:: ‘Espaço do Leitor’
Variedades
Caro Roberto
.Vão aqui umas fotos efetuadas a partir do “Morro Pernambuco” que achei interessante lhe enviar. São boas para o seu arquivo!

Fotos by Raymundo dos Santos
Para ver estas e outras by Raimundo dos Santos clique AQUI e depois na seta para avançar.
Para ver TODO o álbum “FOTOS DE ILHÉUS” clique AQUI e depois em APRESENTAÇÃO DE SLIDES.
.Quanto a história ou estória da ponte, quais são as atuais revelações fenomenais? Verifica-se que no planeta terra tudo é possível acontecer. Até avião Jumbo 777 é abduzido para o universo, quanto mais um projeto de ponte que nem se sabe o custo de quantos bens que serão indenizados no trajeto…!
Abs
Raymundo.
QUERO MUDAR
Hoje à tarde na Marques de Paranaguá fui cobrado pelo amigo, leitor do R2CPRESS, Ronaldo do Banco do Brasil, por não mais ter escrito para o nosso site querido. Falei com ele que estava me faltando inspiração e a noite, em casa, sozinho, me bateu uma depressão e assim, hoje, graças a ELE, temos a internet para espantar a solidão.
Perguntei-me: O que esta acontecendo comigo? Estou ficando Velho? Não ou Será? Duvidas!!! Lembrei-me que tinha escrito a respeito da diferença VELHO X IDOSOS e fui para internet pesquisar, o qual cheguei a
a conclusão que estou ficando velho e depressivo e QUERO MUDAR!!!
Amigo Rabat permita-me desabafar um pouco e veja a minha rotina:
Tenho que confessar que o pior momento do meu dia é quando chega à noite. Neste momento é um deles. Exatamente desde Outubro do ano passado minhas noites têm sido vazias. Existe uma exceção para as raras visitas ao “Bolero do Mar” quando vivo uma ilusão por um momento, às vezes com alguém interessante, às vezes não, enfim chega o amanhecer e volto a rotina. Cedo no Parque, o dia movimentado, atendo um, atendo outro, sorriso largo para alguns, a vezes aborrecimentos com outros, as vezes estouro uns palavrões e um santo remédio é soltar “umas porras” bem grande e vou levando a vida. Mas chega a noite, e estou observando que a solidão é um grande mal. Imagine chegar a casa, largar mochila, ir a padaria comprar pão, antes comprava 10, quando meu irmão morava comigo, passei a comprar 5, depois passei a compra 4 e ontem passei a comprar 2, logo estarei comprando 1 e meu medo é quando não puder comprar nenhum. Volto para casa, faço o café, de tal forma que sobra para manha do dia seguinte, coloco a mesa, sento e tomo o meu café sozinho e ELE, as vezes penso que ELE não estar comigo. Subo para o meu quarto, ja são 18:50 horas, ligo a TV para assistir o Jornal Local. Assisto e depois vou ao microcomputador acessar na seguinte ordem: E-mail Hotmail, G-mail, Monitori, Facebook, Blog´s locais, UOL e depois Jornal Eletrônico O Globo. Às vezes dar para pegar ainda o jornal das 20:00 hs que começa as 20:30 horas e assisto as noticiais nacionais e internacionais. Muitas vezes o sono traiçoeiro me pega e La para 03:00 hs manha acordo para desligar a TV. As 04:50 horas o meu despertador (celular) me acorda, levanto, vou ao banheiro, mudo minha roupa, desço, as vezes preparo meu café da manha. Quando não faço isto, pego o ônibus da São Miguel as 05:20 horas com destino ao Parque de Exposição, chego La as 05:35hs a tempo de fazer um café, com cuscuz, pão e com maior prazer chamo os meus parceiros do Parque (baeiros e vaqueiros) para tomarem café comigo e ai vamos a luta. Trabalho com maior prazer ate o entardecer e depois volto a rotina. Hoje, nesta noite, as 19:30 horas, dia 18/3/2014, notei que estou ficando “velho” e talvez já esteja com depressão, digo isto porque estou sentindo saudades do tempo que passou e que não soube aproveitar e como diz um idoso sábio:
“Você é velho quando só tem saudades”.
“Você é idoso quando curte o que lhe resta da vida”
Confesso amigos que estou me sentindo assim, cheio de saudades. Como gostaria, de agora, poder curtir a vida…
Quero Mudar.
Eduardo Carvalho – (Cantinflas/Siri)
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XII)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014
1987 – C E P L A C – 3 0 A N O S
MORTE, COMA OU RENASCIMENTO
Foi uma vida curta, mas cheia de grandes acontecimentos. O nascimento, uma beleza de inspiração amorosa, de fraternidade dos produtores e de enlaces sinceros entre os pais desta criança, nascida em 20 de fevereiro de 1957.
Sua infância, em berço de ouro era cortejada por todos aqueles que desejavam, no seu sorriso, resolver os problemas financeiros da composição de dívidas.
Veio à puberdade, o período de juventude sonhadora, dinâmica, forte e ágil, para ampliar suas ações e influências. A curiosidade, o interesse em saber, aprender, compreender todos os fatos agro econômico e sociais de uma região, predominava em seu espirito. Sentir a realidade e com ela tentar amenizar, os dramas de uma população dependente de uma economia instável.
Nesta fase, o dinamismo das ações, a busca do perfeccionismo, o diálogo constante, como que, “Ela e Produtores”, fossem um corpo só, com mentes voltadas para um futuro melhor.
No desabrochar dos seus quinze anos, já refletia em seus olhos, a visão do futuro, o preparo para o amanhã, os momentos de firmeza, mas, ainda vivendo as ilusões e a crença absoluta na humanidade.
A maturidade chegou rápida; a precocidade, fruto da diversificação dos genes que a criaram, levou imediatamente a um estágio de Instituição adulta; no corpo, nas preocupações socioeconômicas, nos feitos e na seriedade para com os problemas.
Sua presença era desejada em todos os setores, os enlaces com as diferentes camadas da sociedade cresciam, ora pela empolgação das suas realizações e força, ora pelo interesse medíocre e duvidoso. E foram nestes entendimentos, com o desejo de buscar um futuro mais promissor para a região, que forças invejosas e interesseiras penetraram no seu corpo.
Estacionamento
Rabat, como vai vc? espero que esteja bem.
Veja essas fotos tiradas hj a tarde, sobre estacionamento em nossa cidade, e prá completar, com carros oficiais. A caminhonete estava em cima da faixa de pedestre, com o motor ligado, o motorista dentro, com o ar condicionado ligado, lendo jornal. Ficou, pelo que eu vi mais de 30 min., o outro veiculo tb oficial, estava atrapalhando a entrada de motos no estacionamento pra elas reservado, na rua da loja da vivo., isso tudo aconteceu hj por voltas das 16:30hrs. Segue fotos, abraço e fica com Deus.
Rui Ramos.
O CARRO IDEAL
O Ministério da Defesa acertou em cheio ao enviar para Ilhéus esse tipo de veículo.
Sem dúvida, o automóvel mais adequado às nossas ruas e avenidas. Podem ser as crateras do asfalto (Av. Lomanto Jr, Av. Itabuna, BA-001) ou as crateras mais “rústicas” (zona sul e periferia), não importa: é pau pra toda obra. Faria o maior sucesso enfrentando, por exemplo, a buraqueira da praça do Santo Antônio de Pádua e das ruas da Faelba, coisa que nossos carros de passeio mal conseguem.
Mas não é só isso. Por ser um automóvel de bastante altura em relação ao solo, ainda oferece proteção aos ocupantes no caso de eventual colisão, cujo risco é potencializado pela maioria esmagadora dos nossos condutores de veículos locais, useiros e vezeiros em não ligar a seta para conversões à esquerda/direita ou paradas em acostamento.
Quisera eu ter um desse.
Nilson Pessoa
ATENÇÃO, Marinha do BRASIL porque ILHÉUS também é BRASIL.
Fiquei indignado com a omissão de socorro por parte de uma equipe da MARINHA DO BRASIL.
Eu estava sobrevoando, de para motor, a baia do Pontal quando fui atingido por uma linha de pipa com cerol que, em consequência, cortou as linhas do velame do meu parapente me derrubando no mar.
A lancha (ou bote da MARINHA DO BRASIL), estava a menos de 30 metros de onde eu caí , a aproximadamente 50 metros da praia e eles sequer acionaram o motor da embarcação para me prestar socorro, apesar do amigo Matheus que estava com seu jet ski ter alertado aos marinheiro , eles pouca importância deram,daí Matheus se aproximou com o jet-ski e ajudou a me socorrer , em seguida vieram alguns banhistas em minha direção numa missão de socorro solidário…
…E assim fui resgatado com vida e ileso depois de despencar de uma altura aproximadamente 50 metros.
Este é um relato do ocorrido comigo nesse último domingo dia 16 de março de 2014.
Fica minha indignação pela omissão de socorro da MARINHA DO BRASIL E A FALTA DE FISCALIZAÇÃO POR PARTE DO PODER PÚBLICO COM RELAÇAO AS LINHAS DE PIPA COM CEROL , QUE CONTINUA MATANDO.


Antonio Carlos Penna.
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ESPAÇO ABERTO PARA A DELEGACIA/CAPITANIA DA MARINHA EM ILHÉUS – QUERENDO – SE MANIFESTAR.
“ORLA” que beleza!!!
É Rabat, o prazo venceu.
E o que se vê da tal “Orla Sul” é o que está nas fotos, detalhe, tiradas quase um ano. E infelizmente, nada mudou, quer dizer, piora a cada dia. O descaso é generalizado, eu sei, mas há muito tempo que não se faz nada, até quando?

Atenciosamente,
Glauber Barboza Fonseca
Luiz Castro em: DECOLORES
JUAZEIRO DO NORTE
TERRA DE SEU LUNGA
o Embaixador do Ceara Zé Leite por diversas vezes levou vários Ilheenses para conhecer sua cidade natal, entre eles destacamos o Barão de Popoff, Dom Mauro (Bispo de Ilhéus), Zé Tiro Seco (radialista), Newton Lima (Ex-Prefeito), José Nazal (Historiador), entre outros. Todos os amigos relacionados ao retornarem fizeram comentários positivos a respeito do progresso da cidade além de destacar a importância por terem conhecido Seu Lunga, que na verdade é a principal atração, que apesar de ser de pouca conversa, procura atender a todos que o procura.
Eu fui por diversas vezes convidado para conhecer essa grande metrópole nordestina, porém prefiro deixar para outra oportunidade.
Um determinado cidadão de Ilhéus ao chegar a Juazeiro procurou Seu Lunga que vinha saindo da farmácia e sem conhecer a figura lhe perguntou:
– Tá doente, Seu Lunga?
– A resposta foi imediata!
– Quer dizer que eu fosse saindo do cemitério, eu tava morto?
O cidadão sem levar a sério a maneira que Seu Lunga lhe recebeu, o acompanhou até sua loja, pois queria comprar um relógio.
– Perguntou: Pode tomar banho com esse relógio, Seu Lunga?
– Ô corno! Respondeu Seu Lunga: Isso é um relógio, não é um sabonete…
Seu Lunga passou então a dar mais atenção ao visitante Ilheense e passou a contar alguns episódios de sua vida. Certo dia quando era motorista de ônibus urbano, é questionado por um passageiro:
– Esse ônibus vai para a praia?
– Ele respondeu: Pode até ir, se você arranjar um biquíni que dê nele!
Em outra ocasião Seu Lunga chega em sua casa e vê sua esposa concentrada na leitura de um livro e com as pernas atravessando o vão da porta de entrada. Após alguns minutos, ela levanta o olhar, vê Seu Lunga parado, com o celular na mão:
– Oh! Lunga, pelo amor de Deus, me desculpe! Venha! Passe!
– Pode ficar! Eu já chamei o pedreiro pra abrir outra porta!
Novamente, Outra Vez e De Novo: DEUS SEJA LOUVADO!
Estava aqui de banzo, com MUITA saudade da BRUXINHA que está em Salvador cuidando da saúde e, aí, apareceu o meu afilhado que é o cara mais querido do mundo: Ivan LANGA Fraga.
Subiu a escada e apareceu assim do nada. Senti, a bem da verdade, uma emoção muito forte porque, sempre atento aos SINAIS lá de CIMA ví, perfeitamente, a prova VIVA de um verdadeiro milagre. Langa está ótimo, mais centrado, bastante reflexivo e ainda, pelo que percebi, com certa dificuldade para administrar a presença de DEUS de maneira tão inquestionável da sua vida; e isso veio por conta do atentado sofrido por ele e como as coisas NÃO ACONTECERAM…
Religioso os mais próximos sabem que ele sempre foi. Coração voltado para o bem é uma outra marca registrada desse menino de ouro. Por tudo isso posso assegurar, como disse pra ele, que DEUS cuida MESMO dos seus filhos queridos…
Assim é que, hoje, eu ganhei um belo presente que foi rever esse meu afilhado em perfeito estado de saúde e com a cabeça direcionada para o seguir no mesmo caminho que é o de SEMPRE fazer o bem.
Estou tão feliz quanto emocionado.
Valeu PESSOAL aí de CIMA.
Langa,
Grande beijo e fique com DEUS (Sempre!)
Roberto Rabat Chame e família.
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (XI)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014
1986 – MINHAS PREOCUPAÇÕES
A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA CEPLAC
Vinte e três anos de trabalho nesta instituição, em muitos deles, ocupando cargos relevantes, credenciam-me a falar alguma coisa sobre os problemas da economia do cacau. Aliás, qualquer brasileiro pode expressar-se sobre as atividades governamentais; ele é um contribuinte e/ou um beneficiário destas ações; não precisa ter receios, estamos em um regime de liberdade e de democracia.
Espero, neste artigo, enfocar um dos mais importantes temas da economia cacaueira e regional do sul da Bahia. Levar uma mensagem aos líderes, aos políticos, aos técnicos e à sociedade que se interessa pelo seu próprio desenvolvimento e futuro.
A busca de uma legislação mais permanente e de maior valor jurídico sempre foi uma constante preocupação de todos os dirigentes ceplaqueanos. Quem viveu todo o período passado, acompanhando de perto as ações e os enlaces da administração da Ceplac, sabe exatamente o quanto se discutiu e se fez neste sentido.
Não interessa, para o tema em questão, o tipo de Governo, antes da abertura política desenvolvida no Governo Geisel até a eclosão da chamada Nova República. O regime, se por um lado facilitava a tomada de decisões sobre o processo de legalização da Ceplac, isto é, sua institucionalização, por outro, julgava conveniente melhor mantê-la no regime jurídico existente, uma vez que era atuante. Era atuante, dinâmica, eficiente, com alto conceito junto aos setores da economia e, especialmente, produzia benefícios à sociedade do cacau, notadamente os produtores rurais.
O “time que está ganhando o jogo não deve ser mudado”, esta expressão indicava que manter o sistema existente e aceito pelos beneficiários da sua ação era recomendável para a dinâmica e operacionalidade institucional.
Mesmo assim, projetos de institucionalização da Ceplac foram desenhados. Em 1982/83, a administração da Ceplac, acompanhando o processo político, social e econômico do Brasil, considerou a hipótese da institucionalização, um caminho necessário e imprescindível para a organização. Previam-se mudanças a ocorrerem no país, determinando uma forte reforma institucional do setor público.
A prioridade foi estabelecida, os desejos de preservar os princípios, a filosofia, os recursos financeiros, a situação do funcionalismo e o enlace com os produtores de cacau representavam a essência dos projetos elaborados. Afinal, produtores e funcionários constituíam a alavanca para erguer e consolidar esta instituição.
MOBILIZAÇÃO PARA QUÊ?
Nos dias 17, 18 e 19 de março o ensino público de primeiro e segundo grau estará em greve, promovida pela CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, em todo o Brasil.
A ação da CNTE visa, segundo consta de sua convocação, exigir o cumprimento da Lei do Piso do Magistério; estabelecimento de plano de carreira e fixação nacional da jornada de trabalho dos professores; garantir o investimento dos royalties do petróleo na valorização da Educação; votação imediata do PNE – Plano Nacional de Educação, pelo Congresso Nacional; firmar posição contra a proposta dos governadores dos estados, de reajustes para o magistério abaixo do estabelecido pela Lei do Piso; e destinação de 10% do PIB para a Educação Pública.
Sem dúvida, as propostas da CNTE são justas, e se aprovadas poderiam proporcionar um salto qualitativo na educação brasileira, tão desvalorizada e de desempenho tão pífio, sobretudo na rede pública de ensino básico.
Poderia ainda, ao valorizar economicamente o magistério, impedir que a Educação continue a perder seus melhores profissionais para outros setores da economia, e incentivar aos jovens para ingressar nos cursos de nível superior voltados para a docência, hoje tão desprestigiados.
Em busca de tais objetivos, sacrificaremos três dias de aula, e conforme o vício dos professores, pais e alunos brasileiros, o faremos com a semana quase toda, pois após três dias sem funcionar a quinta e sexta-feira (dias 20 e 21) terão aula em um injustificável ritmo de “enforcamento”, de “feriadão”, tão vergonhoso, mas tão ao gosto de nosso povo.
Não há como ser contra a paralização da CNTE. Se com greves e reivindicações as lutas sociais não avançam muito, sem elas caem na mais completa ineficácia.






















































