Muitos são os motivos pelos quais sofremos, pois muitas vezes deixamos Deus de lado e nos importamos apenas com o aqui e o agora, e nos enganamos quando achamos que nós vamos definir as nossas lutas, porque elas estão nas mãos do Pai Maior e é Ele que nos entrega e cabe a nós reagirmos ou sucumbirmos. O sofrimento é inerente ao crescimento de cada um, mas a forma como vamos encarar é opção individual. Podemos reagir e lutar com as forças emanadas pelo Alto sem lamentar ou nos tornarmos carroças carregadas de um peso sem fim. Devemos confiar que Deus faz a parte Dele, mas também temos que entender que a nossa parte é fundamental, para que o sofrimento não seja um fardo, mas sim um exercício para o nosso crescimento e aperfeiçoamento. Pensemos nisso!
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Sempre gostei de futebol, freqüentei o Estádio Mário Pessoa na década de 60, haviam seis clubes amadores que disputavam o campeonato Ilheense de futebol (Colo-Colo, Vitória, Flamengo, Ferroviário, Ypiranga e Satélite). Normalmente as rodadas aconteciam duas vezes na semana (quarta-feira e domingo), o estádio sempre lotava, não somente na arquibancada principal bem como na geral. As rádios locais tinham suas equipes de radialistas para transmitir os jogos e havia também programas de esporte. Os torcedores gostavam de ouvir a Rádio Cultura de Ilhéus, devido aos comentários comedidos e inteligentes de Armando Oliveira. Os locutores eram Myrthe Pititinga e Raimundo Veloso. A equipe da Rádio Baiana era comandada por Paulo Kruschewsky e contava com os repórteres de pista Seara Costa (Olho Vivo), Walter Machado e Caetano. A Rádio Jornal de Oswaldo Bernardes de Souza ( o homem do terno marrom) , não tinha equipe de esporte ou estava em formação.


























