WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia


julho 2026
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  






:: ‘Espaço do Leitor’

ESGOTO DO ARARIPE: DE ILHÉUS PARA O MUNDO

Deu agora há pouco no site G1.GLOBO.COM.
Definitivamente, nem mesmo as crianças são poupadas. Como se não bastasse o “LIXÃO DO CAIC”, temos também o “ESGOTO DO ARARIPE”.
Lastimável e degradante.

Clique aqui:   http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/03/lama-e-esgoto-na-rua-fazem-diretor-adiar-inicio-das-aulas-em-escola-da-ba.html

Nilson Pessoa

PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 57ª PARTE

Muitos estudiosos no assunto sobre responsabilidades penais, afirmam que “Reduzir a maioridade penal é jogar de uma vez por todas o adolescente para a criminalidade colocando-o em conflito com a lei”. Alguns políticos dizem “que estudos revelam que a maioria dos adolescentes sofre mais violência do que as praticam, por isso deve ser colocadas em práticas políticas públicas para tirar o menor da rua e da criminalidade”. O fator financeiro, fundamental apanágio para dar condições no ingresso da educação aos jovens, deixa de oferecer meios para que eles frequentem bons colégios, transformando numa chaga a vida de muitos que querem estudar e viver uma vida honrada, e assim saírem das malignas rédeas da criminalidade.

O mais lamentável de todos os acontecimentos é que quanto mais cresce a carceragem no mundo mais cresce a violência em geral entre os homens por toda a humanidade. A criminalidade ocupa espaços inusitados e não existem mais idades para as pessoas manipularem as suas práticas delituosas e aberrações criminosas. O crime não compensa, porém, aos adultos vale a utilização da alienação perversa que eles oferecem aos jovens. A situação da educação passou a ser bastante complicada no Brasil atual, e faltam as condições que ofereçam benefícios iguais aos nossos brasileiros de classe pobre, com base nos direitos humanos, a fim de tenham um aprendizado básico, criando uma sociedade regularmente digna e salutar. São tantos os reclamos sobre a elevação do bem necessitando ultrapassar o mal, tendo ficado muito caro e inconcebível chegar a uma solução imediata.

:: LEIA MAIS »

JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (V)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC –  1957 – 2014

1983 – P R O C A C A U –  II

(Documento apresentado ao Secretário Geral)

         O PROCACAU representou para a instituição Ceplac e para a economia nacional do cacau um marco divisório das ações governamentais impostas ao setor.

Desde a formação de técnicos, a aglutinação de dados e informações, a análise crítica de uma situação até a projeção futura de medidas estratégicas, o Procacau contribuiu significativamente para uma tomada de decisão de grande importância econômica, social e política.

Todos estes reflexos de um Plano Decenal para uma economia agrícola e de exportação deram à Ceplac méritos e aplausos pela sua elaboração, execução e avaliação periódica, ajustando à nova realidade que se criava ou que se conhecia, através dos seus estudos e pesquisas.

De todos os planos, acreditamos, foi, apesar dos seus erros, o que mais contribuiu para o crescimento institucional e fixação dos rumos básicos, no seu principal objetivo.

Essas premissas vêm mostrar, ao lado de várias avaliações feitas, e após quase oito anos de execução, a importância de possuir na instituição um Plano Básico, a médio e longo prazo, que caracterize seus procedimentos e quantifique suas ações e metas.

O momento, isto é, o ano de 1983, induz, sugere ou mesmo exige antes do término do PROCACAU- 1976/85, que se elabore um novo plano: que estamos denominando PROCACAU  II .

A relativa experiência existente quando foi estruturado o Procacau permitiu que alguns aspectos, de grande importância para o futuro da economia cacaueira, fossem deixados de lado, ou, pelo menos, não recebessem a atenção e prioridade necessária. Optou-se por uma linha de ação, tendo como base a Implantação de Novas Plantações e a Renovação de Cacauais Decadentes.

Hoje, após uma experiência maior, resultado de estudos e pesquisas e conhecimento da situação internacional, a Ceplac poderá elaborar um novo Plano, em médio prazo, que dê continuidade às ações desenvolvidas no Procacau e que fixem diretrizes e metas para outros aspectos importantes da economia cacaueira.

:: LEIA MAIS »

Ô São Miguel que sofre.

Se não bastasse, buracos, lama, mato e tantos outros problemas , agora os moradores convivem com esse quadro:

IMG_0810IMG_0817

Começa agora, direto do Chinaê, PARA OUVIR NA PRAIA…, com Adocival Araújo. Direção geral, Tony Neto.

por Elias Reis

Ele nasceu no dia 31 de janeiro de 1936 no distrito de Itapé, quando ainda fazia parte do município de Itabuna. Logo cedo veio para Ilhéus com os seus pais. Adocival Santana de Araújo, o velho Dodô Araújo, católico, aquariano, torcedor do Fluminense e um saudosista apaixonado do Barravento Hotel, do já falecido Jorge Maia, quando dali muitas vezes apresentava o Programa líder de audiência da Rádio Bahiana, PARA OUVIR NA PRAIA. A audiência era insuperável nas manhãs de domingo, logo após o antigo Projeto Minerva, do governo federal.

Com sua voz grave e potente, Adocival Araújo iniciou a trabalhar com o microfone em 1952, na Rádio Cultura, fazendo parte do programa de Altamiro Viana, o Zé Tiro Seco, quando a emissora ainda funcionava, naquela época, no 1º andar do sobrado onde havia o Posto de Herval Soledade, na Praça Cairu, no coração da cidade de Ilhéus, isso, nos tempos quando circulava as Marias Fumaças da antiga Rede Ferroviária.  “Tempo bom e de fartura”, afirma com os olhos brilhando.

Adocival Araújo, o velho Dodô, ao lado do filho, Adocival Jr. “Saudades do amigo Tony Neto”.

Adocival Araújo, o velho Dodô, ao lado do filho, Adocival Jr. “Saudades do amigo Tony Neto”.

:: LEIA MAIS »

JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (V)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014

 1985 – INICIO  DO   PROCACAU – 1976

 

Era inevitável o seu nascimento.  Uma instituição, criada para sanar problemas imediatos e agir no sentido de modificar o panorama técnico-econômico-social do cacau, não poderia viver sem uma diretriz, uma linha, trilha ou plano de trabalho.

O oportunismo de cada instante, as análises do momento, ou mesmo, as decisões baseadas no “eu acho”, não suportariam mais as gestões e as responsabilidades que aumentavam para os dirigentes.

Trabalhar com um produto, gerado por uma planta que leva entre quatro a cinco anos para produzir, que tem características próprias de meio ambiente e exigências físico-químicas, cujo produto é essencialmente exportável e com um processo de negociação específico, do momento e do futuro, não poderia jamais identificar-se com ações diárias ou mesmo anuais.

Por algum tempo viveu-se de instantes, de “safras” e das suas perspectivas e propósitos de obtê-las ou negociá-las convenientemente.  As análises do mundo cacaueiro querem produtor ou consumidor, eram puras computações de estatísticas, constatando uma situação, sem, contudo, o desenvolvimento de ações modificadoras.

E foi nesta compreensão, normal em todos aqueles de visão aberta, que se constatou o fato e a necessidade de propósitos futuros, estabelecendo esquemas e meios para obter um produto.

Tinha-se o instrumental básico.  Dados e informações, mais ou menos satisfatórias, uma equipe de técnicos em vários campos da ciência e, mais que isto, um desejo de ordenar as ações, estabelecer metas e planos em médio prazo.

Planos estes, que orientassem o comportamento institucional e as relações intergovernamentais, visando a conquista de um reconhecimento da importância do programa e o registro internacional das projeções brasileiras sobre o desenvolvimento da cacauicultura.

:: LEIA MAIS »

VISÃO DE NEGÓCIO

Ouço, desde criancinha, que a propaganda é a alma do negócio. 
Se o negócio tiver duas almas, sem dúvida a outra alma é o ATENDIMENTO.
Adquiri um aparelho que necessita de mão de obra especializada para instalação. A loja dispõe desse profissional, que me trouxe o aparelho e instalou. Normal.
Dia seguinte, o proprietário da loja me ligou e perguntou se a instalação correu bem, se o aparelho estava funcionando perfeitamente e se eu estava satisfeito com o produto e com o atendimento, colocando-se à disposição para dirimir qualquer dúvida ou o que fosse necessário. 
Calma, a loja não é em Ilhéus e a atitude do proprietário não foi nada de extraordinária. É que, quem não está acostumado, estranha. O nomezinho da coisa é “atendimento pós-venda”, expressão talvez desconhecida da maioria dos comerciantes e prestadores de serviços da Terra da Gabriela.
O antenado lojista utilizou a ferramenta “pós-venda” para me fidelizar como cliente e desbancar a concorrência ilheense, cujas limitações de qualidade em atendimento ele provavelmente já conhece. 

“Pós-venda é a etapa que se inicia logo após o momento da aquisição de um produtoou serviço de uma empresa ou organização. A partir da entrega, o consumidor passa a usufruir do produto ou serviço adquirido.
Empresas focadas na satisfação do cliente não finalizam a relação de consumo somente até a aquisição de seus produtos ou serviços, elas focam na manutenção da relação pós-compra e da satisfação do cliente para garantir que este volte a comprar e se torne fidelizado.”
Fonte: Wikipédia

Nilson Pessoa

UCRÂNIA EM EBULIÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).


Fernando Alcoforado.

Abobreira em Salvador

ABOBREIRA JÁ SE ENCONTRA NA UTI EM SALVADOR.
COMO JÁ TÍNHAMOS ANUNCIADO NA MENSAGEM ANTERIOR.
ELE VIAJOU NOITE À NOITE COMO ESTAVA PREVISTO.
MAIORES INFORMAÇÕES ESTAREMOS PRESTANDO SEMPRE AQUI, POIS ESTAMOS EM CONTATO DIRETO COM SEU FILHO FRED ABOBREIRA.
NOTÍCIAS TRUNCADAS NÃO É BOM. — com José Henrique Abobreira.
José Henrique Abobreira

Por Rezende.

SOLIDARIEDADE FEMININA

Reproduzimos, a seguir, um artigo publicado no jornal A FOLHA DE S. PAULO a 22 de fevereiro de 2014, numa justa homenagem a esse fantástico ser, que é verdadeiro baluarte do gênero masculino. Sabiamente, Dr. Drauzio expõe os motivos da eterna dependência do homem, que não pode prescindir dos cuidados femininos. Meu beijo a todas.

JUVENTINO RIBEIRO

 SOLIDARIEDADE FEMININA

Drauzio Varella

Se você só tem filhos homens, não tem mãe nem irmãs, reza para morrer antes de sua esposa. Se acontecer o contrário, meu amigo, é provável que seus últimos dias sejam passados com estranhos.

Vá aos hospitais. A probabilidade de ver um acompanhante do sexo masculino é mínima; ao lado de um doente internado, haverá sempre uma mulher, seja filha, esposa, irmã, mãe, nora ou amiga.

Sem pretender ofendê-lo, leitor sensível, capaz de cair em pranto convulsivo só de pensar no dia em que seus pais partirem, lamento prever que, ao ficar gravemente enfermos, eles pouco poderão contar com você.

Não me interprete mal, não digo que vá abandoná-los num leito qualquer, à espera da morte. Você irá visitá-los quase todos os dias, na hora do almoço. Perguntará se estão bem, se precisam de alguma coisa, se as dores melhoraram, tomará providências práticas, mas infelizmente precisará voltar para o escritório.

Em dias mais corridos, você deixará para ir no fim do expediente. Pedirá desculpas pelos três dias de ausência motivada pelo excesso de trabalho, repetirá as mesmas perguntas, reclamará do tempo perdido no trânsito, sentará no sofá durante quinze minutos, dirá que está exausto, morto de fome e que as crianças o esperam para o jantar.

Pode ser que você não se identifique com o personagem que acabo de descrever. Talvez você seja do tipo ultrassensível, que gosta tanto do papai, que se mortifica ao vê-lo naquele estado, e que, na hora de visitá-lo, não encontra forças. Aquele que não vai à casa da mamãe velhinha que perdeu o juízo, para não ter o coração despedaçado cada vez que ela o confunde com o verdureiro.

Talvez, ainda, você seja do tipo durão, acostumado a agarrar o boi pelos chifres. Nas visitas-relâmpago, você fará o possível para animá-lo. Insistirá em que é preciso reagir, que esmorecer é desmerecer, que o pessimismo é metade do caminho para a sepultura, além de outras pérolas retiradas dos calendários seichonoiê.

Irá embora irritado, decepcionado com a passividade do progenitor, convencido de que ele se acha naquela situação porque é – e sempre foi – antes de tudo um fraco.

Existe uma característica comum a esses cavalheiros, sejam sensíveis, ultrassensíveis ou durões: são cidadãos responsáveis, tão dedicados ao trabalho que não lhes sobra tempo para nada. Se não passam uma noite sequer com a mãe hospitalizada é porque precisam correr atrás do ganha-pão.

Por incrível que pareça, os circunstantes aceitam e repetem essa justificativa, como se as mulheres não passassem de um bando de desocupadas, à disposição dos doentes.

Mesmo quando ela é arrimo de família, casada com um daqueles cidadãos que esganaria o inventor do trabalho, fosse-lhe dada a oportunidade de encontrá-lo, é ela que passará a noite ao lado do sogro acamado. A explicação? Os homens são desajeitados para essas coisas.

Em mais de quarenta anos de medicina, assisti a tantas demonstrações de empatia e solidariedade feminina com as pessoas doentes, que aprendi a considerar as mulheres seres mais evoluídos do que nós. São capazes de esquecer a própria vida, para lutar pela saúde de um ente querido. Nem falo no caso de um filho, já que o amor materno é instinto visceral, mas de gente mais distante: tios, primas e amigas que, se dependessem de nossa companhia, estariam solitárias.

Apesar de me render à grandeza da alma feminina, reconheço a parcela de culpa que cabe às mulheres, na gênese do egocentrismo masculino nessas situações.

No afã de proteger o filhinho, as mães procuram mantê-lo distante de tudo que lhe possa trazer tristeza. Tão naturais e inevitáveis como o dia e a noite, a doença e a morte são entendidas por elas como experiências extremas das quais o pimpolho deve ser poupado.

Estranhamente, a filha não é educada da mesma maneira. Desde pequena é estimulada a cuidar das bonecas doentes, a ajudar a mãe quando o irmãozinho está gripado. Essa exposição precoce às vicissitudes de nossa existência interage com o espírito feminino, deixando marcas que se refletirão na forma peculiar como as mulheres lidam com o sofrimento humano.

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE


1) O CARNAVAL DOS RM (ROLA MU…) (1).
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA

:: LEIA MAIS »

JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (IV)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014

 1982 –  C E P L A C – 25  A N O S

                – O FIM OU  UMA  NOVA   INSTITUIÇÃO –

 

                   Quando recebi o convite para trabalhar na CEPLAC, surgiu a grande decisão, da então vida profissional, cheia de idealismo e trabalho.

CEPLAC para uns, era um novo órgão do Governo, tirando dinheiro dos produtores, com predominância em empreguismo e aplicação indevida dos vultosos recursos.  Para outros, era a decisão certa, a solução para uma economia forte, mas desgastada, de uma região promissora.

Quem conversava, naquele tempo, com Carlos Brandão, Paulo Alvim, José Haroldo e outros tantos idealistas pioneiros, tinha que aderir à segunda ideia.  Mas, em todos eles, agricultores, líderes e funcionários da então CEPLAC, havia a incerteza, a dúvida, quanto ao futuro da instituição.

Planos, ideias, esquemas de trabalho, vontade e idealismo, conhecimento crescente das coisas da região e da economia cacaueira, eram predominantes nas mentes dos primeiros dirigentes.

Lembro-me da decisão que devia tomar.  Abandonar dez anos de vida profissional em uma instituição, para ingressar em outra, que tinha de concreto, apenas os problemas e a vontade de solucioná-los da melhor maneira possível.  E quando, interroguei a alguns amigos conselheiros sobre a CEPLAC, ouvi: “Pode ser uma grande instituição ou pode acabar amanhã.”

Mas, mesmo neste clima de indecisões, confiei nos dirigentes, na capacidade de trabalho e na reação positiva que poderia vir destes produtores de cacau, que sempre conseguiram, com seu próprio esforço, vencer dificuldades. Assim, perdi uma estabilidade funcional, para meter-me numa aventura institucional tentadora.

Nos anos que se seguiram foram às avalanches de realizações, de explicações, de feitos, que atraíram os agricultores, os líderes, as autoridades regionais e estaduais.  Sempre questionada pelos grupos ou instituições que viam ameaçada sua situação dominante, buscou esta CEPLAC, na imparcialidade dos seus atos, na racionalidade dos seus feitos e no conhecimento técnico, solucionar alguns problemas e desenvolver um equilíbrio entre as forças que dominavam a economia e a vida sociocultural da região cacaueira.

:: LEIA MAIS »





















WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia