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:: ‘Espaço do Leitor’

ILHÉUS / BAIRRO SÃO MIGUEL – ATAQUE DE JACARÉ

O amigo ROBERTÃO disponibilizou um vídeo feito em infra vermelho que mostra ataque de jacarés (um grande e um pequeno) no rio Almada, na margem do São Miguel onde o cinegrafista reside.
A recomendação é de extrema cautela para com toda a extensão do rio. Eles estão lá.

Veja, atentamente, siga o cursor e a narração de Robertão para se situar melhor no contexto.

Acompanhe:

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE – ESPECIAL


1) GABI CADÊ BUZÚ.
2) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA.

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JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (IX)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLA – 1957-2014

 1985 – BASTA,  JÁ   CHEGA !

Desde muito tempo, temos ouvido e lido, notas e informações, sobre o programa agrícola para a zona do cacau, ou seja, o trabalho da CEPLAC.

Por todo este período, vivemos calados, cumprindo nossa obrigação profissional e de brasileiro, sem dar melhores atenções, ao pequeno e insignificante grupo que nos apedreja.

A consciência de estar prestando a essa região, à Bahia e ao Brasil, uma contribuição, no melhor sentido, para um futuro satisfatório de toda a população, deixou-nos sempre tranquilos.  Os resultados dos nossos esforços, já se mostravam aos olhos dos agricultores, principal objetivo nosso, e não seria necessário, gastar tempo e preocupação em responder às provocações de inquietadores da opinião pública.

Agora, nosso grito é de “Basta: Já Chega! Já chega de ler notícias inverídicas e irreais; chega de saber de declarações, palestras e discussões em Clubes ou em reuniões particulares em casa familiar.   Chega de encontrar e até ser solicitado para apoiar “abaixo assinados” contra uma instituição do Governo Federal. Chega de proposições individualistas, de sindicatos desvinculados do Conselho Consultivo dos Produtores de Cacau, de discussões estéreis e de promoções pessoais.

Os lavradores, aqueles que de fato trabalham a sua propriedade, aqueles que têm os mesmos ou maiores problemas, não merecem isto.  Os problemas não são resolvidos nas esquinas, no tumulto dos grupos, no desvio de objetivos de organizações de serviço, no trabalho subterrâneo, às escondidas dos próprios produtores de cacau.

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PONTE ILHÉUS – PONTAL,

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO – Seção 1 – EDIÇÃO Nº 49, QUINTA-FEIRA, 13 DE MARÇO DE 2014

 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

 SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO

 SUPERINTENDÊNCIA NA BAHIA

 PORTARIA Nº 8, DE 7 DE MARÇO DE 2014

O SUPERINTENDENTE DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO ESTADO DA BAHIA, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo art. 2º, inciso VII da Portaria nº 200, de 29 de junho de 2010, c/c art. 1º, inciso VII da Portaria MP nº 211, publicada no DOU de 29 de abril de 2010, e tendo em vista o disposto no art. 6º, Decreto-Lei nº 2.398, de 21 de dezembro de 1987 e demais elementos que integram o Processo nº 04941.002675/2013-47, resolve:

Art. 1º Autorizar o Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia, órgão vinculado a Secretaria de Infraestrutura do Governo do Estado da Bahia, a realização das obras de construção da Ponte Ilhéus – Pontal, Município de Ilhéus, no tocante as áreas de domínio da União, de acordo com relatórios e projetos anexados ao Processo Administrativo nº 04941.002675/2013-47.

Art. 2º A autorização de obras a que se refere o Art. 1º, destina-se a construção de ponte estaiada sobre o Rio Cachoeira, Município de Ilhéus, conforme especificações técnicas apresentadas no supracitado processo;

Art. 3º As obras ficam condicionadas ao cumprimento rigoroso das recomendações técnicas, urbanísticas e ambientais emitidas pelos órgãos competentes.

Art. 4º Os direitos e obrigações mencionados nesta portaria não excluem outros decorrentes da autorização de acordo com a legislação pertinente.

Art. 5º A autorização da obra a que se refere esta Portaria não implica na transferência de domínio por parte da União sobre a área a qualquer titulo.

Parágrafo Único. O interesse responderá judicial e extrajudicialmente, por quaisquer reivindicações que venham ser efetuadas por terceiros, concernentes ao imóvel de que trata esta Portaria, inclusive por benfeitorias nele existentes.

Art. 6º Durante o período de execução da obra a que se refere o art. 1º é obrigatória a fixação de uma (01) placa junto ao canteiro de obras, em lugar visível, confeccionada segundo o Manual de Placas da Secretaria do Patrimônio da União, com seguintes dizeres:

“Obra autorizada pela Secretaria do Patrimônio da União”, indicando no final “Ilhéus-BA”.

Art. 7º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

CLÁUDIA MEIRE DE CUNHA SALLES

Enviada por JRM

SAI QUE É SUA TAFFARELLLLLLLLLLLLLLL

Ligue o SOM!!!!


Enviado por Ranieri Rabat admirador nº 1 de Galvão rsrsrsrsrsrsrs

JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (VIII)

   REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014

 1985 – C E P L A C

     UMA  NOVA  ALTERNATIVA

                   Novo Governo.  De oposição ao anterior.  A prevalecer ou  manter-se, somente as boas ideias, as ações justas e benéficas para a sociedade.

No mais, mudanças!

Alterações da rota, dos planos, do comportamento, das pessoas comprometidas com o passado.  Nada de continuísmo e esquemas dominantes.  A verdade e as ações devem sair do diálogo e da participação, de todos os membros envolvidos na sociedade.

E é dentro desta ótica, de um novo Governo, que se inicia em 15 de março, que vamos refletir sobre o futuro da CEPLAC.

Temos acompanhado atentamente e com a dedicação e reservas, que a posição nos obriga, às démarches do episódio da institucionalização.  A ideia, os primeiros passos e discussões; os primeiros documentos; os enlaces com os diferentes setores, o esforço na busca de um consenso; os cortes, as objeções, as novas ideias, as preocupações da direção, as incompreensões e lutas desnecessárias, as injustiças e os interesses pessoais, o espírito ceplaqueano do funcionalismo, os instantes de desânimo e as conquistas obtidas.

Todas estas passagens e momentos, vivemos sem deixar a emoção dominar, levando-nos a atitudes não producentes, nem tão pouco, reduzindo nossa certeza dos princípios, que vimos defendendo, em mais de duas décadas.

E as versões de projeto, proposições de emendas, sugestões, ideias e escritos em jornais foram tantos que é quase impossível catalogar todas estas opiniões, sinceras, especializadas e até interesseiras, surgidas de um simples cidadão dependente da economia do cacau até as ações da Casa Civil da Presidência da República.

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Heckel Januário em:

Pelo imutável andar da carruagem os governantes brasileiros têm, em detrimento de outras, a propaganda como a queridinha das necessidades, e tanto corre solta lá nos ares brasilianos como em algum Estado federativo, bem como aqui na Capitania dos Ilhéus ou em alguma ‘Cochinchina’ tupiniquim.

É ruidosa nos veículos de comunicação, especialmente no televisivo, mesmo se a verba de um investimento, por exemplo, estiver por levantar e se o parecer do órgão competente ambiental ainda esteja na clássica e demorada passagem de mesa em mesa para ser emitido.

    E incrivelmente acontece com uma visível dessincronização no metiê governamental, pois é corriqueiro uma prefeitura, um Estado ou a União propagar o início de uma obra, anunciar com veemência estar tudo nos conformes, chegar até a construir um baita canteiro e, vem o  Ibama e pimba: simplesmente a embarga. Ora, entre essas esferas de poder, claro, políticas por excelência, e a entidade ambiental, de caráter técnico e fiscalizador, a independência, como requer um processo democrático, obviamente se faz necessária, mas igualmente deveria haver, para o bem de todos e felicidade da nação, uma relação harmônica, inclusive para evitar a semelhança com algum desses times desentrosado de “baba de praia” em que um cara chuta para um lado, outro pro outro.

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JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (VII)

REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957 – 2014

 1978 – CEPLAC  E  O  APOIO

 AO  DESENVOLVIMENTO  REGIONAL

 

Dia bom para as instituições regionais e para a população que delas recebem benefícios. O Secretário Geral da CEPLAC, José Haroldo Vieira, acaba de assinar vários convênios, oferecendo, em nome da CEPLAC o  prestígio, o reconhecimento e o apoio financeiro a organismos que, mesmo lutando com muitas dificuldades, dão às populações algo de que elas carecem.

A maioria destes convênios é para instituições de saúde – hospitais, casas de saúde ou de beneficência a menores e a velhos abandonados ou sem família. No entanto, dois dos convênios assinados são de grande alcance e importância para o desenvolvimento da região. Embora nem todos, “mesmo os que podem”, cooperem com a nossa Universidade de Santa Cruz, a maioria é unanime em defendê-la e senti-la como o expoente ou futuro expoente da cultura regional.

O certo é que estamos todos dentro dessa linha de pensamento. A região deve ter sua Universidade e esta deve ser uma das melhores ou das mais eficientes e, o mais importante, ela deve estar voltada para os problemas básicos da região sul da Bahia.

Pois bem, um dos convênios de apoio e colaboração financeira à FUSC visou o inicio de um agressivo programa de atualização e aperfeiçoamento dos professores das várias Escolas.

Neste convênio, está prevista a possibilidade de formação de novos professores, preparando um grupo para atuar em regime de tempo integral na FESPI e para oportunizar a reciclagem de outros professores na sua área de conhecimento.

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CRATERAS NA RODOVIA DA CEPLUS CONTINUA DESAFIANDO PREFEITURA DE ILHÉUS.

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).

Alfredo Amorim da Silveira

ALFREDO CONTRA FOTO 11 03 2014

Luiz Castro em: DECOLORES

JOÃO TORPEDO X SEU LUNGA

Houve em nossa cidade um cidadão que era conhecido por João Torpedo, o qual estava sempre alinhado com um paletó branco (Omo total), chapéu e sempre carregava uma pasta. Sua profissão era de Corretor de Seguro e Capitalização. Gostava sempre de Caminhar pelo comercio, visitando seus segurados oferecendo seu produto. Vez em quando gostava de tomar um cafezinho no bar minerva de Erotilde Carqueija e bater aquela papo. Por ser um cidadão com poucos recursos no vocábulo português, soltava sempre umas asneiras que deixava seus ouvintes estupefatos. Certa ocasião ele viajou ao Rio de Janeiro para visitar seus parentes e ao mesmo tempo participar das comemorações do IV Centenário e ao retornar comentou numa roda de amigos que não iria mais perder outro IV Centenário. Dizem também quando inaugurou o farol do Morro de Pernambuco, ele estava presente e no encerramento comentou que tudo em Ilhéus começa com defeito, pois o farol acendia e apagava suas luzes. Um dia conversando com alguns amigos  em plena rua D. Pedro II, de repente ele tirou do bolso um lenço e colocou no nariz, alegando que o esgoto estava com mau hálito.

Na cidade de Juazeiro do Norte, terra de Zé Leite, existe um cidadão conhecido nacionalmente por Seu Lunga, o qual esta sempre soltando suas asneiras. Certa vez estava em sua casa com sede. E manda seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Dái o pobre do garoto pergunta:

No copo, Seu Lunga? E Seu Lunga responde:

– Não, Bota no chão e vem empurrando com o rodo, fi de rapariga!!!

Certo dia o funcionário do banco veio avisar:

– Seu Lunga, a promissória venceu.

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ILHÉUS / P R A Ç A C A I R U

PAULO TAXI PCLocalizada no coração da Cidade, passagem obrigatória de todos os moradores, visitantes, turistas a pé ou de carro ali é o coração e que faz pulsar o tráfego de Ilhéus, qualquer manifestação de protesto que alguma entidade ali fizer, trava tudo, não se chega ao aeroporto, rodoviária e todos os acessos de entrada e saída da Cidade estarão comprometido.

Mesmo com todo esse potencial de importância que a Praça impera em controlar as situações boas e adversas, nossas autoridades não tem o devido respeito com sua manutenção que, aliás, foi terceirizada para uma Empresa privada a qual também não da à devida atenção.

A qualquer hora que se passe na Praça é necessária muita atenção devido às pessoas que ali se instalaram, à noite nem pensar, é muita bebida, droga, sexo, orgia, acumulam o lixo que é catado para reciclagem, fazem suas necessidades sem se preocuparem com quem está passando e o mau cheiro é insuportável.

A quem responsabilizar a PMI, a terceirizada? O problema é social e alguém tem que fazer alguma coisa urgente.

Paulo Carvalho.





















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