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CADÊ A CEPLAC NA COP 30 – BELÉM?

Luiz Ferreira da Silva, 88
 
Oportunidade ímpar para a CEPLAC mostrar a sua cara e dar um exemplo efetivo com a sua contribuição magistral ao ecossistema amazônico.
Sem conversa fiada, mas com mais de 150 mil hectares plantados em sistema de agricultura ombrófila, convivendo com a floresta original.
Como a Natureza ensina, o bioma da mata úmida tropical tem vocação para cultivos perenes, que pouco alteram o ambiente fitogeográfico, por não necessitar de constantes replantios e, tampouco, uso de maquinária pesada. E se for possível em condições de interação com a floresta original, melhor ainda.
E para o leitor entender melhor, mais detalhes dessa planta dadivosa, o cacaueiro:
– Convive em condições naturais sob as matas, sobretudo de várzeas;
– Cobre o chão de sua folhagem rica em nutrientes, melhorando o solo;
– Ativa com eficiência o processo de reciclagem, mantendo um ciclo produtivo em conexão; luz-solo;
– Aufere renda, sobretudo ao pequeno agricultor, cuja visão é mais ecológica do que economicista; a das “plantations.
Pois bem. O caminho para o uso da floresta amazônica aí estar ditado pelo cacaueiro e ensinado pela CEPLAC de tempos idos.
Cabe à engenharia genética produzir variedades de outras espécies, que possuam um sistema de reciclagem eficiente, capaz de produzir sob condições de pouca luz solar, a agricultura ombrófila referida.
E como partícipe dessa epopeia, seja mapeando os solos para o retorno do cacau às suas origens, que fora “passear” no Sul da Bahia, bem como dirigindo a instituição em Belém, no período da implantação do PROCACAU (Programa Nacional de Expansão da Cacauicultura), só tenho a lamentar essa omissão da CEPLAC (08.11.2025)

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 65 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) OS 113 ANOS DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ILHÉUS

3) A QUINTA VIAGEM DE JOSÉ LEITE PARA JUAZEIRO DO NORTE ESSE ANO (1ª PARTE).

4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

Bahia Pesca assina termo de cooperação técnica com a prefeitura de Camaçari

A Bahia Pesca e a Prefeitura de Camaçari firmaram um termo de cooperação técnica. O instrumento prevê o apoio da municipalidade às atividades realizadas pela empresa no âmbito da Estação de Piscicultura Joanes II, que pertence à empresa vinculada ao Governo do Estado e está situada no município.
O ato foi realizado durante o Workshop Construindo Redes, nesta quinta-feira (6), na Casa do Trabalho, diante de uma plateia de mais de 350 pessoas e contou com a presença do presidente da Bahia pesca, Daniel Victória, a vice-prefeita, Pastora Déa Santos, e do secretário municipal de agricultura e pesca (Sedap), Fabiano Dourado, Na ocasião, foram distribuídos mais de 60 mil alevinos para os produtores rurais.
“Esse termo de cooperação é mais do que um documento assinado, na verdade, é o firmamento e o compromisso de uma nova política pública que estava um pouco abandonada em Camaçari. A gente está falando de uma retomada da piscicultura familiar, de uma retomada de dignidade, de uma alimentação mais saudável, de novos empreendedores. A Bahia Pesca treina, acompanha e faz com que os que estavam esquecidos voltem a ser enxergados aqui em Camaçari”, declarou Daniel Victória.
Fabiano Dourado, destacou que o acordo possibilita a retomada da piscicultura enquanto atividade de geração de renda para o município. “Camaçari é uma cidade que tem uma extensão territorial gigantesca, tem vários piscicultores e há mais de década que não tinha essa parceria. E essa parceria vai fazer com que Camaçari comece a ter um polo da piscicultura mais forte, com mais robustez e assim a gente possa alavancar a atividade”, afirmou.

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Fiocruz e Bahia Pesca reúnem lideranças dos movimentos sociais

O Centro Vocacional Tecnológico Territorial do Pescado (CVTT) da Bahia Pesca foi o palco de mais uma mobilização que reuniu representantes de organizações sociais presentes e atuantes em 12 municípios dos territórios de identidade do Recôncavo, Metropolitano de Salvador, Litoral Sul, Portal do Sertão, Litoral Norte e Agreste Baiano.
Entre os dias 3 e 5 de novembro, 62 lideranças de comunidades de pescadores e marisqueiras, quilombolas e indígenas, além de integrantes de movimentos negro, feminista e LGBTQIA+ e dos trabalhadores rurais sem terra participaram do segundo módulo do Curso de Formação-Ação; Promoção da Saúde e Fortalecimento da Participação Social. O primeiro módulo foi realizado em outubro e o terceiro e último está programado para o início de dezembro, no mesmo local.
O evento integra o projeto Territórios de Cuidado, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz  (Fiocruz) de Brasília e pelo Sistema Único de Saúde (SUS), vinculados ao Ministério da Saúde.
Segundo a coordenadora do projeto, Gislei Siqueira Knierim, o projeto visa promover a saúde a solidariedade e a sustentabilidade mediante à mobilização das organizações sociais presentes nos territórios  que reúnem elevados índices de vulnerabilidade socioeconômica e de insegurança alimentar.
Ela explica que a Fiocruz escolheu realizar o evento na estrutura sediada na unidade de maricultura da Bahia Pesca devido à relação sólida já existente entre as duas instituições, e à própria natureza dos movimentos sociais presentes na Bahia, sobretudo no recôncavo, em grande parte vinculados à pesca artesanal.
“Nosso processo de formação-ação envolve a imersão das organizações sociais. E aqui dispomos de alojamento, alimentação de qualidade e um espaço físico que permite ficar dois, três, quatro dias imersos neste processo formativo, que não se restringe apenas ao conteúdo programático do curso, mas à convivência, às relações e a outras práticas que se dão em outros espaços para além da sala de aula”, justifica.
Situado na Fazenda Oruabo, em Acupe, Santo Amaro, o CVTT é uma estrutura da Bahia Pesca formada por seis pavilhões, entre eles os quais os Alojamentos para técnicos e alunos, o Refeitório, e o Pavilhão de Ensino, que abriga auditório, foyer e salas de aula onde são realizadas a maior parte das atividades do curso.
“O isolamento natural do CVTT facilita a interação do grupo. A gente fica distante do ambiente urbano e consegue se concentrar na preparação que precisa fazer para esse trabalho de desenvolvimento das nossas comunidades”, destaca o professor de matemática de Santo Estevão Francisco Anísio Costa Pinto.

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Hemoba divulga roteiro de coleta externa em Salvador no mês de novembro

A Fundação Hemoba oferece atendimento em diversos pontos estratégicos de Salvador ao longo do mês de novembro, por meio da sua unidade móvel de coleta de sangue (hemóvel), no horário de 8h às 17h. A iniciativa busca facilitar o acesso da população ao serviço, levar a coleta de sangue e o cadastro de medula óssea a locais de grande circulação e estimular a doação regular, contribuindo para manter o estoque de hemocomponentes e garantir o abastecimento das unidades de saúde e hospitais.
Até o dia 7/11, o hemóvel estará no HUPES/UFBA (Hospital Universitário Professor Edgard Santos). Nos dias 8, 10, 24, 25 (Dia Nacional do Doador de Sangue) e 29/11, o atendimento será realizado no Salvador Shopping. A unidade também atenderá na Faculdade de Farmácia (UFBA) nos dias 11 e 12/11 e na UniDomPedro (Patamares) em 13 e 14/11, seguida pelo Hospital da Mulher, de 17 a 19/11. Nos dias 21 e 22/11, o hemóvel estará na Igreja Vida Plena e, no dia 26, no SENAC Aquidabã. Já em 27 e 28/11, haverá coleta na Parvi/Bremen (Barros Reis).
O hemóvel é um ônibus totalmente adaptado, com estrutura semelhante à de uma unidade fixa da Hemoba. Ele conta com sala climatizada com quatro cadeiras de coleta, triagem clínica, equipamentos e mobiliário adequados, além de uma equipe multidisciplinar preparada para garantir conforto e segurança aos doadores. Durante o atendimento, também é possível realizar o cadastro para doação de medula óssea no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea).
Critérios para doação – Para doar sangue, o candidato deve estar em boas condições de saúde, pesar acima de 50 kg e ter idade entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos devem ir acompanhados dos pais ou responsável legal, e idosos acima de 60 anos só podem doar se já tiverem doado anteriormente. No dia da doação, o voluntário não pode estar em jejum, nem ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores, além de não fumar por pelo menos duas horas antes do procedimento. É necessário ter dormido, no mínimo, seis horas na noite anterior. Também é recomendável evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação. Para doar, é necessária a apresentação de um documento oficial com foto, válido em todo o território nacional.

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Pesquisa do PPGES/UFSB mostra como o protagonismo indígena fortalece a governança da água em Porto Seguro

A pesquisa de doutorado de Ricardo Almeida Cunha, defendida no Programa de Pós-Graduação em Estado e Sociedade (PPGES) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), destaca o papel do povo Pataxó na preservação dos recursos hídricos e na construção de políticas públicas participativas voltadas à governança da água. A tese foi orientada pelo professor Roberto Muhajir Rahnemay Rabbani e coorientada pelas professoras Allívia Rouse Carregosa Rabbani e Rahma Bentirou Mathlouthi. A defesa ocorreu no dia 20 de outubro de 2025.

 
Conforme Ricardo Cunha, a pesquisa abordou o protagonismo indígena na governança da água no município de Porto Seguro (BA), com foco na Aldeia da Jaqueira, território do povo Pataxó. O estudo analisou como a integração entre saberes tradicionais e ciência cidadã pode contribuir para a conservação dos recursos hídricos e o fortalecimento da gestão participativa da água, considerando a água como bem social, cultural e espiritual.
O contato com a comunidade Pataxó da Aldeia da Jaqueira veio há muito tempo, quando Ricardo Cunha iniciou sua atividade profissional como professor do Instituto Federal da Bahia, em Porto Seguro, há mais de 20 anos. A atuação acadêmica, em projetos de pesquisa e extensão, e a convivência pessoal se intensificaram na implantação do Curso de Licenciatura Intercultural (LINTER), voltado à formação de professores indígenas. Isso aproximou Ricardo ainda mais das aldeias da região e despertou a vontade de retribuir o aprendizado com a comunidade, com uma contribuição acadêmica que une o olhar científico e o saber ancestral.
“Essa convivência transformou meu olhar sobre o território, o meio ambiente e o sentido da palavra ‘comunidade’. Aprendi que o tempo da natureza é o tempo da sabedoria, e que pesquisar com os Pataxó é aprender a escutar o rio antes de medir seu pH. A tese, portanto, é também uma retribuição: um gesto de reconhecimento e gratidão à confiança e à partilha de saberes que essa convivência me proporcionou”. 
O problema motivador do estudo partiu da constatação de que o Rio Itinga, que corta o território da Aldeia da Jaqueira, vinha sofrendo com alterações na qualidade da água, provocadas pela expansão urbana desordenada, pelo turismo de massa e pelo lançamento inadequado de efluentes domésticos. Esses impactos ameaçavam não apenas o equilíbrio ambiental, mas também o modo de vida do povo Pataxó, que tem na água um elemento sagrado, central em sua cosmologia e nas suas práticas cotidianas.
“A ausência de políticas públicas específicas para o saneamento e gestão ambiental em terras indígenas de Porto Seguro foi outro fator determinante. A percepção de que os próprios Pataxó poderiam ser protagonistas no monitoramento da água e na construção de soluções motivou a elaboração de uma proposta que unisse ciência, legislação e saber tradicional”, pontua Ricardo.

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UFSB e o Novo PAC: campus de Jequié e melhorias no campus de Porto entram em fase de licitação

Com o objetivo de ampliar o acesso à educação superior pública, gratuita e de qualidade, dando continuidade ao processo de consolidação institucional, a UFSB publicou, no dia 5 de novembro, mais duas licitações de obras previstas no Plano de Contratações Anual – PCA da UFSB e no Novo PAC do Governo Federal.

Como o uso de energia elétrica requer constante investimento no meio universitário, mesmo com utilização de recursos cada vez mais eficientes, para o Campus Sosígenes Costa (CSC) foi proposto um retrofit no sistema elétrico com duas novas subestações e reforma de outras duas, por meio da Concorrência eletrônica n. 90087/2025.

Já a Concorrência eletrônica n. 90104/2025 visa garantir a implantação novo campus da UFSB em Jequié, recentemente aprovado pelo Conselho Universitário da UFSB, em agosto de 2025. A contratação prevê a construção do Pavilhão de Aulas e toda infraestrutura para o novo campus (área externa, pórtico, etc).

Com os dois editais de licitação publicados, a equipe técnica responsável agora segue as diretrizes e demais trâmites das contratações públicas conforme a Lei n. 14.133/2021 e demais regramentos, sendo que cada detalhe e etapa pode ser acompanhada pelo Portal Nacional de Contratações Públicas – PNCP ou pela página de Licitações e Contratos da UFSB.

Vale lembrar que em 2024, a UFSB realizou o processo licitatório que possibilitou o início, já em 2025, da construção dos Restaurantes Universitários (RUs) do Campus Jorge Amado (CJA) e Campus Paulo Freire (CPF), além da Reforma do Restaurante do Campus Sosígenes Costa (CSC), com foco em uma alimentação de qualidade para a comunidade acadêmica. :: LEIA MAIS »

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 65 ANOS DE JOSÉ LEITE DE ILHÉUS.

2) PESSOAS DEIXARAM SAUDADES NA VIDA DE JOSÉ LEITE.

3) PESSOAS QUE DEIXARAM SAUDADES EM JUAZEIRO DO NORTE.

4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

3ª edição do Festival Recôncavo Instrumental celebra diversidade musical e promove intercâmbio entre artistas nacionais e internacionais

 
De 10 a 15 de novembro e no dia 21 de novembro, o Recôncavo Baiano será tomado pelos sons, ritmos e encontros da 3ª edição do Festival Recôncavo Instrumental, um evento que celebra a força da música como linguagem universal e espaço de diálogo entre culturas.
Sob a curadoria e direção artística da pianista Simone Leitão, o festival reúne artistas do Brasil e de diversos países, promovendo um intercâmbio musical que atravessa fronteiras e conecta tradições. Serão concertos, shows, oficinas e atividades formativas. O evento vem transformando o Recôncavo em um grande palco da música instrumental mundial e acontece nas cidades de Cachoeira, Madre de Deus, São Francisco do Conde e Salvador. Vale ressaltar que a participação será paga apenas em Salvador, e os ingressos podem ser adquiridos através da plataforma Sympla e para obter mais informações basta acessar o perfil do Instragram @reconcavoinstrumental.
O Instituto Popular do Recôncavo (IPR), realizador do evento, reafirma, nesta terceira edição, seu compromisso com a cultura e a música local, oferecendo ao público experiências incríveis.  O festival também reforça sua presença digital, ampliando seu alcance e permitindo que mais pessoas tenham contato com apresentações e conteúdos formativos.
A programação valoriza a pluralidade de repertórios, estilos e territórios, oferecendo ao público experiências que vão do erudito ao popular, do clássico ao contemporâneo. Músicos consagrados e novos talentos se encontram em apresentações que evidenciam a riqueza da criação instrumental e a potência da colaboração entre culturas e gerações.
Nesta edição, a cena baiana ganha destaque com artistas como Igor Gnomo, Gel Barbosa, Jana Vasconcellos e Jefinho Dias. O Ubuntu Ensemble e a pianista Simone Leitão se apresentam ao lado de nomes internacionais, como a pianista argentina Lorena Eckell, o bandoneonista portenho Nico Ledesma, o duo escocês Chris Stout & Catriona McKay e o britânico Henry Weekes. Jovens talentos brasileiros, como o violoncelista potiguar Diego Paixão e o sanfoneiro piauiense Ignácio Botêlho, fenômeno da internet, também estão confirmados.
Mais do que um evento musical, o Festival Recôncavo Instrumental se consolida como um movimento de valorização do Recôncavo Baiano como território cultural pulsante, berço de tradições que dialogam com o mundo. Cada cidade participante se torna cenário para encontros que unem formação, sensibilidade e inovação.
Ao reunir diversidade, talento e conhecimento, o festival reafirma o papel da música como ponte entre povos, linguagens e experiências, celebrando o que há de mais vibrante na cultura brasileira em diálogo com o mundo.
O evento conta com o patrocínio da Acelen e do Governo do Estado da Bahia, através do Programa Fazcultura, e com o apoio da Secretaria de Cultura e da Secretaria da Fazenda. A coprodução é da Brasil Classical e a realização do Instituto Recôncavo Instrumental.
Programação 3ª Edição – Festival Recôncavo Instrumental 2025
São Francisco do Conde  
Data e Horário: 10 de Novembro, às 15 horas
Local: Teatro Durval Salles – Colégio Martinho Salles Brasil
Programação:
Concerto: Lorena Eckell e Nico Ledesma
Madre de Deus
Data e Horário: 11 de Novembro, às 15h
Local: Auditório da Biblioteca Municipal
Programação:
Ação didática com Ubuntu Ensemble
Concerto com Duo Chris Stout e Catriona McKay
Salvador
Datas e Horário: 12 a 15/11, às 20 horas
Local: Teatro do Goethe-Institut Salvador (ICBA)
12/11: Simone Leitão e Ubuntu Ensemble / Duo Chris Stout, Catriona McKay e Henry Weekes
13/11: Jana Vasconcelos e Gel Barbosa /  Lorena Eckell, Nico Ledesma e Diego Paixão
14/11: Diego Paixão, Simone Leitão e Quinteto de Sopros Aliseos / Inácio Botelho
15/11: Igor Gnomo / Henry Weekes / Jefinho Dias
Cachoeira
Concerto
Data e Horário: 21 de Novembro, às 19h
Local: Cine Theatro Cachoeirano

Jana Vasconcelos, Gel Barbosa e Quinteto de Sopros Aliseos

Ação Formativa
Data e Horário: 21 de Novembro, às 10h30
Local: Sede da Filarmônica Minerva Cachoeirana
Programação: Quinteto de Sopros Aliseos
Histórico do Festival
Desde sua primeira edição em 2023, o Festival Recôncavo Instrumental se consolidou como um dos mais importantes encontros de música instrumental do país, promovendo diversidade cultural e intercâmbio artístico. Na estreia, reuniu aproximadamente 6.200 espectadores em cidades do Recôncavo Baiano e Salvador, com apresentações de artistas renomados como Sona Jobarteh, Melissa Laveaux e Hércules Gomes, além de artistas de destaque da cena brasileira como Daniel Guedes e Mario Ulloa e grupos emblemáticos como a Camerata Concertante e as Sociedades Filarmônicas do Recôncavo.
A segunda edição, em 2024, manteve o caráter de intercâmbio e formação musical, reunindo cerca de 1.600 pessoas e apresentando artistas internacionais e nacionais de destaque como Gabriele Leite, Mamadou Sarr, Srjan Vukasinovich, Jana Vasconcelos e Gel Barbosa, Jefinho Dias e Grupo, Coral Municipal de Madre de Deus, Thierry Lucas, Aare Tammesalu, Delia Fischer, Bostjan Lipovsev, Jam Delas, Hercules Gomes e Grupo de Choro e Leila Maria.
Ao longo dessas edições, o festival vem reforçando a sua proposta de valorizar a produção musical do Recôncavo em diálogo com sonoridades internacionais e brasileiras.
O Instituto Popular do Recôncavo (IPR), realizador do evento, reafirma, nesta terceira edição, seu compromisso com a cultura e a música local, oferecendo um espaço gratuito e acessível para o público vivenciar o melhor da música instrumental no coração da Bahia. O Recôncavo Instrumental também reforça a importância da presença digital do festival, ampliando seu alcance e permitindo que mais pessoas tenham contato com as apresentações e conteúdos formativos e também conta com o patrocínio da Acelen e do Governo do Estado da Bahia, através do Programa Fazcultura.

 

UFSB abre Processo Seletivo para mais de 1600 vagas para Reingresso, Transferência Externa e Portadores de Diploma

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) abriu inscrições para o Processo Seletivo para Reingresso, Transferência Externa e Portadores/as de Diploma de Graduação. Ao todo serão ofertadas 1606 vagas em diversos cursos dos três campi localizados em Ilhéus, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

Poderão se inscrever neste processo seletivo candidatas/os nas seguintes categorias:

I – Reingresso – Candidata/o que foi estudante em curso de graduação da UFSB e que cancelou ou teve sua matrícula cancelada antes da efetiva conclusão do curso.

II – Transferência Externa – Estudante com vínculo regular em curso de graduação em outra Instituição de Ensino Superior (pública ou privada) e que queira se transferir para o mesmo curso ou curso afim.

III – Portador de Diploma – Para a/o candidata/o que já possui diploma de curso de graduação reconhecido pelo MEC

As inscrições ocorrerão de 29 de outubro a 04 de novembro, através do link https://sistemas.ufsb.edu.br/questionarios/index.php/123221?lang=pt-BR.

O Processo Seletivo se dará a partir das notas do Enem de 2016 a 2025. Caso a/o candidata/o tenha feito mais de um Enem, será considera a maior nota. Também será dada prioridade à ordem de categoria constante no edital.

Os cursos oferecidos são Antropologia, Artes do Corpo em Cena, Bacharelado Interdisciplinar (BI) em Artes, BI Ciências, BI Humanidades, Biomedicina, Ciências Biológicas, Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia Ambiental e da Sustentabilidade, Engenharia Civil, Engenharia de Transporte e Logística, Engenharia Florestal, Engenharia Sanitária e Ambiental, Gestão Ambiental, Gestão Pública e Social, História (licenciatura), Jornalismo, Licenciatura Interdisciplinar (LI) em Artes e suas tecnologias, LI em Ciências da Natureza e suas tecnologias, Li em Ciências Humanas e Sociais e suas tecnologias, LI em Linguagens e suas tecnologias, LI em Matemática e Computação e suas tecnologias, Mídia e Tecnologia, Mídias Digitais, Oceanologia, Políticas Públicas, Produção Cultural, Psicologia, Som, Imagem e Movimento e Tecnólogo em Produção de Cacau e Chocolate. :: LEIA MAIS »

Famílias no centro do cuidado mostram como a terapia ABA transforma a rotina de quem convive com o autismo

Com o crescimento dos diagnósticos de autismo no Brasil e no mundo, a II Jornada Luna ABA chega a Curitiba em dezembro para discutir o papel dos pais e cuidadores na aplicação prática da terapia que é considerada padrão-ouro no tratamento do TEA

 

Curitiba, outubro de 2025 – Com o aumento dos diagnósticos de autismo em todo o mundo, cresce também o desafio de preparar não apenas os profissionais, mas as famílias que vivem o TEA no dia a dia. No Brasil, o Censo 2022 do IBGE identificou 2,4 milhões de brasileiros com diagnóstico de autismo, número que tende a ser ainda maior devido à subnotificação.

Diante desse cenário, o treinamento parental — prática em que pais e cuidadores são orientados e capacitados por profissionais da saúde — tem se mostrado um dos pilares mais efetivos da terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada). A abordagem permite que o aprendizado ultrapasse as paredes da clínica e aconteça na vida real, nas interações diárias, na rotina familiar, nas pequenas vitórias cotidianas.

Segundo a Autism Science Foundation, mais de 40 anos de evidências científicas demonstram que a ABA, quando aplicada de forma colaborativa, “melhora a comunicação, a linguagem, as habilidades adaptativas e o comportamento social de pessoas autistas”, especialmente quando a família é parte ativa do processo.

É justamente esse o foco da II Jornada Luna ABA – Intervenção Parental na ABA: Fundamentos Éticos, Treinamento e Relação Terapêutica, que será realizada em Curitiba nos dias 12 e 13 de dezembro de 2025, no Qoya Hotel Curitiba (Curio Collection by Hilton). A proposta é dar voz às famílias, promover discussões sobre o valor prático da ABA no cotidiano e oferecer ferramentas de apoio emocional e autocuidado para os cuidadores.

“A intervenção parental não é apenas um complemento da terapia, é parte essencial dela. Quando os cuidadores compreendem os princípios da ABA, as transformações são mais consistentes e afetuosas”, explica Natalie Brito Araripe, diretora da Luna ABA e analista do comportamento certificada internacionalmente.

Entre os temas em destaque estão “Treinamento parental: o que significa, como funciona e qual impacto no dia a dia das famílias” e “Saúde dos cuidadores: estratégias para lidar com sobrecarga, burnout e apoio emocional” — abordagens que buscam reconhecer a importância de quem sustenta o cuidado, mas frequentemente se vê sobrecarregado.

De acordo com a psicóloga Aída Teresa dos Santos Brito, também palestrante do evento, “a saúde emocional dos cuidadores precisa ser vista como parte do tratamento. É preciso cuidar de quem cuida, criar redes de apoio e reduzir a culpa e o esgotamento que acompanham muitas famílias”. :: LEIA MAIS »

Festival de Dança Itacaré inicia dia 3 com conexões internacionais na Temporada França-Brasil

De 3 a 9 de novembro, a 13ª edição do Festival de Dança Itacaré levará para o palco do Centro Cultural do quilombo urbano Porto de Trás mais uma edição, desta vez, com espetáculos de artistas de Guadalupe, da Costa do Marfim/França e Mali, como parte da Temporada França-Brasil, e de países como Portugal, Alemanha/Zimbábue e da América Latina. Ainda, artistas nacionais do Maranhão, Paraná, Bahia, Piauí, Distrito Federal e Rio de Janeiro apresentam espetáculos e performances ao longo da semana, todos com entrada gratuita. A classificação é livre para a maioria das atividades.

A abertura oficial acontecerá na segunda-feira, dia 3, às 19h, no Centro Cultural Porto de Trás, e terá a presença de autoridades e parceiros, seguida do espetáculo resultante do intercâmbio de artistas internacionais e de Itacaré, no escopo da Temporada França – Brasil 2025. “Ideia De Festa/Une Idée De Fête”, criação de Abdoulaye Trésor Konaté e Verusya Correia (Brasil/França/Costa do Marfim/Mali), estreia a partir da cocriação artística gerada de um diálogo entre duas manifestações afrodescendentes: o Bicho Caçador, do quilombo urbano do Porto de Trás e o Zaouli, do povo Gouro, na Costa do Marfim.

Na programação do Festival de Dança Itacaré – ANO XIII estão também, como parte da Temporada França-Brasil: “Le Sacre du Sucre”, da Cie Trilogie Lénablou (Guadalupe/FR); e “Corpos”, Cia La Mangrove (Guadalupe/FR). Na grade de espetáculos internacionais do evento, estão: “Territmia”, de Projeto Sismos (AR/BR/CL/PT/UY); “(IN) VISÍVEL”, de Marisa Porto (Rio de Mouro/PT). Serão apresentados os seguintes espetáculos nacionais: “Ai, ai, ai”, da Marcelo Evelin/Demolition Incorporada (Teresina/PI); “Quarto Lilás”, com Erivelto Viana e Princesa Ricardo Marinelli (São Luís/MA e Curitiba/PR); “Falhas, Folhas e Falos”, do Coletivo Serra Grande (Uruçuca/BA), com Sara Parisi, Luis Alonso Aude e Antônio Vergne; e “Danúbio”, de Jonathan Andrade (Brasília/DF). E as performances selecionadas para esta edição são: “We who do not belong”, de Soko Jena (Bochum, DE); e “Cazumbaria”, de Juliana Manhães (Guapimirim/RJ).

O evento vai promover também atividades formativas, como as oficinas-espetáculo  “Movediço”, oficina-espetáculo de Jai Bispo (Salvador/BA); “Vital”, oficina-espetáculo de Dani Lima e Babi Fontana (Rio de Janeiro/RJ); a masterclass da Temporada França-Brasil “Corpos”, da Cia La Mangrove (Guadalupe/FR); a exibição de documentário “Aqui”, de Luciano Botelho (Ipatinga/MG); e o encontro “Abre-Alas: Festivais em Aquilombamento – Conversa com Martin Domecq”, com Gabriel Cândido, Soraya Martins, Thiago Pirajira e Verusya Correia (São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia). :: LEIA MAIS »





















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