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:: ‘Falaê’

Rosana Braga em: Tá sozinho? Aproveite o agora para ser dar ainda melhor depois!

Você já deve ter ouvido aquela metáfora do copo com água até a metade, que nos convida a refletir sobre o que enxergamos: meio copo cheio ou meio copo vazio? Bem, a ideia é averiguar se temos olhado as circunstâncias a partir do que está faltando ou a partir do que já existe. E pretendo seguir por esta linha, ao falar de estar ou não vivendo um relacionamento atualmente…

Considerando que foi estabelecido até o “Dia do Solteiro”, partimos do princípio de que há algo a ser comemorado por quem está só. Apenas por esta razão, já temos um ângulo positivo sob o qual a questão pode ser vista. Mas sabemos que o “buraco é bem mais embaixo”. Ou seja, embora algumas pessoas realmente saibam aproveitar a solteirice, outras, porém, sentem-se profundamente angustiadas ao se constatarem “sozinhas”.

Em primeiro lugar, penso que, para quem deseja viver um grande amor, aprender a estar solteiro e feliz de verdade é fundamental! Algo mais ou menos como saber apreciar uma música justamente por conhecer o silêncio. Ou conseguir sentir o calor do sol sobretudo por já ter sentido a ausência dele. Enfim, o que quero dizer é que não dá para aprender a se entregar e a valorizar um relacionamento feito gente grande se você não sabe vivenciar a sua solteirice. São dois lados da mesma moeda! Questões inseparáveis.

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Marli Gonçalves em: Os desavergonhados

 Com a permissão de vocês, daqui vou abrir fogo de vogais e consoantes contra eles, vocês bem sabem quem, todos eles, usando minha metralhadora de letras: dissimulados, desaforados, mentirosos, desonestos, safados, enganadores, hipócritas, mascarados, insolentes e indolentes, atrevidos, cínicos, asquerosos, repulsivos, desagradáveis, repelentes, torpes, repugnantes, sórdidos, descarados, vis, ordinários, tratantes, velhacos, biscas ruins, espertalhões, embusteiros, trapaceiros, impostores, caras-de-pau, enganadores, falsos, rancorosos, tenebrosos, traiçoeiros!

Pápápápápápápápá. Ratatá… Ratatá …Ratatá Ratatatatatá.

Tem mais sugestões? Deve mesmo existir mais algumas dezenas de palavras para dizer para eles todos, esses zinhos (e infelizmente, algumas zinhas) que, com suas ações e decisões, nos atingem e nos tornam tão mais infelizes e sem esperança. Nos ameaçam e reprimem. Nos dão medo e nos fazem temer por tudo, desde a ida de alguém querido até ali, a padaria, até o que será que vai sobrar da corrosão interna implantada no país. Iguais pragas daninhas florescem nas sombras, nos corredores e gabinetes, nas mansões e carros de último tipo e agora também em aviões, helicópteros, jatinhos. Só falta se articularem em balões e começarem a mandar mensagens entre si usando as pipas das crianças. Celulares atirados com arco e flecha para dentro dos presídios, ah, isso já fazem.

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Coluna Carlos Brickmann / Pelé, suspeitíssimo,

Está nos arquivos do Departamento de Ordem Política e Social, o Dops paulista, aqueles arquivos que estavam escondidos numa sala sem identificação numa delegacia de Santos: Pelé foi investigado pela Polícia política da ditadura.

Nada estranho: aquela Polícia, que apreendeu livros sobre Cubismo achando que se referiam a Cuba, tinha mesmo de investigar uma pessoa tão esquisita. Pois não é que as autoridades foram informadas de que o elemento atirava bem com os dois pés e era artilheiro? Esse negócio de civil ser artilheiro é irregular. Artilheiro é da arma da Artilharia, e o indivíduo dela não fazia parte. Subversivo, pois. Pior: queria ensinar os brasileiros a votar. Tentava ocupar o lugar das autoridades, que ensinavam o povo a votar no partido do Governo em nome do Brasil Grande. Ou o indigitado repetia o que as autoridades diziam, sendo portanto um simples puxa-saco, ou as contrariava, sendo portanto suspeito de subversão.

Havia mais coisas graves. Quando o elemento disse que precisávamos pensar nas criancinhas, induziu a população, de maneira insidiosa, a acreditar que as patrióticas autoridades investidas dos poderes públicos, com apoio das Forças Armadas unidas e coesas, não pensavam nelas o suficiente. Subversão disfarçada, mas que as autoridades responsáveis por nossa segurança souberam captar.

E foi o elemento o responsável pela intromissão estrangeira em nossa nação. Os franceses o chamavam de Le Roi – o rei. Queriam os imperialistas franceses, à sorrelfa, mudar nosso regime republicano. Era preciso ou não investigar tudo?

O direito dos incomuns

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Maria Regina Canhos Vicentin em: Adeus amizade

Nem tudo o que termina tem um gosto amargo, mas algumas coisas têm. Uma amizade, por exemplo. Às vezes, a gente se engana quando pensa que tem um amigo, e as circunstâncias da vida mostram o contrário. Amigo é uma coisa, colega é outra; mas, a gente fica em dúvida quando gosta muito de um colega. A gente passa a considerar que é um amigo, ainda que, no fundo, não seja. A gente acha que é; engana-se, “quebra a cara”. A gente se magoa e fica triste, mas tem de aceitar que cada pessoa possui o direito de escolher seus amigos, e entender que nem sempre somos escolhidos.

Pior que perder um amigo pela distância imposta, é perdê-lo repentinamente por um descuido qualquer, uma desatenção ou no calor de uma discussão. Talvez não exista nada tão triste quanto constatar anos de engano através de um simples olhar. Olhar irado, tormentoso, colérico. Olhar que não existiria se houvesse mútua afeição. Isso corta o coração da gente como a descoberta de uma traição. Chega a doer fisicamente quando a gente percebe que estava gostando da pessoa errada, simplesmente porque ela não estava gostando da gente. Machuca muito na hora e depois, quando a gente começa a se lembrar de tantos momentos que, considerava, haviam sido verdadeiros e bons.

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Radiografia da corrupção

Carlos Alberto Di Franco

Muitos leitores, aturdidos com a extensão do lodaçal que se vislumbra na onda de corrupção reiteradamente denunciada pela imprensa, manifestam profundo desalento. “Não vai acontecer nada. Os bandidos não estão na cadeia, mas no comando do Brasil.” O comentário foi-me enviado por um jovem universitário. É tremendo, pois reflete o sentimento de muita gente.

O governo de Dilma Rousseff, sustentado por uma coligação pragmática e aética que foi concebida por seu antecessor, é, rigorosamente, refém do crime organizado. O mensalão do PT, que dificilmente será julgado em tempo hábil pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foi o primeiro lance. Representou o pulo do gato, o caminho das pedras de um projeto de poder autoritário, corrupto e corruptor.

A presidente da República, fustigada por escândalos no seu governo que brotam como cogumelos, tem sido rápida na tomada de providências. Ao contrário do antecessor, Dilma não é, aparentemente, leniente com a corrupção. O Ministério dos Transportes, por exemplo, foi palco de uma enxurrada de demissões. Mas uma coisa é o feudo do PR. Outra, bem diferente, são as capitanias hereditárias do PMDB. Aí, sem dúvida, o discurso de Dilma é diferente. Em vez de apoiar ação saneadora da Polícia Federal (PF), Dilma classificou como “acinte” a sua conduta em operação por suspeita de desvios no Ministério do Turismo. A presidente ficou furiosa ao ver a foto de um dos detidos chegando algemado a Brasília. Irritou-se também por, supostamente, não ter sido informada previamente da operação policial.

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Se escola fosse estádio e educação fosse Copa

Jorge Portugal

Passei, nesses últimos dias, meu olhar pelo noticiário nacional e não dá outra: copa do mundo, construção de estádios, ampliação de aeroportos, modernização dos meios de transportes, um frenesi em torno do tema que domina mentes e corações de dez entre dez brasileiros.

Há semanas, o todo-poderoso do futebol mundial ousou desconfiar de nossa capacidade de entregar o “circo da copa” em tempo hábil para a realização do evento, e deve ter recebido pancada de todos os lados pois, imediatamente, retratou-se e até elogiou publicamente o ritmo das obras.

Fiquei pensando: já imaginaram se um terço desse vigor cívico-esportivo fosse canalizado para melhorar nosso ensino público? É… pois se todo mundo acha que reside aí nossa falha fundamental, nosso pecado social de fundo, que compromete todo o futuro e a própria sustentabilidade de nossa condição de BRIC, por que não um esforço nacional pela educação pública de qualidade igual ao que despendemos para preparar a Copa do Mundo?

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Assassinato de Patrícia Acioli não intimidará a magistratura

Antonio Cesar Siqueira*

O covarde assassinato da juíza Patrícia Acioli, um verdadeiro desacato às instituições e ao Estado de Direito, não intimidará a Magistratura brasileira e fluminense. A inquietação nacional quanto à sua segurança não interferirá no seu trabalho, fundamental para a sociedade e para que tenhamos um país com menos criminalidade e violência.

É lamentável observar que, a cada dia, há mais juízes de direito ameaçados pelo crime organizado. A grave situação preocupa muito e tem sido objeto de atenção da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e do próprio Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Garantir a sua segurança é uma prioridade, pois sua atuação soberana é essencial para a prevalência da justiça como parâmetro de uma sociedade livre e harmoniosa.

A estrutura de segurança do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro tem elevado padrão de qualidade. Tanto assim, que é considerada modelo para todos os tribunais brasileiros. Infelizmente, o crime organizado parece cada vez mais ousado e disposto a romper todos os limites para ameaçar o Estado de Direito e a tudo e todos que se opõem à sua deletéria e desprezível atuação.

Toda essa afronta, contudo, será em vão! Embora chocada, triste e em luto pelo cruel assassinato da juíza Patrícia Acioli, a Magistratura fluminense não irá intimidar-se e tampouco recuará. Ao contrário, intensificará sua ação no sentido de colocar a Justiça, com força cada vez maior, como ferrenha combatente do crime organizado.

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Maria Regina Canhos Vicentin em: O necessário preparo

Preocupa-me a forma como os jovens encaram o exercício da parentalidade hoje em dia. Muitos parecem querer ter filhos apenas porque isso é o mais usual e, normalmente, acontece com a prática de relações sexuais. Quase não existe preparo para este momento de suma importância na vida do casal e, por extensão, de toda a sociedade. Antigamente as mulheres eram orientadas desde meninas em relação aos cuidados que deveriam ter com as crianças pequenas. Tinham conhecimento do serviço doméstico. Sabiam cozinhar, lavar, passar, bordar. Atualmente, perdoem a franqueza, não sabem nada dessas coisas. Entendem é de celular, Orkut, Facebook, MSN. Os meninos possuem os mesmos conhecimentos. Escrevem incorretamente. Exageram nas gírias e no culto ao corpo. Preocupam-se com futilidades, descuidando-se do principal. Preparar-se para formar uma família é essencial.

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Coluna Carlos Brickmann / “Me engana que eu gosto”

Como disse a presidente Dilma Rousseff (quando é que seu ministro Celso Amorim irá chamá-la de “Nossa Guia”, como fazia com o presidente Lula?), o Brasil está mais bem preparado para esta crise do que para a de 2008. Claro: a inflação superou não apenas a meta, mas também a margem de tolerância, o Brasil gasta US$ 60 bilhões por ano além do que recebe em suas relações com o Exterior, parte das indústrias sobreviventes está mudando de país, partidos aliados se rebelam contra o Governo – também, que mania é essa de prender ladrão?

Não, o Brasil não está tão bem preparado assim (aliás, ninguém está – talvez apenas os Estados Unidos, que têm aquela fabulosa maquininha de imprimir dólares). Se os países desenvolvidos reduzem seu consumo, quem lhes deixa de vender alimentos é o Brasil. Pior: deixam de comprar produtos industrializados da China – e a China reduz suas compras de matérias-primas brasileiras. Pior ainda: se a China reduzir sua produção, seu mercado interno se encolhe, e de novo os alimentos brasileiros sofrem o impacto. E tudo isso significa menos empregos.

Quer dizer que os chineses vão comer menos? Provavelmente não; mas vão pagar menos por eles, como também procurarão forçar a baixa no preço das matérias-primas que nos importam, já que a procura por seus manufaturados tende a cair. Esse tipo de ação afeta grandes empresas brasileiras, como Vale, como frigoríficos, como produtores e exportadores de soja. É por isso que a Bolsa brasileira caiu mais que as outras: porque nossas grandes empresas são mais afetadas.

O mercado somos nós

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O uso de anabolizantes e os seus riscos

Fernando Cotait Maluf*

O uso de anabolizantes por jovens que querem ficar “fortões” tem sido cada vez mais frequente, principalmente em academias. Um amigo indica ou mesmo um professor, que desconhece os riscos, oferece e a facilidade para comprar o produto fecha o ciclo dessa triste história. A aparência de um corpo saudável é pura miragem, por trás está uma pessoa doente.

O uso de produtos para animais, como cavalos, têm ocorrido até em adolescentes. O tema tem já é um grave problema de saúde pública. Interessante que estudos mais recentes apontam que o uso de anabolizantes pode prejudicar a saúde de dois importantes “motores” do nosso organismo: o coração e seus vasos e o cérebro. A utilização dessas substâncias pode ter uma repercussão desastrosa no sistema cardiovascular. Inúmeros artigos sugerem maior chance de infarto do miocárdio, alterações da coagulação levando a tromboses de veias das pernas e embolia pulmonar, além de alteração dos níveis de colesterol e triglicérides. Do mesmo modo, uso abusivo de anabolizantes pode levar a psicose e comportamento agressivo chegando até o extremismo de maior criminalidade.

O que poucos sabem é de mais dois outros riscos que essas substâncias trazem: a virilidade masculina e câncer. É inegável que os garotos querem se parecer fortões para conquistar as meninas, mas essa busca pode levar a um efeito exatamente contrário.

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De 0 a 10, quanto sua insegurança pode destruir sua chance de ser feliz?

Sentir-se inseguro diante do desconhecido ou do novo, é completamente natural. Insegurança diante da impetuosidade da paixão ou da falta de garantias no amor, também pode ser compreensível. Entretanto, na linha tênue do coração, é preciso encontrar uma medida saudável e criativa para todos os sentimentos.

Se você vive inseguro, sentindo-se ansioso, tenso e com a sensação de que, a qualquer momento, pode perder a pessoa amada ou ser substituído por alguém “mais interessante”, talvez seja momento de relaxar e rever seus conceitos sobre si mesmo.

Esta semana, presenciei um comportamento decorrente de uma insegurança desmedida e destrutiva e comecei a observar o quanto uma pessoa pode construir seu próprio futuro de modo mascarado, empobrecido e equivocado sem se dar conta, tão afetada que está pela falta de reconhecimento de suas próprias capacidades.

Em decorrência dessa miopia, certamente vai experimentar relações doentias, magoar-se recorrentemente diante da constatação de que suas estratégias são frágeis e ineficientes e, especialmente, amargar uma solidão dolorosa, que é fruto de sua dinâmica interior.

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Marli Gonçalves em: Redemoinhos inevitáveis

Como já comecei dizendo, eles são inevitáveis. Igual buraco de bueiro nas ruas. Se a ponta do pé entrou em um, o Tempo – durante um tempo – se estenderá de forma diferente até tudo acabar de girar, se é que um dia acaba, se você não tonteou no caminho, se ele não engolfar tudo

Ventos, ventos, ventos, às vezes tenho verdadeiro pavor deles. Quando zumbem na janela, quando forçam portas e janelas, quando cantam e atiçam as vidraças. Quando varrem em direções variadas, chacoalhando como se quisessem arrancar tudo, sem muitas delicadezas, o que já estava alquebrado, cansado, prestes a ir. Com o vento as coisas se aceleram, andam mais rápido, são instadas a se mover.

Na vida os ventos podem ser suaves, brisas modorrentas, ou sopros mais fortes. Mas no nosso caminhar aqui neste chão encontramos de quando em quando o que poderíamos definir quase como buracos para o infinito, fendas de vento, exatas e cruéis: os redemoinhos. É aquele momento que a melhor descrição seria pedir para você se imaginar dentro de uma máquina de lavar roupa naquela hora “centrífuga”, que tira as últimas gotinhas de água das roupas, torce, e dá umas batidas para a própria roupa ter certeza que tem de soltar toda a sujeira ali, naquele ciclo. E sair limpinha, renovada, pronta para a próxima combinação de vestuário.

Fins de relacionamentos, decisões urgentes a tomar, correr para tirar o rabo da janela, escapar de sacanagens e armadilhas, principalmente quando fazem surpresa, são redemoinhos, torvelinhos. Desde menina admiro suas formas, ouço contar as histórias, lembro de terem me dito que havia um ali no mar de Santos, perto de onde eu fazia castelos de areia com meus baldinhos e moldes coloridos e me sentia segura longe dele. Será por causa dessa imagem que demorei tanto a perder o medo, e nunca deixei o receio das águas do mar? Os redemoinhos nascem em dias quentes, de muito sol, e estranhamente, em dias sem vento. E, pelo menos os de areia, podem ser pequeninos de poucos centímetros a monstros de muitos metros de altura e força.

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