MULHERES SÃO PRESAS COM DROGAS EM SAMBAITUBA

Na manhã desta última segunda (21) o PETO 70 em parceria com o PETO 68 atenderam à uma denúncia anônima no distrito de Sambaituba, em Ilhéus.
Durante a ação foram encontrados um tablete de maconha de 314 gramas, 7 buchas de maconha, 11 pedras de crack, 2 celulares Samsung, 2 balanças de precisão, material para embalar as drogas, além de um Jabuti, dois pássaros silvestres da espécie “papa-capim” e duas gaiolas.
Jaqueline Silva Brito e Janete Malta da Silva foram presas durante a ação. As duas foram conduzidas juntamente com todo material apreendido à delegacia para os procedimentos legais.
DO ILHÉUS NOTÍCIAS
DECOLORES: FAKE NEWS
A palavra que está na moda é essa “Fake News”, e muitos plantonistas irresponsáveis divulgam fatos que não são comprovados, no intuito e criar celeuma com o caráter de pessoas idôneas. A suposta poderosa imprensa, é especialista nisso, fez de tudo para destruir a imagem do atual Presidente da Republica durante as eleições e continua massacrando a família do Presidente parecendo que não tem outra coisa para divulgar. É uma vergonhaaaaaaaaa.
Recentemente um determinado “cidadão” denominado por Mister M, divulgou através da mídia social de Ilhéus, uma determina matéria desmitificando a pessoa de um cidadão de honra, de caráter, honesto, amigo, Ilheense de coração, que tem relevantes serviços prestados a nossa cidade, de família tradicional que muito fez em prol do Município, doando terrenos no Bairro Estelandia (próximo ao morro da Petrobras) aos mais carentes e inclusive também uma extensa área onde foi edificada a Maternidade Santa Isabel e inclusive ajudou financeiramente na construção do tão sublime empreendimento, que infelizmente chegou no estado precário de total abandono.
A pessoa que Mister M tentou massacrar por ódio, vingança ou até mesmo por inveja, realmente sempre esteve a frente de vários governos municipal por ter sido convidado, devido a sua capacidade, e ao se retirar foi por livre e espontânea vontade, sem ter se envolvido em nenhuma maracutaia.
Gostaria que Mister M fizesse uma busca da vida do cidadão que fora citado junto ao Tribunal de Contas dos Municípios, Ministério Público, etc, para ver se encontra alguma denuncia que venha denegrir sua conduta.
Graças a esse herói Ilheense recentemente salvou nosso Município impedindo a cidade vizinha invadir nosso território, graças á demarcação efetuada palmo a palmo, sendo reconhecido pelos órgãos competentes estadual e federal.
Esse cidadão Mister M, foi agraciado com a Comenda São Jorge dos Ilhéus, entre outros títulos e diplomas que recebeu junto as Forças Armadas, Policia e Clubes de Serviços.
Vale salientar que nós Ilheenses temos muito orgulho de ter um Ilheense desse quilate, quando nos dias de hoje vemos tantos corruptos que fizeram somente dilapidar o erário público e continuam anunciando como os salvadores da pátria e do município.(Deus que nos livre dessa maldição).
Mister M o mertiolate agora voltou arder, e você terá que engolir pois esse Ilheense que você tentou denegrir a imagem, será nosso futuro Prefeito, pois Ilhéus está clamando que assim ele aceite.
Aquele Abraço,
Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.
1) NOSSA HOMENAGEM A UMA GRANDE DAMA DE JUAZEIRO DO NORTE.
2) OS HERÓIS ANÔNIMOS DA PONTE ILHÉUS-PONTAL.
3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »
HOMEM MORRE AFOGADO NA PRAIA DO BATUBA, EM ILHÉUS

DO ILHÉUS 24HS
Na manhã desta sexta-feira (18), um homem identificado como Henrique Lemos Lima se afogou na praia do Batuba em Olivença, na Zona Sul de Ilhéus. Segundo informações recebidas via whatsapp por pessoas que estavam no local, o caso aconteceu por volta das 10 horas e chegou a ser socorrido por banhistas no local, mas o rapaz não resistiu e veio a óbito.
Henrique é de Vitória da Conquista e estava em Ilhéus à trabalho na montagem da estrutura para os shows que acontecem nesta sexta-feira (18) no Batuba Beach. A SAMU chegou a ser acionada, mas ao chegar no local ele já estaria sem vida. O corpo foi levado para o DPT e aguarda a chegada de familiares para os tramites legais.
SAMU de Ilhéus registra aumento de chamadas na linha 192

POR SECOM
O som da sirene das ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) cortando a cidade, significa que é mais um chamado pela vida. Em dezembro último, houve um aumento significativo nas ligações para o número 192. Ao todo, mais de 530 atendimentos em relação ao mês de novembro, um total de 17.830 chamadas. O serviço em Ilhéus dispõe de três ambulâncias básicas, uma avançada e de uma motolância.
Para dar mais celeridade aos atendimentos de urgência e emergência, o prefeito Mário Alexandre determinou a implantação de uma base descentralizada do serviço, na zona sul da cidade, que está localizada na Avenida Tancredo Neves, ao lado do Pronto Atendimento (PA Zona Sul), à margem da Rodovia BA-001 Ilhéus-Olivença.
De acordo com dados da secretaria municipal de Saúde (Sesau), o SAMU de Ilhéus é uma atividade regional e presta suporte médico a oito municípios circunvizinhos. Já a base avançada da zona sul conta com uma ambulância de suporte básico, um médico plantonista que presta atendimento todos os dias da semana, das 8 às 17 horas. Após esse horário, a unidade retorna para a sede, no bairro do Malhado. O equipamento serve como suporte a fim de agilizar o atendimento nesta região de forma mais rápida.
Para o coordenador Regional do SAMU, Cyomar Dias, informa que em dezembro, o número de traumas atendidos pelo serviço móvel foi elevado. “Atendemos cerca de cinco chamadas por dia e graças a Deus, nenhum óbito. Dezembro foi o mês que mais atendemos traumas, mas graças a Deus, nenhum óbito”. “A maioria”, aponta Cyomar, acidentes envolvendo carros, motos, quedas, afogamentos e alguns casos clínicos”.
Atendimentos – Os principais atendimentos feitos pelo SAMU, foram registrados próximos à Olivença. “Do dia 1º para o dia 2 de janeiro, tivemos muitos acidentes na cidade, principalmente na zona sul, em frente à praia de Back Door, e felizmente, conseguimos atender a todos. No local, socorremos vítimas de dois acidentes graves, envolvendo uma criança com apenas 1 ano de idade. Prestamos atendimento rápido e eficaz, justamente pela facilidade do deslocamento de nossa unidade na zona sul, que é um local estratégico”, ressaltou Dias.
Base Zona Norte – Ainda de acordo com coordenador, o município procura um local para a implantação de uma base descentralizada do serviço, também na zona norte da cidade. O estudo do espaço vem sendo realizado em conjunto com o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. “Estamos aguardando a liberação por parte do Ministério da Saúde. O prefeito solicitou novas ambulâncias que irão percorrer nas ruas da cidade. Com uma frota maior, estaremos implantando a base norte, para facilitar a vida dos moradores daquela localidade”, salienta.
Sobre os trotes – Após veiculação da campanha de conscientização realizada pelo município em diversos segmentos de comunicação, os trotes tiveram diminuição significativa. Um levantamento apontou que, de cem ligações, 80 se tratavam de trotes, e, atualmente, quase a metade. “O que nos deixa ainda mais indignados, é que o trote, na sua grande maioria é realizado por adultos. Ainda é preciso se ter mais consciência das consequências de tal ato absurdo”, Manifesta Cyomar.
DECOLORES
Vou-me embora pra Pasárgada – Lá sou amigo do rei/Lá tenho a mulher que eu quero/Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada/Vou-me embora pra Pasárgada/Aqui eu não sou feliz/Lá a existência é uma aventura/De tal modo inconsequente/Que Joana a Louca de Espanha/Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente/Da nora que nunca tive/E como farei ginástica/Andarei de bicicleta/montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo/Tomarei banhos de mar!/E quando estiver cansado/Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água/Pra me contar as histórias/Que no tempo de eu menino/Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo/É outra civilização/Tem um processo seguro/De impedir a concepção/Tem telefone automático/Tem alcalóide à vontade/Tem prostitutas bonitas/Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste/Mas triste de não ter jeito/Quando de noite me der/Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero/Na cama que escolherei/Vou-me embora pra Pasárgada.
Texto de Manoel Bandeira – extraído do livro “Bandeira a Vida Inteira”
Quando ainda estudante do IME tive dificuldade de decorar esse texto do escritor Manoel Bandeira, visto que achava um sonho do autor bem como não entendia porque ele queria ir embora do local onde morava.
Hoje, no entanto após 68 anos de idade passei entender o autor e dar razão dos motivos pelo qual ele se propôs, isso porque vivemos no melhor país do mundo que é o Brasil onde diariamente constatamos os inúmeros casos de corrupção principalmente de políticos em todas áreas da federação e que certo seguimento da imprensa que se considera a maior do país, defende de unhas e dentes esse tipo de bandidagem através de seus noticiários, novelas e reportagens fantasiosas.
Os Estados que eram considerados riquíssimos hoje estão quebrados pelos mesmos motivos e o povo reelege seus governantes.
As prefeituras coitadas, tem suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios, e o povo reelege o prefeito, esse por sua vez consegue enganar o povo e elege seu filho, depois retorna ao poder e finalmente a esposa também é eleita e as vezes também é eleita a deputada estadual ou federal.
As Câmaras de Vereadores por sua vez faz de conta que legisla, aprova as contas do alcaide quando o TCM rejeita, e assim vamos vivendo de amor.
É por isso que autor quer IR EMBORA PRÁ PASÁRGADA! … (CIDADE IMAGINARIA)
Luiz Castro
Bacharel Administração de Empresa
Para a LBV, proteger a infância é acreditar no futuro
Iniciativa beneficiará crianças e adolescentes de famílias em situação de vulnerabilidade social
A Legião da Boa Vontade (LBV) iniciou mais uma importante campanha de mobilização social em apoio à educação brasileira: Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! A iniciativa visa angariar doações e entregar no início do ano letivo, 19 mil kits de material pedagógico para crianças e adolescentes atendidos pela Instituição e por organizações parceiras nas cinco regiões brasileiras.
Os kits são compostos por itens como mochila, cadernos, lápis, régua, canetas, estojo, dicionário entre outros. A campanha tem como objetivos principais auxiliar os pais que não dispõem de recursos financeiros para a compra do material escolar e motivar crianças e adolescentes a frequentar a escola e a continuar os estudos. Para a realização da campanha, a LBV conta com a solidariedade do povo e de seus colaboradores, voluntários, amigos e parceiros e o apoio imprescindível dos meios de comunicação para a divulgação dessa ação solidária.
As doações podem ser feitas no site www.lbv.org ou pelo tel. 0800 055 50 99. Outras informações ainda podem ser obtidas acessando as páginas oficiais da LBV no Facebook, no Instagram e no Youtube, por meio do endereço “LBVBrasil”.
Fiéis e turistas celebram a lavagem das escadarias da Catedral de São Sebastião em Ilhéus

Por secom
Religiosos e turistas movidos pela fé, devoção, música e alegria tomaram conta da celebração da tradicional lavagem das escadarias da Catedral de São Sebastião, na praça Dom Eduardo, localizada na avenida Sores Lopes, nesta quinta-feira (17). O início das festividades, uma das mais importantes manifestações religiosas de Ilhéus, ocorreu no Sindicato dos Estivadores, às 9 horas, com batucadas, fanfarras e samba de roda comandados pelos líderes religiosos de matrizes africanas.
O cortejo de fé arrastou uma multidão, que saiu da Avenida Dois de Julho às 10 horas, e percorreu as principais ruas do centro histórico, em direção as escadarias da Catedral, local onde acontece o ritual candomblecista. Durante o cortejo, turistas brasileiros e estrangeiros, desembarcados do navio MSC Fantasia, juntaram-se aos fiéis religiosos, que seguiam ao lado dos grupos afros Dilazenze, Rastafari, Mini Congo, Zambiaxé e da banda de sopro dos estivadores, Guarda Embaixo.
Ritmo e fé – Baianas com trajes típicos carregavam quartinhas de cerâmica, contendo água de cheiro e flores, e seguravam vassouras para realizar a limpeza das escadas. A beleza do cortejo ficou por conta dos grupos de terreiro Ilê Axé Ballomi, de Pai Toinho; Sultão das Matas; de Mãe Carmosina; o terreiro de Gilmar e Anailton, do Teotônio Vilela, terreiro de Mãe Jeci, do Alto do Coqueiro. Muitas pessoas vestidas de branco acompanhavam o trajeto arrastado por um mini trio no ritmo percussionista dos blocos afros.
A ilheense e estudante, Luna Argolo, frequenta a festa há bastante tempo, e contou que os momentos mais legais para ela foram o desfile das baianas e a lavagem das escadarias. “Todo ano participo, essa festa é maravilhosa para o turismo de Ilhéus. É notório ver a alegria dos turistas ao vivenciar a nossa cultura de perto” comentou.
Pela primeira vez, o mineiro Nilton Barbosa veio para a cidade e disse que foi surpreendido com a festa. “O ponto mais alto da celebração foi ver a multidão unida pela fé e devoção. Isso só se vê na Bahia” exaltou.
ACORDA, PRINCESA, E DÁ UM RUMO À TUA VIDA!
É natural que um município constitua uma identidade própria a partir da sua principal atividade econômica, seja ela de cunho agrícola, industrial, comercial, turístico, etc. Não é preciso sairmos do estado da Bahia para citar alguns exemplos. Camaçari: polo industrial, Feira de Santana e Santo Antônio de Jesus: comércio, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães: agricultura da soja.
UMAS E OUTRAS DA CIDADE (XXVII)
(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)
Na Bahia tudo indica que logradouros com nomes oriundos da iniciativa popular pegam mais do que nomes oficiais. A Praça da Irene (oficial: Praça Castro Alves) aqui na Capitania dos Ilhéus e a Avenida Paralela (oficial: Av. Luís Viana Filho) em Salvador, são exemplos emblemáticos; isso sem os oficializados Morro do Gato, Praça da Piedade, Rua da Forca, curiosos nomes dentre outros tantos da capital baiana.
Em Bebel, não fugindo à regra, essas criações também abundam como Rua Lisa, Rua do Sapo, Rua do Porto, derivadas na ordem, e na época, da recém-implantadas placas de cimento na pavimentação; da grande quantidade (as alagações pluviais eram constantes nesta via) do referido anfíbio; e da relação direta com o cais-porto no Rio Jequitinhonha. Av. Mal Deodoro, Rua 23 de Maio e Av. Pres. Getúlio Vargas são os respectivos nomes oficiais. Mas é da ‘Rua do Sete’ (Coronel José Gomes para o endereçamento postal), cutucada pelas recordações de três membros de um grupo no WhatsApp, que a presente XXVII Notas… quer se ater. ‘Do sete’ se prende à existência de um quarteirão em que sete casas residenciais se igualavam pelas medidas, fachadas (2 janelas e uma porta) e telhados e por ligadas umas às outras por paredes-meias. Uma, a de esquina, viria a ser modificada, passando a ter somente três portas para servir de ‘venda’ (a mercearia de hoje) com um bar ao fundo interligado. Cortada ao norte pela Travessa Santos Dumont, que divide outro quarteirão, este estabelecimento comercial (de novo, fora transformado em residência) esquinava com o Clube dos Artistas (hoje Câmara de Vereadores). Na parte sul o quadrado das sete casas se limita com a Travessa 15 de Novembro que por sua vez ‘extremava’ com o Largo da Usina e um imóvel, imóvel este onde funcionava a tipografia que editava o Diário Oficial do município, a Usina Termoelétrica da cidade, dois açougues e um espaço que a prefeitura o mantinha alugado para comércio. Como o prédio era tido como de valor histórico imensurável, as lembranças apontam que sua cedência junto com o largo, ao Banco do Brasil (entre 1989 e 1993) pelo prefeito, Luís Guimarães, no afã de implantar a agência bancaria, deu um rebuliço danado na cidade.
Na interlocução via zap Nevandy Melo relembra o frondoso abacateiro no quintal do vizinho e os galhos a penderem para o da casa de seus pais e de ela não titubear em surrupiar, driblando a vigilância da mãe, os robustos abacates. Também recorda o compartilhamento de uma cisterna no meio da cerca com o outro meeiro. A professora Nélia Rabelo ressalta que quem construiu as casas geminadas foi Antônio de Astério, um tradicional construtor de Bebel e que morava nas imediações. Já Maria das Graças menciona os antigos moradores e suas famílias como o seu pai professor Ricardo, a sua avó Euxordia Lemos, o cabelereiro Diogenes Barbeiro, seu Ananias, Anibal, Melito Melo (pai da Nevandy), dona Morena Rabelo (mãe de Nélia), a enfermeira Benita, seu Marivaldo Carneiro, a vovó Macaria e os irmãos Figueiredo: Jonas, Tavinho e seu Paixão, este, um dos pioneiros na transformação arquitetônica do conjunto habitacional ao transformar em sobrado um imóvel adquirido. Os pães ‘jacaré’,
‘peito de moça’ e de outros formatos –deliciosos, afirmam– da padaria de seu Agostinho e os coquinhos de mane-velho, caxandó, a burundanga, o ingá, o jataí entre outros ‘piteis’ da flora belmontense, do quitandeiro Oseias, comerciantes da Rua do Sete, não foram esquecidos.
O recinto etílico funcionava assim como um ‘reservado’ de acesso restrito. Certa feita este escrevinhador e dois parceiros, adolescentes de idade parelhas e ainda parcimoniosos no consumo do ‘suco de cevada’, usando da carta branca para adentrar, tivemos o prazer de assistir uma passagem deveras aplaudível. Aboletamo-nos numa das parcas mesas existentes no salão e por acaso ficamos em frente a duas figuras conceituadas da cidade que travavam, meio uma cerveja e outra e um trago e outro da ‘marvada’, uma verdadeira batalha de palavras centrada numa tal Madama Butterfly: Prof. Ricardo, maestro da Filarmônica Lyra Popular, e o advogado Dr. Bazinho. A veemência com que o primeiro defendia ser a ‘Madama’ uma ópera e o segundo, idem, uma opereta, nos fazia, mesmo sem aquele entendimento, interessar pela discussão. Hora de picar a mula, já com os raios solares se ofuscando no ambiente, nossa opinião, irrelevante, claro, como a dos demais mesários se coadunaram: não houve vencedor. Depois de alguns anos, a leitura em língua lusitana a respeito, mostrou que Madame Borboleta se tratava de uma famosa peça teatral-musical italiana, por sinal, ópera, dissipando a ignorância do escrevinhador.
O logradouro não resistiu às transformações físicas impulsionadas pela natural evolução no tempo, mas Rua do Sete, atravessando gerações, vem se perpetuando na memória dos belmontenses.
Heckel Januário
Em tempo: Como dito, este breve relato foi aflorado pela bate-papo recordativo de Nevandy, Graças e Nelia, belmontenses que em idades tenras, residindo com seus pais neste conjunto da rua, foram testemunhas presenciais de histórias do lugar.
Em tempo2: Os proprietários do bar foram os irmãos Menezes: Bebeto e depois Onildo, de considerada família de Bebel. E Filhos do Jequitinhonha é a denominação do aludido grupo da internet.
Em tempo3: Dizem especialistas em toponímia que na Bahia um dos fatores de nomes populares em logradouros dominarem os de batismo oficializado, resulta da informalidade, e óbvio, da criatividade do baiano.
POLICIAIS EVITAM ASSALTO DURANTE VELÓRIO EM ITABUNA E APREENDEM ARMA DE FOGO

Do ilhéus notícias
Policiais do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) frustraram uma tentativa de assalto durante um velório na tarde de hoje (16), por volta das 14h40, no bairro Pontalzinho em Itabuna.
O assaltante conseguiu evadir do local e deixou a arma cair ao fugir dos policiais que realizavam ronda tática na localidade.
O revólver calibre 22, marca Rossi de numeração suprimida, juntamente com sete cartuchos do mesmo calibre, foram apresentados na 1ª Delegacia em Itabuna, enquanto a guarnição permanece na busca do meliante foragido.
A maior das reformas: a do ser humano
Paiva Netto
A Terra é belíssima! Convida ao sucesso. Mas o ser humano nem sempre tem sabido respeitá-la. Por isso, a reforma precípua é a dele próprio. Urge, neste término de século e de milênio, que esta preceda as demais. Daí a importância da Educação com Espiritualidade Ecumênica, o mais seguro passo que uma nação pode dar em favor da liberdade de seu povo, pois, quanto mais ignorante for, mais escravo será.
A vida é uma conquista diária. Lição de Fé Realizante a todo momento solicitada, para que não venhamos a cair na ociosidade, mãe e pai dos piores males que assolam o Espírito e enfermam consequentemente o corpo físico e o social.
Na verdade, não basta ter agido bem ontem. Necessário se faz melhor caminhar hoje e ainda mais gloriosamente amanhã.
Água parada: lodo. Vida ociosa: inferno
Bem a propósito estas palavras do filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860): “Aristóteles dizia com acerto: ‘A vida consiste em movimento e nele tem sua essência’ (De Anima, I, 2). Em todo o interior do organismo, impera um movimento incessante e rápido. (…) Se houver uma ausência quase completa de movimento externo, como ocorre na maneira de vida sedentária de inúmeras pessoas, então nascerá uma desproporção gritante e perniciosa entre a calma exterior e o tumulto interior, pois até o constante movimento interior quer ser apoiado pelo exterior”.
Observou Goethe (1749-1832) que “Uma vida ociosa é uma morte antecipada”.
E o escritor irlandês Oliver Goldsmith (1728-1774) sugere: “Tal como a abelha, façamos do nosso ofício a nossa satisfação”.
Deus é o Criador do Universo, Magna Vida, na qual sobrevivem todas as Suas criaturas. O Cosmos é, pois, dinâmica. Jesus, o maior dos pensadores, sintetiza tudo: “Meu Pai não cessa de trabalhar” (Evangelho, segundo João, 5:17).
É, portanto, obtusa a ideia de um paraíso de desfrutáveis tocadores de harpa, ditos salvos, mas, na verdade, pelo que parece, totalmente despreocupados com o sofrimento dos seus Irmãos. Tal lugar não pode ser o Paraíso de um Deus de Amor, cujo Filho Primogênito veio à Terra pregar a Solidariedade sem fronteiras. Cabe-lhe melhor, àquele pseudoparaíso, o título de inferno.
Neste acentuado transcurso de tempos, nenhum país poderá progredir sem promover Desenvolvimento Social e Sustentável, Educação e Cultura, Arte e Esporte, com Espiritualidade Ecumênica, a fim de que haja Consciência Socioambiental, Alimentação, Segurança, Saúde e Trabalho para todos os seus componentes, despertando neles a Cidadania Planetária.
A existência humana sem atividade produtiva e lazer é a própria morte para o cidadão.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br
www.boavontade.com



































































