Clube de Pesca de Ilhéus
ERA UMA VEZ!…
ABANDONO DA COISA!…
DESCASO COM O BEM PÚBLICO
Era uma vez um clube de pesca, que imaginado foi, por idealizadores sonhadores, ser construído a partir de recursos de seus prováveis futuros sócios “pescadores”.
Alguns abnegados, lançadores de anzóis ao mar, foram ter com um prefeito Ilheense, Antonio Olímpio, ainda no seu primeiro mandato, também pescador, para se ajustar/conseguir uma forma legal de o Município Ilheense vir doar uma área onde se pudesse, num futuro próximo, poder vir sediar a entidade destinada a ser, um dia, sede e reduto daquela classe.
Antonio Olímpio, dentro da lei, enviou projeto de doação de uma área, beira-mar, que foi conseguida para este fim, localizada num lugar conhecido por “Porto da Lancha”, local perto de onde seu amigo, Vice Prefeito de Ilhéus (duas vezes) ” BÁ “, possuía uma pequena fazenda, lugar conhecido como praia do PORTO DA LANCHA – local existente na Rodovia Ilhéus-Canavieiras, Km 12 – Bairro de Olivença.
Assim foi feito!,… projeto enviado à Câmara de vereadores e aprovado pelos Edis com a finalidade especifica de ser utilizada para a construção da sede do CLUPESIL – Clube de Pesca de Ilhéus – ressalva de que num determinado espaço de tempo o clube se obrigaria a construção de uma sede, se o clube não a construísse, dentro do terreno hora doado, teria por força da lei, que naquele ato se criava este direito, ser devolvido o terreno ao patrimônio público.
Nunca os sócios do clube criado para receber o terreno doado conseguiram se cotizar ou amealhar recursos outros para a construção da tão necessária sede, sede que daria, definitivamente a posse do patrimônio recebido de graça via povo de Ilhéus.
Eis que o tempo, mais de trinta anos depois, sem que nunca o clube de pesca tivesse, de fato, assumido a área, pois que ali jamais se construiu sua sede, inúmeras invasões depois, teve por fim um trágico final; proprietários, inimagináveis, grupo de fora de Ilhéus, hoje, construindo um condomínio, cometendo, segundo o IBAMA, crimes ambientais, comprovados em relatório já enviado ao MPE – Costa Cacau Leste.
A área jamais foi devolvida ao Município de Ilhéus como a própria lei que o criou afirmava ter ser feito; muito pelo contrário, uma parte foi invadida por pequenos invasores, construtores de bares, casas particulares e outras, a outra parte, perto de 15.000 metros² que está legalizada a toque de caixa, com documentos falsificados, fotos montadas, escrituras realizadas em cidade distante de Ilhéus, no mínimo estranho, sem que nada disso tenha sido devidamente reconhecido/analisado profundamente pela justiça por real ABANDO DA COISA PUBLICA, por desinteresse daqueles que, verdadeiramente, responsáveis pela coisa pública. Perdemos um grande patrimônio!… que poderia ter uma finalidade mais nobre para o município que o de um condomínio particular.
Incrível!… nunca conseguimos doar uma área para fazermos um “Hotel Escola” e, tai, perdemos este nobre terreno, mais de 15.0000 metros quadrados, para um condomínio particular…. Coisas e histórias que só será contada abaixo da linha do Equador.
Pior, os construtores, além de agredirem a natureza, taparem um olho d’agua, fecharem toda uma enorme extensão de área de marinha, telamento com postes de concreto armado, impediram o acesso ao mar de todo um loteamento, o Praia de Vila Rica, que em frente a área do antigo clube de pesca, centenas de moradores, ficaram sem poder ir à praia pelo fechamento referido acesso, servidão, ali existente há mais de trinta anos, mantido limpo e trafegável por todo os moradores do local que se cotizavam para manterem a acessibilidade em bom estado de trafego.
Como se prova a existência de tal servidão?…
Fácil!,…
Documentos existem de sua existência, há mais de vinte um anos, independentemente de ter sido dada a uma pessoa, como o foi, o documento assinado pelo clube de pesca na pessoa de seu eterno presidente, Roberto Mendonça, com firma reconhecida, datada de 21 anos atrás, serve, de forma inconteste, tão somente, singelamente, para provar a sua existência e manutenção desde aquela época. Claro que, também, temos inúmeras fotos anexadas a esta historieta para comprova-la.
Já que não fomos capazes de evitar que o bem público fossem transformadas em propriedades particulares, que sejamos, então capazes de fazer valer a lei de acessibilidade a praia, que está, sim, ainda, um bem público.
Com a palavra os que detém dever, por força de sua investidura em cargos públicos, de fazer respeitar o que diz a lei sobre o direito acesso ao mar, pois que existem leis especificas para tanto.
Leonardo Garcia Diniz
ESPAÇO ABERTO PARA A DIRETORIA DO CLUBE DE PESCA – QUERENDO – SE MANIFESTAR.
No GOTAS DE PAZ
QUAL A RAZÃO DE ESTARMOS AQUI?
Há pessoas que levam a vida como uma eterna brincadeira. Passam a vida desperdiçando oportunidades de evolução e crescimento. Não é outra a razão de estarmos aqui, neste planeta que nos acolhe. A Terra é escola educadora, onde através da convivência com os outros, das situações em que nos encontramos envolvidos, aprendemos a cultivar as virtudes que um dia nos tornarão espíritos melhores, onde o amor será o único sentimento a habitar o nosso ser. Não estamos proibidos de ter lazer, de descansar o corpo físico, de brincarmos ou de fazermos algo de que gostamos. Ao contrário, Deus nosso Pai, nos quer alegres e felizes. Mas não podemos deixar de cultivar e praticar tudo aquilo que nos faz crescer e evoluir como espíritos imortais que somos. Aproveitemos cada oportunidade que nos apareça de praticarmos o bem, de exercitarmos a paciência, a tolerância, a misericórdia, a solidariedade, a caridade e o amor. Conforme nos ensinou nosso Divino Mestre Jesus, para isso estamos aqui: aprendermos a amar a Deus de todo o nosso coração e de toda a nossa alma, e ao próximo como a nós mesmos.
https://www.gotasdepaz.com.br/qual-a-razao-de-estarmos-aqui/
CLUBE SOCIAL DE ILHÉUS / CARNAVAL 2017
REVIVENDO
Alfredo Amorim da Silveira em: “10TAQUES”.
Barão de Popoff
Não é sempre que temos a oportunidade de juntar o passado com o presente. Desta vez estou aqui para fazer uma homenagem a uma grande figura de Ilhéus, descendente de uma das famílias mais tradicionais desta cidade, e também contar, em parte, como foi a emigração dos alemães para esta terra querida de todos nós.
Os Krushewsky vieram para Ilhéus entre 1822 e 1823, trazidos por Pedro Weyll (Holandês) e seu sócio (?) Saueracker. Junto com os Kruschewsky vieram também para Ilhéus os alemães, Sellmann, Schaun, Meffe, Lafit, Ninck, Hohlenwerger, Prezewodowski, Berbert, Steiger.
Estabeleceram-se em uma Sesmaria em terrenos à margem esquerda do rio Cachoeira adquirida em 1818 por Pedro Weyll e seu sócio, onde fundaram um pequeno núcleo chamado de Colônia de São Jorge da Cachoeira de Itabuna. Estes alemães tinham profissão de ferreiros, padeiros, relojoeiros, alfaiates, carpinas, maquinistas, etc.
Uma segunda leva de colonos chegou de Rotterdam na galera hamburguesa Anna Luiza em 1823. Por imprevidência de Saueracker, sócio de Pedro Weyll, que não providenciou com antecedência abrigo, ferramentas e instrumentos agrícolas para o trabalho, passaram os emigrantes por muitas necessidades muitos se retirando para a vila de Ilhéus, sendo amparados pela Câmara Municipal, para não morrerem de fome, sendo também amparados pelo Imperador D. Pedro I, que era protetor dos imigrantes alemães no Brasil.
Muitos deles se deram bem na política, na administração pública, na advocacia, na imprensa, nas letras, nas armas, na agricultura e na indústria.
Bem, terminado aqui as explicações da descendência do Barão de Popoff, vamos agora contar a sua história.
CEPLAC 60
Em fins de dezembro de 1962, recém-formado (UFRRJ/Escola Nacional de Agronomia), fui até à sede da CEPLAC, Avenida Presidente Vargas, RJ, saber detalhes da Organização, pois fora escolhido pelo Professor Marcelo Nunes Camargo (im) para se integrar a sua equipe de Pedologia (MAPA) que iria iniciar os estudos de solos na região cacaueira, marco inicial das pesquisas do recém-criado CEPEC, contratado por aquela. Conversei um bom tempo com o Secretário-Geral, Carlos Brandão, que me colocou uma série de exigências e dureza no trabalho, enfatizando por diversas vezes um tal “espírito de corpo”.
Não sei por que, preferi o desafio, mesmo com a passagem nas mãos enviada pela SUDENE que, inclusive, ficaria mais perto de casa, Maceió/AL, minha origem.
Cheguei à região no dia 22 de janeiro de 1963, com o furor da juventude, ávido em aprender e crescer na ciência que escolhera a do solo, conseguindo tal intento a expensas dos “frutos de ouro”, a quem sou grato eternamente, abençoado por esta ESCOLA-CEPLAC.
E em pouco tempo, a Instituição se agigantou, abriu novos escritórios de extensão, edificou o CEPEC, treinou seu pessoal e passou a prover a região de informações e apoio, repercutindo as suas ações em produção e produtividade para a lavoura, além das melhorias infraestruturais.
Além da disponibilidade e flexibilidade dos recursos, a CEPLAC contava com cabeças pensantes, tanto vindas do Banco do Brasil, Organização que primava pela decência e ética profissional, como os iniciantes na Casa e, sobretudo, a vinda do Dr Paulo Alvim, que estabeleceu a Doutrina da Excelência Profissional, facultando treinamentos, viagens e congressos àqueles com vocação para a Pesquisa. E, capitaneando, tudo, Zé Haroldo, a quem a agricultura brasileira tanto deve, mesmo sem ele nunca ter frequentado uma Faculdade de Agronomia.
Dessa forma, a CEPLAC passou a ser um exemplo Institucional, que norteou a implantação da EMBRAPA e até foi “carimbada” em livro pelo IICA/OEA.
No GOTAS DE PAZ
ONDE ENCONTRAR A PAZ?
NOVA PONTE ILHÉUS/PONTAL: SONHO OU PESADELO? SEGUNDO TRECHO – SÓ PESADELO.
POR EDGARD SIQUEIRA
Na publicação anterior analisamos as inconsequentes DISTORÇÕES do projeto no trecho das imediações da cabeceira da pista do aeroporto. Vamos analisar o segundo trecho da obra que vai do retorno em frente à Rua Salgado Filho, indo até a Rua Castro Alves. Vejam quanta ESTUPIDEZ estão projetadas para este trecho
1º – Neste texto constatamos o maior absurdo que o MONSTRENGO do projeto da Nova Ponte irá causar. Ele simplesmente ISOLA o Bairro do Pontal, só deixando uma entrada e uma saída de quem vem ou vai pra Zona Sul. Se uma carreta quebrar ou acontecer um acidente no S que dá acesso a Rua 13 de maio, ninguém entra e nem sai do Pontal. Se quiser, vão ter que dá a volta pelo Centro da Cidade pela Velha Ponte e retornar pela Nova Ponte. Um Bairro do tamanho do Pontal só com um ACESSO pra Zona Sul é uma JÓIA da engenharia que não se envergonha e ainda é aplaudido por ilheenses INCAUTOS. Confesso que não tinha percebido este detalhe escabroso do projeto. Nem eu nem nenhum PONTALENSE tínhamos percebido este INACEITAVEL isolamento.
Agora uma coisa é CERTA: Ninguém pode mais dizer que não sabia. O ventilador foi ligado.
Governo poderá participar de leilão do Hospital Espanhol, diz Rui Costa
“A melhor solução para o Espanhol é a justiça fazer o mais rápido possível o leilão. O Governo do Estado avalia seriamente a possibilidade de participar do leilão. Se as condições forem viáveis, nós podemos participar e arrematar o hospital. Ali precisa continuar sendo hospital servindo aos baianos”, afirmou Rui em entrevista à Rádio Metrópole, lembrando que a Justiça já decretou a falência da instituição após pedidos do governo baiano e da Caixa Econômica Federal.
“Não nos interessa injetar mais recursos públicos no hospital”, destacou Rui, lembrando que o Estado, na gestão do ex-governador Jaques Wagner e atual secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), liberou, em 2013, financiamentos da ordem de R$ 53 milhões por meio da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), com o objetivo de ajudar a recuperação financeira da instituição, localizada na Barra, o que não se concretizou. Na época, a Caixa Econômica também liberou financiamento da ordem de R$ 56 milhões.
“Infelizmente, o hospital continuou, antes e depois deste empréstimo, com grave problema de gestão”, acrescentou Rui. “Hoje, o problema está mais grave do que antes. Além das dívidas trabalhistas, tem o empréstimo tomado junto ao governo e à Caixa. Só de dívida trabalhista, já passa dos R$ 150 milhões”, ressaltou o governador.
Na época da crise financeira do hospital, o então governador Jaques Wagner assinou um decreto declarando os imóveis pertencentes à Real Sociedade Espanhola de Beneficência, que administra o Hospital Espanhol, bens de utilidade pública, para impedir a venda da unidade. A medida foi adotada para evitar a especulação imobiliária e o desvio de sua finalidade, quando se cogitava inclusive abrigar uma empresa hoteleira, tendo em vista a sua localização privilegiada, em frente à orla da Barra.















































































