lutarmos por uma única ponte, imaginem duas naquelas imediações, porque lá teremos que atravessar o Rio Cachoeira e Rio Santana, que são dois grandes rios, para poder atingir o centro e a zona sul, tendo quase sempre em suas cabeceiras o manguezal.
Para entender melhor, elaboramos um mapa onde evidenciamos isto e tirem suas conclusões a lenga-lenga, que seria pelos os “eu” destes locais sugeridos. E disso, já falamos no artigo anterior, que é outra luta para se vencer finalmente uma batalha no presente, pois no futuro teremos mais obras viárias para acompanhar o progresso, a não ser que paremos no tempo, para vermos a banda passar.
Fica bem claro de novo “eu”, pois até o amigo Edgard, até mesmo afirma “que levou nos últimos oito anos torcendo e construindo como todo ilheense pela uma nova ponte e que não imaginava que quando ela viesse causasse tanta dor de cabeça”. Ou seja, se fosse noutro lugar não haveria tanta dor de cabeça, porque os problemas seriam de outros. Ora amigo Edgard, e dizer que nosso “eu” não fala mais forte!!!
Por outro lado, foi feito uma confusão danada, pois no nosso artigo anterior, parágrafo oitavo, fomos bem claro que a construção do Porto do Cacau, teve sim consequências ambientais, e a firmamos isto em vários outros artigos com fotos e mapas em épocas diferentes. O que afirmamos foi que não poderíamos comparar este impacto ambiental desta nova ponte pelo local ora sugerido e talvez definitivo.
Cheguei a afirmar em artigos anteriores, aqui mesmo no R2CPRESS, que se nada fosse feito, inclusive com uma boa dragagem, a tendência em médio prazo seria o fechamento total da atual “entrada da barra”, forçando as águas do Rio Cachoeira, abrir como era antes, nos idos dos anos 30/40, onde hoje está localizado o loteamento Nova Brasília, que formava um canal de acesso também ao oceano, onde inclusive não só navegava canoas, mas também embarcações de pequeno porte. Nas “marés cheias” estas embarcações preferiam entrar por este canal, cuja entrada era chamada de Barra das Caravelas, principalmente quando a “boca da barra”, na Baía do Pontal estava “braba”, ou violenta, como se dizia naquela época.
No futuro se isto vier acontecer, não será por causa da ponte e sim pela não dragagem periódica do atual canal de acesso ao mar.
ATÉ QUANDO?
No dia 8 de maio último surgiu um trator para juntar o lixo da “Zâmbia”, formando uma montanha.
Está lá até hoje (não o trator, a montanha), adentrando à terceira semana sem recolher.
Honestamente, não dá pra entender qual a intenção da Prefeitura para com a “Zâmbia”. É piorar de vez a situação? É ir juntando o lixo pra poder caber cada vez mais lixo no local? É tentar superar a administração anterior em descaso? É baixar a cabeça e já largar de mão o município que – não é de hoje – está depredado e falido? (ou não se sabia nem se imaginava isso antes?).
Por que sucessivos gestores de Ilhéus não conseguem fazer a contento a limpeza urbana e a manutenção das vias públicas? É o mínimo, o básico, o corriqueiro e o trivial em qualquer município que se preze. Incapazes até de coletar o lixo doméstico diariamente. Afinal, até quando a sina do povo dessa cidade vai ser respirar lixo acumulado e transitar por ruas esburacadas?
São muitas perguntas à procura de respostas.


Fotos da “Zâmbia” em 24/05/13, 07:15 h.
Nilson Pessoa
























































