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:: ‘Falaê’

A PRAIA

A praia… Chegou o verão!
Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco trabalho e muita micose. Verão é picolé de Kisuco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca. Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis.

Mas o principal ponto do verão éa praia! Ah, como é bela a praia.

Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção. Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias. Os jovens de jetski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.

O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando.

Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, creditando que estão de férias.

Em menos de cinquenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia.

E as crianças? Ah, que gracinhas! Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo música enquanto dormem.

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Isabel Vasconcellos

Cérebro em Forma

Dra. June Melles Megre

A Dra. June Melles Megre é médica psiquiatra e vai ajudar você a manter seu cérebro em forma. Aqui, seus artigos e vídeos:

No site de Isabel Vasconcellos você tem uma variedade enorme de temas.
Vá lá e confira.

Maria Regina Canhos Vicentin em: Amor de perdição

Precisamos aprender a amar com desprendimento, afeição, e não perdição. O outro não nos pertence, nunca será nosso. Ele surge em nossa vida para torná-la mais bonita e atraente. Ele nos faz rir e apaixonar. Traz dois olhos brilhantes para dentro do nosso coração e uma mão amiga diante dos desafios e dificuldades, mas nem sempre vem para ficar. Algumas pessoas passam horas conosco, outras passam dias e meses, há as que vivem ao nosso lado por anos e aquelas que, mesmo após a morte, sentimos tão próximas que parecem não ter nos deixado. Essa ligação depende muito de cada um e da sintonia que existe entre os dois. Algumas pessoas estão próximas e é como se estivessem distantes; outras estão separadas por quilômetros e é como se estivessem lado a lado. O amor nasce de uma cumplicidade de almas, e perdura enquanto é alimentado por interesses comuns, sinceridade, perdão, alegria e tolerância. Ele é livre e quem quiser aprisioná-lo com certeza irá perdê-lo.

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Marli Gonçalves em: SP, cidade louca, errante

Já pensei em fazer música, já pensei até em uma campanha por você. Já disse que te amo em mais de uma língua. Este ano quero cantar Parabéns pra Você, por tudo que tem, e por (conseguir) continuar viva e tentando ser amada. Ou, pelo menos, respeitada. Nossa velha dama, São Paulo

São Paulo é uma prostituta grande, forte, experiente. Ensina seus meninos a crescer, impõe que lhe paguem pelo prazer que dá. É maltratada, mal falada, e mesmo assim continua aberta recebendo todos 24 horas por dia. Tem horas que nem a maquiagem pesada disfarça seu cansaço, e ela se deixa levar, arrasada. Mas logo se recupera, não para, não para, e volta ao trabalho, à efervescência. Na vida toma muitos sustos, vê muita violência ao seu redor, o mundo cão que mija em seus postes ou pernas, mas também vive o glamour e o luxo quando o cliente que a consome é generoso.

Ela anda úmida, molhadinha, até encharcada neste verão. Suas férias foram curtinhas, e ela tinha se enfeitado toda para brilhar à noite neste fim de ano. Mas a abandonam pelo Sol, pela praia, por um tal ar puro e, se lá onde tem essas coisas, também chove, seus amantes voltam correndo. Aqui se come melhor. Se diverte mais. Se aprende mais em filmes, livros, teatro, cultura. Inclusive, os seus cafetões exigem que a cidade volte logo a trabalhar. E ela vende o que tem de melhor, mesmo que mecanicamente, sem se entregar totalmente.

Nem bonita, nem feia, nem totalmente um ou outro, apenas uma cidade armada ao lado de um pátio há 458 anos, e que bem que podiam ter escolhido melhor local para arriar acampamento… mais para perto do mar. Fosse assim, o Rio de Janeiro teria dançado e ela, sim, seria a Maravilhosa. Mas cresceu para os lados, para cima, e até para baixo, por baixo, suas entranhas, e hoje essas veias já vão se entupindo.

Ela vai se aguentando assim e a pega a bolsinha e vai rodar pelas esquinas. Quase não tem horizontes para ver nem para se ver, faz isso apenas em poucos espelhos de água limpa que encontra, quando passa pelos poucos parques, em busca de ar, da cor verde, de um pouquinho de natureza. Nos rios, tão sujos, nem ela consegue se mirar. Apenas tapar o nariz, nestes que viraram banheiros públicos, descargas sem fim. E ela sonha: no dia que os rios voltarem navegará neles todos os fins de semana, vendo muitas famílias felizes. Não custa sonhar.

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Maria Regina Canhos Vicentin em: Correndo contra o tempo

Andamos correndo tanto ultimamente. Mal temos tempo de nos cumprimentar e desejar votos de um dia tranquilo. Quando nos damos conta, o momento passou e a pessoa a quem deveríamos ter dado atenção já não está mais próxima de nós. Guardamos esse instante em nossa lembrança, e só vamos refletir acerca do ocorrido horas, talvez, dias depois. Não estamos conseguindo parar um pouco. Corremos demais. Falta-nos tempo para as coisas mais elementares como um sorriso, um aperto de mão e um abraço. Vivemos atrasados. O relógio, nosso companheiro inseparável, mostra que temos pouco tempo e muitos compromissos. Não dá pra parar. Temos que correr.

Sei que isso tem deixado um grande número de pessoas estressadas. O cansaço surge em função do pouco lazer e do excessivo dever. Já não se “mata” o tempo com conversas descontraídas; pelo contrário, é ele quem nos mata com o seu eterno transcorrer. A gente vai, ele fica. Nem sei por que brigamos tanto, correndo contra o tempo; afinal, ele sempre ganha. A gente se ilude pensando ganhar tempo, fazendo as coisas correndo e sem respirar direito. A gente pensa que poupa tempo e, na realidade, só se gasta; se desgasta. Quando deitamos não conseguimos dormir, pois o peito está acelerado e a mente procura lembrar o que possa ter sido esquecido no corre-corre do dia.

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Religiões

Se for eleito, Mitt Romney será o primeiro presidente mórmon dos Estados Unidos, ou, que eu saiba, de qualquer outro país. A igreja Mórmon foi criada no século 19 pelo americano Joseph Smith, que a baseou em contatos pessoais que teve com Deus e com Jesus Cristo e em mandamentos que recebeu das mãos de um anjo chamado Morôni, na forma de tabletes de ouro.

Quando John Kennedy candidatou-se a presidente dos Estados Unidos diziam que ele jamais se elegeria, pois um católico teria que ser mais leal ao papa do que à Constituição do país. Kennedy se elegeu e, no seu curto governo, nunca consultou o papa sobre nenhum assunto de Estado. Hoje ninguém parece ter um temor igual com relação à religião de Romney. A religião tem mesmo estado ausente nos debates entre os republicanos que querem ser candidatos à presidência. Talvez porque Romney não seja um mórmon praticante. Sua religião permite a poligamia, por exemplo, e ele só tem uma mulher. Se bem que, depois de elegerem Barak Obama, os americanos provavelmente não hesitariam em experimentar esta outra novidade: três ou quatro primeiras-damas em vez de uma!

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Maria Regina Canhos Vicentin em: Bom início de ano

Este é o meu primeiro texto após a virada do ano. Pensei em escrever algo interessante e otimista, afinal, o pessimismo não ajuda em nada e ainda prejudica. É impressionante como muitas pessoas não se dão conta disso, e seguem pela vida afora reclamando de tudo e de todos. Fazem-me lembrar aquele personagem dos desenhos animados que andava com uma nuvem de chuva na cabeça, dizendo: oh céus, oh vida, oh azar! E, obviamente, sempre chovia na cabeça dele, ainda que estivesse um dia maravilhoso ao seu redor. Isso dá uma boa dica acerca de que costumamos fazer acontecer o que inconscientemente buscamos e acreditamos. Sem dúvida é the secret (o segredo) em ação.

Cientes disso vamos imaginar e desejar coisas boas ao invés de coisas ruins. O início do ano é propício para exercitarmos visualizações e desejos positivos, realizando uma espécie de programação favorável para os meses seguintes. Muita gente já está com a mente impregnada por negatividade em relação a 2012. Alguns esperam até mesmo o fim dos tempos. Honestamente, não acho que o mundo vá acabar justo agora que estamos em processo de depuração, afinal, hora ou outra o mal tinha de dar as caras para poder ser combatido.

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Marli Gonçalves em: Mulheres Ricas procura-se

Se país rico é país sem pobreza – supõe-se – as tais mulheres ricas seriam outras, bem outras. Essas do programa parecem ser muito pobres, miseráveis, apenas equivocadas

Falta de ricas interessantes! Nunca pensei que um dia fosse chegar a notar e reclamar que há uma falta de ricas interessantes no mercado nacional, porque – convenhamos – esse grupo que está aí no tal programa é de lascar, hein? Não é possível que a gente esteja tão perdida assim, ao ponto de achar que aquelas cinco personagens que forçadamente estão juntas na produção, sejam algum supra-sumo mínimo, gotas do nada. Que elas possam ser uma amostra do ser rico, ou de qualquer outra coisa minimamente risível. Se a coisa continuar como começou, no final de mais alguns dias logo começarão a aparecer no noticiário algumas ricas de verdade, envergonhadas, saindo do país, devolvendo os bens, doando, virando Madres Teresa de Calcutá, pedindo exílio, tudo para não parecerem sequer com a unha do dedo do pé das tais ricas que, assim se intitulando ou deixando intitular, estão se expondo na vitrine – cada uma certamente com uma intenção nebulosa diferente.

Será como ver um programa de humor, tipo trapalhões, a praça de não sei quem, uma zorra total. Antes que me acusem de qualquer coisa, adianto: por mim, se aquelas maritacas ficarem meses no ar vou é me divertir muito, que já passei da fase do esquerdismo infantil contra pequenas burguesas, e adoro ver até onde vai a vaidade humana. Além de sempre achar que a gente tem de conhecer esses exemplos cabais de falta de amor próprio, temperados com exibicionismo sem limites. Também nada tenho contra o luxo e o bem-bom, ao contrário; infelizmente nem relo nele, no bem-bom, e bem gostaria, mas, bom…

Estou surpresa – mesmo, volto a dizer – é com a lista.

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Itabuna o Paraíso (Como assim??????)

Autor: Alberto Grimm

“Como podemos reconhecer o paraíso, se nada parece suficiente para nós?”

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A ideia de um paraíso faz o homem esquecer que já o possui

Diário do primeiro dia:

“O lugar, a julgar pelas construções, que dessa distância podemos visualizar, parece ser povoado, embora ainda não tenhamos feito nenhum contato visual que possa comprovar esse fato. As construções são grandes e diversas em formatos, o que sugere, claramente, a existência de seres inteligentes na área. Portanto, todo cuidado é pouco.”

Resumo do Segundo dia:

“Começamos a explorar o local marcado como alvo. Ainda não nos aproximamos da cidade. Em volta, conforme já diziam os antigos relatórios, há de fato muita água. Lagos e rios imensos. Água límpida, cristalina, perfeita para nossas futuras colônias. Um dos nossos batedores foi enviado para uma varredura mais apurada nos arredores da cidade. Ele tem consigo todos os equipamentos e acessórios necessários para a medição dos níveis locais de poluição ambiental, assim como da qualidade do ar. Aguardamos seu retorno com mais notícias.”

Resumo do terceiro e quarto dias:

“De fato, o batedor nos informou via rádio, que, numa primeira análise, o ar é adequado. No entanto, não se sentiu pronto para fazer uma aproximação mais efetiva ao centro da cidade. Continua recolhendo amostras dos arredores e informa que ainda não viu nenhum habitante local. Pessoalmente, acredito que estamos diante da lendária terra prometida tão falada nos poemas dos antigos profetas…”

Início do quinto dia:

“Amanheceu há três horas e nenhuma notícia do batedor até agora tivemos. O combinado seria um relatório a cada seis horas. Talvez seja necessário enviarmos uma equipe ao local para verificar se algum imprevisto ocorreu. Enquanto isso, já coletamos amostras das águas da região e comprovamos que são de fato adequadas para uso. Mas, estamos em meio à mata fechada, não sabemos se as reservas da cidade possuem a mesma qualidade. Dependemos de respostas do batedor para prosseguirmos em direção ao alvo principal…”

Quinto dia, 14:00 horas:

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Marli Gonçalves em: Psiu, parem esse barulho dos infernos

Estão fazendo uma reforma no apartamento bem embaixo aqui do meu. É tanta marretada, porrada, descascada, derrocada em todos os recintos aqui embaixo dos meus pés, que a casa toda treme. Os quadros estão tortos, caem coisas pelo chão, os rejuntes dos azulejos estão abrindo. Tem a serrinha, cortando, com aquele barulhinho contínuo e agudo. E a lixinha fazendo chiquichiqui…

Eu não mereço. Juro que não. Poucas horas e dias de folga, oportunidade de ficar mais em casa, ler, escrever. Dormir. Queria pelo menos, sei lá, ficar pensando sossegada, tentar ouvir o silêncio. Mas aqui estou eu, ledo engano, sendo tocada de minha própria casa, sem conseguir pensar em mais nada a não ser esganar um, irromper no apartamento que está sendo – só pode ser – reconstruído, esticado e remodelado para virar um palacete. Parece que o nome é retrofit, mas estou mesmo é querendo xingar de outra coisa.

E se eu fosse lá? Eles vão se assustar com minhas olheiras. Acho que vou deixar o cabelo bem desdeganhado para parecer a mais maluca. Poderia amarrar um cinto bomba falso e ameaçar explodir tudo se eles não pararem.

E se eu ligar para o bispo? Sempre falam para reclamar com o bispo, quem sabe? Não é pecado fazer obras nesta época do ano? Ou será que deviam obrigar o dono a ficar junto o tempo inteiro também sendo torturado com o barulho igual faz aos vizinhos? Depois das primeiras reclamações consegui apenas – por um lampejo de bondade – que as obras recomecem meia hora mais tarde, dia após dia, que eles sempre dizem que estão acabando.

Vivo ouvindo que uma mulher na TPM é capaz de matar se instada e irritada. Nunca senti muito esse efeito, mas agora entendo como ele se passa. Também pode acontecer quando o caso é barulho. Um assunto que está tomando proporção assustadora – e que é bom que todos os lugares se liguem o quanto antes para também não virarem o inferno para os ouvidos. O barulho vai irritando, irritando, tomando conta do seu pensamento, como um círculo vicioso do qual você não consegue se livrar. Não dá para esquecer ele ali.

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É uma figura

BARRIGA É BARRIGA…
Arnaldo Jabour

Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais. Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte. Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício – entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho – mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna:

A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos. Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos?

Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista compositor e intérprete baiano era conhecido como pai da preguiça. Passava 4/5 do dia deitado numa rede, bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, levava 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico viveu 90 anos.

Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde…

E viva o sedentarismo ocioso!!! Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda a eternidade para ser só osso!!!
Então:
NÃO FAÇA MAIS DIETA!! Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA!!! O elefante só come verduras e é GORDOOOOOOOOO!!!

VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP!!!

Você, menina bonita, tem pneus? Lógico, todo avião tem!

E nunca se esqueçam:

‘Se caminhar fosse saudável, o carteiro seria imortal.´

E lembrem-se sempre:

Celulite quer dizer:
EU SOU GOSTOSA! Em braile!

Marli Gonçalves em: Tudo o que você quer ouvir de verdade

Preparei uma listinha básica de coisas para desejar agora, para mim e para você, esperando que esta mensagem lhe encontre onde estiver. Mesmo que não a leia jamais, mesmo que ela fique presa na caixa de spams, mesmo que você nem me conheça. A esta altura da vida já descobri que nenhuma felicidade pode ser completa, se não fizer a alegria de mais alguém e que não custa nada tentar

Feliz Natal. Jingle Bells! Feliz Ano Novo. Pronto. Dito o geral, sei bem que cada um de nós tem desejos bem particulares que gostaria de poder pedir ao Papai Noel, mas só se este existisse, o que você já deve ter descoberto que não é bem verdade. Como a moda agora é compartilhar tudo, bem, preparei uma lista de itens que não podem faltar neste finzinho de ano, junto com a boa comida, bebida, o sorriso e abraço franco de quem a gente ama.

Queria mesmo, para começar, ter o dom e poder dizer tudo o que você quer ouvir. E que você fale e seja compreendido pelos seus.

Você pode e deve sonhar por um mundo melhor, por uma vida melhor. Porque não?

Você merece. Às vezes é tão pouco o que no seu íntimo deseja que ninguém acreditaria, mesmo se contasse.

Onde estiver, quero que respire o ar puro como o das montanhas. Sinta a brisa do vento como o que bate quando caminhamos leves e soltos numa praia, preferencialmente tranquila, deserta, calma, mas com pelo menos uma barraquinha para a água de coco gelada, o peixe fresquinho, uns camarõezinhos fritos, quiçá uma lagosta. E caso esteja mesmo nas montanhas, dias lindos, cheiro de relva. Se chover, que nada alague. Que ela seja bem refrescante, como era quando éramos crianças e gostávamos de chapinhar na água, ficar debaixo dela, levar bronca depois.

Se viajou, se viajar, uma viagem segura e tranquila. E se houver perrengues pelo caminho – sabe como é – que os resolva de forma bem humorada, sem perder a razão. Que os caminhos levem e tragam você de volta ainda melhor do que foi.

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