:: ‘Espaço do Leitor’
DEMARCAÇÃO: TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, UMA ETNIA FABRICADA PELA FUNAI – 1ª PARTE.
PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).
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Edgard Siqueira.
Atenção Banco Central!!!! Vamos achar???????
ELZA FERREIRA DA SILVA
VAMOS CORRER A SACOLINHA (Sacolinha?) – II
por Juventino Ribeiro
Não há, nos seis continentes, quem não conheça Francisco dos Milagres, mais conhecido pelo codinome de Chico Placebo, assim autodenominado, para que os colaboradores de suas organizações e sua clientela o tratem.
É o guru das curas de males das mais diversas origens: enxaqueca, dor de dente, unha encravada, coceira, câncer, SIDA ou AIDS, dor de cotovelo, dor de corno, paraplegia, tetraplegia e, imaginem, até casos de ressurreição, conforme relatos nos programas de suas rádios, jornais e rede de televisão.
Se aquele famoso Nazareno por aqui aparecesse, seguramente não seria aprovado nem para auxiliar de palco nas sessões engendradas em seus estabelecimentos comerciais.
Chico Placebo comanda um conglomerado, fundado no Rio de Janeiro há 37 anos, com tentáculos por todos os continentes, numa confirmação de que se trata de um negócio é altamente rentável.
Ele insiste em negar sua condição de bilionário, mas a conceituadíssima revista Forbes o coloca no topo da lista dos empresários mais bem sucedidos do seu ramo de negócio. E vale lembrar que o método de avaliação da Forbes é baseado em dados de demonstrações contábeis das organizações capitaneadas pelos frequentadores de tal lista.
Tratam-se de números com acesso restrito, os quais podem ser infinitamente superiores, considerando-se que o registro contábil do emaranhado das transações desse ramo de negócio é apenas gerencial, onde as normas e princípios contábeis geralmente aceitos não são aplicados em sua essência.
A obscuridade é a tônica dos negócios, tanto assim que órgãos da justiça tentam (?) há décadas, sem sucesso, desvendar algumas de suas operações de origem duvidosa, mas poderoso corpo jurídico, regiamente remunerado, cuida para que tal situação assim permaneça per omnia secula seculorum. Amém, aleluia, irmãos.
PSICOMUNDO – PAZ PELA COMPREENSÃO – 56ª PARTE
O Brasil, com certeza é um território bom e cheio de tantas riquezas materiais, o que está faltando de forma imediata o manuseio da espiritualidade dos seus cidadãos em busca do êxito da ética e da moralidade de forma individualizada, ou seja, cada um procurando entender que deve ser consigo mesmo honesto. Simplesmente por ser tão imensa a Nação Brasileira, imaginamos quantas coisas poderão acontecer e qual o caminho nos levará a uma correção desse ingrato destino que nos momentos atuais, não nos fará nenhum benefício no amanhã dos filhos e netos nessa mudança que necessita a participação de nova geração social e humana.
O nosso país enfrenta uma grande dificuldade em determinar que o futuro dos jovens adolescentes seja simplesmente permeado de muitas realizações boas. Observamos o futuro às vezes assustador no mundo dos nossos jovens. As notícias dos meios de comunicações, não deixam de oferecer estranhos desconfortos no seio da nossa sociedade e relatam que pelo menos, na Capital de Brasília, DF, a cada hora e meia um jovem comete um crime! A cada dia crianças e adolescentes espalham terror pelas ruas do Distrito Federal. Os jovens cometem crimes violentos (roubos, latrocínios, sequestro relâmpagos, homicídios) todos os dias, em especial nas áreas de Brasília, Taguatinga e Ceilândia. O que podemos analisar sobre a imensa extensão populacional do nosso país!
Olhando bem, será que as famílias estão bem estruturadas e os pais colocando projetos de vida na educação dos seus filhos? O investimento na formação escolar passou a ser uma escalada bastante difícil no início das caminhadas para que sejam colocadas muitas crianças nas escolas. Perderam-se os méritos dos mais inteligentes motivos para que os olhares das pessoas fixassem a escola como a primeira fase da vida em sociedade! Educar as crianças é mais descente e humano do que punir os homens.
VENDENDO UMA CASA

5 (cinco) quartos;
Garagem;
Porão;
Terraço;
Vista panorâmica (para a praia da avenida Soares Lopes e zona sul da cidade de Ilhéus;
Quintal;
Documentação devidamente registrada.
Área do Terreno:
Tratar com Geraldo:
73 8869 – 3408
9140 – 2814
3231 – 4967
PISCINAS DA IMORALIDADE
Calma aí, não se engane. Seria muito bom se tivéssemos piscinas públicas em alguns pontos da cidade, para que adultos e crianças pudessem se refrescar neste calorão, mas… melhor deixar quieto. Isso exigiria outros cuidados, outros gastos e muito trabalho. Tratamento e limpeza impecáveis da água e da estrutura das piscinas, contratação de profissionais extras (salva-vidas, tratadores, seguranças), manutenção e fiscalização constantes, etc. É… não iria dar certo.Quiçá um dia, algum gestor municipal tenha o lampejo de realizar o básico (saúde, educação, saneamento, limpeza, pavimentação). Isso já nos deixaria de sorriso largo e a um passo do paraíso.
CARNAVAL EM ILHÉUS
Começou no sábado à noite, e não na sexta-feira, como sempre foi de costume nos carnavais de Ilhéus. Mesmo assim, de forma tímida, vacilante, sem nenhuma decoração específica. Mas o povo veio, embora em pouca quantidade. E foi bom, deu para pular carnaval até 1:00 ou 2:00 horas da madrugada, horário em que a última banda encerrou a apresentação.
A segunda noite teve um público melhor, embora nada que lembrasse os grandes carnavais de Ilhéus. É importante dizer que, de fato, este carnaval com bandas locais ou, no máximo, regionais, sem renome na mídia, em nada se compara àqueles que já tivemos em Ilhéus, com bandas e artistas nacionalmente conhecidos. Mas valoriza aos artistas de nossa cidade, e talvez por isso muitos deles se apresentam dando o melhor de si.
Na terceira noite já havia uma quantidade de pessoas digna de um carnaval. Os blocos afros, marca do carnaval de Ilhéus, infelizmente se apresentaram muito juntos. Ficou a impressão de que o show proporcionado por estas importantes agremiações poderia ser melhor aproveitado. Mas estavam presentes os elementos que caracterizam um carnaval: presença e alegria popular, e blocos diversos. Ao fim dos shows no palco, uma tremenda chuva alagou completamente a Avenida Soares Lopes. Ninguém controla a natureza.
Na quarta e última noite o clima de carnaval literalmente tomou conta da Avenida. As pessoas vieram em grande quantidade, e até as brigas, até então surpreendentemente poucas, aumentaram de volume. Mas a Polícia Militar, a Polícia Civil e, para minha alegria e orgulho, a Guarda Municipal desempenharam muito bem a tarefa de conter a violência. Até onde fui informado, não houve nenhum homicídio ligado às festas carnavalescas. Se for verdade, é uma vitória histórica e uma bênção!
Quarta-feira de cinzas
A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia são um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.
Ela ocorre quarenta dias antes da Páscoa (sem contar os domingos) ou quarenta e seis dias (contando os domingos). Seu posicionamento no calendário varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. A data pode variar do começo de fevereiro até à segunda semana de março.
Alguns cristãos tratam a quarta-feira de cinzas como um dia para se lembrar a mortalidade.Missas são realizadas tradicionalmente nesse dia nas quais os participantes são abençoados com cinzas pelo padre que preside à cerimónia. O padre marca a testa de cada celebrante com cinzas, deixando uma marca que o cristão normalmente deixa em sua testa até ao pôr do sol, antes de lavá-la. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Médio Oriente de jogar cinzas sobre a cabeça como símbolo de arrependimento perante Deus(como relatado diversas vezes na Bíblia). No Catolicismo Romano é um dia de jejum eabstinência.
Como é o primeiro dia da Quaresma, ele ocorre um dia após o Carnaval. A Igreja Ortodoxanão observa a quarta-feira de cinzas, começando a quaresma já na segunda-feira anterior a ela.
Passado esquecido
Rabat, estava eu hoje na conquista mais precisamente no bar de Tovo ouvindo umas marchinhas antigas quando entrou esta figura que me emocionou muito e me fez relembrar um passado quando este homem de caráter era Gerente do Clube Social de Ilhéus e que era linha dura e que tem uma parcela grande em manter aquele Clube.
Rabat, o querido JACKSON merece um título de cidadão Ilheense ou algo parecido em vida pois ele tem serviços prestados a sociedade Ilheense.
Um abraço.
Tarcicio NETO.
ILHÉUS / ÁLBUM FOTOS ANTIGAS
Muito legal as fotos , gostaria de ver se o autor tem fotos da chegada da Praça José Marcelino da Feira livre no local a onde nos anos 70 era a Granja Poly em frente ao antigo Bataclan por que meus pais tinha barraca de caldo de cana e na eoca eu era adolescente, e gostaria e velas.
Ao Sr. José Nazal caso tenha mais fotos o meu e-mail é j.nivaldino@ig.com.br.
Abraços.
JOSÉ NIVALDINO DOS SANTOS
Para ver o álbum clique AQUI.
JORGE VIEIRA / CEPLAC EM 30 ARTIGOS (III)
REALIZAÇÕES E HISTÓRIA DA CEPLAC – 1957-2014
1972 – CEPLAC – UMA PERSPECTIVA
Para todos aqueles que viram nascer esta instituição e os motivos que levaram produtores de cacau e Governo Federal a uma decisão, por certo tinham em mente uma ideia e um plano futuro.
Quantos desses homens, idealizadores agora, com o passar de quase 15 anos, conferem suas expectativas, sua imaginação com a realidade concreta dos feitos da nossa CEPLAC.
Sempre estamos técnicos da CEPLAC, agricultores e mesmo, as autoridades do Governo, procurando medidas, formulando normas para julgar e analisar todo esse passado de ação e de feitos. É uma constante ouvir as opiniões, sentir os julgamentos, observar as análises feitas e os seus fundamentos. A imparcialidade, a sinceridade dos propósitos e os critérios de avaliação devem estar presentes, e somente assim, poder-se-á medir e aquilatar os feitos desta organização em todos os aspectos de sua ação agronômica, econômica ou social.
Mas, nosso propósito não é este. Nossa busca, após estes 15 anos, é visualizar o futuro; é imaginar e estabelecer algumas ideias de modelo de instituição, que se propõe a ajudar no desenvolvimento de uma região.
Que poderá ser a CEPLAC nestes próximos 15 a 20 anos? Não discutiremos sobre a sua sobrevivência, porque desde muito está superado o pensamento dos derrotistas; os feitos, as realizações, os benefícios para toda uma coletividade permitem assegurar o desejo e o interesse de todas as classes da população regional, em mantê-la ou mesmo defendê-la contra qualquer problema.
Garantido o pensamento da sua existência, porque assim querem líderes, autoridades, instituições, agricultores, trabalhadores rurais e todos os outros profissionais que aqui vivem e trabalham pelo progresso regional, o que será a CEPLAC nestes 20 anos futuros? Que tipo de organização? Que objetivos e campos de ação?
























































