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Saúde de Ilhéus alerta sobre a importância da vacina contra o HPV

O HPV é uma doença típica das mulheres e sua transmissão ocorre no contato sexual, devendo as precauções ser adotadas desde cedo. Desde a primeira quinzena de abril, 63,01% do público alvo já foram imunizados. A campanha continua em todos os postos de saúde do município.

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), desde o início da vacinação contra o HPV, na primeira quinzena de abril passado, já atendeu 63,01% do público alvo, ou seja, 3.180 meninas na faixa etária de 11 a 13 anos de idade. Entretanto, a supervisora de imunização, Walkíria Souza de Freitas Cardeal, alerta que esta não é uma campanha temporária, como várias outras, o que significa dizer que, as garotas que ainda não se dirigiram aos postos de saúde, devem fazê-lo para ficar protegidas contra o vírus HPV, que é a principal causa do câncer do colo de útero, e também o terceiro tipo mais frequente entre as mulheres, atrás apenas do de mama e de cólon e reto.

Já incluída na rotina de imunização do adolescente, Walkíria Souza destaca a importância da busca pelas meninas na referida faixa etária, uma vez que a vacina HPV possui o reconhecimento da Organização Mundial da Saúde, e além do mais, na rede particular, a mesma vacina tem um custo individual de R$ 500,00, “e cada uma menina tem que tomar três doses para garantir a defesa do organismo, o que equivale a um investimento total de R$ 1.500,00”, afirmou. Ressalta a supervisora de imunização, que, após a primeira vacina, a segunda deverá ocorrer após seis meses, e a última somente cinco anos depois da primeira.

As vacinas continuam disponíveis em unidades como CAE III (antigo Sesp), Salobrinho, Sarah Kubitschek, Centro Social Urbano (CSU), Programas Saúde da Família (PSFs), Nossa Senhora da Vitória, nos dois turnos, manhã e tarde. Iguape, Almiro Vinhais (Avenida Princesa Isabel), e Centro de Saúde Dr. Euler Ázaro (Vilela), pela manhã, Policlínica da Conquista, Centro de Saúde Nelson Costa, Posto Saúde da família de Ilhéus II, Olivença, Vila Cachoeira e o do Hernani Sá.

HPV – O HPV é transmitido às mulheres no contato direto da pele ou de mucosas infectadas através das relações sexuais, transmitindo-se com muita facilidade, sendo, por isso, considerada a mais comum em todo o mundo. Embora o HPV seja bastante perigoso, na maioria dos casos, a cura ocorre espontaneamente, mas, em contrapartida, em outras mulheres, além de produzir lesões, há a possibilidade de se desencadear o câncer de colo do útero, e ainda pode ser transmitido da mãe para o filho durante o parto.

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Secretaria de Comunicação (Secom)

Operação Ilhéus Te Amo concentra serviços de manutenção em diversas áreas da cidade

A ação consiste na promoção de serviços como roçagem, pinturas de meios fios e de equipamentos públicos, limpeza de sarjetas, trabalhos de jardinagem, podas de árvore e remoção de publicidades irregulares.

Operação Ilhéus Te Amo consisti na realização de serviços públicos em vários locais da cidade. (Foto GIdelzo Silva).

Operação Ilhéus Te Amo consisti na realização de serviços públicos em vários locais da cidade. (Foto GIdelzo Silva).

A concentração de serviços públicos de manutenção em uma determinada área da cidade de uma só vez é uma estratégia de potencialização e aceleração das ações que otimizam recursos públicos, apresentando resultados mais rápidos junto a resolução das demandas cotidianas. Roçagem, pinturas de meios fios e de equipamentos públicos, limpeza de sarjetas, trabalhos de jardinagem, podas de árvores, remoção de publicidades irregulares são ações desenvolvidas pela Operação Ilhéus te Amo, desenvolvida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur).

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NOTÍCIAS DA AVEP

CRISPINIANO E HAROLDO VENCEM NA 5ª RODADA

Jogando literalmente sobre águas em razão da maré – e “maré morta” quando acaba!– só começar a vazar depois do início dos jogos –depois da 9 horas– a Avep (Associação dos Veteranos de Esporte Praiano) realizou sua 5ª rodada de “babas de praia” da Temporada 2014 como de praxe na praia da Av. Soares Lopes –imediações do Ed. Santa Clara. No Campo 1 ou Grimaldo deu a equipe do  Capitão Crispiniano – inclusive sendo autor de 3 gols – contra a do Capitão Renatinho pelo escore de 4 a 1. Wendel marcou para Renatinho, e Erisvan completou a goleada para Crispiniano. No Campo 2 ou Martial a equipe do Capitão Haroldo(gols de Ralio e Duda Pantera) ganhou a do Capitão Marconi( gol de Mauricio)  por 2 a 1.

Equipes Campo 1 – (Cap. Crispiniano): Rosivaldo, Djalma Peludo, Tiuba, Mario Cabeça Branca, Erisvan, Cesinha, Dr. Souto, Tabosa, Sena , Dadau e Crispiniano  X  (Cap. Renatinho): Dantas, Valmick, Aragão, Melgaço, Carqueija, Adauto(depois Paulô da Bitway no 2º tempo), Zugaib, Jatobá, Ismar, Wendel e Renatinho.

Equipes Campo 2 – (Cap. Marconi): Zeca, Marcelo(depois Paulo Gois), Galletti, Vado, Heckel, Silva, Luis Eduardo, Danilo, Marconi, Mauricio, Garrancho(depois De Olivença na 2ª etapa)  X  (Cap. Haroldo): Ricardo, Aelson, Jamilton, Maurílio(depois Picolé ao 15 minutosdo 1º tempo), Bacelar, Haroldo(depois Luciano no 2º tempo), Major, Alan Carioca, Luis Humberto,  Ralio e Duda Pantera

Comentário

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No GOTAS DE PAZ

Pense antes de falar.

Há pessoas que não medem as palavras. Falam tudo o que lhes vêm à mente, não pensando nas consequências daquilo que falam. Devemos ter cuidado, pois as palavras tem força e muitas vezes podem criar problemas e situações para nós mesmos e para os outros, com graves consequências. Pesemos aquilo que falamos para os outros, para que o remorso não venha bater à nossa porta mais tarde. Usemos as palavras apenas para confortar, aconselhar, fortalecer, animar, alegrar, enfim, trazer confiança, paz, esperança e alegria para aquele a quem nos dirigirmos. As palavras quando mal utilizadas podem tornar-se pedras que quando atiradas podem ferir profundamente os sentimentos de alguém. Pense nisso!

GOTAS DE PAZ:

http://www.gotasdepaz.com.br/mensagem.asp?MsgID=2662&Msg=Pense%20antes%20de%20falar.&utm_source=Mensagem+06%2F05%2F2014&utm_medium=email&utm_campaign=Mensagem+06%2F05%2F2014

Alfredo Amorim da Silveira

contra foto 06 05 2014

Luiz Castro em: DECOLORES

Não se deixe soterrar

Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.

Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela.
Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair…”.
Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções:

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FICA A DICA!!!

Só pra num virem com a mesma história de sempre…

Estamos de olho!!!

REPAVIMENTAÇÃO_GLAUBER.

REPAVIMENTAÇÃO_GLAUBER.

Grato desde já Atenciosamente, Glauber Barboza Fonseca

PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE ONDE ESTÃO AS 4 SETINHAS (LADO DIREITO).

PESQUISADORES RENOMADOS FARÃO PALESTRA NO 65º SIMPAS EM MINAS GERAIS

Muzambinho, 05 de maio de 2014 – Na próxima semana, entre os dias 12 e 14 de maio, ocorre o 65º SIMPAS (Sistemas Integrados de Manejo na Produção Agrícola Sustentável), que será realizado no Instituto Federal do Sul de Minas – Campus Muzambinho, em Muzambinho/MG.

O objetivo do SIMPAS é disseminar informações idôneas de conhecimentos e técnicas para uma produção agrícola sustentável que consiste na preservação do meio ambiente, na produtividade com qualidade e na rentabilidade do produtor.

Durante o evento, que está dividido em cinco painéis, será debatido o cenário do agronegócio: os desafios da crescente demanda por alimentos, valorização da agricultura, boas práticas agrícolas no uso eficiente de fertilizantes, produção e mercado de sementes e mudas, segurança alimentar, manejo integrado de pragas, resistência e manejo de plantas daninhas, melhoramento genético da soja, produção integrada do café, entre outros.

O 65º SIMPAS será realizado pelo Instituto Federal do Sul de Minas e pela Cooxupé, com apoio das associações: ANDEF, IPNI, ABRASEM, ANDA E ABAG.

Confira a programação completa através do website: http://www.simpas.com.br/home

Saúde: é mais do que hora de valorizar quem de fato merece

Pacientes em macas jogados em meio a corredores de hospitais, demora de meses para a marcação de consultas, fechamento de leitos, falta de medicamentos e profissionais, estrutura sucateada, caos. Esse, lamentavelmente, é o retrato preponderante no Sistema único de Saúde atualmente. Temos certas ilhas de excelência com atendimento irretocável, é verdade. Mas a regra, especialmente para os cidadãos mais vulneráveis, é de assustar. Quase um filme de terror.

Parte dessa derrocada tem uma explicação simples e de conhecimento público: não há dinheiro na saúde. Governo de diferentes matizes subfinanciam o setor há décadas, fazendo com que o Brasil figure em posição vergonhosa em rankings mundiais. Na América Latina, por exemplo, só investimos mais do que Venezuela, Paraguai e Equador. O gasto per capita do SUS para toda a população é de R$ 45,00 por mês. Não dá para pagar nem o estacionamento de alguém que vai a um hospital para uma consulta de emergência.

O Sistema Único de Saúde é o mais avançado programa mundial para assistência universal e integral em saúde, na teoria. Mas é impossível que seja vanguarda na prática sem vontade política e compromisso social.

Hoje, a iniciativa privada investe na área mais recursos do que o Estado. O setor recebe 8,4% do chamado produto interno bruto (PIB), Deste montante, 55% são privados (e beneficiam cerca de 46 milhões de pessoas) e 45%, públicos – para as demandas de todos os 200 milhões de brasileiros.

A fatia estatal representa 3,7% do PIB, um terço mais baixo do que a média internacional, de 5,5% do PIB, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Enfim, os atuais recursos da saúde pública no país ficam muito abaixo do que é investido por nações que também oferecem saúde gratuita, como Reino Unido, Alemanha, Canadá e Espanha. A carência de verbas, naturalmente, alimenta disparidades. Somos a oitava economia do mundo e ocupamos a 78ª posição em mortalidade infantil. É o fim.

As distorções da saúde hoje vão bem adiante, já contaminaram todas as áreas. Na rede suplementar, por exemplo, também se oferece, em regra, serviço ruim e não há acesso adequado a quem paga mensalidades altíssimas aos planos de saúde. Isso ocorre porque operadoras viraram máquinas de fazer dinheiro; não importa o paciente, a assistência. Compromisso social, zero. Toda a engrenagem é voltada a gerar lucros milionários, seja a que preço for.

Não à toa hoje, as relações são absolutamente conflituosas no setor. Médicos, cirurgiões-dentistas e outros profissionais de saúde recebem honorários indignos, que têm inviabilizado e quebrado consultórios e clínicas. Além disso, sofrem todo o tipo de pressões para reduzir exames, internações e outros procedimentos, prática com a qual não compactuam e denunciam constantemente.

Ficam os cidadãos, da forma, expostos. As empresas negam coberturas indiscriminadamente, provocando até mortes, como ocorreu dias atrás em São José do Rio Preto, São Paulo.

É inaceitável que esse panorama permaneça como está. É hora de um movimento social que reúna pacientes, médicos e outros profissionais, distintas instituições da sociedade civil por saúde de qualidade e pela valorização de quem realmente merece: o povo brasileiro.

João Ladislau Rosa, presidente do Conselho Regional de Medicina do estado de São Paulo.

Momento de tensão

Nos últimos meses, vimos aumentar o número de reportagens colocando em xeque a postura de ginecologistas e obstetras. Primeiro, foram as reportagens e denúncias sobre violência obstétrica e depois, o conhecido caso ocorrido no Rio Grande do Sul. O Brasil todo discutiu o que se passou com a gestante que se recusou, com orientação de sua doula, a ser submetida a uma cesárea, a despeito de duas cesáreas anteriores e o feto estar em apresentação pélvica. Diante da negativa da gestante e seu marido, a obstetra que a atendia procurou ajuda judicial. A juíza consultada autorizou a intervenção. Finalmente, a gestante foi conduzida ao hospital para a realização da cesárea, com indicações claras à luz de qualquer tratado de obstetrícia. O caso ganhou repercussão nacional e internacional e todos sabem de seus desdobramentos.

Mais recentemente, estamos vivenciando também o caso de Santos, no qual a Casa de Saúde, numa decisão intempestiva, resolveu que a partir do dia 1º de maio, só atenderia partos e procedimentos obstétricos no horário das 8h às 16h. Exige que todos os procedimentos sejam marcados e não mais atenderá urgências e emergências obstétricas. Estupefatos e incrédulos, vimos que numa canetada se decretou que não mais existiria o determinismo de parto e que sangramentos e abortamentos só ocorreriam em horários determinados. Um descalabro! Nosso valente Professor Delascio, se aqui estivesse, certamente ficaria injuriado, não? Diante disso, a nossa brava e forte Comissão de Valorização Profissional discutiu intensamente os fatos e, com apoio do nosso jurídico, decidiu por uma Minuta de Representação ao Ministério Publico, solicitando providências que garantam assistência integral às gestantes de Santos e Baixada Santista, além de oferecer condições mínimas para um bom atendimento obstétrico. Aguardaremos a evolução e estaremos atentos, sempre na defesa do obstetra e da gestante.

Há quem diga que estas discussões receberam grande enfoque da mídia por se tratar de um movimento orquestrado para atacar os médicos de forma geral. Será isso? Não sei! Sinto que devemos nos debruçar e discutir a fundo o que vem ocorrendo. Entretanto, não desejo aqui me aprofundar no tema e polemizar. O que realmente me causa estranheza é o fato de denúncias de violência obstétrica virem à tona sem uma discussão ampla, sem a posição dos especialistas e dos acadêmicos mais experimentados de nosso país. A discussão se faz na mídia e nas redes sociais, todos se manifestam e o obstetra fica no centro do furacão. Ninguém quer ouvi-lo, ninguém quer saber sua opinião.

A SOGESP não nega que existam maneiras inadequadas de conduzir um trabalho de parto ou indicar um procedimento cirúrgico em nosso meio. Contudo, não podemos aceitar que uma especialidade proba, dedicada ao correto exercício da profissão e a seus pacientes, seja maculada por generalizações.

* Jarbas Magalhães, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo, SOGESP





















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