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:: 23/jan/2013 . 13:26

Preço interno do cacau pode melhorar nos próximos meses

Os produtores de cacau da Bahia estão comemorando a volta das chuvas, que deve evitar a queda da produção do próximo Temporão, mas, estão ainda, sofrendo com os preços de comercialização. De safra em safra, o receio dos produtores com o preço se repete. E mais uma vez, o ano iniciou com a cotação no mercado interno em baixa, dificultando novos investimentos na lavoura e desanimando grande parte dos produtores.

De acordo com o analista de mercado, Thomas Hartmann, os preços estão baixos por causa da queda simultânea das cotações mundiais e do diferencial pago pelos compradores locais em relação com as cotações na Bolsa. “Ambas as quedas foram causadas pela existência de estoques elevados de cacau e perspectivas de ampla produção num quadro de consumo estagnado em termos mundiais, embora esteja em expansão no Brasil e alguns outros mercados emergentes, mas que representam uma parcela relativamente pequena do consumo global”, informou Thomas.

Muito influenciado pelo mercado internacional, o valor oscila bastante e o futuro dos preços é incerto, além disto, diversos fatores influenciam a formação no mercado interno, como o prêmio pago pelas indústrias. Mas, ainda de acordo com Hartmann, não haverá uma alta significante, mas deverão ocorrer elevações nos preços. “Não há perspectivas de uma alta significante das cotações externas, mas poderá haver uma elevação dos diferenciais pagos no mercado interno dentro dos próximos 2-3 meses.”, afirmou o analista.

Ontem, 23, o contrato de Março/13 em Nova Iorque fechou em baixa de $72 cotado a $2213 no horário oficial e terminou o dia em $2223. O mesmo contrato em Londres caiu £40 para fechar em £1443. Os volumes negociados somaram 33.483 contratos em Londres e cerca de 35.000 em Nova Iorque. Os preços no mercado do produtor da Bahia baixaram para R$63,00 –63,50/arroba.

Fonte: Mercado do Cacau

Publicado na Itália

História Infantil de Cyro de Mattos
Que Acontece Durante o Carnaval
Da Bahia É Publicada na Itália

O livro “O Menino e o Trio Elétrico”, do escritor baiano Cyro de Mattos acaba de ser publicado na Itália, pela Editora Romar, de Milão, com ilustrações da brasileira Petra Elster e tradução da poetisa italiana Mirela Abriani. O livro foi publicado no Brasil pela Editora Saraiva, coleção Mindinho e Seu Vizinho, e já se encontra disponível em forma digital (eBook). “O Menino e o Trio Elétrico” conquistou em 2008 o Prêmio Maria Alice de Lucas, da União Brasileira de Escritores, Seção do Rio do Janeiro.
A narrativa infantil “O Menino e o Trio Elétrico” conta a história de Chapinha, um menino negro, de oito anos de idade, que vende amendoim torrado nos ônibus de Salvador para ajudar no sustento a mãe e a avó, que moram numa casa pobre perto do Dique do Tororó e vivem com dificuldades. Ele sonha em brincar um dia o carnaval em um desses blocos de arromba que saem atrás do trio elétrico, com seus astros famosos, mas não consegue porque não tem dinheiro para comprar seu abadá.
Essa história do autor baiano trata pela primeira vez na literatura infantil brasileira do tema que aborda o carnaval baiano com seus famosos trios elétricos, que virou hoje coisa para turista e rico, e dos que não podem participar da festa. Para um menino pobre como Chapinha, o seu sonho é algo quase impossível de se realizar, porque um abadá a vestimenta que identifica um bloco, chega a custar muito dinheiro. Na história de Chapinha e o trio elétrico cabem todos os cheiros de Salvador, com suas ladeiras e becos, santos e orixás, alegria de seu povo no agito de uma festa que faz a cidade trepidar por todos os cantos.
È o próprio autor que conta como foi motivado para escrever a história:
“Certa vez eu estava dando um passeio pela orla de Salvador quando vi um menino negro entrar no ônibus para vender amendoim torrado aos passageiros. A festa do carnaval ia acontecer dali a uma semana. Ia mexer, como sempre, na “alma” da cidade de todos os santos e orixás, transformando-a numa onda de alegria, feita de ritmos e cores vibrantes, com os foliões pulando, cantando, abraçando e beijando… na maior felicidade..
“Ao retornar ao hotel à noite, imaginei como seria a vida daquele menino durante o carnaval, vendendo amendoim enquanto a cidade se divertia. Foi assim que começou a nascer esta história dentro de mim. Não vou contar se a história de Chapinha termina com a vitória da tristeza e a derrota da alegria. Bem, isso eu deixo para você ler e sentir comigo todos os lances marcantes do primeiro livro que escrevi para meninos de todas as idades, ambientado na cidade de Salvador, Bahia, com seus dias embalados na folia.”

Transito

Ilhéus tem que entra uma pessoa que faca o transito melhora em salvador devido a chuva os semáforos ficarão no amarelo piscaste e devido o transtorno já tão tudo voltando ao normal mas aqui em ilhéus foi colocado no piscaste e com tanto transtorno na 13 de maio e na praça cairu ainda continua a mesma coisa ta vendo que isso não ta dando certo se era pra fazer um teste já tem mais de 20 dia nesse teste que não da certo era só pega e muda os tempos de um sinal por outro mas vai ter gente burra assim nessa secretaria de transito precisamos muda e logo jabes vc não ta vendo isso não muda logo que não ta dando certo não.


Alan Marques Santos

Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”.

Os Lavigne

Os Lavigne

A família Lavigne, uma das mais antigas e tradicionais de Ilhéus, está radicada em nosso meio há aproximadamente duzentos anos. Toda ela descende do francês Louis Gaston Lavigne que veio para o Brasil em 1816 com seu pai, François Gaston Lavigne, um dos componentes da Embaixada Artística de Taunay.

Louis casou-se com a alemã Maria Bonin, pertencente a uma das famílias de emigrantes fixadas na Colônia de São Jorge da Cachoeira de Itabuna. Dedicou-se à agricultura e instalou sua fazenda às margens do rio Itaipe, onde desbravou a mata e estabeleceu plantações de algodão, café, cereais, cana de açúcar e cacau, além de uma serraria movida à água, para o aproveitamento da madeira da região.

Instruído e trabalhador, sempre se opôs à idéia da monocultura. Possuía horta, pomar e jardim na fazenda. Criava animais das mais diversas espécies e mantinha a família e os empregados quase exclusivamente com os produtos da propriedade. Comprava apenas sal, roupas e remédios. Plantou quatorze mil cacaueiros balizados, no ribeirão da Timbuíba, que ainda hoje produzem.

Austero, honrado, toda a sua vida foi um exemplo de trabalho e dignidade. Deixou oito filhos: José, que se casou com Catarina Schaun; Luis, que se casou com Leonina Augusta Sá; Joaquim Roberto; Pedro; François, casado com Olímpia Faria; Josefina, casada com Domingos José de Lemos; Luiza e Virgínia, casada com Félix Mariano Cardoso e Silva.

A segunda geração dos descendentes de Louis Gaston Lavigne forma uma árvore frondosa, com raízes firmemente plantadas nas terras de São Jorge dos Ilhéus.

Dentre eles destacam-se, pela sua participação na vida política e administrativa do município, Eusínio Gaston Lavigne, que foi um dos grandes prefeitos que a cidade teve e Arthur Lavigne, que foi Vice Intendente de Ilhéus em 1908, eleito por João Mangabeira, seu correligionário, governou o município até 1912, pois João Mangabeira foi eleito Deputado Federal. Reelegeu-se para o período de 1912/1916, mas só ficou até 1914 quando foi substituído pelo Coronel Pessoa. Foi também suplente de Deputado Federal, chegando a exercer o cargo.





















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